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Cinema Latino

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

"Alatriste", Espanha, 2006

Ficha Técnica:
Título original: (Alatriste)
Lançamento: 2006 (França, Espanha, EUA)
Direção: Agustín Díaz Yanes
Duração: 147 min
Gênero: Aventura




Elenco:
  • Elena Anaya (Angélica de Alquézar)
  • Pilar Bardem (Monja)
  • Javier Cámara (Conde Duque de Olivares)
  • Jesús Castejón (Lope de Alcázar)
  • Antonio Dechent (Garrote)
  • Juan Echanove (Francisco de Quevedo)
  • Eduard Fernández (Sebastián Copons)
  • Francesc Garrido (Martín Saldaña)

Sinopse: Século XVII, Espanha. Diego Alatriste y Tenorio (Viggo Mortensen) luta uma guerra em Flandres. Seu amigo Lope de Balboa (Alex O'Dogherty) cai em uma emboscada, o que faz com que, à beira da morte, peça a Alatriste que cuide de seu filho Íñigo (Unax Ugalde). Ao retornar a Madri, Alatriste encontra um império que está desmoronando devido à inércia do rei Felipe IV. A corte real, dominada por intrigas e corrupção, é controlada pelo Conde Duque de Olivares (Javier Cámara), que recebe o apoio da Santa Inquisição. Neste contexto Alatriste é contratado, juntamente com Gualterio Malatesta (Enrico Lo Verso), para matar dois estrangeiros. Porém ele nota algo de estranho nesta missão e decide poupar a vida deles, enfrentando Malatesta. Quando Alatriste descobre a identidade daqueles que salvou, ele entende que precisará enfrentar forças poderosas.



Meu comentário: É um dos melhores filmes de co-produção espanhola. Tudo é impecável: Elenco, fotografia, trilha sonora, figurino, produção, montagem... Quê mais? Para quem gosta de filmes de época é altamente recomendável. É uma dessas produções que realmente prende o público até o final: a ação é a fórmula.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Morreu o compositor espanhol Augusto Algueró

Augusto Algueró no dia do seu casamento com a a atriz Carmen Sevilla.





O compositor, arranjador e maestro espanhol Augusto Algueró, conhecido no Brasil pela trilha sonora de filmes do menino cantor Joselito, na década de 50, morreu neste domingo em sua casa de Torremolinos (Andaluzia, sul), de parada cardíaca, enquanto dormia, informou a Sociedade Geral de Autores e Editores espanhola (SGAE).

Algueró, de 76 anos, compôs para famosos cantores espanhóis, entre eles, Joan Manuel Serrat, para quem escreveu a canção "Penélope" ou Nino Bravo, para quem criou o tema "Noelia".


"Penélope", escrita em 1969, permitiu a Serrat ganhar no Festival de Música do Rio de Janeiro o prêmio de melhor interpretação, a que se somou a de melhor composição.


Nascido em Barcelona em 23 de fevereiro de 1934, Algueró conseguiu aliar os estudos de música e Medicina.


Foi autor de 200 trilhas sonoras para o cinema e 500 canções.


Entre os mais famosos filmes que contaram com a participação musical de Algueró estão "Pepi, Lucy, Bom y otras chicas del montón", de Pedro Almodóvar, e o irreverente "Torrente, el brazo tonto de la ley", de Santiago Segura.


Seguiram-se filmes protagonizados pelo menino-cantor Joselito em 1958; "Cabriola", "Marisol, rumo a Rio" e "Tómbola", e clássicos do cinema espanhol dos anos 50 e 60 como "As garotas da cruz vermelha", "No dia dos apaixonados".


