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Cinema Latino

segunda-feira, 19 de março de 2012

Em breve de volta às atividades!

"Bye, Bye Brasil" (1979)

"Carne Trêmula" (1997)

"La teta asustada" (2009)

"O Crime do Padre Amaro" (2002)

"Plata Quemada" (2000)

O Sala Latina de Cinema é um blog sem fins lucrativos. Apenas um ponto de diversão e arte. Nele, se pretende mostrar a diversidade do Cinema Latino. Assunto que não se esgota, pois há muito que explorar. Então se faz aquela viagem ao passado, segue o futuro, retorna ao presente com filmes apaixonantes ou não, com produções interessantes ou não, por aí. Aqui um vídeo e outro nos faz ter boas recordações, nos traz surpresas e conhecer um pouco mais do que não sabíamos. Uma foto ou várias, um momento apreciativo, assim como a Série Autógrafos, escrever sobre os filmes que já vimos também é ótimo, divulgar através de links que visitamos... No entanto, passei um longo período sem postar aqui devido a longas ocupações laborais. Estou retornando. Desculpo-me por não ter visitado por estes dias todos os blogs e meus queridos amigos cinéfilos, mas I´ll come back! Beijos, M.

domingo, 18 de março de 2012

"Yo también", Espanha, 2009.

Ficha Técnica:
Título original: Yo, también
País: Espanha
Ano: 2009
Duração: 103 minutos
Direção: Álvaro Pastor Gaspar e Antonio Naharro
Produção: Manuel Gómez Cardeña, Julio Medem e Koldo Zuazua
Roteiro: Álvaro Pastor Gaspar e Antonio Naharro
Música: Guille Milkyway
Fotografia: Alfonso Postigo
Montagem: Nino Martínez Sosa
Figurino: Fernando García

Elenco:
Lola Dueñas (Laura Valiente)
Pablo Pineda (Daniel)
Isabel García Lorca (Mª Ángeles)
Antonio Naharro (Santi)
Pedro Álvarez-Ossorio (Bernabé)
María Bravo (Reyes)
Consuelo Trujillo (Consuelo)
Joaquín Perles (Pepe)
Teresa Arbolí (Rocío)
Ana De los Riscos (Macarena)
Ana Peregrina (Encarni)
Lourdes Naharro (Luisa)
Daniel Parejo (Pedro)
Catalina Lladó (Pilar /Mãe de Luisa)
Susana Monje  (Nuria Valiente - Cunhada de Laura)

Sinopse: Daniel (Pablo Pineda), um jovem sevilhano de 34 anos, é o primeiro europeu com síndrome de Down que obteve uma licenciatura universitária. Começa sua vida de trabalho na administração pública, onde conhece Laura (Lola Dueñas), uma colega de trabalho e se apaixona por ela.

Comentários: O tema do filme é a inclusão. Para isto, contaram com o estreante Pablo Pineda no papel de Daniel.  Trata-se da história de um jovem com síndrome de Down, representante do mundo da diferença, e sua experiência familiar, social, profissional e sentimental.

Curiosidades: Os diretores Álvaro e Antonio trabalharam juntos desde 1995 em curtas. É o primeiro trabalho deles com longa metragem;  Destaque para Antonio Naharro como co-diretor, co-roteirista e ator no papel de Santi, irmão de Daniel; O filme foi muito bem recebido pela crítica espanhola e européia; Foram vencedores no Festival de Cinema de San Sebastián (Espanha), recebendo a Concha de Plata, Lola Dueñas (Melhor Atriz) e Pablo Pineda (Melhor Ator). O ator Pablo Pineda chegou a ser indicado ao Goya de Melhor Ator Revelação, mas na XXIV Edição dos Premios Goya (o Oscar Espanhol) , o filme em que participou também premiou a atriz principal, sua colega de cena Lola Dueñas como Melhor Atriz e Melhor Canção Original para Guille Milkyway.

sábado, 17 de março de 2012

"25 kilates", Espanha, 2008

Ficha Técnica:

Título original: 25 kilates
Gênero: Thriller
País: Espanha
Ano: 2008
Direção e roteiro: Patxi Amezcua
Duração: 86 minutos 
Música: Francis Amat
Fotografia: Sergi Gallardo
Produtora: Icónica / Ovídeo TV
Web oficicial: http://www.25kilates.es

Elenco:

Francesc Garrido
Aida Folch
Manuel Morón
Joan Massotkleiner
Héctor Colomé
María Lanau
Marc García
Monserrat Salvador
Carolina Montoya
Francisco Torrente
Ferran Terraza

Sinopse: A grande cidade, o habitat perfeito para traficantes, vigaristas, ladrões, assassinos, bandidos e policiais corruptos. Abel (Francesc Garrido) é um tipo solitário que dedica-se a agiotagem. Kay (Aïda Folch),  é uma jovem que está envolvida em roubo de carros e outros delitos. Seu pai, Sebas (Manuel Morón), um perito empre envolvido em problemas, sempre em dívida, . Garro (Joan Massotkleiner), um inspetor do esquadrão anti-roubo de honestidade duvidosa. Ladrões do Kosovo. Bandidos mexicanos. Um atirador turco ... A fauna variada de criminosos na selva de pedra que é a cidade grande ... Todos cheios com a vida que levam. Todos querendo dar o golpe final, o grande sucesso ... Uma mala cheia de jóias pode ser a solução.

sexta-feira, 16 de março de 2012

"Fiestapatria", Chile, 2007.

Ficha Técnica:
Título original: Fiestapatria
País(es): Chile/Peru
Direção e roteiro: Luis Vera
Duração: 100 min

Produção Executiva: Luis Vera e Gustavo Sánchez
Produção: Luis R. Vera Producciones E.I.R.L e Inca Cine S.A.C. (Perú)
Produtor Associado: Filmosonido, Cinesur e Trinacrio Ltda.
Diretor de fotografia: Alfredo García
Diretor de arte: Alonzo Machuca
Montagem: Carlos Ruz e Luis Vera
Música: Maurice Ravel
Som: Mauricio Hernández
Maquiagem: Constanza Racz e Joan Rosenfeld
Efeitos Visuais: Ismael Cabrera

                     

Elenco:
Adela Secall                
Marcela Osorio                 
Nelson Brodt                
Patricio Contreras 
Tatiana Astengo   
Daniel Muñoz          
Sergio Hernández               
Tiago Correa             
Katty Kowaleczko   
Fernando Larraín  
Rosa Ramírez                 
Maricarmen Arrigorriaga
Jorge Gajardo
Mónica Carrasco   
Roxana Campos
Marés González
Carmen Gutiérrez
Carmen Disa Gutierrez
Alex Zisis
Alfonso Santistevan
Heidrun Breier
Viviana Herrera
Jorge Santa Ana
Nicolás Cristi
Enrique Saldes
Victor Mix
Omar Prasthan
Cristóbal Gómez
Miguel Ogalde
María Cánepa
Andrés Pérez Ramírez
     
Sinopse:  O filme busca ser uma metáfora ao estado social e moral do Chile atual e entrega um atual testemunho do período da ditadura de Pinochet até a atualidade. O filme mostra uma galeria de extensos personagens, todos representando a sociedade chilena atual. A história do filme se passa numa casa de campo onde todos os anos famílias se reúnem para celebrar a Fiesta Patria. Nesta, aproveitam o ensejo para celebrar o noivado dos filhos, Macarena e Alvaro. Logo antes de que a festa chegue ao seu esperado final feliz, a jovem Macarena descobre o pior segredo guardado por sua familia.

Curiosidades:
Com cenas gravadas em  Limache, Cau Cau (Chile);
A estreia nacional foi no dia 26 abril de 2007; Estreou também a nível internacional no Festival Internacional de Cine de Tribecca, Estados Unidos.  

Comentário:
Esperva algo a mais do filme. Confesso que a "polêmica" que pretendiam criar nos diálogos das personagens ao abordar o regime ditatorial de Pinochet não surpreendeu e nem trouxe efeito desejado. Assisti-o sem legendas, a linguagem é mais clara e dá para acompanhar os diálogos. Poderia ser algo melhor em termo de filme para não se tornar em alguns momentos enfadante.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Rodrigo Santoro, o intérprete de Heleno de Freitas

Vascaíno de coração, Rodrigo Santoro interpreta Heleno de Freitas
Mais do que tudo isso, Heleno era conhecido pelo temperamento agressivo dentro e fora do campo




No dia em que Ricardo Teixeira renunciou à presidencia da Confederação Brasileira de Futebol, Rodrigo Santoro estava envlvido na promoção de "Heleno", cinebiografia do ídolo do Botafogo carioca nos anos 30 dirigida por José Henrique Fonseca - com estreia marcada para sexta (23). Ao falar com o UOL por telefone, do Rio de Janeiro, o ator - vascaíno de coração e fã de Roberto Dinamite - ficou surpreso com a notícia e com a coincidência. "Isso aconteceu hoje?", perguntou ele, acrescentando incredulidade à novidade. "Não acredito."
Santoro disse que durante a rodada de entrevistas com veículos do Rio pouco lhe perguntaram sobre a forçada passagem de bastão de Teixeira para o seu vice, o ex-governador biônico de São Paulo, José Maria Marin. "As questões giraram em torno mais do fato de o filme ser em preto e branco no momento em que um filme mudo com o mesmo formato e mudo ganhou o Oscar", continuou o ator, referindo-se ao francês "O Artista". "Mas como a gente pode prever algo do tipo?"
"Heleno" conta a história de Heleno de Freitas (1920 - 1959), ídolo do Botafogo carioca nos anos 30. Formado em Direito, era oriundo de uma família abastada - o pai era dono de um cafezal e mantinha negócios na indústria de papel e chapéus. Com amigos na alta sociedade, gostava da vida boêmia e das drogas da época: além da bebida, o lança perfume e o éter.
Atacante talentoso, ótimo cabeceador, era considerado um jogador altivo e elegante do alto de seu metro e oitenta e cinco. Marcou passagem pelo Botafogo com 209 gols em 235 partidas, o que o coloca em quarto lugar na lista de maiores artilheiros da história do clube. Mas não conquistou nenhum título vestindo a camisa alvinegra.
Mais do que tudo isso, Heleno era conhecido pelo temperamento agressivo dentro e fora do campo. O filme centra foco nesse aspecto da vida do jogador, sua relação atribulada com os companheiros e a esposa, Ilma (Alinne Moraes), com quem teve um filho. No início dos anos 50, ela fugiu para Petrópolis por conta da vilência do marido.
 

terça-feira, 13 de março de 2012

Roberto Bolaños



Roberto Gómez Bolaños, conhecido como Chespirito  ou "Chaves" nasceu na Cidade do México no dia 21 de fevereiro de 1929. É um escritor, ator, comediante, dramaturgo, compositor e diretor mexicano. Ficou conhecido mundialmente pela criação das séries televisivas El Chavo del Ocho e El Chapulín Colorado, e com o Programa Chespirito que ganhou o título de o programa número 1 da televisão humorística as quais lhe trouxeram grande prestígio e garantiram-lhe o reconhecimento como um dos escritores comediantes mais respeitados do mundo. É sobrinho do ex-presidente mexicano Gustavo Díaz Ordaz Bolaños (1911-1979).
Filho de uma secretária bilíngue Elsa Bolaños Cacho e do pintor, cartunista e ilustrador Francisco Gomez Linares, Roberto Goméz Bolaños estudou na Universidade Nacional Autônoma do México, mas nunca se formou.
Ele começou sua carreira como escritor criativo, através do rádio e televisão durante a década de 1950. Também fez vários roteiros de cinema e começou a representar como ator em 1960, no filme "Dos locos en escena". No entanto, continuou a dedicar a maior parte de seu tempo a escrever, contribuindo para o diálogo de scripts e filmes de televisão mexicana.
"Chespirito" é a forma diminutiva e castelhanizada do vocábulo inglês Shakespeare (Chekspir). Tal apelido foi dado a Bolaños pelo diretor de cinema Agustín P. Delgado, que o considerava um pequeno William Shakespeare, capaz de escrever histórias tão prolíficas e versáteis quanto o autor inglês.
Em 1968, começaram as transmissões Independentes de Televisão no México e Chespirito foi chamado como escritor para a realização de um programa com duração de meia hora. E assim, nasceu "Los supergenios de la mesa cuadrada". Ao lado de Chespirito, contracenavam Ramón Valdés, Rubén Aguirre e María Antonieta de las Nieves.
Em 1970, o programa teve sua duração aumentada. Nessa época, surge nada menos que o herói mais atrapalhado de todos os tempos, o Chapolin Colorado. Um ano depois, foi criado o personagem que se tornaria o maior sucesso de Bolaños, Chaves. Ambos os personagens funcionaram tão bem que o programa foi dividido em meia-hora, dedicada a cada um.
Apesar de ser mais conhecido pelos papéis Chaves e Chapolin, Chespirito também foi autor de vários personagens, como Chompiras, Dr. Chapatin, Vicente Chambon e Chaparrón Bonaparte.
Por causa de seus roteiros recorrentes, os programas se tornaram sucesso em todo o mundo, graças a simpatia de Roberto Gómez Bolaños e do grupo de atores em distintas épocas formado por Carlos Villagrán, Ramón Valdés, Florinda Meza, Rubén Aguirre, Édgar Vivar, Angelines Fernandez, Raúl Padilla, Horacio Gómez Bolaños e María Antonieta de las Nieves, que também encontraram a fama internacional.
Em 1980, seus sketches criaram um programa de uma hora semanal chamado de "Programa Chespirito", e permaneceu no ar até 1995.
Chespirito também estrelou em filmes mexicanos, escritos e realizados por ele mesmo como "El Chanfle" e "El Chanfle 2", "Don Ratón e Don Ratero", "Charrito" e "Música de viento".
Em 2000, a rede de televisão mexicana Televisa homenageou todo o elenco dos seriados Chaves, Chapolin e Chespirito com o programa "¡No contaban con mi astucia!", ano em que o seriado completava 30 anos.
Em 12 de novembro de 2009, Chespirito foi internado em emergência em um hospital na Cidade do México. De acordo com declarações de seu filho Roberto Gómez Fernandez, Chespirito teve uma complicação da próstata, e teve de fazer uma cirurgia.
Em 28 de maio de 2011, Chespirito abriu sua conta no Twitter chegando em menos de um dia mais de 170.000 seguidores, o segundo dia um total de 250.000 seguidores, e meio milhão em apenas uma semana.
Em 2012, um evento denominado América celebra a Chespirito em comemoração os quarenta anos de carreira do ator foi programado para ocorrer em 17 países, entre eles Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Estados Unidos, México, Peru e Nicarágua.

Curiosidades:

Casamentos

Roberto Gómez Bolaños casou-se pela primeira vez, com Graciela Fernandez.
Depois de 27 anos convivendo com Florinda Meza, a atriz que interpretava a maioria dos personagens femininos inclusive a Dona Florinda, Bolaños casou-se com ela, no dia 19 de novembro de 2004, e comemorou com uma grande festa num restaurante da Cidade do México.

Ele teve 6 filhos do primeiro casamento, mas nenhum com Florinda por ter feito uma vasectomia.


Roberto Gómez Bolaños participou em 2006 de anúncios televisivos apoiando a campanha eleitoral do Partido da Ação Nacional. Também fez fortes críticas contra o candidato esquerdista Andrés López Obrador, acusando-o de dividir os mexicanos, e contra a esquerda em geral.

Em abril de 2007 uniu-se ao protesto de grupos católicos e conservadores que buscavam manter o aborto como um delito, frente à postura da Assembleia Legislativa, cujos representantes inclinaram-se por despenalizá-lo durante as doze primeiras semanas de gestação. Gómez Bolaños lançou anúncios em canais de televisão e chamadas telefônicas contra tal lei.

Levantou controvérsias por seus comentários sobre o famoso quadro Guernica, de Pablo Picasso, como os realizados no início de maio de 2007, na Colômbia, onde declarou que a obra "é uma caricatura".

Declarou em seu twítter ser contra as manifestações de ruas, pois elas diminuem o tempo e a capacidade para o trabalho. E afirmou votar em um candidato que impeça essas manifestações. Essa declaração no twítter afirma o que foi declarado no episódio o "O dia da Criança" 1991.
 
Dubladores no Brasil:

No Brasil, Chespirito teve quatro dubladores, sendo eles:

    Marcelo Gastaldi, (que é o mais conhecido pelas séries clássicas (SBT).
    Sérgio Galvão no Programa Chespirito, exibido pela CNT.
    Cassiano Ricardo no Clube do Chaves (redublagem do Programa Chespirito), no SBT.
    Tatá Guarnieri em episódios recentes nos DVDs e no desenho animado.

Principais trabalhos

Os programas de Chespirito foram gravados no México pela rede Televisa entre os anos de 1968 e 1995, e exibidos em mais de 90 países.

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 12 de março de 2012

Roberto Bolaños (Filmografia)


No caso dele, a obra completa:

    Produções (Cinema/TV):
    Dos locos en escena (1960)
    Dos criados malcriados (1960)
    El zángano (1967)
    El ciudadano Gómez (1968)
    Las tres magníficas (1968)
    Operación carambola (1968)
    La hermana Trinquete (1969)
    La princesita y vagabundo (1969)
    El cuerpazo del delito (1970)
    La Hermana Trinquete (1970)
    El Amor de María Isabel (1970)
    Las Tres magnificas (1970)
    El amor de María Isabel (1971)
    El Chanfle (1979)
    El Chanfle 2 (1982)
    Don ratón y don ratero (1983)
    El Charrito (1984)
    Música de viento (1988)
    Doctor Chapatín (1968-1995)
    El Chavo del Ocho (1972-1992)
    Club Del Chavo (1980-1992)
    El Chapulín Colorado (1970-1992)
    El Chompiras (1972-1995)
    Vicente Chambón (1979-1982)
    Chaparron Bonaparte (1970-1995)
    Don Calavera (1993-1994)

Como escritor:

    Serie Animada del Chavo - (2006) - Serie de Tv.
    Los Supergenios de la mesa cuadrada 1968
    ¡Que vivan los muertos! 1998
    Charrito (1984)
    El Chanfle II (1982)
    El Chanfle (1979)
    ¡Ahí madre! (1970)
    Fray Dólar (1970)
    Romance sobre ruedas (1969)
    La princesa hippie (1969)
    Los Supergenios de la mesa cuadrada (1968) - Serie de Tv
    Operación carambola (1968)
    El camino de los espantos (1967)
    Detectives o ladrones (1967)
    Un par de roba chicos (1967)
    Dos pintores pintorescos (1967)
    Un Novio para dos hermanas (1967
    Un bovio para dos hermanas (1966)
    Los reyes del volante (1965)
    Los astronautas (1964)
    Los invisibles (1963)
    ¡En peligro de muerte! (1962)
    Pegando con tubo (1961)
    Un Par... a todo dar (1961)
    Limosneros con garrote (1961)
    Dos tontos y un loco (1961)
    Los desenfrenados (1960)
    El dolor de pagar la renta (1960)
    Los tigres del desierto (1960)
    Dos criados malcriados (1960)
    Vagabundo y millonario (1959)
    Angelitos del trapecio (1959)
    Los legionarios (1958)
    Cómicos y canciones (1956) - Tv.

Como produtor:

    Serie Animada del Chavo - (2006) - Serie de Tv.
    La Paloma de Marsella (1999)
    Que vivan los muertos! (1998)
    La primera noche (1998)
    Un baúl lleno de miedo (1997)
    Elisa antes del fin del mundo (1997)
    Última llamada (1996)
    Videoteatros: Véngan corriendo que les tengo un muerto (1993)
    El Chanfle II (1982)

Como compositor:

    Charrito (1984)
    ¡En peligro de muerte! (1962)
    Tres lecciones de amor (1959)
    Los legionarios (1958)

Livros:

    El Diario de El Chavo del Ocho (O Diário do Chaves)
    ...Y También Poemas (...E Também Poemas)
    Sin Querer Queriendo: Memorias (Sem Querer Querendo: Memórias)

Discografia:

    1980 El Chavo Canta: Eso, Eso, Eso
    1978 Síganme Los Buenos a La Vecindad del Chavo
    1977 Así Cantamos y Vacilamos en la Vencidad del Chavo
    1975 Chespirito y sus Canciones

domingo, 11 de março de 2012

Uma das últimas apariçôes do ator Roberto Bolaños.

Roberto Bolaños (o célebre Chaves) apareceu em um evento público em sua homenagem lá no México. Quem criou o boato de que ele teria morrido, mas uma vez se enganou.

sábado, 10 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

O melhor do cinema nacional ou os mais assistidos

Menino da Porteira - 1976
A matéria que saiu no Yahoo é antiga, mas transcrevo-a aqui:

No dia do cinema brasileiro, listamos para você os longas que mais foram vistos nas telonas. O primeiro longa nacional da lista é o filme “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976). Baseado no livro homônimo de Jorge Amado, ainda é o filme brasileiro mais visto nos cinemas. Dirigido por Bruno Barreto e protagonizado por Sônia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça, o longa-metragem foi visto por mais de 12 milhões espectadores.

Nos anos 70, Sonia Braga era garantia de brasileiro no cinema. Tanto que “A Dama do Lotação” (1978), sensual filme protagonizado pela atriz, levou 6,5 milhões de espectadores às salas.

A comédia “Se Eu Fosse Você 2″, arrecadou R$ 47,57 milhões e levou 6 milhões aos cinemas. Na trama, Cláudio (Tony Ramos, de “Pequeno Dicionário Amoroso”) e Helena (Glória Pires, de “Primo Basílio”) trocam novamente de corpos.

Fenômeno recente nas salas de projeção brasileiras, “2 Filhos de Francisco – A História de Zezé Di Camargo e Luciano” levou 5,3 milhões de pessoas aos cinemas e foi a maior bilheteria de filmes brasileiros dos últimos 20 anos. O longa foi aprovado não somente pela crítica especializada em 2005, mas principalmente pelo público, que se envolveu pelo drama familiar experimentado pela popular dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano.

Os filmes protagonizados pelo saudoso grupo humorístico Trapalhões, nos anos 70 e 80, também foram bastante populares na época. “O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão” (1977), “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981) e “Os Trapalhões na Guerra dos Planetas” (1982) são algumas das produções do grupo vistas por mais de cinco milhões de brasileiros.

Hector Babenco, nascido na Argentina e radicado no Brasil, é um diretor que levou milhares de brasileiros aos cinemas. “Lúcio Flavio, o Passageiro da Agonia” levou mais de cinco milhões de brasileiros aos cinemas em 1977; o drama “Carandiru” foi visto por 4,6 milhões em seu lançamento, em 2001.

O filme “O Menino da Porteira” (1976) também não fez feio nos cinemas quando foi lançado, mostrando que a cultura sertaneja pode atrair muitos espectadores aos cinemas. Baseado em sucesso musical de Sérgio Reis – que atua no longa -, O Menino da Porteira levou 4,5 milhões de espectadores às salas. De acordo com os números oficiais, por que os produtores afirmam que o número bate os 7 milhões.

A primeira parte do filme “Se Eu Fosse Você” foi o mais prestigiado pelo público nos cinemas em 2006. Mais de três milhões de brasileiros foram às salas prestigiar a excelente atuação de Glória Pires e Tony Ramos no filme.

“Cidade de Deus” fez uma pequena revolução dentro do cenário cinematográfico brasileiro em 2002. Depois de levar mais de três milhões de brasileiros às salas, foi lançado internacionalmente, tornando-se referência de cinema brasileiro para os gringos. O longa concorreu a quatro Oscars, apresentando o talento do cineasta Fernando Meirelles no mercado internacional.

O ano de 2007 foi de “Tropa de Elite”, que estreou nas salas brasileiras fazendo estardalhaço. Na verdade, o filme já era falado antes disso, depois de ter sido visto por milhões de brasileiros antes mesmo de sua estréia, em DVDs piratas, disponíveis nos camelôs. Os números oficiais confirmam: 2,4 milhões foram ver o longa de José Padilha nos cinemas.

Estreando no primeiro fim de semana de 2008, “Meu Nome Não É Johnny” já desponta como a “salvação” das bilheterias nacionais neste ano. Um grande sucesso entre o público, foi visto por 1,7 milhão de brasileiros em menos de dois meses em cartaz.

quinta-feira, 8 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

domingo, 4 de março de 2012

sábado, 3 de março de 2012

Lola Flores



Maria de Los Dolores Flores Ruiz (Jerez de la Frontera, Espanha, 21 de Janeiro de 1923 - Madrid, 16 de Maio de 1995), foi uma actriz, bailarina de flamenco e cantora espanhola, que ficou conhecida por Lola Flores, la faraona (a faraóna).
Nascida em 21 de janeiro de 1923, em San Miguel, província de Cádiz, em Jerez de la Frontera, Lola Flores (ou La Faraona, como era conhecida no meio artístico) foi uma das figuras mais queridas da Espanha no século XX, famosa cantora folclórica, bailarina e atriz. A sua mãe tinha ascendência cigana por parte de pai.
Em 1939, com 16 anos estreou no Teatro Villamarta com o espetáculo Luces de España. Um de seus maiores êxitos foi como parceira artística de Manolo Caracol com quem trabalhou até 1951.
Casou-se com o guitarrista Antonio González Batista (El Pescaílla), em 1958, com quem teve três filhos: Dolores Flores (conhecida como Lolita Flores), Antonio Flores e Rosário Flores, todos eles também cantores.
Faleceu aos 72 anos de câncer de mama, diagnosticado em 1972. Foi sepultada no Cemitério de la Almudena, em Madrid. Quatorze dias após sua morte, seu filho Antonio, de 34 anos, foi encontrado em casa, morto supostamente por overdose de narcóticos e foi enterrado junto à mãe.


Fonte: Wikipédia

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