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Cinema Latino

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

"Primos", Espanha, 2011.


Ficha técnica:
Título Original: Primos
Direção: Daniel Sánchez Arévalo
Ajudante de direção: Antxon Zabala
Direção Artística: Curru Garabal e Satur Idarreta
Produção: José Antonio Félez e Fernando Bovaira
Roteiro: Daniel Sánchez Arévalo
Música: Julio de la Rosa
Som: Carlos Faruolo
Fotografia: Juan Carlos Gómez
Montagem: David Pinillos
Figurino: Fernando García
País: Espanha
Ano: 2011
Gênero: Comédia
Duração: 97 min.
Idioma: Espanhol
Produtora: Atípica Films Mod Producciones

Elenco:
Quim Gutiérrez (Diego)
Raúl Arévalo (Julián)
Adrián Lastra (José Miguel)
Inma Cuesta (Martina Martín Martín)
Nuria Gago (Yolanda)
Antonio de la Torre (El Bachi)
Clara Lago (Clara)
Alicia Rubio (Toña)
Marcos Ruiz (Dani)

Sinopse: Quando Diego (Quim Gutiérrez) é abandonado por sua noiva (Nuria Gago) um dia antes do casamento, decide ir com os seus primos  para o povoado onde passavam o verão quando eram crianças com a intenção de recuperar o primeiro amor de Diego: Martina (Inma Cuesta). Neste lugar, Diego, seu primo, Julián (Raúl Arévalo) e seu primo José Miguel (Adrián Lastra) se reencontrarão com o seu passado e pessoas que formaram parte dele, como os irreconciliáveis el Bachi (Antonio de la Torre) e sua filha, Clara (Clara Lago).


Curiosidades: Primos (2011) é um filme espanhol dirigido por Daniel Sánchez Arévalo e protagonizado por Quim Gutiérrez, Raúl Arévalo e Adrián Lastra. É o terceiro filme do diretor, ainda que sua primeira comédia tenha tido estreia no dia 4 de Fevereiro de 2011. O filme foi rodado em Comillas (Cantabria) durante a primavera de 2010. Recebeu indicações para os Prêmios Goya 2012. Melhor ator revelação (Adrián Lastra) e Melhor ator coadjuvante (Raúl Arévalo).


Sala de Exibição:
Instituto Cervantes (Recife) - Auditório
Avda. Gov. Agamenon Magalhães, 4535, Derby
50070-160 Recife, Pernambuco - Brasil.

Data: 15/02/2014 (16:00 h)
Não recomendado para menores de 16 anos

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cinema e Ditadura Militar

No post de hoje quero compartilhar este interessantíssimo texto de Elio Gaspari, diretamente de sua página, "Arquivos da Ditadura":


As tensas relações entre a ditadura e o Cinema Novo

Militares se irritam com o filme ‘Pra frente, Brasil’, sobre torturas, tiram Celso Amorim do comando da Embrafilme e o SNI veta sete grande diretores

Em 1979, o diplomata Celso Amorim, atual ministro da Defesa, foi nomeado para dirigir a Embrafilme, a estatal que financiava a indústria cinematográfica. Ele trabalhara com o diretor Ruy Guerra na edição de Os cafajestes e com Leon Hirszman na edição de um episódio de Cinco vezes favela. A escolha, endossada pelo ministro da Educação, Eduardo Portella, foi vista como uma demonstração de que o governo do general Figueiredo vinha com tintas mais liberais que seu antecessor.

As relações do regime com os cineastas eram tensas desde os primeiros dias da ditadura. 

Em 1982 o céu caiu sobre o presidente da Embrafilme. Chegara aos cinemas Pra frente Brasil, de Roberto Farias. O próprio título ironizava o jingle que a máquina de propaganda do governo do general Médici produzira, transformando-se na trilha sonora das comemorações. O enredo juntava a festa das ruas com um episódio de prisão e tortura. Entre os torturadores estava uma réplica do delegado Sérgio Fleury.