Augusto Algueró casou-se em 1961 em primeiras núpcias com a atriz Carmen Sevilla e, em 1986, contraiu novo matrimônio com Natividad Benito.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Carlos Saura








Carlos Saura Atarés nasceu em Huesca (Espanha) no dia 4 de janeiro de 1932. Teve uma infância marcada pela Guerra Civil Espanhola, obrigando sua família a mudar-se para Valência em 1937 . Em 1942 começa a estudar no colégio Garmar em Madrid onde junto com sua mãe e irmãos reencontra o pai. Apaixonado pela fotografia, decide trabalhar por conta própria neste ramo. Em seguida decide estudar Engenharia Industrial. Seu amor pela fotografia lhe rende sua primeira exposição em 1951 em Madrid. Abandona seus estudos de Engenharia para ingressar no IIEC - Instituto de Investigaciones y Estudios Cinematográficos. Depois dali passa a realizar seus primeiros filmes. Na década de 60 conhece Geraldine Chaplin na Alemanha e casa-se com ela, separando-se da mesma na década de 70 para unir-se a Mercedes, a mãe de seu filho Adrián. Considerado o mais espanhol de todos os diretores de cinema de seu país, Saura se tornou famoso por filmes como Cuenca (1958), Bodas de sangre (1981) com a colaboração do bailarino e coreógrafo Antonio Gades;Carmen (1983); nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Premio do Jurado no Festival de Cannes; ¡Ay, Carmela! (1990); vencedor de 13 Prêmios Goya; Fados (2007);Prêmio Goya para a melhor canção original para Carlos do Carmo
Para ler detalhes sobre vida e obra de Carlos Saura

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Carlos Saura (Filmografia)




Filmografia:
Anos 50:
La tarde del domingo (1956)
Cuenca (1958)
Los golfos (1959)
Anos 60:
Llanto por un bandido (1963).
La caza (1965); Premio de Melhor Realizador no Festival de Berlim.
Peppermint frappé (1967); Urso de Prata no Festival de Berlim.
Stress es tres, tres (1968)
La madriguera (1969)
Anos 70:
El jardín de las delicias (1970).
Ana y los lobos (1972).
La prima Angélica (1973); Prémio Especial do Juri no Festival de Cannes.
Cría cuervos (1975); Prémio Especial do Juri no Festival de Cannes.
Elisa, vida mía (1977); Premio de Interpretação a Fernando Rey no Festival de Cannes.
Los ojos vendados (1978); nomeado à Palma de Ouro no Festival de Cannes.
Mamá cumple cien años (1979); nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Anos 80:
Deprisa, deprisa (1980); Urso de Ouro no Festival de Berlim.
Bodas de sangre (1981).
Dulces horas (1981)
Antonieta (1982)
Carmen (1983); nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Premio do Jurado no Festival de Cannes.
Los zancos (1984)
El amor brujo (1986).
El Dorado (1988).
La noche oscura (1988).
Anos 90:
¡Ay, Carmela! (1990); vencedor de 13 Prémios Goya
Sevillanas (1991).
El sur (1991)
Maratón (1992)
¡Dispara! (1993).
Flamenco (1995).
Taxi (1996)
Pajarico (1998).
Tango (1998); nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro y Prémio da Fotografia no Festival de Cannes.
Goya en Burdeos (1999); galardoado com 5 Prémios Goya.
Anos 2000:
Buñuel y la mesa del rey Salomón (2001)
Salomé (2003); Premio de Valor Artístico no Festival de Montreal.
El séptimo día (2004).
Iberia (2005); Prémio Goya para a melhor fotografia para José Luis López-Linares.
Fados (2007);Prémio Goya para a melhor canção original para Carlos do Carmo

