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Cinema Latino

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dolores Fonzi





Dolores Fonzi nasceu em 19 de julho de 1978 na Argentina. É mais uma atriz que faz séries para a TV do que trabalhos para o cinema.
Vários de seus filmes têm recebido elogios da crítica, como Plata Quemada (2000), Esperando al Mesías (2000), El Fondo del Mar (2003) e El Aura (2005). Seu irmão, Tomás Fonzi também é ator de cinema argentino. Ela já trabalhou com diretores como Marcelo Piñeyro, Daniel Burman, Damián Szifrón e Fabián Bielinsky.
Seu primeiro filho, Lázaro, nasceu em 08 de janeiro de 2009 em Madrid, o pai é o ator mexicano, Gael Garcia Bernal. Antes da cesariana de Dolores, Gael falou à imprensa: "Um filho é a coisa mais bonita que há. Os que já são pais sabem. Os que ainda não são um dia vão saber." Dolores Fonzi e Gael se conheceram em 2001 durante as filmagens de "Vidas Privadas", de Fito Páez. Algum tempo depois se separa de Gael. A imprensa marrom parece ter exagerado na notícia do motivo da separação alegando até que Gael exigia da ex-companheira um exame de paternidade, o que foi desmentido pelos assessores do ator que negam o caso. Para eles “A história foi totalmente inventada". A notícia recente é que Gael e Dolores se reconciliaram. Gael está na Argentina cuidando do filho Lázaro, enquanto Dolores está filmando "El campo", filme do diretor Hernan Belon. Ela é a protagonista ao lado do seu colega e conterrâneo, Leonardo Sbaraglia.

domingo, 18 de julho de 2010

Dolores Fonzi (Filmografia)



Filmografia:
"Club de la muerte", El (2007) Selma
"Mujeres asesinas" (2005) série de TV .... Consuelo
"Soy tu fan" (2006) (mini) série deTV .... Charly (Carla)
"Tiempo no para, El" (2006) série de TV .... Lorena "Lola" Giglione
El Aura (2005) .... Diana Dietrich
Histeria (2005) .... Camila
"Mujeres asesinas" (2005) série de TV .... Claudia Sobrera

"Sangre fría" (2004) série de TV .... Renata
"Mujeres en rojo: Fama" (2003) (TV)
"Gerente en dos ciudades" (2003) .... Carmela, prostituta de luxo
"Disputas" (2003) TV série de .... Gala
"El Fondo del mar" (2003) .... Ana
"Final de juego" (2002) série deTV
"Caja negra (2002)" .... Dorotea
"Relaciones carnales" (2002) (TV)
"Vidas privadas" (2001) .... Ana Urang
"Sodero de mi vida, El" (2001) série de TV
"Esperando al mesías" (2000) .... Any (Waiting for the Messiah)
"Plata quemada" (2000) .... Vivi
"Cabecita" (1999) série de TV .... María
"Verano del '98" (1998) série de TV ... Clara Vázquez (1998-1999)
"Ricos y famosos" (1997) série de TV

sábado, 17 de julho de 2010

O Museu Mazzaropi

Esse é um convite eletrônico da reinauguração do novo espaço, ou seja, o novo Museu Mazzaropi.
O Museu Mazzaropi foi criado em 1992 por João Roman Júnior como uma forma de homenagear o velho amigo e cineasta brasileiro. A amizade de longa data, tinha como ponto de encontro as serestas noite adentro de São Luiz do Paraitinga, às quais não faltavam o compositor Elpídio dos Santos, criador das músicas para os filmes de Mazzaropi, e o maestro Fêgo Camargo (pai da apresentadora de TV Hebe Camargo).









Os filhos de João Roman Júnior dão continuidade ao trabalho de resgate e divulgação da obra de Mazzaropi acreditando na importância da preservação da memória deste personagem do cinema brasileiro.
No acervo há mais de 6.000 peças entre fotos, filmes, documentos, objetos cênicos, móveis e equipamentos que "contam" boa parte da carreira do artista. O museu é aberto à visitação pública de terça a domingo das 8h30 às 12h30 e promove constantemente o atendimento aos alunos de escolas interessados em conhecer mais sobre a história do cinema nacional.
Serviço:
Museu Mazzaropi
Estrada Amácio Mazzaropi, 201
Taubaté - SP
Informações (12) 3634-3400
e-mail: museu@museumazzaropi.com.br

sexta-feira, 16 de julho de 2010

"Meu nome não é Johnny", Brasil, 2008.

