Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Federico Fellini (Filmografia)
Filmografia:
1950 -Luci del varietà*/ Mulheres e Luzes
1952 - Lo sceicco bianco/Abismo de um sonho/ O Sheik Branco
1953 - I vitelloni/ Os boas-vidas/ Os Inúteis
1953 - L'amore in città**/Amores na Cidade/Retalhos da vida
1954 - La strada/ A estrada da vida/A estrada
1955 - Il bidone/ A trapaça/ O Conto do Vigário
1957 - Le notti di Cabiria/ Noites de Cabíria/ As noites de Cabíria
1960 - La dolce vita/ A doce Vida/ A doce Vida
1962 - Boccaccio '70***
1963 - 8½ /Oito e meio/Fellini 8 ½
1965 - Giulietta degli spiriti/ Julieta dos espíritos/ Julieta dos espíritos
1968 - Tre passi nel delirio****/ (Histoires extraordinaires)/ Histórias Extraordinárias
1969 - Satyricon/ Satyricon de Fellini/ ou Fellini - Satyricon
TV
1969- Block-notes di un regista/ Anotações de um Diretor/ Diário de um Realizador
1971 - I clowns /Os Palhaços/ Os Palhaços
1972 - Roma/ Roma de Fellini
1973 - Amarcord
1976 - Il Casanova di Federico Fellini/ Casanova de Fellini/ O Casanova de Federico Fellini
1978 - Prova d'orchestra/ Ensaio de Orquestra/ Ensaio de Orquestra
1980 - La città delle donne/ Cidade das Mulheres
1983 - E la nave va/ O navio
1986 - Ginger e Fred
1987 - Intervista/ Entrevista
1990 - La voce della luna /A Voz da Lua
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Franco Zeffirelli
Gianfranco Corsi Zeffirelli, mais conhecido como Franco Zeffirelli nasceu em Florença (Itália) no dia 12 de fevereiro de 1923. Também foi cenógrafo e diretor de teatro. Montou óperas líricas de sucesso nos anos cinqüenta e alcançou projeção mundial como direitor do filme Romeu e Julieta (1968). Seu padrinho foi Giorgio La Pira. É também um político, tendo sido eleito senador (1994 á 1996 e 1996 á 2001) por Catânia, filiado ao partido Força Itália.
Fonte: Franco Zeffirelli
terça-feira, 27 de maio de 2014
Franco Zeffirelli (Filmografia)
Filmografia:
Camping (1957)
Per Firenze (1966)
The Taming of the Shrew (1966)
Romeo e Giulietta (1968)
Brother Sun, Sister Moon (1972)
Gesù di Nazareth (1977)
The Champ (1979) (1979)
Endless Love (1981)
La Traviata (1982)
Pagliacci (1982)
Cavalleria rusticana (1982)
Otello (1986)
Il Giovane Toscanini (1988)
12 registi per 12 città (1989) - episódio Firenze
Amleto (1990)
Don Carlo (1992) - film TV
Storia di una capinera (1993)
Jane Eyre (1996)
Tea with Mussolini (1999)
Callas Forever (2002)
sábado, 17 de maio de 2014
Cinefoot 2014
Ontem, 16 de Maio recebi um e-mail de Renan Bernardes, que trabalha na Assessoria para o programa de rádio "O Negócio é Esporte" que vai ao ar às segundas-feiras na Rádio Bradesco Esportes FM. Eu não conhecia nada sobre o Cinefoot, que já vai em sua 5a Edição. A nota foi divulgada por ele e segue aqui em nosso blog:
Futebol e cinema tendem a jogar mais juntos, seja em iniciativas como a transmissão de partidas importantes na tela grande (a final madrilenha da Liga dos Campeões, entre Real e Atlético, no próximo sábado, é o exemplo mais recente), seja na exibição de filmes com temática esportiva nos estádios mais modernos. Assim projeta Antonio Leal, idealizador e diretor do Cinefoot, maior festival sobre futebol da América Latina, cuja quinta edição começa na próxima quinta-feira (22), no Rio.
Leal explica, em O Negócio é Esporte desta segunda, às 22h, como a união bem planejada entre a bola e a sétima arte pode gerar mais audiência, inclusão e lucro. Na conversa com os jornalistas Alexandre Carauta e Sérgio Carvalho, o idealizador do Cinefoot esclarece os táticas para melhor aproveitar os programas de isenção fiscal na área e revela os filmes preferidos sobre futebol.
