Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Vem aí Cine PE 2015
Confira a programação completa do Cine PE
29 (quarta-feira) e 30 de abril (quinta-feira)
SEMINÁRIO SOBRE POLÍTICA CULTURAL E DIREITO AUTORAL
Horário: Manhã (9h) e Tarde (14h)
Local: Hotel 7 Colinas/Olinda
Acesso: Gratuito
2 de maio (sábado)
MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2015
Hora: 19 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
(MOSTRA PE)
-Encantada (PE),Ficção, Direção: Lia Leticia, 11’18”
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
(MOSTRA CURTA BRASIL)
-Fim de Semana (CE), Documentário, Direção: Pedro Diógenes e Ivo Lopes Araujo, 25’
MOSTRA ESPECIAL
(HORS CONCOURS)
-O Exótico Hotel Marigold 2 (ING), Ficção, Direção: John Madden, 122 ‘
INTERVALO
HOMENAGENS ESPECIAIS
-Ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e à obra de Ariano Suassuna
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-Mães do Pina (PE), Documentário, Direção: Léo Falcão,86’
3 de maio (domingo)
MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2015
Hora: 19 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
(MOSTRA PE)
-Xirê (PE),Ficção, Direção: Marcelo Pinheiro, 16’23
-Salu e o Cavalo Marinho (PE), Animação. Direção: Cecília da Fonte , 13’35”
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
(MOSTRA CURTA BRASIL)
-Alegria (RJ), Ficção, Direção: Hsu Chien Hchin, 15’
INTERVALO
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-O Vendedor de Passados (RJ),Ficção, Direção: Lula Buarque, 85’
4 de maio (segunda-feira)
MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2015
Hora: 19 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
(MOSTRA PE)
-O Gaivota (PE), Animação. Dir.: Raoni Assis, 7’
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
(MOSTRA CURTA BRASIL)
-Palace Hotel (MG), Documentário, Direção: Cao Guimarães, 5’
-Vestibular (SP), Ficção, Direção: Toti Loureiro e Ruy Prado, 22’
INTERVALO
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-Cavalo Dinheiro (Portugal), Ficção, Direção: Pedro Costa, 104’
5 de maio (terça-feira)
MOSTRA INFANTIL
Hora: 9h Local: Cine São Luiz
Filme: “Amazônia”, Animação infantil, Direção: Thierry Ragobert, 83’
Acesso: alunos selecionados da rede pública de ensino
MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2015
Hora: 19 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
(MOSTRA PE)
-O Poeta Americano (PE), Documentário, Direção: Lírio Ferreira, 10’
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
(MOSTRA CURTA BRASIL)
-O Segredo da Família Urso (SC), Ficção, Direção: Cintia Domil Bittar, 20’
-Até a China (RJ), Animação, Direção: Marão, 15’
INTERVALO
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-Aqui Deste Lugar (SP), Documentário, Direção: Sérgio Machado e Fernando Coimbra, 87’’
6 de maio (quarta-feira)
MOSTRA INFANTIL
Hora: 9h Local: Cine São Luiz
Filme: “Minhocas”, Animação infantil, Direção: Arthur Nunes e Paolo Conti, 81’
Acesso: alunos selecionados da rede pública de ensino
MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2015
Hora: 19 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
(MOSTRA PE)
-Brócolis (PE), Direção: Valentina Homem, 13’
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
(MOSTRA CURTA BRASIL)
-Bajado (PE), Documentário, Direção: Marcelo Pinheiro, 19’30”’
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-O Gigantesco Imã (PE), Documentário, Direção: Petrônio e Tiago Scorza, 72’
INTERVALO
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-Permanência (PE), Ficção, Direção: Leonardo Lacca, 84’
7 de maio (quinta-feira)
MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2015
Hora: 19 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
(MOSTRA PE)
-História Natural (PE),Ficção, Direção: Julio Cavani, 12’
MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
(MOSTRA CURTA BRASIL)
-Como São Cruéis os Pássaros da Alvorada (MG), Ficção, Direção: João Toledo Nogueira de Souza, 22’
-Simulacro (RJ), Ficção, Direção: Miguel Moura, 9’15”’
INTERVALO
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
-O Amuleto (SC/SP), Ficção, Direção: Jefferson Dé, 85’’
8 de maio (sexta-feira)
SOLENIDADE DE ENCERRAMENTO
Hora: 20 h Local: Cine São Luiz Acesso: ingressos – R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
HOMENAGENS ARTÍSTICAS: HELENA IGNEZ E ALCEU VALENÇA
MOSTRA ESPECIAL ALCEU VALENÇA
-A Luneta do Tempo (RJ), Ficção, Direção: Alceu Valença, 100’
Fonte: Página do Cine PE 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Manoel de Oliveira
Manoel de Oliveira (pronúncia em português europeu mɐnuˈɛɫ doliˈvɐjɾɐ) nasceu na freguesia de Cedofeita na cidade do Porto no seio de uma família da alta burguesia nortenha, com origens na pequena fidalguia. É filho de Francisco José de Oliveira (Mosteiro, Vieira do Minho, 1865 - ?), industrial e primeiro fabricante de lâmpadas em Portugal, e de sua mulher Cândida Ferreira Pinto (Santo Ildefonso, Porto, 13 de abril de 1875 - Porto, 2 de julho de 1947). Seus pais casaram-se na freguesia de Lordelo do Ouro, na cidade do Porto.
