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sábado, 7 de abril de 2012

Inaugurando a semana Mazzaropi

 Já há mais de uma semana que sites especializados, blogueiros cinéfilos e algo mais na web, vem comentando sobre o Centenário de Amácio Mazzaropi. Hoje uma série de palestras e cursos serão ministrados. Ver site: Cenas de Cinema Hoje, vamos divulgar alguns livros que já foram escritos sobre um dos miores nomes do cinema nacional:
Título: Mazzaropi – A Saudade de um povo | Autor: Luiz Carlos Schroder de Oliveira

Sinopse: Poucos sabem que Mazzaropi quando tinha 10 anos de idade sonhava já com a vida artística e para que não fugisse com um circo, os seus pais o enviaram para Curitiba, onde um de seus tios, Domingos Mazzaropi, tinha um comércio de cassemira. Um jovem apaixonado por sua vida e obra, Schroder de Oliveira escreveu um livro sobre o artista. Somente reconhecido em sua capacidade de comunicação com o grande público após a sua morte, Mazzaropi (1916-1981) é estudado pelo autor no livro em aspectos biográficos e também através do depoimento de vários amigos.

Título: Mazzaropi – A imagem de um caipira (ilustrado) | Autora: Andréa Cristina Bisatti (coord. Geral)
Editora: SESC, São Paulo / Serviço Social do Comércio, Departamento Regional de São Paulo | Ano: 1994 | Páginas: 32

Sinopse: Ao propor e realizar, com o apoio da Universidade de Taubaté, o projeto Mazzaropi – A Imagem de um caipira, o Sesc reafirma seu compromisso para com a memória da cultura brasileira. Compromisso que anda longe de exaurir-se no registro linear e rememorativo. Que vai além, em busca das conexões entre a obra e o contexto específico que lhe serve de origem.

Título: Mazzaropi – O Jeca do Brasil | Autor: Clauco Barsalini

Sinopse: “Eu não tenho pretensão de ser diretor. Estou procurando um, inteligente e razoável, e se encontrar, contrato. Mas não tenho paciência para suportar barbudinhos geniais, com livrinhos embaixo do braço e mil exigências. Cinema é ação, compadre, não é meditação não.” Foi assim que o cineasta Amácio Mazzaropi demonstrou certa vez sua concepção sobre o cinema. Durante mais de vinte anos Mazzaropi foi um dos principais produtores do cinema nacional. Ator genial e empresário astuto, o comediante atuou em 32 filmes, tendo antes acumulado uma vasta experiência no circo, teatro, rádio e televisão. Barsalini descortina, nessa importante obra, as influências artísticas que levaram à construção da personagem caipira de Mazzaropi, os segredos do sucesso do Jeca e de seu criador, e as relações simbólicas entre tal personagem e o universo social, econômico, político e cultural de sua época.

Título: Mazzaropi – Uma antologia de risos | Autor: Paulo Duarte

Sinopse: Biografia do artista que de figura caipira, chamado de 'Jeca'. Porém, diferentemente do que se pode imaginar tomando como base seus personagens, e ao contrário da imagem de 'alienado' que transmitiu, Mazzaropi era um observador do cotidiano e consumidor de cultura.

Título: Mazzaropi – O caipira mais caipira do Brasil | Autor: Galileu Garcia

Sinopse: Garcia, cineasta e jornalista, que trabalhou como assistente de direção em vários dos 32 filmes de Mazzaropi, desde o primeiro Sai da Frente, relata os momentos da vida do ator e mostra uma história poética e humana.

Título: Sai da Frente! A vida e a obra de Mazzaropi (ilustrado com fotos antológicas, coloridas e P&B) | Autora: Marcela Matos (jornalista)

Sinopse: O livro narra a trajetória do ator, produtor e diretor de cinema Amacio Mazzaropi, um dos artistas mais populares e queridos do País, que protagonizou 32 filmes, ao longo de mais de três décadas. Ele levou às telas o famoso personagem Jeca, inspirado na obra de Monteiro Lobato. Entre as décadas de 1950 e 1980, o nome de Mazzaropi ecoava pelos quatro cantos do Brasil. O comediante protagonizou nada menos do que 32 películas, lançando praticamente um filme por ano. Antes disso, trabalhou no circo, no teatro, no rádio e na televisão, construindo uma carreira versátil, calcada na paixão inabalável pelas artes cênicas. Movido pelo desejo de expandir a indústria da sétima arte no país, montou sua própria produtora, a PAM Filmes, responsável pela estreia no telão de artistas do calibre de Tarcísio Meira e Luiz Gustavo. Atacado pela crítica e pela imprensa de sua época, mas hoje aclamado por representantes de ambos os setores, Mazza lotava as salas de cinema com suas divertidas comédias sobre o universo caipira. Mais do que um relato histórico, este livro conta a trajetória de um garoto pobre que, assim como muitos de seus personagens, decidiu tentar a sorte e correr atrás de seus sonhos. Como resultado, tornou-se uma celebridade, um extraordinário homem de negócios e um dos artistas mais bem-sucedidos da história do cinema brasileiro.

Fonte: Girafa Mania

domingo, 28 de novembro de 2010

"Cruz e Sousa - O Poeta do Desterro", Brasil, 1999.

Ficha Técnica:
Título original:
Cruz e Sousa - O Poeta do Desterro
Gênero: Drama
Duração: 86 min.
Lançamento (Brasil): 2000
Distribuição: Riofilme
Direção: Sylvio Back
Roteiro: Sylvio Back
Produção: César Cavalcante e Margit Richter
Música: Sílvia Beraldo
Fotografia: Antônio Luiz Mendes
Desenho de produção: Idésio Leal
Direção de arte: Rodrigo de Haro
Figurino: Lou Hammad
Edição: Francisco Sérgio Moreira



Elenco:
Kadu Carneiro (João Cruz e Sousa)
Maria Ceiça
Léa Garcia
Danielle Ornelas
Guilherme Weber
Jaqueline Valdívia
Carol Xavier
Luigi Cutolo
Marcelo Perna

Jacques Basseti


Sinopse: Reinvenção da vida, obra e morte do poeta catarinense Cruz e Sousa (1861-1898), fundador do Simbolismo no Brasil e considerado o maior poeta negro da língua portuguesa. Através de 34 "estrofes visuais", o filme rastreia desde as arrebatadoras paixões do poeta em Florianópolis até seu emparedamento social, racial, intelectual e trágico no Rio de Janeiro.


Meu comentário: Quando assisto um filme assim fico logo me lembrando dos professores de literatura. Já que falei neles, só quero lembrar àqueles que ainda não assistiram, que o assistam antes de levá-lo a sala de aula (devido a algumas rápidas cenas de nudez). Sugiro selecionar alguma parte especial da obra. Mas para um público adulto e conhecedor da arte literária é mais que recomendado.
Na verdade não é uma cinebiografia convencional, há apenas fragmentos da vida do poeta Cruz e Souza. Para quem não gosta de poesia e não conhece a obra poética do poeta catarinense, talvez se entedie e nem chegue à metade da película, porque o texto são apenas as poesias de Cruz e Souza. Em minha opinião como filme de arte é um projeto ousado em termos de linguagem cinematográfica.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vem aí cinebiografia de Cantinflas

Opa, Mario Moreno, mais conhecido como Cantinflas, o maior comediante mexicano de todos os tempos, ganhará uma biografia. O filme será dirigido por Alejandro Gómez Monteverde (Bella, 2006) e estrelado pelo espanhol Óscar Jaenada (que fez o filme “Che”). Outros atores que disputavam o papel foram John Leguizamo e Diego Luna.
Como é uma produção mexicana, o filme será rodado em espanhol e tem a estréia prevista para 2011, no centenário do ator.

Por Carla Marinho (Purviance)


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