Idealizador do Cinefoot acende os holofotes para a tabela entre futebol e cinema
Em O Negócio é Esporte desta semana, Antônio Leal explica como o cinema e o futebol podem jogar em parceria
Futebol e cinema tendem a atuar cada vez mais juntos. Seja em iniciativas como a transmissão de partidas importantes na tela grande – a final madrilenha da Liga dos Campeões, entre Real e Atlético, no próximo sábado, é o exemplo mais recente – seja na exibição de filmes com temática esportiva. O Negócio é Esporte fala sobre o Cinefoot, o único festival de cinema sobre futebol da América Latina. O idealizador e diretor do projeto, Antônio Leal, revela a maneira na qual o futebol pode aproveitar a boa fase do cinema brasileiro, que segundo a Agência Nacional de Cinema – Ancine – teve um aumento de 30% na receita, chegando a R$ 1 bilhão de reais, e como o mundo da bola pode gerar mais audiência, inclusão e lucro para as telas.
Na conversa com os jornalistas Alexandre Carauta e Sérgio Carvalho, o idealizador do projeto detalha as táticas para melhor aproveitar os programas de isenção fiscal da área. Antônio comenta ainda a tendência de as grandes partidas ganharem as salas de cinema e adianta os destaques do Cinefoot que começa na próxima quinta. O programa começa às 22h, na Bradesco Esportes (91,1 FM).
Sobre O Negócio é Esporte:
Apresentado por Alexandre Carauta e Sérgio Carvalho, O Negócio é Esporte é o primeiro talk-show só sobre marketing esportivo no país. A cada semana, eles tabelam com craques da área sobre investimentos, patrocínios, oportunidades, tendências no campo dos negócios esportivos.
O programa vai ao ar às segundas, das 22h às 23h, na Bradesco Esportes, emissora do Grupo Bandeirantes, com reprise aos sábados e domingos, às 21h. Pode ser ouvido também na internet: www.onegocioeesporte.com.br
Sobre a Bradesco Esportes FM
A Bradesco Esportes FM é a única rádio do país exclusivamente voltada para o esporte numa rede 100% FM, com programação 24 horas por dia, sete dias por semana. Com um time de jornalistas e colunistas ligados às diversas modalidades, a rádio propõe-se a detalhar e discutir as novidades do esporte, desde instrumento de saúde e bem-estar até alavanca para paixões e negócios.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
"No Tengas Miedo", Espanha, 2011.
Cineforum debate abuso sexual na infância através do filme “Não Tenha Medo” de Montxo Armendáriz.
Após a exibição haverá um momento para debate sobre o tema.
As consequências do abuso sexual na infância, retratadas no filme espanhol Não Tenha Medo (No tengas miedo – 2011), serão discutidas no Cineforum deste sábado (17), no Instituto Cervantes do Recife. Às 16h, começa a projeção do filme seguida de um debate sobre o tema, conduzido pela professora do Instituto, Karla Simone Melo. Entrada gratuita.
O drama de Montxo Armendáriz foi escolhido com o objetivo de mobilizar as pessoas para que denunciem essa violência, lembrando o dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado no domingo seguinte à exibição.
Por mais de um ano o diretor e roteirista do filme entrevistou pessoas que sofreram abuso. “A partir daí, foi surgindo Não tenha medo: a história de uma jovem que teve a infância destruída, o direito de ser dona de seu próprio corpo negado. Uma história de dependência e, por isso, de abuso de poder, de dominação... como muitas outras. Mas também a história de uma jovem que enfrenta esse passado com determinação e decide construir seu próprio destino, dia a dia, como se fosse o primeiro de sua vida. Assim como fazem e continuam fazendo tantas vítimas que esperam encontrar o reconhecimento e a compreensão que lhes negamos muitas vezes” explica Armendáriz.
O Cervantes fica na Avenida Agamenon Magalhães, 4535, no bairro do Derby, Recife. Outras informações pelo telefone (81) 3334-0450.
Serviço
Cineforum: Não Tenha Medo (No Tengas Miedo – 2011)
Não recomendado para menores de 16 anos - Legendado
Quando: Sábado (17/05), às 16h.
