Seguidores

Cinema Latino

domingo, 19 de janeiro de 2014

"Amores Roubados", Brasil, 2014.

"Eu não quero o teu corpo
Eu não quero a tua alma,
Eu deixarei intato o teu ser, a tua pessoa inviolável
Eu quero apenas uma parte neste prazer
A parte que não te pertence."
— Joaquim Cardoso, poeta pernambucano, 1897-1978

Ficha Técnica:
Título original: Amores Roubados
Formato: Minissérie
Gênero: Drama/ Romance
Duração: 40 min. (aproximadamente)
Criador(es): George Moura
País de origem: Brasil
Idioma original: português
Diretor(es): José Luiz Villamarim
Emissora de televisão original: Brasil Rede Globo
Formato de exibição: 1080i (HDTV) 480i (SDTV)
Transmissão original: 6 de janeiro de 2014 - 17 de janeiro de 2014
Nº de episódios: 10

Elenco:
Cauã Reymond (Leandro Dantas)
Ísis Valverde (Antônia Favais Braga)
Patricia Pillar (Isabel Braga Favais)
Murilo Benício (Jayme Favais)
Dira Paes (Celeste Cavalcanti)
Osmar Prado (Roberto Cavalcanti)
Cássia Kis Magro (Carolina Dantas)
Irandhir Santos (João da Silva)
Jesuíta Barbosa  (Fortunato Dias)
César Ferrario (Bigode de Arame)
Germano Haiut (Antônio Vieira Braga)
Thaysa Zooby (Ana Clara)
Magdale Alves (Cleonice)
Antonio Fabio (Deocleci)
Walter Breda (Delegado Givaldo)
Jorge Vasconcelos (Zarolho)
Thierry Tremouroux (Oscar Beerhouse)
Cláudio Jaborandy (Inspetor Britivaldo Bezerra)
João Fernando Walker (Thiago Cavalcanti)
Zé Ramos (Zé Romão)
Paula Gariba Costa (Laura)


Sinopse: A trama conta a história de Leandro (Cauã Reymond), um belo jovem nascido no sertão, mas criado em São Paulo pela mãe prostituta Carolina Dantas (Cássia Kis Magro). Mais velho, ele retorna à sua cidade natal como sommelier, onde se envolve com nada menos que três mulheres: Celeste (Dira Paes), Isabel (Patrícia Pillar) e Antônia (Ísis Valverde). Cauã e Ísis interpretam os apaixonados Leandro e Antônia, que vivem uma história de desejo, ciúmes e vingança. 


Curiosidades: A minissérie foi gravada em Petrolina e Lagoa Grande, em Pernambuco, e em Juazeiro e Paulo Afonso, na Bahia. Algumas cenas foram gravadas em outras cidades do Nordeste.
O produtor de elenco da minissérie foi Chico Accioly, famoso por produzir o elenco de filmes como À Deriva e O Cheiro do Ralo. Para conferir maior realismo à pronúncia do sotaque nordestino, foram escalados atores pernambucanos como Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Germano Haiut, Thaysa Zooby, Walter Breda, entre outros artistas do estado e de outras partes do Nordeste do Brasil.
A produção é fruto da parceria entre o autor pernambucano George Moura, o diretor mineiro José Luiz Villamarim e o diretor de fotografia paraibano Walter Carvalho.
Amores Roubados é uma minissérie brasileira, produzida pela Rede Globo. Foi exibida pela emissora de 6 a 17 de janeiro de 2014, totalizando 10 capítulos.