Ficha Técnica:
Título original: Meu nome não é Johnny
Gênero: Drama
Duração: 128 min.
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição: Sony Pictures Entertainment e Downtown Filmes
Direção: Mauro Lima
Roteiro: Mariza Leão e Mauro Lima
Produção: Mariza Leão
Produtor Associado: Guel Arraes
Produtora Executiva: Mariza Leão
Co-produção: Atitude Produções, Sony Pictures Entertainment, Globo Filmes, TeleImage, Apema
Música: Fábio Mondego
Fotografia: Uli Burtin
Direção de arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Reka Koves Edição: Marcelo Moraes



Elenco:
Selton Mello (João Guilherme Estrella)
Cléo Pires (Sofia)
Júlia Lemmertz (Mãe de João)
Rafaela Mandelli (Laura)
Eva Todor (D. Marly)
André di Biasi (Alex)
Giulio Lopes (Pai de João)
Cássia Kiss (Juíza)
Ângelo Paes Leme (Julinho)
Orã Figueiredo (Oswaldo)
Hossen Minussi (Wanderley)
Luís Miranda (Alcides)
Gillray Coutinho (Advogado)
Kiko Mascarenhas (Danilo)
Flávio Bauraqui (Charles)
Aramis Trindade (Taínha)
Neco Vila Lobos (Carlos)
Charly Braun (Felipe)
Felipe Martins (Fernando)
Roney Villela (Hércules)
Wendell Bendelack (Sininho)
Ivan de Almeida (Carcereiro)
Flávio Pardal (Boneco)

Sinopse: No início dos anos 70, João Guilherme Estrella era um típico garoto da alta classe média carioca. Estudava em bons colégios e se relacionava com jovens ricos como ele. Embalado pelo rock, pela liberação do costumes e pela efervescência cultural do Rio, o garoto viveu intensamente os anos 80. Inteligente, simpático e principalmente dono e um humor incomparável, ele era adorado pelos pais e muito popular entre seus amigos. João tinha tudo. Menos limites. Seu espírito aventureiro e boêmio o levou a viver todas as loucuras permitidas. E as não permitidas. Do primeiro cigarro de maconha que experimentou na adolescência nas areias do Arpoador, passou a consumir cocaína. De usuário de droga, passou a vendê-la para os amigos. Um ótimo tino comercial, fortalecido por uma rede social, fez com que João conquistasse a confiança dos fornecedores. No início dos anos 90, João já tinha se tornado o maior vendedor de drogas do asfalto carioca. Ao mesmo tempo em que se tornava cada vez mais popular, em sua casa, nada ia bem. O clima das fantasias e brincadeiras da infância havia ficado para trás. Seu pai descobriu que tinha câncer. Sua mãe se mudou. Sua casa acabou se tornando um lar partido. João era jovem e imaturo demais para perceber que o pai precisava dele. Ele queria viver a juventude a toda velocidade. Cada vez mais doente, o pai se fechava em seu quarto enquanto João transformava a casa em uma festa eterna. Amigos, clientes, viciados entravam e saíam o tempo todo. Em uma das festas que ele conheceu Sofia. Foi paixão instantânea.
Os dois passaram a viver juntos os perigos que, para João, não passavam de grandes aventuras. No apartamento que passaram a dividir, a rotina não era diferente. Sofia às vezes se irritava, mas não conseguia mudar o namorado, que cada vez ganhava mais dinheiro, mas cada vez gastava mais também. Nesta época, ele conheceu um dos mais importantes elos da famosa Conexão Nelore. Alex, um paraplégico que ficou sabendo de sua fama de bom negociante e resolveu lhe fazer uma proposta de negócios. Por um lado, Alex distribuía a mais pura cocaína do país, por outro, João tinha acesso irrestrito ao crème de la crème dos usuários da Zona Sul carioca.
Não foi preciso muita conversa. O negócio foi rapidamente fechado. Mas, João queria mais. O Rio tinha ficado pequeno para ele. Foi quando conheceu Felipe, traficante com larga experiência na Europa, João estava disposto a conquistar o Velho Mundo. Plano feito. Plano executado. Apesar dos riscos, a operação foi bem sucedida. João e Sofia foram curtir uma lua-de-mel no Velho Mundo, com os bolsos cheios de grana. De volta, ele queria mais. E começou a articular a segunda fase da viagem. Ele só não contava com a ação da polícia, que passara a monitorar cada passo da Conexão Nelore. Certo dia, quando passou em um apartamento alugado em Copacabana, onde seus amigos Serjão e Laura preparavam a droga que seria transportada para a Europa, a polícia também apareceu.
A partir daquele dia, da agenda de seus descolados clientes, seu nome entrou para a lista dos perseguidos pela polícia. Preso, sua foto passou a estampar as capas dos jornais. Em vez de festas, passou ao banco dos réus. João foi parar na carceragem da Polícia Federal da Praça Mauá, onde tomou o primeiro contato com uma nova realidade, a vida no sistema carcerário brasileiro. De lá foi transferido para o Manicômio Judiciário, onde cumpriu pena de 2 anos de reclusão. Seu desafio era provar para a juíza Marilena Soares, considerada uma das mais rigorosas do Brasil, que não era um chefe de quadrilha, mas um jovem que não conhecera limites e merecia uma segunda chance. Sua história revela sonhos e dramas comuns a toda juventude, em qualquer lugar do mundo.