Ainda jovem foi para A Guarda, na Galiza, onde frequentou um colégio de jesuítas. Admite ter sido sempre mau aluno. Dedicou-se ao atletismo, tendo sido campeão nacional de salto à vara e atleta do Sport Club do Porto, um clube de elite. Ainda antes dos filmes veio o automobilismo e a vida boémia. Eram habituais as tertúlias no Café Diana, na Póvoa de Varzim, com os amigos José Régio, Agustina Bessa-Luís, Luís Amaro de Oliveira e outros. Cedo é mordido pelo bichinho do cinema.
Manoel de Oliveira morre na madrugada do dia 2 de Abril de 2015 às 11:30, vítima de paragem cardíaca. Era considerado o realizador mais velho em actividade. Era também, dos realizadores no ativo, o único que tinha assistido à passagem do cinema mudo ao sonoro e do preto e branco à cor. Manoel já sofria de doenças cardíaca, mas na madrugada de 2 de abril não resistiu e sofreu uma paragem cardíaca. Como Manuel citou "Para mim é pior o sofrimento do que a morte. Pois a morte, é o fim da macacada". Felizmente o realizador conseguiu concretizar o seu último desejo que era "Quero continuar a fazer filmes até à morte". Cabe agora ao parlamento decidir se o corpo vai ser transportado ou não até ao Panteão Nacional (local onde estão as figuras mais emblemáticas de Portugal).
Família
Oliveira casou com Maria Isabel Brandão de Meneses de Almeida Carvalhais (nascida em 1918), no Porto em 4 de dezembro de 1940. Do casamento resultaram quatro filhos: Manuel Casimiro Brandão Carvalhais de Oliveira (nascido em 1941), José Manuel Brandão Carvalhais de Oliveira (nascido em 1944), Isabel Maria Brandão Carvalhais de Oliveira (nascida em 1947), Adelaide Maria Brandão Carvalhais de Oliveira (nascida em 1948). Tem também vários netos e bisnetos. Um dos netos é o conhecido actor Ricardo Trêpa (filho de Adelaide).
Carreira
Aos vinte anos vai para a escola de actores fundada no Porto por Rino Lupo, o cineasta italiano ali radicado, um dos pioneiros do cinema português de ficção. Berlim: sinfonia de uma cidade, documentário vanguardista de Walther Ruttmann, influencia-o profundamente. Tem então a ideia de rodar uma curta-metragem sobre a faina no Rio Douro, o seu primeiro filme. Douro, Faina Fluvial (1931), estreado em Lisboa, suscita a admiração da crítica estrangeira e o desagrado da nacional. Seria o primeiro documentário de muitos que abordariam, de um ponto de vista etnográfico, o tema da vida marítima da costa de Portugal, tal como Nazaré, Praia de Pescadores (1929) de Leitão de Barros (meio ficção meio documentário), Almadraba Atuneira (1961) de António Campos) ou Avieiros (1976) de Ricardo Costa.
Mantendo o gosto pela representação, participa como actor no segundo filme sonoro português, A Canção de Lisboa (1933), de Cottinelli Telmo. Diria mais tarde não se identificar com aquele estilo de cinema popular. Em 1942 aventura-se na ficção com a adaptação ao cinema do conto Os Meninos Milionários, de João Rodrigues de Freitas e filma Aniki-Bobó (1942), retrato de infância no ambiente cru e pobre da Ribeira do Porto. O filme é um fracasso comercial mas, com o tempo, dará que falar. Oliveira decide, talvez por isso, abandonar outros projectos, envolvendo-se em negócios da família. Só voltará ao cinema catorze anos depois com O Pintor e a Cidade (1956), em que filma a cores. A fim de adquirir os conhecimentos necessários para tal experiência, faz uma curta formação nos estúdios da Agfa-Gevaert AG na Alemanha de Leste.