Foi escrita por George Moura, Sérgio Goldenberg, Flávio Araújo e Teresa Frota, com supervisão de texto de Maria Adelaide Amaral, direção geral de José Luiz Villamarim e núcleo de Ricardo Waddington.1
É livremente inspirada no livro “A Emparedada da Rua Nova”, escrito pelo jornalista e fundador da Academia Pernambucana de Letras, Carneiro Vilela (1846-1913). A obra editada semanalmente no “Jornal Pequeno”, do Recife, entre 1909 e 1912, só foi transformada em livro no início do século XX, e é um folhetim que faz sucesso há mais de 100 anos. A história é considerada uma lenda urbana recifense.2
Contou com Cauã Reymond, Ísis Valverde, Patricia Pillar, Murilo Benício, Irandhir Santos, Dira Paes, Osmar Prado e Cássia Kis Magro nos papéis principais.

A estreia teve 31 pontos de média e 55% de share, segundo a assessoria de imprensa da Rede Globo, em comparação com as últimas quatro semanas, um aumento de 2% na média de audiência do horário.8 O segundo capítulo, assim como o primeiro, registrou 31 pontos na Grande São Paulo, com 54% de share. A minissérie é o maior sucesso da emissora no subgênero desde 2007, e fez a emissora crescer sete pontos às terças-feiras: o crescimento foi de 31%.


Meu comentário: Realmente a série conseguiu alavancar a audiência da Rede Globo após o horário nobre, com um diferencial em termos de enredo, produção e todos os elementos que fizeram da história algo diferente e inovador nas séries produzidas pela TV aberta. Provavelmente saindo em DVD ou Blue-Ray daqui há algum tempo. Vale à pena conferir.

Fonte: Wikipédia

LER MAIS AQUI

sábado, 18 de janeiro de 2014

Brasil disputa o Festival Internacional de Cinema de Berlim


Depois de uma ausência de seis anos, o cinema brasileiro foi novamente selecionado para a competição no Festival Internacional de Berlim (6 ao 17 de fevereiro), onde irá concorrer com 19 filmes de nacionalidades diversas.

Por Rui Martins, de Genebra, no Correio do Brasil


O filme Praia do Futuro com Wagner Moura. Foto: Divulgação
Trata-se do filme Praia do Futuro, de Karim Ainouz, rodado em Fortaleza, Berlim e no Mar do Norte e conta a história de um cearense que se torna emigrante brasileiro na Alemanha, para onde foi levado por uma paixão por um alemão com o qual, no início, se comunicava só por sinais, mas que o levou a dominar o idioma quando viviam em Berlim.
Como ocorre com muitos emigrantes, o personagem do filme de Karim, de nome Donato, decide começar vida nova no estrangeiro, rompendo com seu passado e mesmo com sua família, para a qual não envia nenhuma carta e nenhuma mensagem. Porém, deixou sua imagem de um ótimo nadador, como salvavidas, na Praia do Futuro, um bairro de Fortaleza, construído com o objetivo de se tornar uma atração turística, mas que o excesso de salinidade no ar levou ao fracasso.
Essa imagem ficou gravada na imagem do irmão mais novo, Ayrton, que, oito anos depois da partida e desaparecimento de Donato, aprende rudimentos da língua alemã e vai à Alemanha à sua busca. O encontro vai ocorrer numa outra praia, fria e cinzenta, bem diferente da praia cearense quente e colorida.
Karim Ainouz vive (foto ao lado entre os atores do filme) atualmente em Berlim considera seu filme uma homenagem a Berlim e vê algumas comparações entre uma praia turística que se pretendeu construir e uma cidade destruída, que se reconstruiu. Outros filmes de Karim Ainouz – O Céu de Suely, Abismo Prateado e Madame Satã.
São atores, Wagner Moura (Donato), Clemens Schick (Conrad) e o estreante Jesuita Barbosa (Ayrton). Embora tratando de um amor homossexual, Karim considera os personagens de seus filme como homens fortes e heróis, um filme sobre a coragem de tirar sua máscara, superar obstáculos e viver sua vida.
Outros filmes brasileiros em Berlim – na mostra Panorama, está o Homem das Multidões, de Cao Guimarães com Marcelo Gomes; e Hoje eu quero voltar sozinho, de Daniel Ribeiro. Dois filmes argentinos concorrem com o brasileiro na competição internacional.
Rui Martins, correspondente em Genebra, estará em Berlim durante o Festival.

