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Cinema Latino

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Aïché Nana



Kiash Nanah, mais conhecida como Aïché Nana, nasceu em Fevereiro de 1936 em Beirute (Líbano), de origem Turca, foi atriz, dançarina e  stripper. Iniciou sua carreira em 1954 aos 14 anos, antes de mudar-se para a França e depois para a Itália se tornou uma belly dancer (dançarinas que fazem número de dança do ventre e outras expressões artísticas do Oriente Médio). Se casou com o diretor, produtor e roteirista italiano, Sergio Pastore. Fez participações em filmes e serviu de inspiração para uma cena clássica do filme "La dolce Vita" (1960) de Federico Fellini. No Google Images é possível ver fotos de suas performances de stripper. Faleceu de uma doença não revelada no Aurelia Hospital em Roma (Itália) no dia 29 de Janeiro de 2014 aos 77 anos.


 Filmografia:
 1985 Rei Davi (Ahinoab)
 1983 A Estória de Piera (La veggente)
 1979 Immagini di un convento (Madre Superiora)
 1978 L'enfant de nuit
 1978 Porco mondo
 1977 Os Novos Monstros (Giulia)
 1970 Edipeon (Lola)
 1968 Crisantemi per un branco di carogne
 1968 Thompson - 1880 (Fanny)
 1968 Due occhi per uccidere
 1968 Giurò... e li uccise ad uno ad uno... Piluk il timido (Daisy Sugar Candy)
 1966 A... come assassino (Adriana)
 1965 Revólver Maldito (Desiree)
 1956 A Touch of the Sun (Belly Dancer)
 1956 A Aventureira do Oriente (La danseuse)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Morre Aiche Nana, a dançarina que inspirou Fellini

A dançarina e atriz, Aiche Nana

Anita Ekberg em cena de 'La dolce vita' (1960), de Fellini 

Morre a dançarina que inspirou Federico Fellini com seu strip-tease
Aiche Nana tinha 78 anos e foi homenageada no filme 'A doce vida' (1960).
Nos anos 1950, ela tirou a roupa num restaurante e ficou seminua.

Da AFP


A atriz e dançarina Aiche Nana, cujo strip-tease improvisado para a rica sociedade romana em um restaurante da Cidade Eterna escandalizou e inspirou o cinesta Federico Fellini, morreu nesta quarta-feira (29), em Roma, informa a imprensa italiana. Nascida em Beirute e de origem Turca, ela tinha 78 anos.
Ela causou sensação em 1958, no auge do 'la dolce vita', ao despir-se inesperadamente em um restaurante muito elegante de Trastevere, o Rugantino. A longa dança lasciva que acabou com a jovem seminua foi imortalizada pelo "rei dos paparazzi" Tazio Secchiaroli, e Federico Fellini fez alusão em seu "A doce vida" (1960).
Em 2008, Aiche Nana voltou a atrair as atenções ao iniciar uma ação judicial por difamação contra o autor do filme para TV "A vida de um paparazzo", Pierfrancesco Pingitore. "A derrota judicial provocou uma piora em seu estado de saúde", segundo seu advogado Giuseppe Torcicollo.

Fonte: Globo.com

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Toni Servillo



Toni Servillo nasceu em Afragola (Itália) no dia 9 de agosto de 1959. É um ator e diretor de teatro italiano.
Obteve reconhecimento internacional em 2008 quando interpretou Giulio Andreotti em Il Divo e como Franco em Gomorra, pelos quais foi indicado a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Em 2005 já havia sido premiado com o David di Donatello por Le conseguenze dell'amore.


Filmografia:
2013 Caro Paolo (Curta) - Narrador
2013 A Grande Beleza (Jep Gambardella)
2013 Viva la libertà (Enrico Oliveri / Giovanni Ernani)
2012 Il viaggio della signorina Vila (Curta) - Narrador
2012 A Bela Que Dorme (Uliano Beffardi)
2012 È stato il figlio (Nicola Ciraulo)
2011 Il gioiellino (Ernesto Botta)
2010 Un balcon sur la mer (Sergio Bartoli)
2010 Una vita tranquilla (Rosario Russo)
2010 Noi credevamo (Giuseppe Mazzini)
2010 Gorbaciof (Gorbaciof)
2009 Deserto rosa. Luigi Ghirri (Narrador)
2009 L'ultima salita - La Via Crucis di Bernardino Simoni a Cervero - Narrador
2008 Non chiederci la parola - Narrador
2008 Il divo: La spettacolare vita di Giulio Andreotti (Giulio Andreotti)
2008 Gomorra (Franco)
2007 Lascia perdere, Johnny! (Maestro Domenico Falasco)
2007 La ragazza del lago (Commissario Sanzio)
2007 Il pianto della statua (Narrador)
2005 Incidenti (Narrador)
2004 Notte senza fine (Salem)
2004 As Conseqüências do Amor (Titta di Girolamo)
2001 Luna rossa (Amerigo)
2001 L'uomo in più (Tony Pisapia)
2001 Come un eroe del novecento (Curta) - Orgone
1998 Teatro di guerra (Franco Turco)
1997 I vesuviani (segment "La salita")
1993 Rasoi (il guappo)
1992 Morte di un matematico napoletano (Pietro)

Fonte: Wikipédia e IMDB

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

"La grande bellezza", Itália, 2013

Ficha Técnica:
Título Original: La grande Bellezza
Título no Brasil: A Grande Beleza
Países: Itália , França
Ano: 2013
Duração: 142 min
Produção e Direção: Paolo Sorrentino
Roteiro: Paolo Sorrentino e Umberto Contarello
Gênero: Drama / Comédia
Idioma: Italiano

Elenco:
Toni Servillo como Jep Gambardella
Carlo Verdone como Romano
Sabrina Ferilli como Ramona
Isabella Ferrari como Orietta
Vernon Dobtcheff como Arturo
Giorgio Pasotti como Stefano
Franco Graziosi como Conte Colonna
Sonia Gessner como Contessa Colonna


Sinopse: Em Roma, durante o verão, o escritor Jap Gambardella (Toni Servillo) reflete sobre sua vida. Ele tem 65 anos de idade, e desde o grande sucesso do romance "O Aparelho Humano", escrito décadas atrás, ele não concluiu nenhum outro livro. Desde então, a vida de Jep se passa entre as festas da alta sociedade, os luxos e privilégios de sua fama. Quando se lembra de um amor inocente da sua juventude, Jep cria forças para mudar sua vida, e talvez voltar a escrever.



Curiosidades:
A Grande Beleza é um filme italiano de 2013 dirigido por Paolo Sorrentino .É uma co-produção entre a Italian Medusa Film e Indigo Film and the French Babe Films com o apoio da Banca Popolare di Vicenza e Pathé. La Grande Bellezza foi selecionado na competição oficial do festival de Cannes em 2013. Este é o quinto filme do diretor Paolo Sorrentino exibido no festival. La Grande Bellezza foi o escolhido para representar a Itália no Oscar 2014 como Melhor filme estrangeiro, o longa também venceu o Globo de Ouro. 


Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"A grande beleza" na corrida do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro


Do Jornal Zero Hora

Exibido no Festival de Cannes de 2013, A Grande Beleza destacou-se em listas de melhores de 2013 de associações de críticos e publicações como a revista norte-americana Time. No começo de dezembro, o longa foi eleito o melhor filme europeu da temporada, além de vencer nas categorias diretor e ator (Toni Servillo). O realizador Paolo Sorrentino despontou em 2008 com Il Divo, singular cinebiografia do ex-primeiro-ministro democrata-cristão italiano Giulio Andreotti (1919 - 2013), que levou o Prêmio do Júri em Cannes. Depois de dirigir Sean Penn em Aqui É o Meu Lugar (2011), o cineasta napolitano declara seu amor a Roma no envolvente A Grande Beleza.

O filme começa mostrando o aniversário de 65 anos de Jep Gambardella (Servillo), escritor de um livro só que vive de redigir entrevistas com personalidades para uma revista chique. O protagonista é um homem sofisticado e cínico, que observa o sublime e a banalidade ao redor desde seu terraço, localizado praticamente dentro do Coliseu - se o estádio ainda recebesse gladiadores, Jep nem precisaria sair de casa para assistir às lutas. Circulando pela alta sociedade romana, frequentando baladas hedonistas e jantares burgueses, entre prostitutas de luxo, celebridades fúteis e fariseus candidatos a Papa, Jep coloca sua vida em perspectiva, remoendo as escolhas que o levaram a tornar-se "o rei da mundanidade" - como o personagem autodefine-se.

"Eu era destinado à sensibilidade. Eu era destinado a virar um escritor", relembra o autor do consagrado romance O Aparato Humano, que passa o filme inteiro tentando explicar à fauna de figuras que o cerca por que não escreveu mais nenhum romance, quatro décadas depois dessa promissora estreia literária.

