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Cinema Latino

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"A grande beleza" na corrida do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro


Do Jornal Zero Hora

Exibido no Festival de Cannes de 2013, A Grande Beleza destacou-se em listas de melhores de 2013 de associações de críticos e publicações como a revista norte-americana Time. No começo de dezembro, o longa foi eleito o melhor filme europeu da temporada, além de vencer nas categorias diretor e ator (Toni Servillo). O realizador Paolo Sorrentino despontou em 2008 com Il Divo, singular cinebiografia do ex-primeiro-ministro democrata-cristão italiano Giulio Andreotti (1919 - 2013), que levou o Prêmio do Júri em Cannes. Depois de dirigir Sean Penn em Aqui É o Meu Lugar (2011), o cineasta napolitano declara seu amor a Roma no envolvente A Grande Beleza.

O filme começa mostrando o aniversário de 65 anos de Jep Gambardella (Servillo), escritor de um livro só que vive de redigir entrevistas com personalidades para uma revista chique. O protagonista é um homem sofisticado e cínico, que observa o sublime e a banalidade ao redor desde seu terraço, localizado praticamente dentro do Coliseu - se o estádio ainda recebesse gladiadores, Jep nem precisaria sair de casa para assistir às lutas. Circulando pela alta sociedade romana, frequentando baladas hedonistas e jantares burgueses, entre prostitutas de luxo, celebridades fúteis e fariseus candidatos a Papa, Jep coloca sua vida em perspectiva, remoendo as escolhas que o levaram a tornar-se "o rei da mundanidade" - como o personagem autodefine-se.

"Eu era destinado à sensibilidade. Eu era destinado a virar um escritor", relembra o autor do consagrado romance O Aparato Humano, que passa o filme inteiro tentando explicar à fauna de figuras que o cerca por que não escreveu mais nenhum romance, quatro décadas depois dessa promissora estreia literária.

A influência de Federico Fellini (1920 - 1993) é evidente em A Grande Beleza: o escritor frustrado que relembra o passado remete ao cineasta com bloqueio criativo de 8 e 1/2 (1963), enquanto os deslumbrantes passeios de câmera pela capital italiana evocam Roma de Fellini (1972).

Mas é A Doce Vida (1960) a assumida fonte inspiradora de Sorrentino: os paralelos com as aventuras do glamouroso repórter de fofocas vivido por Marcello Mastroianni abundam na tela - uma semelhança que tem motivado muita gente a torcer o nariz para A Grande Beleza.

A despeito dessa evidente matriz felliniana, A Grande Beleza afirma-se como obra maior e com méritos próprios. Em registro totalmente distinto de seu morfético Andreotti em Il Divo, Toni Servillo faz uma caracterização inesquecível como um intelectual que contempla com melancolia a debacle de seu mundo. Os ambíguos sentimentos de Jep ecoam na trilha sonora, que vai da música eletrônica mais banal a arrebatadores temas solenes e langorosos de compositores eruditos contemporâneos como Arvo Pärt, Henryk Górecki, Vladimir Martynov, Zbigniew Preisner e John Tavener.

A Grande Beleza comove com seu decadentismo agridoce - uma impressão cristalizada nas cenas que contrapõem construções e obras de arte ancestrais com as criaturas contemporâneas, mostrando que há mais eloquência no olhar das estátuas e dos quadros do que no falatório vazio dos homens.

Fonte: Zero Hora

Para ler mais sobre este filme, links de críticas abaixo:

http://www.jb.com.br/antonio-campos/noticias/2014/01/22/a-grande-beleza/

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/01/1391860-critica-a-grande-beleza-de-paolo-sorrentino-vale-segunda-ida-ao-cinema.shtml

domingo, 26 de janeiro de 2014

Salma Hayek e Vicent Cassel em novo projeto


Salma Hayek e Vincent Cassel vão trabalhar com Matteo Garrone em novo projeto


Salma Hayek e Vincent Cassel vão protagonizar o novo filme do italiano Matteo Garrone, o responsável por filmes como Gomorra e Reality.

A obra, cujo titulo internacional é The Tale of Tales, será filmada em Itália durante a primavera e é definido como o projeto mais ambicioso do cineasta, que nele vai revisitar vários contos famosos e tradicionais italianos, dando-lhes um toque contemporâneo.

The Tale of Tales deverá chegar aos cinemas em 2015.

Fonte: Cinema 7

sábado, 25 de janeiro de 2014

ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013


Informe da Ancine confirma ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013

Por Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil 


Rio de Janeiro - O ano de 2013 foi um dos melhores para o cinema brasileiro nas últimas décadas, com 127 longas-metragens lançados em circuito comercial, 27,8 milhões de espectadores e uma geração de renda da ordem de R$ 296 milhões. Os dados constam do informe preliminar divulgado hoje (16) pela Superintendência de Acompanhamento de Mercado da Agência Nacional de Cinema (Ancine). O documento foi elaborado a partir de números fornecidos pelas empresas distribuidoras registradas no órgão, abrangendo as 52 semanas do ano passado.
De acordo com o levantamento, a participação de público dos filmes nacionais, em 2013, foi 18,6%, em relação ao total de espectadores. Dez produções nacionais ultrapassaram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos e 24 tiveram mais de 100 mil espectadores, contra 17 em 2012. 
Ao todo, somando os títulos nacionais e estrangeiros, o mercado exibidor brasileiro consolidou em 2013 o crescimento contínuo que vem observando nos últimos cinco anos. Foram 149,5 milhões de ingressos vendidos e renda de mais de R$ 1,7 bilhão.
O informe da Ancine mostra ainda que as distribuidoras brasileiras foram responsáveis por 85,8% do público dos filmes nacionais exibidos no período. Uma delas, o consórcio Paris/Downtown, fez a comercialização de nove das 20 maiores bilheterias nacionais de 2013.
O parque exibidor também apresentou crescimento, pelo quarto ano consecutivo, encerrando o ano com 2.679 salas. As regiões que registraram maior aumento no número de salas foram o Nordeste, com 14,3%, e Centro-Oeste, com 13,1%. Entre 2009 e 2013, o índice de habitantes por sala de cinema caiu de 91,7 mil para 75 mil.


Edição: Aécio Amado

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil   

Fonte: Memória EBC

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Elsa Pataky




Elsa Pataky com o marido, Chris Hemsworth e a filha, India Rose

Nasceu Elsa Lafuente Medianu em Madrid, Espanha, no dia 18 de julho de 1976. Filha de Cristina Pataky Medianu, uma publicitária de ascendência romena, e José Francisco, um químico. Enquanto cursou jornalismo na Universidad de San Pablo, Pataky também fez aulas de interpretação. Ela foi membro da companhia teatral de Madrid, Teatro Cámara de Ángel Gutiérrez. Largou a escola quando foi escalada para a série de televisão Al salir de clase.

Com o sucesso de Al Salir de Clase, Pataky recebeu seu primeiro convite para atuar em um filme, El arte de morir. Alguns dos filmes seguintes foram co-produzidos com o Reino Unido e a França, o que a fez começar a atuar em inglês e francês.

Pataky estrelou a série de televisão Queen Of Swords (2000) como Senora Vera Hidalgo, mulher de Gaspar Hidalgo e amante do Capitão Grisham, aparecendo em quase todos os 22 episódios da série.
Pataky apareceu em capas de mais de dez filmes espanhóis e mais recentemente migrou para o mercado francês com seu papel coadjuvante no sucesso de bilheterias de 2004, Iznogoud. Ela também apareceu ao lado de Samuel L. Jackson no filme Serpentes a Bordo (2006), do diretor David R. Ellis. Ela recebeu boas críticas por seu papel no filme espanhol Ninette, estrelado pelo ganhador do Oscar José Luis Garci.
Um de seus últimos trabalhos foi o filme Velozes e Furiosos 5, gravado no Rio de Janeiro. No filme, Pataky interpretou a policial "Elena Neves", recentemente viúva e que ajuda o agente "Luke Hobbs" (The Rock) a tentar prender "Dominic Toretto" (Vin Diesel) e sua gangue, que veio ao Rio para fazer um audacioso assalto. Ironicamente, Elena e Toretto terminam a história com um relacionamento amoroso.


Pataky gosta de andar de patins e snowboard e de andar a cavalo. Namorou o ator francês Michaël Youn (com quem contracenou em Iznogoud) e o ator norte-americano Adrien Brody. Ela é o rosto da campanha dos sorvetes Nestlé na Espanha. No dia 25 de Dezembro de 2010, Elsa se casou com o ator Chris Hemsworth. Dia 11 de Maio de 2012 nasceu sua primeira filha, India Rose, em Londres, Reino Unido. Em Novembro de 2013 o casal anuncia que estão à espera de gêmeos.

Site Oficial da Atriz: http://www.elsapataky.com/

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Elsa Pataky (Filmografia)




Filmografia:
1997 Solo en la buhardilla (Chica revista)
2000 The Art of Dying (Candela)
2000 Tatawo (Blanqui)
2000 Less Is More (Diana)
2001 Don't Tempt Me (Garçonete no Inferno)
2001 Twelfth Night (Marta Cuspineda)
2002 Peor imposible ¿qué puede fallar? (Fátima)
2003 Beyond Re-Animator (Laura Olney)
2003 El furgón (Nina)
2003 Atraco a las 3... y media (Katya)
2004 Romasanta: The Werewolf Hunt (Barbara)
2004 Tiovivo c. 1950 (Balbina)
2005 Iznogoud Prehti-Ouhman
2005 Arquitectura efímera deconstruida (Vídeo 'Retorciendo palabras')
2005 Ninette (Alajandra 'Ninette')
2006 Snakes on a Plane (Maria)
2007 Manuale d'amore 2 (Cecilia)
2008 Máncora (Ximena Saavedra)
2008 Skate or Die (Dany)
2008 Santos (Laura Luna)
2009 Giallo (Celine)
2009 Give 'Em Hell, Malone (Evelyn)
2010 Mr. Nice (Ilza Kadegis)
2010 Di Di Hollywood (Di Di)
2011 La importancia de llamarse Enesto
2011 Fast Five (Elena Neves)
2011 Where the Road Meets the Sun (Michelle)
2011 Snowflake, the White Gorilla (Bruja del Norteaka Copito de nieve)
2012 All Things to All Men (Sophia Peters )
2012 The Wine of Summer (Veronica)
2013 Fast & Furious 6 (Elena Neves)
2013 Thor: The Dark World

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Olga Zubarry


Olga Zubarriaín, mais conhecida como Olga Zubarry, nasceu em Buenos Aires no dia 30 de outubro de 1929. Conhecida atriz de cinema, teatro e televisão, fez mais de 80 aparições em filmes, entre 1943 e 1997, durante seis décadas do cinema argentino.
Foto promocional do filme "El Angel Desnudo" (1946)
Começou sua carreira nos estudios Lumiton em 1943 em Safo, historia de una pasión, junto a Mecha Ortiz e Roberto Escalada, dirigida por Carlos Hugo Christensen com quem faria vários filmes. Em 1944 atuou em La pequeña señora de Pérez com Mirtha Legrand e Juan Carlos Thorry.
Conquistou a fama com a adaptação do romance Frau Elsie de Arthur Schnitzler chamado El ángel desnudo de 1946. Até hoje se diz que foi Zubarry  quem primeiro protagonizou um nu parcial no cinema argentino; de acordo com a própria atriz, sem dúvida:. "..esse nu não existiu. Naquele momento não podia fazer um nu, primeiro porque eu era de menor. Os comentários maldosos que tinham de suportar os produtores, os donos do estúdio! Eu usava uma malha cor de carne. Tinha as costas maquiadas para que fosse da mesma cor da malha. Foi um presente". Por esse trabalho foi premiada como «Revelação do ano» pela Asociación de Cronistas Cinematográficos. "O problema é que o Lumiton queria me pagar uma miséria". "Em 1947,  quando eu ainda não havia completado 18 anos ― nasci em 1929―, meus pais foram várias vezes falar com Guerrico. Chegaram a um acordo. Me pagariam mil pesos por filme até terminar o contrato. Devo lembrar que para essa data, Zully Moreno e Mirtha Legrand faturavam por volta de vinte mil, e o que fizeram comigo de verdade foi pura exploração".


Zubarry saiu de cena em 1997, aos 68 anos, tinha acabado de se tornar avó. Tinha acabado de ganhar o Prêmio Cóndor de Plata como atriz no filme Plaza de almas.
Foi casada por 46 anos com Juan Carlos Gárate, presidente de Argentina Sono Film. Tinha duas filhas ―Mariana (que mora nos Estados Unidos) e Valeria― e três netos: Federico, Facundo e Lucía.
Torcia pelo Clube de Futebol Huracán (de Buenos Aires).
Desde 1983 foi madrinha dos lares MAMA (Mis Alumnos Más Amigos), uma ONG  caridade localizada naVilla Ballester (no norte da Grande Buenos Aires), lar este composto por mais de 50 meninos de rua, onde moram, estudam, se capacitam e saem profissionalizados.