Onde: Instituto Cervantes do Recife (Avenida Governador Agamenon Magalhães, 4535, Derby)
Entrada Gratuita
Informações: (81) 3334-0450
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Sinopse:
Silvia é uma jovem marcada pela lembrança de abuso sexual na infância. Com apenas 25 anos, decide refazer sua vida e enfrentar as pessoas, sentimentos e emoções que a mantém ligada ao passado. E na sua luta contra a adversidade, e contra si mesma, irá aprendendo a controlar seus medos e a transformar-se numa mulher adulta, dona do próprio nariz.
Prêmios:
• I Prêmio FADA para a Cultura concedido pela Fundación Vicki Bernadet.
• Prêmio Direitos Humanos “José Couso – Julio A. Parrado” em Fuentes de Ebro (Zaragoza)
• Prêmio “San Jordi” para Michelle Jenner como Melhor Atriz (Barcelona)
• Prêmio de Melhor Diretor para Montxo Armendáriz no Pantalla Pinamar 2012 (Argentina)
• Prêmio de Melhor Roteiro para “No Tengas Miedo” no Festival de Lecce (Italia)
• Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante a Rubén Ochandiano no Festival de Lecce (Italia)
• Prêmio de Melhor Atriz para Michelle Jenner do Círculo de Escritores Cinematográficos
• Prêmio “Cinema Jove” para Michelle Jenner (Valencia)
• Nomeação ao Goya como Melhor Atriz Revelação para Michelle Jener
• Prêmio “Cine Solidario” para Lluis Homar como Melhor Ator (Cáceres)
• Prêmio “Buentrato al menor” para Montxo Armendáriz (Navarra)
sábado, 10 de maio de 2014
"Morte em Veneza", Itália, 1971
Ficha Técnica:
Título original: Morte a Venezia
Título em Português: Morte em Veneza
Países: Itália / França
Ano: 1971
Duração: 130 min
Direção: Luchino Visconti
Roteiro: Luchino Visconti / Nicola Badalucco - baseado no livro homônimo de Thomas Mann.
Gênero: drama
Idiomas: inglês / italiano / polonês / francês
Elenco:
Dirk Bogarde — Gustav von Aschenbach
Romolo Valli — gerente do hotel
Mark Burns — Alfred
Nora Ricci — governanta
Marisa Berenson — Frau von Aschenbach
Carole André — Esmeralda
Björn Andrésen — Tadzio
Silvana Mangano — mãe de Tadzio
Leslie French — agente de viagens
Franco Fabrizi — barbeiro
Título original: Morte a Venezia
Título em Português: Morte em Veneza
Países: Itália / França
Ano: 1971
Duração: 130 min
Direção: Luchino Visconti
Roteiro: Luchino Visconti / Nicola Badalucco - baseado no livro homônimo de Thomas Mann.
Gênero: drama
Idiomas: inglês / italiano / polonês / francês
Elenco:
Dirk Bogarde — Gustav von Aschenbach
Romolo Valli — gerente do hotel
Mark Burns — Alfred
Nora Ricci — governanta
Marisa Berenson — Frau von Aschenbach
Carole André — Esmeralda
Björn Andrésen — Tadzio
Silvana Mangano — mãe de Tadzio
Leslie French — agente de viagens
Franco Fabrizi — barbeiro
Sinopse: O compositor Gustave Aschenbach viaja à Veneza para repousar após um período de stress artístico e pessoal. Lá ele desenvolve uma atração perturbadora pela beleza efébica de Tadzio, um adolescente púbere em férias com a família pertencente à nobreza polonesa.
Principais prêmios e indicações:
Oscar 1972 (EUA)
Indicado na categoria de melhor figurino.
BAFTA 1972 (Reino Unido)
Venceu nas categorias de melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor figurino e melhor trilha sonora.
Indicado nas categorias de melhor ator (Dirk Bogarde), melhor direção e melhor filme.
Prêmio Bodil 1972 (Dinamarca)
Venceu na categoria de melhor filme europeu.
Festival de Cannes 1971 (França)
Recebeu o prêmio do 25º aniversário do festival.
Indicado à Palma de Ouro na categoria de melhor filme.