Diante dos protestos de militares, foi o próprio presidente Figueiredo quem levou o caso de Amorim para  a reunião da manhã de 29 de março de 1982, quando se encontraria com os chefes do Gabinete Civil (João Leitão de Abreu), do Gabinete Militar (general Danilo Venturini) e do Planejamento (Delfim Netto).

Na reunião da tarde, Venturini bateu o martelo: “Demissão do presidente da Embrafilme. Falar com Ludwig [Rubem Ludwig, ministro da Educação]”.

Na lista de nomes vetados pelo SNI estava a elite do Cinema Novo:

Joaquim Pedro de Andrade (Macunaíma)
Paulo César Saraceni (O desafio)
Carlos Diegues (Bye bye Brasil)
David Neves (Memória de Helena)
Arnaldo Jabor (Toda nudez será castigada)
Nelson Pereira dos Santos (Rio, 40 graus e Vidas secas)
Luiz Carlos Barreto (diretor de fotografia de Deus e o Diabo na Terra do Sol)
O presidente Figueiredo respondeu ao chefe do SNI, general Octavio Medeiros: "Nenhum desses está cogitado! O Aloísio [Magalhães, secretário de Cultura do Ministério da Educação e Cultura] esteve reunido com esses elementos, mas não para isso".

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

E assim foi a ida de Virgínia Lane


Mais notícias aqui na Folha UOL


Vestida de vedete, Virgínia Lane foi velada ainda hoje pela manhã no Palácio Tiradentes, na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) e o sepultamento no cemitério Memorial do Carmo, no Bairro do Caju, Rio.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Alberto Rabagliati (Filmografia)



 Filmografia:
 1966 Il Natale che quasi non fu (Santa Claus)
 1966 Confusões à la Italiana (Commend. Galeazzo Casellato)
 1964 Suave é o Amor
 1962 A Greve do Sexo (Pietro Masudino)
 1959 Il raccomandato di ferro
 1959 La cento chilometri (The Plump Friend of Corsetti)
 1957 Susanna tutta panna (Il commendatore Botta)
 1956 Aconteceu em Monte Carlo (Albert, the Portiere)
 1955 Quando o Sol Se Esconde (L'impresario milanese)
 1955 Carosello del varietà
 1954 Scuola elementare (Adalberto Bonfanti)
 1954 A Condessa Descalça (Proprietor)
 1954 Ousadia de Valente (Gennarelli)
 1953 The Story of William Tell (Curta) - (Gabrelle the Glove Maker)
 1952 Le avventure di Mandrin (Behisar)
 1947 Natal no Acampamento 119 (Alberto, il milanese)
 1946 Partenza ore 7 (Giorgio)
 1944 In cerca di felicità (Massimo)
 1943 Arcobaleno
 1943 La vita è bella (Il conte Alberto Morandi)
 1943 Lascia cantare il cuore (Antonio Gaspari)
 1941 La scuola dei timidi (Alberto Morandi)
 1941 Una famiglia impossibile (Il cantante della radio)
 1930 Sei tu l'amore (Mario)
 1928 O Anjo das Ruas (Policeman)

Fonte: IMDB

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Morre Virgínia Lane, a vedete do Brasil


Morreu na tarde desta segunda-feira (10), aos 93 anos, a ex-vedete Virgínia Lane. Segundo as primeiras informações, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos. Ela estava internada desde o dia 2 de fevereiro no CTI do Hospital São Camilo, em Volta Redonda (RJ). Virgínia foi internada devido a uma grave infecção urinária. No dia 6, o estado de saúde da ex-vedete piorou. De acordo com a filha dela, Marta, a mãe também estava com uma secreção nos dois pulmões e pressão arterial muito baixa.
De acordo com informações da assessoria de Virgínia, o velório será realizado em duas partes. A primeira acontece na Câmara Municipal de Piraí, na Rua Doutor Luiz Antônio Garcia da Silveira, nº 16, no Centro. Na terça-feira (11), por volta das 11h, o corpo segue para o Rio de Janeiro, onde será velado no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, s/nº, no Centro. O enterro será no fim da tarde, no Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Portuária.