Em 1963 faz O Acto da Primavera (segunda docuficção portuguesa), filmando uma peça de teatro popular e iniciando nova fase do seu percurso. Com este filme, praticamente ao mesmo tempo que António Campos, envolve-se na prática da antropologia visual no cinema. Essa prática seria amplamente explorada por cineastas como João César Monteiro, na ficção, como António Reis, Ricardo Costa e Pedro Costa, no documentário. O Acto da Primavera e A Caça são obras marcantes na carreira de Manoel de Oliveira. O segundo filme, uma curta-metragem de ficção, é interrompido para conseguir fazer bem o primeiro, incursão no documentário, trabalhado com técnicas de encenação. Certo atrevimento vale-lhe a supressão de uma cena por parte da censura. Mais ainda: por causa de alguns diálogos inconvenientes fica dez dias nos calabouços da PIDE6 , onde conhece Urbano Tavares Rodrigues.
A obra cinematográfica de Manoel de Oliveira, até então interrompida por pausas e por projectos gorados, só a partir da O Passado e o Presente (1971) prosseguirá, sem quebras nem sobressaltos, por uns trinta anos, até para lá do final do século. A teatralidade imanente de O Acto da Primavera, contaminando esta sua segunda longa-metragem de ficção, afirmar-se-ia como estilo pessoal, como forma de expressão que Oliveira achou por bem explorar nos seus filmes seguintes, apoiado por reflexões teóricas de amigos e firmes convicções de conhecidos comentadores. A tetralogia dos amores frustrados seria por excelência o "campus" de toda essa longa experimentação. O palco seria o plateau, o espaço cénico onde o filme falado, em «indizíveis» tiradas, se tornaria a alma do espectáculo: o puro cinema submetido ao teatro, sua referência, sua origem, seu fundamento, tal como Oliveira o vê. Eram assim ditos os amores, ditos eram os seus motivos, e ditos ficaram os argumentos do invicto «Mestre» e de quem nisso viu toda a sua originalidade. Amores ditos e escritos, com muito palavreado, com muito peso: sem nenhuma emoção mas sempre com muito sentimento.
Em 1982 Manoel de Oliveira faz um documentário auto-biográfico de confissões e memórias. O cenário é a casa onde viveu desde 1940. O filme só será exibido depois da sua morte. Insiste em dizer que só faz filmes pelo gozo de os fazer, indiferente às críticas mais negativas. Levou entretanto uma vida retirada, longe das luzes da ribalta.
Os seus actores preferidos, com quem manteve uma colaboração regular, eram Luís Miguel Cintra, Leonor Silveira, Diogo Dória, Rogério Samora, Miguel Guilherme, Isabel Ruth e o seu neto, Ricardo Trêpa. Não lhe eram de modo algum indiferentes actores estrangeiros como Catherine Deneuve, Marcello Mastroianni, John Malkovich, Michel Piccoli, Irene Papas, Chiara Mastroianni, Lima Duarte ou Marisa Paredes.
Em 2008 completou cem anos de vida. Dotado de uma resistência e saúde física e mental notáveis, era frequentemente enaltecido, nas referências que lhe eram feitas, como «o mais velho realizador do mundo em actividade».
Deixou três projetos sem filmar: o longa-metragem A Igreja do Diabo que teria os atores Fernanda Montenegro e Lima Duarte no elenco, A Ronda da Noite, baseado em Agustina Bessa-Luís e um projeto sobre o papel das mulheres nas vindimas, que seria a sua próxima rodagem.
O teatro e o cinema[editar | editar código-fonte]
A obra de Manoel de Oliveira é marcada por duas tendências opostas presentes em toda a sua filmografia. Em todos os filmes que realizou antes de 1964, curtas e longas-metragens, incluindo Aniki-Bobó (1942) e A Caça (1964) predomina um estilo cinematográfico puro, sem diálogos ou monólogos palavrosos. O Acto da Primavera (1963) é o primeiro filme de Oliveira em que o teatro filmado se torna uma opção e um estilo. O Passado e o Presente (1972) será o segundo. Contradizendo-se na prática, é a propósito deste filme que ele se explica em teoria: enquanto arte cénica, o teatro é bem mais nobre e muitíssimo mais antigo que o cinema e é por isso que este se deve submeter à palavra.
A esta dualidade de Manoel de Oliveira não é estranha a sua educação religiosa. É católico por crença e convicção7 8 , mas de ortodoxo nada tem. A dúvida quanto ao corpo da fé, quanto a certos princípios da sua igreja, assola-o com frequência e isso tem reflexos profundos na sua obra. Essa dúvida é reproduzida no frequente filosofar de muitas das personagens dos seus filmes, em particular nos filmes mais falados, com incarnação de figuras do Evangelho e do ideário cristão, com inúmeras referências bíblicas.
Por muitos anos o teatro filmado, salvo raras excepções, será na obra de Manoel de Oliveira opção dominante, que se extrema com O Sapato de Cetim (1985). Na passagem da década de oitenta para noventa essa tendência atenua-se. Monólogos e diálogos são cantados em Os Canibais (1988)9 , o teatro converte-se em ópera, a palavra deixa de ser crua para ser cantada. Pouco depois, o teatro surge em doses equilibradas com o cinema em A Divina Comédia (1991). Gradualmente e a partir de então o estilo cinematográfico volta a predominar na cinematografia de Oliveira com filmes mais leves e de menor duração. É de admitir a hipótese de tal se dever, por força das circunstâncias, à necessidade de fazer filmes num formato que não afaste o público, talvez também pela nostalgia dos primeiros filmes que fez.
O seu nome consta da lista de colaboradores da revista de cinema Movimento 10 (1933-1934) e também se encontra colaboração artística da sua autoria na Mocidade Portuguesa Feminina: boletim mensal (1939-1947).
Fonte: Wikipédia
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Manoel de Oliveira (Filmografia)
Filmografia:
Longas-metragens:
1942 - Aniki-Bobó
1963 - Acto da Primavera (docuficção)
1971 - O Passado e o Presente
1974 - Benilde ou a Virgem Mãe
1979 - Amor de Perdição
1981 - Francisca
1985 - Le Soulier de Satin
1986 - O Meu Caso
1988 - Os Canibais
1990 - Non, ou a Vã Glória de Mandar
1991 - A Divina Comédia
1992 - O Dia do Desespero
1993 - Vale Abraão
1994 - A Caixa
1995 - O Convento
1996 - Party
1997 - Viagem ao Princípio do Mundo
1998 - Inquietude
1999 - A Carta
2000 - Palavra e Utopia
2001 - Porto da Minha Infância
2001 - Vou para Casa
2002 - O Princípio da Incerteza
2003 - Um Filme Falado
2004 - O Quinto Império - Ontem Como Hoje
2005 - Espelho Mágico
2006 - Belle Toujours
2007 - Cristóvão Colombo – O Enigma
2009 - Singularidades de uma Rapariga Loura
2010 - O Estranho Caso de Angélica
2012 - A Igreja do Diabo
2012 - O Gebo e a Sombra
Curtas e médias metragens
1931 - Douro, Faina Fluvial
1932 - Estátuas de Lisboa
1938 - Já se Fabricam Automóveis em Portugal
1938 - Miramar, Praia das Rosas
1941 - Famalicão (filme)
1956 - O Pintor e a Cidade
1964 - A Caça
1965 - As Pinturas do meu irmão Júlio (documentário)
1966 - O Pão (documentário)
1982 - Visita ou Memórias e Confissões
1983 - Lisboa Cultural
1983 - Nice - À propos de Jean Vigo
1985 - Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Porto
2007- Manoel de Oliveira - Rencontre unique
2010 - Painéis de São Vicente de Fora, Visão Poética
2011 - "Do Visível ao Invisível" em Mundo Invisível
2014 - O Velho do Restelo
Outros filmes
1937 - Os Últimos Temporais: Cheias do Tejo (documentário)
1958 - O Coração (documentário, 1958)
1964 - Villa Verdinho: Uma Aldeia Transmontana (documentário)
1987 - Mon Cas (1987)
1987 - A Propósito da Bandeira Nacional (1987)
2002 - Momento (2002)
2005 - Do Visível ao Invisível (2005)
2006 - O Improvável não é Impossível (2006)
2011 - O Conquistador conquistado (2011), curta-metragem inspirado pela escolha de Guimarães como Capital Européia da Cultura..
Outras atividades
Como ator
1928 - Fátima Milagrosa, de Rino Lupo
1933 - A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo
1980 - Conversa Acabada, de João Botelho
1981 - Cinématon #102, de Gérard Courant
1994 - Lisbon Story, de Wim Wenders
Como supervisor
1966 - A Propósito da Inauguração de Uma Estátua - Porto 1100 Anos, de Artur Moura, Albino Baganha e António Lopes Fernandes.
1970 - Sever do Vouga… Uma Experiência, de Paulo Rocha
Prêmios
Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (9 de Junho de 1980)12
Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (29 de Dezembro de 1988)13
É professor honorário da Academia de Cinema de Skopje
Prémio Europa David Mourão-Ferreira 2006 (categoria Mito), entregue pelo Centro Studi Lusofoni - Cátedra David Mourão Ferreira da Universidade de Bari e do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua
Prémio de Cultura Padre Manuel Antunes 2007, Palavra de D. Manuel Clemente durante o acto de entrega do Prémio a Manoel de Oliveira
Recebeu em 2008 o Prémio Mundial do Humanismo
Em 2008 Manoel de Oliveira recebeu o Doutoramento honoris causa pela Universidade do Algarve
Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (13 de Dezembro de 2008)
Em 2009 recebeu nos XIV Globos de Ouro, transmitido na SIC no dia 18 de Maio de 2009, um prémio de prestigio e de homenagem pelo trabalho que realizou, tendo já 100 anos de idade e sendo dos realizadores mais velhos do mundo.
Em 2010 recebeu o Prémio da Igreja Católica «pelo seu "falar de Deus"»
Em 2011 recebeu o doutoramento honoris causa pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Em 2013, recebeu a Medalha de Conhecimento e Mérito do Instituto Politécnico de Lisboa.
Lista de prémios no estrangeiro (em francês), Ciné-Ressources, BIFI, Cinemateca Francesa
Em 2014, recebeu do presidente François Hollande, o título de Grande Oficial da Legião de Honra, comenda distinguida pelo governo da França à personalidades influentes no cenário global ligadas ao país.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Adeus a Manoel de Oliveira
O diretor de cinema Manoel de Oliveira morreu hoje (2), aos 106 anos, em sua casa, na cidade do Porto, em Portugal. O cineasta português sofreu uma parada cardíaca. Oliveira era considerado o mais antigo diretor de cinema em atividade no mundo. O corpo está sendo velado em um convento de padres dominicanos da cidade e será sepultado amanhã (3).
Fonte: EBC
Daniel Arenas
Daniel Arenas Consuegra. Nasceu em Bucaramanga (Colômbia) no dia 30 de março de 1979. Embora seja colombiano reside atualmente no México. Foi conhecido por participar no reality show Protagonistas de Novela em 2002 e chegou a ser finalista do mesmo. Daniel é o menor de seis irmãos, filho de um médico. Nos Estados Unidos estudou atuação. Em 2002 Participou da primeira temporada do reality show Protagonistas de Novelas em Colômbia onde nunca esteve ameaçado por talento e ficou como finalista. Depois de sua participação conseguiu um papel protagonico na telenovela Francisco el Matemático. Em 2003 Fez uma participação especial na telenovela Un ángel llamado Azul de RCN. Em 2005 participou na telenovela Los Reyes, atuação que lhe concedeu uma nominação aos Prêmios India Catalina na categoria de ator coadjuvante favorito. Em 2002 apareceu na portada da revista colombiana TVyNovelas por ser o ator más sexy do ano, em 2006 e 2008 voltou a aparecer na revista catalogado da mesma forma.Participou na novela La sucursal del cielo como um dos protagonistas, interpretando a Samuel Lizcano, um piloto caleño da força aérea.Fez parte da telenovela Nuevo rico, nuevo pobre do Canal Caracol interpretando a Erwin Hoyos e em 2010 participou da telenovela Colombiana Doña Bella de RCN, interpretando a Nicolás Ayala. Em 2010 obteve um papel estrelar na telenovela mexicana Teresa interpretando a Fernando Moreno, trabalhando ao lado de Angelique Boyer e Sebastián Rulli; assim marcando sua estreia em Televisa. Em 2011, participou no filme Poquita ropa de Ricardo Arjona. Entre 2011 e 2012 participou como protagonista em Amorcito corazón, de Lucero Suárez onde trabalha junto junto a Elizabeth Álvarez, Diego Olivera, E Africa Závala
Em 2012 retornou ao teatro musical Apresentando em Mexico á "Hercules, el musical", onde deu vida a um herói da mitología grega ao lado de Violeta Isfel y Miguel Pizarro.
Em 2013, protagoniza na telenovela mexicana Corazón Indomable - Remake de Marimar - produzida por Nathalie Lartilleux, onde atua ao lado de Ana Brenda Contreras.
Em 2014, protagoniza a telenovela mexicana La gata produzida por Nathalie Lartilleux,trabalhando ao lado de Maite Perroni.
Fonte: Wikipédia
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Daniel Arenas (Filmografia)
Filmografia:
Televisão:
La Gata - Pablo Martinez Negrete (2014)
Corazón indomable - Octavio Narváez (2013)
Amorcito corazón - Willy (2011)
Teresa - Fernando Moreno (2010)
Doña Bella - Nicolás (2010)
La sucursal del cielo - Samuel (2008)
Nuevo Rico, nuevo pobre - Edwin Alfonso (2007)
Los Reyes - Santiago Santi (2005)
Francisco el Matemático - Hans (2003)
Filmes & Teatro
Que rico mambo (2012)
Hercules, el musical (2012)
Gaitan, el hombre a quien ame (2009)
Tres (2009)
Jesucristo Superestrella (2006)
Prêmios e indicações
2014 TVyNovelas Melhor ator protagonista Corazón indomable Indicado
2013 People en Español Melhor ator Indicado
Melhor par romântico Indicado
2006 India Catalina Melhor ator coadjuvante Los Reyes Indicado
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Odete Lara
Odete Righi Bertoluzzi, mais conhecida como Odete Lara nasceu em São Paulo no dia 17 de abril de 1929. Filha única de imigrantes do norte da Itália. Seu pai, Giuseppe Bertoluzzi, era originário de Belluno. Sua mãe, Virgínia Righi, cometeu suicídio quando Odete tinha seis anos. Por esse motivo foi internada num orfanato de freiras e depois levada para a casa de sua madrinha. Odete se apegou fortemente ao pai, seu único referencial afetivo. Mas vitimado por uma tuberculose, Giuseppe foi obrigado a ficar afastado da filha. Giuseppe também se matou quando Odete tinha 18 anos, deixando a filha órfã.
Seu primeiro emprego foi como secretária e datilógrafa. Foi uma amiga que estimulou Odete Lara a fazer curso de modelo no Museu de Arte Moderna de São Paulo e participou do primeiro desfile da história da moda brasileira realizado no próprio MASP. A beleza de Odete deslumbrou Otomar dos Santos, que a indicou para a então recém-inaugurada TV Tupi de Assis Chateaubriand.
Na televisão, Odete Lara começou como garota-propaganda. Em seguida participou da versão televisiva de Luz de Gás, com Tônia Carrero e Paulo Autran, depois Branca Neve e os sete anões, onde interpretou a Rainha Má.
Odete Lara se tornou estrela do "TV de Vanguarda", uma das maiores atrações da TV Tupi. Algumas telenovelas em que atuou nessa emissora foram: As Bruxas, A volta de Beto Rockfeller e Em Busca da Felicidade. Foi contratada pelo grupo teatral do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e estreou na peça Santa Marta Fabril S/A, dirigida por Adolfo Celi.
Seu primeiro filme foi O gato de madame, ao lado de Mazzaropi (filme de 1956), a convite do autor Abílio Pereira de Almeida e seu último filme foi o longo "O Princípio do Prazer" de 1979.
Também foi cantora no espetáculo Skindô ao lado de Vinícius de Moraes. Esse espetáculo foi gravado em disco. Também cantou no espetáculo Eles e Ela, com Sérgio Mendes, Meu refrão, com Chico Buarque e Quem samba fica, com Sidnei Miller. Outro disco que participou foi Contrastes.
Odete Lara abandonou sua carreira no auge, converteu-se ao budismo e partiu para um autoexílio num sítio nas montanhas de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro.
Publicou três livros autobiográficos, Eu nua, Minha jornada interior e Meus passos na busca da paz. Traduziu várias obras do budismo.
Foi casada com o dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho e com o diretor de cinema Antonio Carlos Fontoura. Namoradeira assumida, também teve um caso com o novelista Euclydes Marinho.
Morou por muitos anos em seu sítio em Nova Friburgo, mas por problemas graves de saúde, retornou a capital fluminense, e morava no bairro tradicional do Flamengo, com uma dama de companhia. Odete Lara morreu em 4 de fevereiro de 2015, aos 85 anos, vítima de um infarto enquanto dormia. Seu corpo foi cremado no Cemitério Luterano, Nova Friburgo.
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