Prêmio David di Donatello 1971 (Itália)
Venceu na categoria de melhor diretor.
No filme, Aschenbach é um compositor, e no livro o personagem é um escritor.
Meu comentário: Embora seja considerado por muitos críticos de cinema e uma grande parte do público seleto em geral, como um filme grandioso em todos os sentidos, não o recomendo nos piores dias de depressão. Aliás, nunca recomendo para aqueles dias em que você está down. A música inicial é bela, porém melancólica, o personagem central realmente nos carrega para dentro de si para aquele terrível momento de sua vida. Claro, o forte é a introspecção. O rapazinho polonês, Tadzio (Björn Andrésen) pouco fala, enfim tem os seus encantos como obra literária sob a lente da sétima arte. Mas é daqueles filmes que só se vê uma vez.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Marcello Mastroianni
Marcello Vincenzo Domenico Mastrojanni nasceu em Fontana Liri (Itália) no dia 28 de setembro de 1924
Nasceu na pequena Fontana Liri, em Ciociaria, filho de Ottone e Ida Irolle. Era sobrinho do célebre escultor Umberto Mastroianni, irmão de Ottone. A família era originaria de Arpino. Mastroianni passou a infância na cidade natal, e depois seguiu com a família para Turim e Roma.
Em 1945 começou a trabalhar para uma empresa de cinema, como figurante em Marionette de Carmine Gallone, em La corona di ferro de Alessandro Blasetti, em Una storia d'amore de Mario Camerini, e em I bambini ci guardano de Vittorio De Sica.
Em 1943 conseguiu o diploma de empreiteiro no Istituto Técnico-industrial Carlo Grella (atualmente Galileo Galilei).
Em 1945 começou a ter as primeiras aulas de teatro e, novamente, bateu nas portas do cinema. Nesta época, partilhou as suas aspirações como ator com uma jovem então desconhecida, Silvana Mangano, e os dois vivem um breve romance.
A afirmação
A verdadeira estréia no cinema veio em 1948, com I miserabili, filme de Riccardo Freda, uma adaptação cinematográfica do livro homónimo Os Miseráveis, de Victor Hugo. Nesta mesma época começou a fazer pequenas participações no teatro, primeiro em companhias amadoras. Foi notado por Luchino Visconti, que lhe ofereceu o seu primeiro personagem como ator profissional, em As You Like It, de William Shakespeare ( em 1948, no Teatro Eliseo - Roma) e, depois, em Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams (1949, Teatro Eliseo - Roma), onde interpreta Mitch. Nesta ocasião conheceu Flora Carabella, sua futura esposa, que interpreta um papel menor. Os dois se casaram em 1950 e tiveram uma filha, Barbara.
Depois de ter interpretado sob a direção de Luciano Emmer diversos papéis em comédias neorealistas (Domenica d'agosto, Parigi è sempre Parigi, Le ragazze di Piazza di Spagna), chegaram os primeiros papéis dramáticos em Febbre di vivere de Claudio Gora, Cronache di poveri amanti de Carlo Lizzani, Le notti bianche de Luchino Visconti e Peccato che sia una canaglia, filme de 1954, com direção do cineasta Alessandro Blasetti.
A afirmação definitiva chegou em 1958, com I soliti ignoti, Adua e le compagne (1960) e Il bell'Antonio (1961).
Com Divórcio à Italiana (1961) ganhou o Nastro d'Argento, o prêmio BAFTA e uma indicação ao Óscar como melhor ator.
O sucesso
As duas obras-primas de Federico Fellini, A Doce Vida (1960) e 8½ (1963), lhe proporcionaram o sucesso internacional e a fama de latin lover, da qual iria defender-se, mais ou menos inutilmente, quando tornou-se mais velho. Esta foi a razão pela qual, logo após o sucesso de A Doce Vida e para se afastar do mito de sex symbol, ter aceitado interpretar o papel de um impotente no filme Il bell'Antonio, adaptação cinematográfica do livro homônimo de Vitaliano Brancati.
Em 1962, a revista norte-americana TIME lhe dedicou uma matéria, designando-o o ator estrangeiro mais admirado nos Estados Unidos.