Sobre Virgínia Lane
Nasceu em 1920, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Aos 15 anos estreou no Cassino da Urca e, aos 18, já atuava no cinema. O auge de sua carreira foi na década de 1950. Ela participou de 32 filmes e dezenas de peças no teatro de revista.
Aos 34 anos estourou nas rádios com a música "Sassaricando" e recebeu a faixa de Vedete do Brasil das mãos do presidente Getúlio Vargas.
As vedetes eram figuras populares nos teatros de revista. Além de desfilar roupas curtas, elas se sobressaíam nas apresentações.
Virgínia foi casada duas vezes. Em 1970, com o segundo marido, passou a morar em um sítio em Piraí (RJ), onde fixou residência. Mesmo depois dos 80 anos, a ex-vedete deixava expostas, em eventos públicos, as pernas já consideradas as mais belas do Brasil.

Fonte: G1

domingo, 9 de fevereiro de 2014

105 anos de Carmen Miranda





Hoje é uma data importante para os amantes da memória de Carmen Miranda, hoje é o dia do seu aniversário. Nascida no dia 9 de Fevereiro de 1909 em Marco de Canavezes, Portugal, Maria do Carmo Miranda da Cunha, veio para brilhar, para ser a embaixatriz do samba e da cultura brasileira. Linda e festiva lembrança!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Alberto Rabagliati



Alberto Rabagliati nasceu no dia 26 de junho de 1906 em Milão.(Itália). Foi um cantor italiano, que também fez participações em filmes. Em 1927, mudou-se para Hollywood como o vencedor de um concurso de sósia Rudolph Valentino. Mais tarde, lembrou: "Para alguém como eu, que só tinha visto até agora, nada além do que Lake Como ou Monza Catedral  encontrando-me a bordo de um navio de luxo, com três malas cheias de roupas, alguns rolos de dólares, ver gran-duquesas e condessas flertando comigo foi algo extraordinário ". Ele permaneceu por quatro anos nos Estados Unidos, mas sua carreira como ator nunca decolou. Durante a sua estadia, teve a oportunidade de conhecer novos gêneros musicais, como jazz, swing, scat singing. De volta à Europa, tornou-se cantor. Depois de uma breve experiência com a orquestra de Pippo Barzizza, se juntou aos Lecuona Cuban Boys, uma banda cubana. Se apresentou com o rosto pintado de preto e fez sucesso com a música "Maria la O".
Enquanto estava com os Lecuona Cuban Boys conheceu Giovanni D'Anzi que lhe propôs uma audição com a estação de rádio italiana EIAR. Rabagliati logo se tornou uma estrela do rádio, e em 1941 teve seu próprio programa de rádio. Toda segunda-feira ia ao ar EIAR Canta Rabagliati ("Rabagliati canta"), com o cantor apresentando suas mais famosas músicas, como "Ma l'amore no", "Mattinata fiorentina", "Ba-Ba-Baciami Piccina", "Silenzioso lento" , "Bambina Innamorata".
Ele era tão popular que seu nome foi cantado nas letras de La famiglia canterina, Quando canta Rabagliati, Quando la radio. Numa época em que qualquer coisa estrangeira era proibida, o ídolo Rabagliati foi autorizado a manter seu influenciado estilo americano. De fato, o governo fascista decidiu fazer uso de sua popularidade, escolhendo a música "Sposi (c'è una casetta piccina)" ("Wed (há uma pequena casa)") como seu hino de campanha demográfica.
Sua fama como cantor ajudou a consolidar sua carreira de ator. De 1940 a 1965, ele atuou em cerca de vinte filmes, incluindo The Barefoot Contessa, Montecarlo e Il vedovo. Em 1966, ele estrelou em The Christmas That Almost Wasn't.
Rabagliati também exerceu suas atividades artísticas no palco até meados da década de 1950. Ele se apresentou em musicais e comédias de Garinei e Giovannini.
Sua última aparição pública foi em 1974 como convidado no programa de TV Milleluci apresentado por Mina e Raffaella Carrà. Logo depois, ele morreu de trombose cerebral.

Fonte: Wikipédia

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