Fonte: Correio do Brasil e Portal Vermelho

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

"Tatuagem", Brasil, 2013


Ficha Técnica:
Roteiro e Direção: Hilton Lacerda
Produção: João Vieira Jr., Chico Ribeiro e Ofir Figueiredo
Produção Executiva: Nara Aragão
Direção de Produção: Dedete Parente
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Montagem: Mair Tavares
Direção de Arte: Renata Pinheiro
Diretor Assistente: Marcelo Caetano
Figurino: Chris Garrido
Maquiagem: Donna Meirelles
Som Direto: Danilo Carvalho
Edição de Som: Waldir Xavier
Mixagem: Ricardo Cutz
Trilha Original: DJ Dolores
Produtora Associada: Malu Viana Batista


Elenco:
randhir Santos como Clécio
Jesuíta Barbosa como Fininha
Rodrigo García como Paulete
Sílvio Restiffecomo Professor Joubert
Sylvia Prado como Deusa
Ariclenes Barroso como Soldado Gusmão
CHÃO DE ESTRELAS
Nash Laila
Arthur Canavarro
Clébia Souza
Erivaldo Oliveira
Mariah Texeira
Diego Salvador
Everton Gomes
Rafael Guedes
Jennyfer Caldas
Iara Campos

Sinopse:
Recife, 1978. Clécio Wanderley (Irandhir Santos) é o líder da trupe teatral Chão de Estrelas, que realiza shows repletos de deboche e com cenas de nudez. A principal estrela da equipe é Paulete (Rodrigo Garcia), com quem Clécio mantém um relacionamento. Um dia, Paulete recebe a visita de seu cunhado, o jovem Fininha (Jesuíta Barbosa), que é militar. Encantado com o universo criado pelo Chão de Estrelas, ele logo é seduzido por Clécio. Não demora muito para que eles engatem um tórrido relacionamento, que o coloca em uma situação dúbia: ao mesmo tempo em que convive cada vez mais com os integrantes da trupe, ele precisa lidar com a repressão existente no meio militar em plena ditadura.


Fontes: Site Oficial do Filme  e Adoro Cinema

Meu comentário: É sem dúvida um filme corajoso em todos os aspectos. Falar de uma época em que era complicado pensar e fazer os outros pensarem exige muito mais que um olhar crítico e sensível. Hilton Lacerda soube capturar com extrema naturalidade e verdade essa ferida na história política do Brasil. Sem precisar ir ao lugar comum, Pernambuco se viu nos costumes da gente antiga do interior (é o caso dos parentes do soldado "Fininha"), a linguagem não forçada e a paisagem natural. Claro, que a história da companhia teatral de Clécio (Irandhir Santos) mostrou exatamente o que era a época do desbunde, o que os diretores de teatro e artistas em geral passavam nas mãos da censura, melhor compreendido nos momentos finais do filme; E simplesmente a loucura e a energia daqueles que se entregavam sem pudores às expressões artísticas, sim toda nudez poderia até chocar a ala conservadora da sociedade e a política da repressão, mas para todos que estavam ali no Chão de Estrelas a mensagem era mais que compreendida. Sem dúvida, o momento alto é a cena de sexo entre Clécio (Irandhir Santos) e Fininha (Jesuíta Barbosa), que segundo a opinião geral foi a de mais entrega e intensidade. Na verdade, a mais sensual cena de amor entre dois homens no cinema brasileiro. A crítica tem elogiado "Tatuagem" como um filme brasileiro jamais feito nos últimos tempos e principalmente os recursos cinematográficos foram os que mais agradaram. Enfim, recomendo a aqueles que não tem preconceito.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

"O baile Perfumado", Brasil, 1996.