O seu fascinio como ator não vinha apenas da sua beleza e da interpretação sempre de altíssimo nível, e sim também de um certo descaso, às vezes escondido, em que parecia revelar uma melancolia e, por vezes, mesmo uma certa timidez.
Em 1963 interpretou em Os Companheiros, de Mario Monicelli, o personagem de um intelectual comunista que fomenta a revolta da fábrica.
Sob a direção de Vittorio De Sica, com Sophia Loren como protagonista femminina, atuou em Ontem, Hoje e Amanhã (1963), Matrimonio all'italiana (1964) e I girasoli (1969). O casal que formou com Sophia Loren foi uma das parcerias artísticas mais bem sucedidas do cinema italiano, que se desdobrou com episódios memoráveis ao longo da carreira de ambos.
Em 1966 estreou na comédia musical, interpretando por cerca de três meses o papel de Rodolfo Valentino em Ciao Rudy de Garinei e Giovannini, cantando e dançando todas as noites e tentando desbancar outra reputação que tinha sido criada, da preguiça eterna. A crítica não foi terna com ele, e mesmo com os ingressos constantemente esgotados, Mastroianni saiu de cena e pagou uma multa de 100 milhões de liras para filmar Il viaggio di G. Mastorna, detto Fernet de Federico Fellini, projeto que o diretor nunca conseguiu realizar porque não conseguiu levantar dinheiro suficiente.
Em 1968 filmou Um Lugar para os Amantes sob a direção de Vittorio De Sica. A protagonista feminina era Faye Dunaway, com quem teve um breve, mas muito comentado, romance. Neste mesma época fez alguns filmes em língua inglesa, mas diferente de Sophia Loren, que fala um inglês perfeito, ele tinha dificuldades com a língua.
Em 1971 trabalhou com Marco Ferreri em Liza, e no set conheceu Catherine Deneuve, com a qual teve um longo relacionamento, e do qual nasceu Chiara. No ano seguinte se transferiu para Paris e teve a oportunidade, entre 1972 e 1974, de trabalhar em muitos filmes franceses.
Retornando à Itália, voltou a interpretar papéis em comédias leves (Culastrisce, nobile veneziano, La pupa del gangster), filmes de autor (Juízo Final, Una giornata particolare), dramas fortes (Esposamante, Per le antiche scale) e filmes grotescos (Ciao maschio, Fatto di sangue fra due uomini per causa di una vedova, si sospettano moventi politici).
Em 1978 estreou em um filme de drama para a televisão: Le mani sporche, de Elio Petri, baseado em Jean Paul Sartre. Antes disso, Mastroianni nunca havia trabalhado na televisão, com exceção de algumas aparições como anfitrião em Studio Uno, ao lado de Mina Mazzini e de Sandra Milo.
Em 1980 foi chamado por Federico Fellini, que dezoito anos após 8½, o trouxe novamente como protagonista em Cidade das Mulheres. Trabalhou de novo com ele em 1985, em Ginger e Fred, ao lado de Giulietta Masina e, em 1987, em Intervista.
Em 1988 foi protagonista, junto a Massimo Troisi, em Splendor e Che ora è?, ambos dirigidos por Ettore Scola. Por este último filme os dois protagonistas recebem a Coppa Volpi na Mostra de Veneza. Nos anos 1990, Marcello Mastroianni filmou sobretudo no exterior, com grandes diretores do cinema internacional.
A doença e a morte
Em 1996, descobriu o câncer de pâncreas, mas mesmo assim continuou trabalhando no qual seria seu último filme, Viagem ao Princípio do Mundo, de Manoel de Oliveira, e nos intervalos deste filme gravou uma longa conversa sobre sua vida (Mi ricordo, sì… mi ricordo, direção de Annamaria Tatò, a sua última companheira) que é considerada por muitos o seu testamento espiritual.
O ator morreu aos 72 anos, em seu apartamento em Paris. Catherine Deneuve estava ao seu lado, junto com sua filha Chiara. Ele tinha feito mais de 140 filmes em 49 anos de carreira. Foi enterrado no cemitério Campo di Verano, em Roma. Mastroianni e Jack Lemmon são os únicos atores a ganhar duas vezes o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes. Mastroianni ganhou em 1970, por Dramma della gelosia (tutti i particolari in cronaca) e, em 1987, por Olhos Negros.
Fonte: Wikipédia
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