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Cinema Latino

segunda-feira, 31 de março de 2014

Diogo Morgado (Filmografia)








Filmografia:
2000 - Amo-te Teresa - Miguel (telefilme)
2000 - A Noiva - Eduardo (telefilme)
2003 - A Selva - Alberto
2005 - O Crime do Padre Amaro - Libaninho
2007 - Dos rivales casi iguales - Vicente
2009 - Star Crossed - Amor em Jogo - Hugo Pereira
2009 - Mamy Blue - Pancho
2012 - Maria Coroada - Basílio (telefilme)
2012 - A Teia de Gelo - Jorge
2013 - The Redbutterfly - Antonio Vega Jr. (pós-produção)
2014 - Son of God - Jesus

domingo, 30 de março de 2014

Limpando a vista em um dia de Domingo, Giulio Berruti, ator italiano






sábado, 29 de março de 2014

"Tristana", Espanha, 1970

em cena, Catherine Deneuve e Franco Nero
Ficha Técnica:
Título original: Tristana
Título no Brasil: Tristana, uma paixão mórbida 
País(es): Espanha /  França /  Itália
Ano: 1970 
Duração: 105 min
Direção: Luis Buñuel
Roteiro: Luis Buñuel / Julio Alejandro
Gênero: drama
Idioma: espanhol

Elenco:
Catherine Deneuve (Tristana)
Fernando Rey (Don Lope)
Franco Nero (Horacio)
Lola Gaos (Saturna)
Antonio Casas (Don Cosme)
Jesús Fernández (Saturno)
Vicente Soler (Don Ambrosio)
José Calvo (Bellringer)

Fernando Cebrián (Dr. Miquis)


Sinopse: Tristana é uma órfã que é entregue aos cuidados de Don Lope, um homem idoso. A relação, que a princípio era de mentor e aluna, se transforma em um caso amoroso, que se estende até ser abalado pela chegada do um bonito jovem chamado Horacio.

Curiosidades:

É um filme de produção espanhola, francesa e italiana de 1970, do gênero drama, dirigido por Luis Buñuel. O roteiro, baseado em romance homônimo de Benito Pérez Galdós, foi escrito por Luis Buñuel e Julio Alejandro.

A trilha sonora não original é de Frédéric Chopin.

Foi exibido fora da competição no Festival de Cannes em 1970.

Em 1996, no centenário do cinema espanhol, foi votado por críticos e profissionais como o 10º melhor filme espanhol de todos os tempos.

Oscar 1971 (EUA) Indicado ao melhor filme em língua estrangeira.

Fotogramas de Plata 1971 (Espanha)

Venceu na categoria de melhor ator de cinema espanhol (Fernando Rey).

Indicado na categoria de melhor atriz de cinema espanhol (Lola Gaos).

Premios Sant Jordi 1970 (Espanha)

Venceu nas categorias de nelhor filme espanhol e melhor interpretação em filme espanhol (Fernando Rey).

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 28 de março de 2014

quinta-feira, 27 de março de 2014

Estatueta de Cuarón divide as opiniões dos mexicanos


Essa eu não sabia, mais uma matéria que resolvi trazer para este blog (quer dizer, um pouco atrasada):

Agência Estado

Quando criança, o mexicano Alfonso Cuarón queria ser astronauta ou diretor de cinema. No domingo, 2, ele se transformou no primeiro cineasta latino-americano a ganhar um Oscar de direção justamente por um filme que se passa quase que inteiramente no espaço, Gravidade.
O prêmio foi festejado no México, com os jornais de segunda, 3, estampando manchetes ufanistas, o presidente Enrique Peña Nieto cumprimentando o cineasta pelas redes sociais e celebridades, como o ator Gael García Bernal, confessando ter chorado de emoção. A euforia se completava com a também vitória de outro mexicano, Emmanuel Lubezki, Oscar de fotografia, e, forçando um pouco, pela estatueta conquistada por Lupita Nyong?o - ela nasceu no México, mas se mudou ainda pequena para o Quênia. Nem a Nasa deixou de cumprimentar Cuarón, apesar de alguns erros astronáuticos apresentados no filme.