Meu comentário: A história da personagem João Estrella (Selton Mello) é uma entre tantas que acontecem no submundo das drogas, não é um produto de ficção para chamar à realidade do problema, mas foi baseado em uma história real. Felizmente o rapaz cumpriu sua pena, conseguiu se recuperar e é cantor e produtor musical. Se o filme fosse realizado por outro ator dificilmente não seria tão bom. Às vezes se tem a impressão que Selton Mello carrega o filme todo consigo, mas há cenas interessantíssimas e atuações legais. Há cenas que realmente arrepiam mostrando a dura realidade das penitenciárias brasileiras. As filmagens tiveram como locação as cidades do Rio de Janeiro, Veneza e Barcelona e teve um orçamento de 6 milhões. Assisti a esse filme na época no cinema, mas recentemente a Rede Globo o exibiu no Festival Nacional.




Fonte: Ficha técnica, elenco e sinopse do Adoro Cinema Brasileiro

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sônia Braga: "Nua não"


Sônia Braga, a nossa eterna musa não autorizou uma "republicação" de uma antiga foto sua da Revista Playboy como uma das que iriam compor várias de outras personalidades da edição comemorativa dos 50 anos da Editora Abril. De fato, ela tem razão, foi assim que ela argumentou: "Não é possível que em mais de 40 anos de carreira, com tantos sucessos no cinema e na televisão, a minha foto mais representativa seja nua".
Fonte: Te contei

"Milagre em Juazeiro", Brasil, 1999


Ficha Técnica:
Título original:
Milagre em Juazeiro
País: Brasil
Ano: 1999
Duração: 83 min
Direção: Wolney Oliveira
Roteiro: Wolney Oliveira e Verônica Guedes
Gênero: drama, documentário


Sinopse:
Juazeiro do Norte, 1889. Durante a missa, Padre Cícero preside a cerimônia de comunhão. Ao dar a comunhão a Maria de Araújo, a hóstia se transforma em sangue na boca da beata. Além de reconstituir o fenômeno, o filme documenta as romarias realizadas em Juazeiro e apresenta depoimentos de religiosos e pesquisadores sobre o acontecimento.

Elenco:
José Dumont (Padre Cícero)
Marta Aurélia (Maria de Araújo)
Roberto Bonfim (Monsenhor Alexandrino)
Antônio Leite
Meu comentário: O documentário Milagre em Juazeiro foi inspirado em um livro do mesmo título do autor norte-americano Ralph Della Cava. A atriz Marta Aurélia foi premiada no Festival de Brasília com o prêmio de melhor atriz coadjuvante e o diretor Wolney Oliveira recebeu a menção honrosa. Quem não conhece a cidade do Juazeiro do Norte fica impressionado com a rotina de romaria que toma a cidade a cada ano. Esta simples cidade do Estado do Ceará traz há anos a mística do seu grande “patrono”, o Padre Cícero Romão Batista, que neste filme não explora detalhes da vida do santo do nordeste na devoção popular, e sim, o milagre da hóstia convertida em sangue nas comunhões ministradas à beata Maria de Araújo. O tão espalhado milagre foi estudado criteriosamente na época por uma junta de médicos e padres, comissão formada a pedido de Padre Cícero. Como nada foi cientificamente comprovado, ficou tido mesmo como milagre. Todos os tecidos que continham o sangue foram guardados, mais tarde foram destruídos restando apenas um ou dois exemplares. A notícia do milagre não agradou o Bispo Dom Joaquim Vieira, que nomeou uma nova comissão para investigar o caso. Foi a partir daí que começou o calvário de Maria de Araújo, que foi tida como mentirosa e mantida enclausurada até o ano de sua morte em 1914. Maria Magdalena do Espírito Santo de Araújo desde cedo teve uma infância difícil, perdeu os pais muito cedo e aos 22 anos começou a usar hábitos de freira e passou a ser considerada “beata” pelo povo após um retiro espiritual realizado pelo padre Cícero e padre Vicente Sóter de Alencar. Como era órfã, residia na casa do Padre Cícero, a quem lhe tinha especial carinho e dedicação. O milagre da hóstia ocorreu em 1 de março de 1889, e foi o evento mais importante de sua vida, tendo se repetido muitas outras vezes. O filme mostra todos os fatos que ocorrem nas romarias do Juazeiro, desde as peregrinações ao túmulo do padre Cícero, as visitas às pedras (que dizem ser local sagrado), a famosa estátua do sertão do Cariri e seus devotos. E a beata Maria de Araújo? Há relatos no documentário que não duvidam da santidade daquela mulher simples, negra e excluída. Há muitos anos fizeram uma exumação não autorizada do seu cadáver e logo em seguida o total desaparecimento. No Juazeiro do Norte a lápide que traz o nome da beata Maria de Araújo revela um local simbólico. Até hoje ninguém sabe onde estão repousados os seus restos mortais.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

E os pombinhos se casaram... enfim sós!







Depois de curtirem felizes da vida a vitória da seleção espanhola, nada melhor do que uma bela lua-de-mel não é mesmo? Isso quando o casal em questão é Javier Bardem e Penélope Cruz que se casaram no início deste mês nas Bahamas na casa de um amigo. A cerimônia foi exclusiva apenas para familiares de ambos. Penélope Cruz vestia um vestido de John Galliano, estilista e grande amigo seu.
Fonte: Vírgula Para ler em espanhol: People

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