A influência de Federico Fellini (1920 - 1993) é evidente em A Grande Beleza: o escritor frustrado que relembra o passado remete ao cineasta com bloqueio criativo de 8 e 1/2 (1963), enquanto os deslumbrantes passeios de câmera pela capital italiana evocam Roma de Fellini (1972).

Mas é A Doce Vida (1960) a assumida fonte inspiradora de Sorrentino: os paralelos com as aventuras do glamouroso repórter de fofocas vivido por Marcello Mastroianni abundam na tela - uma semelhança que tem motivado muita gente a torcer o nariz para A Grande Beleza.

A despeito dessa evidente matriz felliniana, A Grande Beleza afirma-se como obra maior e com méritos próprios. Em registro totalmente distinto de seu morfético Andreotti em Il Divo, Toni Servillo faz uma caracterização inesquecível como um intelectual que contempla com melancolia a debacle de seu mundo. Os ambíguos sentimentos de Jep ecoam na trilha sonora, que vai da música eletrônica mais banal a arrebatadores temas solenes e langorosos de compositores eruditos contemporâneos como Arvo Pärt, Henryk Górecki, Vladimir Martynov, Zbigniew Preisner e John Tavener.

A Grande Beleza comove com seu decadentismo agridoce - uma impressão cristalizada nas cenas que contrapõem construções e obras de arte ancestrais com as criaturas contemporâneas, mostrando que há mais eloquência no olhar das estátuas e dos quadros do que no falatório vazio dos homens.

Fonte: Zero Hora

Para ler mais sobre este filme, links de críticas abaixo:

http://www.jb.com.br/antonio-campos/noticias/2014/01/22/a-grande-beleza/

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/01/1391860-critica-a-grande-beleza-de-paolo-sorrentino-vale-segunda-ida-ao-cinema.shtml

domingo, 26 de janeiro de 2014

Salma Hayek e Vicent Cassel em novo projeto


Salma Hayek e Vincent Cassel vão trabalhar com Matteo Garrone em novo projeto


Salma Hayek e Vincent Cassel vão protagonizar o novo filme do italiano Matteo Garrone, o responsável por filmes como Gomorra e Reality.

A obra, cujo titulo internacional é The Tale of Tales, será filmada em Itália durante a primavera e é definido como o projeto mais ambicioso do cineasta, que nele vai revisitar vários contos famosos e tradicionais italianos, dando-lhes um toque contemporâneo.

The Tale of Tales deverá chegar aos cinemas em 2015.

Fonte: Cinema 7

sábado, 25 de janeiro de 2014

ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013


Informe da Ancine confirma ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013

Por Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil 


Rio de Janeiro - O ano de 2013 foi um dos melhores para o cinema brasileiro nas últimas décadas, com 127 longas-metragens lançados em circuito comercial, 27,8 milhões de espectadores e uma geração de renda da ordem de R$ 296 milhões. Os dados constam do informe preliminar divulgado hoje (16) pela Superintendência de Acompanhamento de Mercado da Agência Nacional de Cinema (Ancine). O documento foi elaborado a partir de números fornecidos pelas empresas distribuidoras registradas no órgão, abrangendo as 52 semanas do ano passado.
De acordo com o levantamento, a participação de público dos filmes nacionais, em 2013, foi 18,6%, em relação ao total de espectadores. Dez produções nacionais ultrapassaram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos e 24 tiveram mais de 100 mil espectadores, contra 17 em 2012. 
Ao todo, somando os títulos nacionais e estrangeiros, o mercado exibidor brasileiro consolidou em 2013 o crescimento contínuo que vem observando nos últimos cinco anos. Foram 149,5 milhões de ingressos vendidos e renda de mais de R$ 1,7 bilhão.
O informe da Ancine mostra ainda que as distribuidoras brasileiras foram responsáveis por 85,8% do público dos filmes nacionais exibidos no período. Uma delas, o consórcio Paris/Downtown, fez a comercialização de nove das 20 maiores bilheterias nacionais de 2013.
O parque exibidor também apresentou crescimento, pelo quarto ano consecutivo, encerrando o ano com 2.679 salas. As regiões que registraram maior aumento no número de salas foram o Nordeste, com 14,3%, e Centro-Oeste, com 13,1%. Entre 2009 e 2013, o índice de habitantes por sala de cinema caiu de 91,7 mil para 75 mil.


Edição: Aécio Amado

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Fonte: Memória EBC

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