Mesmo com tanto tapinha nas costas, Cuarón não escapou de alguns olhares enviesados de críticos que não consideram o feito histórico. Afinal, Gravidade foi realizado com capital inglês e rodado quase que inteiramente com uma equipe formada por não-mexicanos. E o cineasta já vive, há alguns anos, em Londres.

Assim, logo que chegou à entrevista coletiva depois da cerimônia do Oscar, já na madrugada de segunda-feira no Brasil, Cuarón foi primeiro interpelado por um jornalista mexicano: "O que significa esse prêmio para o México?"

"Como mexicano, sempre contei com o apoio dos meus conterrâneos para ganhar essa estatueta", disse. "Mas, não venho observando uma devida atenção às expressões surpreendentes da cultura mexicana que acontecem atualmente dentro do meu país. Gostaria que os artistas recebessem lá o mesmo apoio que outros, como eu, ganham no exterior."

Sua resposta segue a mesma linha levantada por um de seus críticos, o grande cineasta mexicano, Arturo Ripstein, que, na semana passada, criticou seus conterrâneos pela grande expectativa em torno do Oscar. "Dizer que Gravidade é mexicano é o mesmo que dizer que O Bebê de Rosemary é um filme polonês", ironizou ele, referindo-se ao trabalho americano do diretor Roman Polanski, nascido na Polônia.

Ao receber a medalha das Belas Artes, Ripstein pediu a produtores e cineastas do país para defender os filmes que retratam a cultura e realidade mexicanas, em vez de ostentar orgulho pelo sucesso daqueles que deixaram o México para trabalhar em outro idioma.

Cuarón, no entanto, evitou se alongar no assunto, preferindo ressaltar as qualidades da equipe de produção, responsável por efeitos especiais de tirar o fôlego. Reservou também especial atenção ao elogiar a atriz Sandra Bullock. "Ela me surpreendeu", confessou. "Sandra sempre manteve calmo o ambiente de trabalho. Apesar das difíceis condições de filmagem, ela criou uma relação comigo a ponto de parecer que estávamos fazendo apenas uma cena na mesa de jantar. Não houve nenhum obstáculo em relação às cenas físicas mais difíceis ou mesmo naquelas em que era obrigada a fingir que estava no espaço. Sandra revelou um fantástico poder de abstração. E, se o público se conecta com o filme, é principalmente por causa dela."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Diretor mexicano critica rumos do cinema comercial em 'Birdman'



Essa matéria também estava em um site. Publicando fonte, logo abaixo:

Alejandro Gonzáles Iñarritu fala de seu novo filme, a comédia Birdman, com Michael Keaton, que estreia no fim do ano

 
Carolina Cotta - Estado de Minas

Diretor de 'Amores Brutos' e 'Babel', Iñarritu foi a Cartagena defender os filmes de invenção contra o vício do cinema industrial  (Joaquín Sarmiento/AFP)

Cartagena de Índias (Colômbia) –  Ele mexe muito a sobrancelha. Gesticula o tempo inteiro enquanto fala. Isso sem dizer no quanto faz caras e bocas. Com o cabelo para cima, sorri quando percebe que acertou na graça. É fã de afirmações bombásticas do tipo “a indústria do cinema está fazendo um genocídio cultural”. Se fosse um advogado, se daria muito bem no espetáculo dos tribunais, só pelo empenho com que defende suas ideias. Alejandro Gonzáles Iñarritu bem que pensou em seguir carreira nas leis, mas se deu muito bem com o cinema, passando com êxito pela publicidade e a locução radiofônica.
O diretor mexicano, responsável pelo reconhecimento internacional da produção recente de seu país, é um tipo que se diz avesso a lugares-comuns. É por isso que depois das narrativas fragmentadas de Amores brutos (2000), 21 gramas (2003), Babel (2006) e Biutiful (2010) ele passou pelo Festival Internacional de Cinema de Cartagena, na Colômbia, contando que decidiu mudar. “Cansei-me dos dramas. Não estava mais me divertindo, apenas fazendo um trabalho.” É dessa história, parecida com a de Pedro Almodóvar com Os amantes passageiros, que nasceu Birdman.

Na primeira comédia da carreira, Alejandro Gonzáles Iñarritu também deixa para trás a fragmentação das histórias. É de maneira linear que ele conta o drama de um ator que interpretou um super-herói e precisa redimensionar o ego. “Foi o personagem que mais me divertiu enquanto escrevia o roteiro”, revela. Michael Keaton foi especialmente convidado para o papel. Outro fato inédito na carreira do mexicano é que o longa foi rodado em Nova York, com uma equipe totalmente diferente da habitual. “É uma espécie de reset”, define o cineasta.

O abandono da estrutura narrativa que o caracterizou também se deve a uma certa estafa do formato. “Começou a ser uma coisa que as pessoas exigiam. Havia uma obviedade de que um filme de Iñarritu seria fragmentado”, comenta. O cineasta conta que em um dos festivais em que Amores brutos foi apresentado o projecionista trocou a ordem das latas e ninguém notou. O diretor ficou traumatizado e quando Babel foi selecionado para o Festival de Cannes, cuidou de conversar pessoalmente com o profissional da cabine. “Ele me disse que não havia a menor possibilidade disso acontecer, mas ocorreu novamente. A plateia demorou 10 minutos para perceber que houve um erro, porque era um filme meu”, diverte-se. 
Birdman foi rodado de uma maneira linear, em torno de apenas um personagem. O trabalho está finalizado, mas a estratégia do estúdio é lançá-lo no fim do ano, em outubro ou novembro. Alejandro Iñarritu não é tão favorável a essa ideia, inclusive porque em maio tem o Festival de Cannes e não seria nada mal se Birdman começasse a carreira por ali. “São questões que ainda precisam ser vistas”, contemporiza, sem esconder insatisfação.

O diretor que saiu do México para desenvolver carreira em Hollywood anda bem espantado com a forma como as coisas têm funcionado na indústria do cinema. Como conta, as redes sociais ganham a cada dia mais importância nas estratégias de marketing dos estúdios, havendo casos em que pesquisas de opinião são feitas até mesmo antes do início das filmagens. “Cerca de 90% das salas estão ocupadas pelo cinema industrial. É um entretenimento confortável para o público, uma satisfação rápida. O que é produção mais complexa, um pouco diferente, o público não quer. É como um vício”, constata. 
Descontando o exagero como Iñarritu apresenta suas ideias, para ele Hollywood está à procura de roteiros sobre gatos mimosos que sabem dançar. “Porque é isso que as pessoas querem”, alfineta. Ele, no entanto, não detalha o quanto procurou ser diferente em Birdman. Concentra-se em dizer como se surpreendeu com Michael Keaton como o protagonista. “Ofereci o papel porque é muito parecido com a vida dele. Fiquei impressionado com a facilidade com que se comportou diante de coisas que nenhum de nós dois tínhamos feito antes. Tem uma quantidade de recursos e uma segurança incrível”, elogia. 

Entrega Alejandro Gonzáles Iñarritu é um diretor conhecido por conseguir interpretações memoráveis. Foi depois de Amores brutos, por exemplo, que Gael García Bernal iniciou carreira internacional. Em 21 gramas, Naomi Watts e Benício Del Toro receberam indicações ao Oscar, assim como Adriana Barraza e Rinko Kikuchi em Babel e Javier Bardem em Biutiful. “Cada caso é diferente, porque cada ator é como se fosse um paciente psicológico distinto. O papel do diretor também é passar de psiquiatra a padre, a ditador, inimigo. É bem complexo”, comenta. Iñarritu entende que seus intérpretes trazem consigo seus métodos. O cuidado dele é tentar ser prático.

Filmagem da comédia dramática Birdman em Nova York (CBM/Reprodução)
Filmagem da comédia dramática Birdman em Nova York
“Trabalho para que exista um objetivo emocional muito claro para a ação. As possibilidades de alcançá-lo são infinitas. Preocupo-me em ajudá-los a chegar a esse lugar.” O cineasta assume que é um perfeccionista. Fica ligado até mesmo na forma como pegam um copo ou atravessam a rua. Se o ator não consegue naturalidade, repete quantas vezes forem necessárias. “Faço pegar o copo umas 70 vezes”, conta em tom de brincadeira. Tomando a devida distância, Alejandro diz que não trabalharia com ele mesmo.

“Sou uma pessoa que exige o que dá. Entrego-me muito intensamente, porque desfruto muito, sou passional nesse sentido”, revela. Para ele, há uma espécie de contrato tácito. O diretor cobra silêncio no set e concentração absoluta. “Se vai trabalhar comigo tem que ter entrega. Acho que fazer um filme é uma responsabilidade enorme. As pessoas compram ingresso, pagam estacionamento, me dão quatro horas da suas vidas. Levo isso muito a sério”, afirma.


Mano Caetano

Graças ao trânsito do Rio de Janeiro, Alejandro Gonzáles Iñarritu se aproximou de Caetano Veloso. Há cerca de oito meses, os dois dividiram um mesmo táxi para ir a uma festa com Andrucha Waddington. “Ficamos tipo uma hora parados e Caetano me contando sobre tudo o que conhece do México. Ele sabe muito”, elogiou. Segundo o diretor, o que mais surpreendeu o brasileiro foi o fato de a imagem do mexicano na ficção ser muito diferente da realidade. “Diante dele tentei ser um mexicano de personalidade forte”, brincou. 


Mineiro premiado

O curta Pouco mais de um mês, dirigido pelo mineiro André Novais, faturou no Festival Internacional de Cartagena o 15º prêmio da carreira, desta vez como escolha especial do júri. “Estava ali tranquilo com a minha namorada e não esperava que fosse ganhar”, comentou o diretor, surpreso, no palco, quando recebeu o troféu Índia Catalina. Entre os longas, o vencedor na categoria ficção foi Tierra en la lengua, do colombiano Rubén Mendoza; na documentário, Marmato, de Mark Grieco, coprodução Colômbia-EUA.

terça-feira, 25 de março de 2014

Pablo Larraín deve ser o diretor do remake de SCARFACE


Esta eu achei site Cinema em cena.

por Antônio Tinôco  

Scarface - A Vergonha de uma Nação (1932), de Howard Hawks e Richard Rosson, é um dos principais longas sobre gângsteres da história do cinema. E sua refilmagem lançada pelo diretor Brian De Palma e pelo roteirista Oliver Stone em 1983 é uma prova de que remakes de produções clássicas também podem dar certo. Resta saber se a nova versão da trama que está sendo pensada pela Universal Pictures desde 2011 terá o mesmo sucesso.
Segundo o site TheWrap, os realizadores querem que o chileno Pablo Larraín assuma a direção. Ele é responsável por longas como Tony Manero e Post Mortem e chamou a atenção do estúdio com No, drama estrelado por Gael García Bernal (Má Educação) que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
A refilmagem de Scarface foi roteirizada por Paul Attanasio (Donnie Brasco) e apresentará a ascensão de um imigrante no submundo do crime. O enredo focará nos traumas físicos e emocionais que contribuíram para compor a personalidade do protagonista. Assim como o longa de De Palma que mudou diversas características da produção de 1932, a próxima história se passará em Los Angeles (EUA) e deverá ser protagonizada por um mexicano, ao invés do italiano Tony Camonte vivido por Paul Muni (O Fugitivo) e do cubano Tony Montana interpretado por Al Pacino (Insônia).
A Universal Pictures quer contratar um autêntico latino para o papel, como Oscar Isaac (Inside Llewyn Davis - Balada de Um Homem Comum), Édgar Ramírez (Fúria de Titãs 2) ou Michael Peña (Atirador), mas não descarta escalar um ator desconhecido.
Em 2013, o diretor David Yates (Harry Potter e a Ordem da Fênix) esteve ligado ao projeto, mas preferiu direcionar sua atenção em Tarzan, longa sobre o Rei da Selva que já tem Alexander Skarsgård (Battleship: A Batalha dos Mares) e Christoph Waltz (Django Livre) no elenco.
O remake de Scarface ainda não tem data para começar a ser filmado.

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