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Cinema Latino

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Carlos Gardel (Filmografia)



Filmografia:

Flor de Durazno (1917) (filme mudo)
Encuadre de canciones (1930) (primeiro filme falado da América do Sul)
Luces de Buenos Aires (1931) (filmado em Paris)
La casa es seria (1931)
Espérame (1932)
Melodía de arrabal (1932)
Cuesta abajo (1934)
El tango en Broadway (1934)
El día que me quieras (1935)
Tango Bar (1935)
The Big Broadcast Of (1936)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"El día que me quieras", 1935


Ficha Técnica:
Título original: El día que me quieras
Direção: John Reinhardt
Produção: Robert R. Snody e Exito Productions
Roteiro: Alfredo Le Pera
Música: Carlos Gardel
Som: Western Electric (mono)
Fotografia: William Miller
País: Estados Unidos
Ano: 1935
Gênero: Musical
Duração: 82 minutos

Elenco:

Carlos Gardel (Julio Argüelles)
Rosita Moreno (Margarita/Marga)
Tito Lusiardo (Rocamora)
Manuel Peluffo (Saturnino)
Francisco Flores del Campo (Daniel Dávila)
José Luis Tortosa (Pedro Dávila)
Fernando Adelantado (Carlos Argüelles, pai de Julio)
Suzanne Dulier (Pepita)
Celia Villa (Juanita)
Agustín Cornejo (guitarrista)
Alberto Infanta (polícia)
Astor Piazzolla (canillita)


Sinopse: Julio (Carlos Gardel) é um jovem rico que se apaixona por uma bela bailarina chamada Margarita (Rosita Moreno), mas seu pai se opõe à união por causa da condição socialda jovem. Mesmo contrariando o pai, Julio se casa com ela e eles têm uma filha chamada Marga. O casal tem uma vida modesta, mas porém de muito amor. Um dia Margarita adoece gravemente e falece, deixando órfã sua filha. Júlio e Marga (papel também vivido por Rosita Moreno) se tornam famosos cantores. E mais uma vez a história se repete, só que desta vez o pai da moça luta para que a história de amor de Marga e Daniel (Francisco Flores) tomem um rumo diferente.

Meu comentário: Quando vi este filme pela primeira vez, descobri que tinha em minhas mãos uma raridade. Quem pensa em assiti-lo o encontrará facilmente nos sites mais conhecidos de vendas de DVDs. Recomendo apenas para quem gosta do cinema clássico, pois as imagens não são boas e o som é baixo.
Realmente viver uma época tão cheia de nostalgia, romantismo e ternura era algo para poucos. A característica dos filmes desse período era carrergado nesta temática; Vale lembrar que a interpretação de Carlos Gardel para El día que me quieras é emocionante assim quando canta Volver.

Curiosidades:
Temas interpretados:
Suerte negra (vals criollo), cantado em trio, por Carlos Gardel, Tito Lusiardo e Manuel Peluffo.
Sol tropical (rumba)
El día que me quieras (canción), cantada em dueto por Carlos Gardel e Rosita Moreno.
Sus ojos se cerraron (tango)
Guitarra, guitarra mía (canción criolla)
Volver (tango)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Javier Cámara



Javier Cámara (Albelda de Iregua, La Rioja, 19 de janeiro de 1967) é um ator espanhol.

Durante a adolescência estudou na Universidad Laboral de Lardero. Lá entrou em contato com um grupo de jovens aficcionados por teatro, dirigidos pelo professor Fernando Gil. Este professor incentivou Javier Cámara a ir a Madri estudar arte dramática na Real Escuela Superior de Arte Dramático. Para se sustentar durante seus estudos em Madri, Javier Cámara trabalhava em salas de cinema da cidade.

Inicia no teatro profissional em 1991, atuando em El Caballero de Olmedo, peça de Lope de Vega. Em 1993, participa do filme Rosa Rosae, de Fernando Colomo.

No entanto, a fama em toda Espanha seria alcançada somente em 1999, com a participação na comédia 7 Vidas, produzida para a televisão espanhola. Nesta comédia, Cámara atuou como Paco Gimeno, papel que lhe rendeu um enorme reconhecimento do público e da crítica. Em 2001, atua em Lúcia y el sexo, de Julio Medem.

No ano 2000, abandona o programa 7 Vidas para atuar em Hable con ella (Fale com ela), filme de Pedro Almodóvar, ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2003 e do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro de 2002. Desta forma, Cámara passa a integrar o seleto grupo dos "meninos de Almodóvar", consagrando-o definitivamente como um dos atores mais populares da Espanha.

Em 2003, trabalha com Pablo Berger, em Terremolinos 73, e com Joaquín Oristrell, em Los abajo firmantes.

No ano de 2004, Cámara volta a trabalhar com Pedro Almodóvar no polêmico La mala educación (Má educação). Em 2005, Cámara atuou em dois filmes que entraram em cartaz simultaneamente na Espanha: La vida secreta de las palabras, de Isabel Coixet; e Malas temporadas, produzido por Manuel Martín Cuenca. Em setembro de 2006 estreou o filme Alatriste, no qual Cámara encarna o Conde-Duque de Olivares. Este filme é, até o momento, o mais caro de toda a história do cinema espanhol, produzida em parceria com Telecinco, canal de televisão espanhol.

Apesar das quatro indicações ao Prêmio Goya, Cámara ainda não ganhou.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Javier Cámara (filmografia)



Filmografia:

Fuera de carta, de Nacho G. Velilla (2008)

Paris je t´aime, de Isabel Coixet (2006)
Ficción, de Cesc Gay (2006)
Alatriste, de Agustín Díaz Yanés (2006)
Malas temporadas, de Manuel Martín Cuenca (2005)
La vida secreta de las palabras, de Isabel Coixet (2005)
La mala educación, de Pedro Almodóvar (2004)
Los abajo firmantes, de Joaquín Oristrell (2003)
Torremolinos 73, de Pablo Berger (2003)
Hable con ella, de Pedro Almodóvar (2002)
Lucía y el sexo, de Julio Medem (2001)
Dinosaurio, de Ralph Zondag e Eric Leighton (2000)
Cuarteto de La Habana, de Fernando Colomo (1999)
Torrente: El brazo tonto de la ley, de Santiago Segura (1998)
Corazón loco, de Antonio Del Real (1996)
ESO, de Fernando Colomo (1995)
Alegre ma non troppo, de Fernando Colomo (1994)
Rosa rosae, de Fernando Colomo (1993)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

"Alatriste", Espanha, 2006

Ficha Técnica:
Título original: (Alatriste)
Lançamento: 2006 (França, Espanha, EUA)
Direção: Agustín Díaz Yanes
Duração: 147 min
Gênero: Aventura




Elenco:
  • Elena Anaya (Angélica de Alquézar)
  • Pilar Bardem (Monja)
  • Javier Cámara (Conde Duque de Olivares)
  • Jesús Castejón (Lope de Alcázar)
  • Antonio Dechent (Garrote)
  • Juan Echanove (Francisco de Quevedo)
  • Eduard Fernández (Sebastián Copons)
  • Francesc Garrido (Martín Saldaña)

Sinopse: Século XVII, Espanha. Diego Alatriste y Tenorio (Viggo Mortensen) luta uma guerra em Flandres. Seu amigo Lope de Balboa (Alex O'Dogherty) cai em uma emboscada, o que faz com que, à beira da morte, peça a Alatriste que cuide de seu filho Íñigo (Unax Ugalde). Ao retornar a Madri, Alatriste encontra um império que está desmoronando devido à inércia do rei Felipe IV. A corte real, dominada por intrigas e corrupção, é controlada pelo Conde Duque de Olivares (Javier Cámara), que recebe o apoio da Santa Inquisição. Neste contexto Alatriste é contratado, juntamente com Gualterio Malatesta (Enrico Lo Verso), para matar dois estrangeiros. Porém ele nota algo de estranho nesta missão e decide poupar a vida deles, enfrentando Malatesta. Quando Alatriste descobre a identidade daqueles que salvou, ele entende que precisará enfrentar forças poderosas.



Meu comentário: É um dos melhores filmes de co-produção espanhola. Tudo é impecável: Elenco, fotografia, trilha sonora, figurino, produção, montagem... Quê mais? Para quem gosta de filmes de época é altamente recomendável. É uma dessas produções que realmente prende o público até o final: a ação é a fórmula.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Morreu o compositor espanhol Augusto Algueró

Augusto Algueró no dia do seu casamento com a a atriz Carmen Sevilla.





O compositor, arranjador e maestro espanhol Augusto Algueró, conhecido no Brasil pela trilha sonora de filmes do menino cantor Joselito, na década de 50, morreu neste domingo em sua casa de Torremolinos (Andaluzia, sul), de parada cardíaca, enquanto dormia, informou a Sociedade Geral de Autores e Editores espanhola (SGAE).

Algueró, de 76 anos, compôs para famosos cantores espanhóis, entre eles, Joan Manuel Serrat, para quem escreveu a canção "Penélope" ou Nino Bravo, para quem criou o tema "Noelia".


"Penélope", escrita em 1969, permitiu a Serrat ganhar no Festival de Música do Rio de Janeiro o prêmio de melhor interpretação, a que se somou a de melhor composição.


Nascido em Barcelona em 23 de fevereiro de 1934, Algueró conseguiu aliar os estudos de música e Medicina.


Foi autor de 200 trilhas sonoras para o cinema e 500 canções.


Entre os mais famosos filmes que contaram com a participação musical de Algueró estão "Pepi, Lucy, Bom y otras chicas del montón", de Pedro Almodóvar, e o irreverente "Torrente, el brazo tonto de la ley", de Santiago Segura.


Seguiram-se filmes protagonizados pelo menino-cantor Joselito em 1958; "Cabriola", "Marisol, rumo a Rio" e "Tómbola", e clássicos do cinema espanhol dos anos 50 e 60 como "As garotas da cruz vermelha", "No dia dos apaixonados".


Augusto Algueró casou-se em 1961 em primeiras núpcias com a atriz Carmen Sevilla e, em 1986, contraiu novo matrimônio com Natividad Benito.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Carlos Saura








Carlos Saura Atarés nasceu em Huesca (Espanha) no dia 4 de janeiro de 1932. Teve uma infância marcada pela Guerra Civil Espanhola, obrigando sua família a mudar-se para Valência em 1937 . Em 1942 começa a estudar no colégio Garmar em Madrid onde junto com sua mãe e irmãos reencontra o pai. Apaixonado pela fotografia, decide trabalhar por conta própria neste ramo. Em seguida decide estudar Engenharia Industrial. Seu amor pela fotografia lhe rende sua primeira exposição em 1951 em Madrid. Abandona seus estudos de Engenharia para ingressar no IIEC - Instituto de Investigaciones y Estudios Cinematográficos. Depois dali passa a realizar seus primeiros filmes. Na década de 60 conhece Geraldine Chaplin na Alemanha e casa-se com ela, separando-se da mesma na década de 70 para unir-se a Mercedes, a mãe de seu filho Adrián. Considerado o mais espanhol de todos os diretores de cinema de seu país, Saura se tornou famoso por filmes como Cuenca (1958), Bodas de sangre (1981) com a colaboração do bailarino e coreógrafo Antonio Gades;Carmen (1983); nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Premio do Jurado no Festival de Cannes; ¡Ay, Carmela! (1990); vencedor de 13 Prêmios Goya; Fados (2007);Prêmio Goya para a melhor canção original para Carlos do Carmo
Para ler detalhes sobre vida e obra de Carlos Saura

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