No dia do seu aniversário no dia 30 de outubro de 2012 foi internada tendo um quadro complicado de diabetes, doença que tinha há dez anos. Faleceu no dia 15 de dezembro de 2012 aos 83 anos. A cidade de San Jorge (província de Santa Fe) tem um cinema que leva o seu nome.


Prêmios:
1953: Prêmio da Asociación Cronistas Cinematográficos como melhor atriz principal por El vampiro negro.
1955: Prêmio da Asociación Cronistas Cinematográficos como melhor atriz principal por Marianela.
1961: Prêmio Hispanoamericano «Concha de Oro» do Festival San Sebastián por Hijo de hombre.
1972: Prêmio APTRA como melhor atriz por Alta comedia
1983: Prêmio Santa Clara de Asís por El sillón de Rivadavia.
1988: Prêmio Protagonista por De fulanas y menganas.
1989: Prêmio Martín Fierro por melhor atuação feminina em De fulanas y menganas.
1991: Prêmio Kónex a melhor atriz dramática de rádio e televisão.
1994: Prêmio Podestá a Trajetória.
1997: Prêmio Cóndor de Plata a melhor atriz pelo filme Plaza de almas.

1998: Prêmio ACE a melhor atriz do ano, por Plaza de almas.

Fonte em espanhol: Wikipédia

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Olga Zubarry (Filmografia)



Filmografia:
1943: Safo, historia de una pasión, como el fantasma en la fiesta de Carnaval.
1943: Dieciséis años (no aparece en los créditos).
1944: La pequeña señora de Pérez.
1945: Las seis suegras de Barba Azul.
1946: El ángel desnudo, como Elsa Las Heras.
1946: No salgas esta noche.
1946: Adán y la serpiente.
1948: Los pulpos, como Mirtha.
1948: La muerte camina en la lluvia, como Lila Espinoza.
1949: Yo no elegí mi vida, como Alicia.
1950: Valentina, como Valentina González García.
1950: Abuso de confianza.
1951: Yo quiero una mujer así.
1951: El extraño caso del hombre y la bestia, como Lola.
1951: La comedia inmortal.
1951: ¡Qué hermanita!
1951: El honorable inquilino, como Ana María.
1952: El baldío.
1952: Ellos nos hicieron así.
1953: Mercado negro, como Laura.
1953: El vampiro negro, como Amalia/Rita.
1954: Sucedió en Buenos Aires, como Rosalía.
1954: Maleficio.
1954: Tres citas con el destino.
1955: Concierto para una lágrima.
1955: La simuladora, como Marisa Rivera.
1955: Vida nocturna, como Susana, la 23.
1955: De noche también se duerme.
1955: Marianela, como Marianela.
1956: Pecadora.
1958: Los dioses ajenos.
1959: En la vía (inédita).
1959: La sangre y la semilla.
1959: El candidato.
1960: Todo el año es Navidad, como Esther (segmento "Una mujer").
1960: Las furias, como la amante.
1961: Hijo de hombre, dirigida por Lucas Demare, con Francisco Rabal, basada en la novela de Augusto Roa Bastos, Hijo de hombre.
1962: Misión 52 (inédita).
1962: A hierro muere, con Alberto de Mendoza, como Elisa
1964: Proceso a la conciencia o Proceso a la ley (inédita).
1965: Los guerrilleros, como Isabel.
1965: Ahorro y préstamo... para el amor.
1968: Amor y un poco más (inédita).
1968: Asalto a la ciudad, como la esposa de Nicolás
1969: Somos novios.
1969: Invasión, como Irene.
1970: El hombre del año.
1972: Mi hijo Ceferino Namuncurá.
1973: Si se calla el cantor.1974: Sobre gustos y colores.
1974: La Mary, como Claudia.
1974: Yo tengo fe.
1974: El encanto del amor prohibido
1975: El inquisidor de Lima, como Amalia Sánchez Prado.
1975: Las procesadas, como Antonia.
1975: El inquisidor.
1976: Los chicos crecen, como Susana Zapiola.
1977: La nueva cigarra.
1977: Crecer de golpe.
1978: Mi mujer no es mi señora, como la madre de María
1980: Desde el abismo.
1982: Los pasajeros del jardín, como Nélida.
1982: ¿Somos?, como la excéntrica.
1984: Los tigres de la memoria, como Beatriz.
1985: Contar hasta diez.
1985: Luna caliente, como Carmen Tennembaum
1986: En busca del brillante perdido.
1996: Luces de ayer (cortometraje).
1997: El ángel y el escritor (cortometraje).
1997: Plaza de almas.

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