Ficha Técnica:
País: Brasil
Ano: 1996
Duração:  93 min
Direção: Lírio Ferreira e Paulo Caldas
Produção: Aniceto Ferreira e Beto Monteiro
Roteiro: Hilton Lacerda, Lírio Ferreira e Paulo Caldas
Gênero: Drama
Idioma original: Português
Música: Paulo Rafael
Direção de arte: Adão Pinheiro
Diretor de fotografia: Paulo Jacinto dos Reis
Distribuição: RioFilme
Lançamento: 26 de julho de 1997


Elenco:
Duda Mamberti.... Benjamin Abrahão
Luiz Carlos Vasconcelos.... Lampião
Aramis Trindade.... tenente Lindalvo Rosas
Chico Díaz.... coronel Zé de Zito
Jofre Soares.... Padre Cícero
Cláudio Mamberti.... coronel João Libório
Germano Haiut.... Ademar Albuquerque
Zuleica Ferreira...........Maria Bonita


Sinopse: Conta a saga real do libanês Benjamin Abrahão, mascate responsável pelas únicas imagens de Virgulino Ferreira, o Lampião, quando vivia no sertão brasileiro. Amigo íntimo de Padre Cícero, Benjamim mascateava pelo sertão e exercitou seu espírito mercantilista convivendo intimamente com o bando de Lampião. Infiltrou-se no grupo para colher imagens e vender os registros do famoso criminoso pelo mundo afora.


Curiosidades:
As imagens foram apreendidas pela ditadura do Estado Novo, e só foram recuperadas no início dos anos 60 pelo cineasta Paulo Gil Soares e seu produtor, Thomas Farkas. Em 1965, eles realizaram o curta-metragem Memória do Cangaço que, ao lado de A Musa do Cangaço (1981), de Humberto Mauro, ajudou a popularizar a figura de Benjamim entre os estudantes nordestinos.
O filme utilizou, em sua montagem, cenas filmadas por Benjamin Abrahão em 1936 para o longa Lampião, o Rei do Cangaço, de 1959, e foi co-produzido entre o Governo do Estado de Pernambuco, Eletrobrás e Banco do Nordeste do Brasil.
A história é pontuada pelas imagens originais do protagonista, e apenas onze minutos do filme exibem um Lampião bem diferente do herói dos pobres: aburguesado, maravilhado com modernidades como a máquina fotográfica e a garrafa térmica, tomando uísque e banhando-se em perfume francês, além do bando que também ia aos bailes no meio do sertão, daí a origem do título do filme.

Principais prêmios e indicações:
Festival de Brasília: 1996
Venceu nas categoria de melhor filme,5 melhor cenografia e melhor ator coadjuvante (Aramis Trindade).
Festival de Havana: 1997 (Cuba)
Venceu na categoria de melhor cartaz.
Prêmio APCA: 1998
Venceu nas categorias de melhor trilha sonora e melhor ator coadjuvante (Luiz Carlos Vasconcelos).

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Trilha sonora de "O baile perfumado"


1. Sangue de Bairro Intro (Com vinheta do filme) (Chico Science & Nação Zumbi)
2. Baile Catingoso (Mestre Ambrósio)
3. Baile Perfumado (Stela Campos e Fred Zero Quatro)
4. Angicos (Chico Science)
5. Abertura 1900/Mata (Paulo Rafael e Marcio Miranda)
6. Chico Rural
7. Benjaab (Mestre Ambrósio)
8. Dip (Paulo Rafael)
9. Mamede
10.Tenente Lindalvo (Compromisso de Morte) (Fred Zero Quatro)
11. Fulô do Jungo
12. Sangue de Bairro (Instrumental) (Nação Zumbi)
13. Salustiano Song (Instrumental) (Nação Zumbi)
14. Angicos (Remix por Paulo Rafael) (Paulo Rafael)
15. Angicos (Remix por Suba) (DJ Suba)


Lançamento: 1997
Gênero(s): Manguebeat
Duração: Aprox. 46 minutos.
Idioma(s): Português
Formato(s): CD
Gravadora(s): Natasha Records

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Sala Latina de Cinema no Facebook



Olá Leitores do Sala Latina de Cinema,

Começamos esta semana com a nossa página no Facebook. Nela, você desfruta de tudo o que você mais gosta no cinema latino. Aliás, o espaço é para todos os cinéfilos em geral. Bem-vindo, Benvenuto, Bienvenido.