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Matheus Nachtergaele

Difícil é encontrar alguém que não goste da atuação de Mateus Nachtergaele. Ele é o ator por excelência: seus papéis no teatro, TV e cinema são inesquecíveis. Sua leitura da personagem é realmente algo excepcional, e por isso nunca passa despercebido da crítica e do público. Nosso tímido e discreto aniversariante de hoje nasceu em São Paulo no dia 3 de janeiro de 1969.
Teve seu trabalho reconhecido incialmente no teatro, por sua atuação no premiado espetáculo Livro de Jó e que o levou para a televisão onde protagonizou a minissérie que se tornou telefilme Auto da Compadecida, baseado na obra de Ariano Suassuna, no papel de João Grilo. Atuação essa que lhe rendeu o Grande Prêmio do Cinema Nacional como Melhor Ator. Desde então, tem feito inúmeras participações no cinema e, no ano de 2008, estreou como diretor. Sem nunca deixar de lado o teatro e a televisão.
Mateus é originariamente um ator de teatro. Ganhou notoriedade por seu trabalho no início da década de 90 com a Companhia Teatro da Vertigem, sob a direção de Antonio Araújo.
Filmografia:
1997 - Anahy de las Misiones
1997 - O Que É Isso, Companheiro?
1998 - O Primeiro Dia
1998 - Kenoma
1998 - Central do Brasil
1999 - Castelo Rá-Tim-Bum, o filme
2000 - O Auto da Compadecida - João Grilo
2000 - Gêmeas
2001 - Bufo & Spallanzani
2001 - Bicho de Sete Cabeças
2002 - Cidade de Deus
2002 - Onde a Terra Acaba (narrador)
2002 - Eclipse
2003 - Narradores de Javé
2003 - Amarelo Manga
2004 - Nina
2005 - Deu Zebra (dublagem)
2005 - Crime Delicado
2005 - 500 Almas
2006 - A Concepção
2006 - Árido Movie
2006 - 12 Horas até o Amanhecer - Journey to the End of the Night
2006 - Tapete Vermelho
2007 - Baixio das Bestas
2008 - A Festa da Menina Morta
2010 - O Bem Amado - Dirceu Borboleta
Dublagem
2005 - Deu zebra! (Racing stripes) (voz)
Principais prêmios:
Ganhou duas vezes o prêmio de melhor ator no Grande Prêmio Cinema Brasil, pelos filmes O Primeiro Dia (1998) e O Auto da Compadecida (2000), e ainda foi indicado pela sua interpretação em Amarelo Manga.
Em 1996 ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio Mambembe de Melhor Ator por seu trabalho no espetáculo Livro de Jó da Companhia Teatro da Vertigem

domingo, 2 de janeiro de 2011

Paz Vega













Nascida Paz Campos Trigo em 2 de Janeiro de 1976 na Espanha, a sevilhana Paz Vega não poderia deixar de fazer o papel da cigana Carmen em 2003. Coincidência ou simplesmente a aposta no talento dela, mais uma vez ela brilhou como nunca em mais um papel título. Antes revelada em Lucía y el sexo (2001), o filme de maior repercursão, que lhe rendeu o prêmio Goya para melhor atriz revelação. No filme produzido por Julio Medem Paz esbanja sensualidade e ótimo desempenho cênico.
Antes de se tornar atriz estudou Ciências Políticas, curso que ela abandonou para ingressar no Centro Andaluz de Teatro. Ao mesmo tempo freqüentava a Faculdade de Ciencias de la Información.

Em 1997 estreou na televisão, aparecendo em alguns episódios da série Menudo es mi padre. Posteriormente, apareceu novamente na televisão em Más que amigos (1997) e mais tarde interviria em seriados de sucesso, como Compañeros (1998) e 7 vidas (1999).
Em 1999, apareceu pela primeira vez na grande tela em três filmes, Zapping (1999), Sobreviviré (1999) e Nadie conoce a nadie (1999). Em 2001 foi nomeada na categoria de melhor atriz pelo seu papel em Sólo mia (2001), filme que co-protagonizou com Sergi López.
Paz Vega pode ser vista em outros filmes dos quais destacam-se Hable con ella (2002) de Pedro Almodóvar, El Otro lado de la cama (2002) de Emílio Martínez Lázaro ou Carmen (2003), adaptado do clássico de Prosper Merimée realizado por Vicente Aranda no qual foi nomeada para melhor atriz nos prêmios europeus de cinema. Em Spanglish (2004) fez uma participação de destaque, ofuscando Adam Sandler.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Hoje é dia de Paz

Paz Vega (Filmografia)











Filmografia:
1997 Más allá del jardín
1998 Perdón, perdón
1999 Zapping
Sobreviviré
2000 Nadie conoce a nadie
El chico en la puerta
2001 Lucía y el sexo
Sólo mía
2002 Hable con ella
El otro lado de la cama
2003 Carmen
2004 Di que sí
Spanglish
2006 10 Items or Less let
Los Borgia
Fade to Black
2007 Teresa, el cuerpo de Cristo
La Masseria Delle
2008 The Human Contract Michael
The Spirit Plaster of Paris
2009 Not Forgotten
The Six Wives of Henry Lefay

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