M.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Talentosos

                                               Jesuíta Barbosa e Irandhir Santos no filme "Tatuagem"

Queridinhos do cinema são gratas surpresas no elenco de “Amores Roubados”


"Amores Roubados" já é um sucesso na Globo. E a produção traz em seu elenco dois destaques da atualidade: os atores Irandhir Santos e Jesuíta Barbosa.


Queridinhos do cinema brasileiro (principalmente da pulsante cena pernambucana), os atores são gratas surpresas em meio a rostos conhecidos da TV, como Murilo Benício, Cauã Reymond, Patrícia Pillar, Osmar Prado e Dira Paes. Essa aposta em novos rostos é sempre bem-vinda, ainda mais quando se trata de dois nomes talentosos.
Jesuíta se destaca como Fortunato, amigo e conselheiro do mulherengo Leandro, vivido por Cauã. Após o sucesso nas telonas, já prova - aos 22 anos - que veio pra ficar (está confirmado no remake da novela "O Rebu", dos anos 70). Ele deu vida ao cabeleireiro Navalhada, em "Serra Pelada", e dividiu com Irandhir a cena no longa "Tatuagem". Na verdade, os dois roubaram a cena, vivendo - com realismo e entrega - um romance homossexual. 

Em "Serra Pelada", Jesuíta encarnou o cabeleireiro Navalhada...
Eleito melhor ator no Festival do Rio - justamente pelo soldado Fininha, de "Tatuagem" -, Jesuíta ainda rodou "Praia do Futuro", ao lado de Wagner Moura (que não poupou elogios ao colega). Já Irandhir chegou a fazer uma participação no especial "A Pedra do Reino", dirigido por Luiz Fernando Carvalho, em 2007. Mas volta agora com seu nome mais consolidado - e disputado - do que nunca.


.. além do cinema, integrou um grupo de teatro com atores transformistas

Irandhir rodou o longa "O Som ao Redor"

Ovacionado por cineastas como José Joffily, Karin Aïnouz e José Padilha, o ator coleciona prêmios por produções como "Baixio das Bestas" (2007), "Olhos Azuis" (2009), "Tropa de Elite 2" (2010), "O Som Ao Redor (2012) - candidato brasileiro à disputa do Oscar 2014 (mas que ficou de fora) - e o recente "Tatuagem", de Hilton Lacerda. Na minissérie global, interpreta o ardiloso e dedo-duro João, capanga de Jaime (Murilo Benício).
O texto da minissérie é do recifense George Moura, que não pensou duas vezes em ter esses expoentes da atual geração do cinema e do teatro pernambucanos em seu elenco. E o melhor: Irandhir e Jesuíta, nascidos em Pernambuco, não precisam forçar o sotaque da região como os demais. "Com direção de José Luiz Villamarim, "Amores Roubados" foi gravada em Petrolina (PE). Ainda bem que a Globo está bebendo dessa fonte!
Repercussão - Fazendo jus ao título, a minissérie chamou atenção logo de cara por conta do enredo nos bastidores: Cauã teria traído a mulher, Grazi Massafera, com a colega Isís Valverde (a Antônia). O primeiro capítulo marcou 31 pontos, a maior audiência de uma produção do gênero na emissora desde 2007 - quando "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes", de Glória Perez, cravou 34.
Mesmo caindo para 28 pontos na última quarta-feira (08/01), segue sendo o segundo programa mais visto da Globo, depois de "Amor à Vida". Cada ponto equivale a 62 mil domicílios na Grande São Paulo.

Fonte: Yahoo TV

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin