Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
sábado, 5 de outubro de 2013
Carlo Lizzani (Filmografia)
Filmografia:
Togliatti è ritornato, co-regia di Basilio Franchina, cortometraggio documentaristico (1948)
Viaggio al sud, documentario (1949)
Via Emilia Km 147, documentario (1949)
Modena, città dell'Emilia Rossa, cortometraggio documentaristico (1950)
Achtung! Banditi! (1951)
Ai margini della metropoli, co-regia di Massimo Mida (1953)
L'amore in città, episodio L'amore che si paga (1953)
Cronache di poveri amanti (1954)
Siluri umani, non accreditato, regia di Antonio Leonviola con la collaborazione di Marc-Antonio Bragadin (1954)
Lo svitato (1956)
La muraglia cinese, documentario (1958)
Esterina (1959)
Il gobbo (1960)
Il carabiniere a cavallo (1961)
L'oro di Roma (1961)
Il processo di Verona (1963)
La vita agra (1964)
La ronda, episodio del film Amori pericolosi (1964)
La Celestina P... R... (1965)
La guerra segreta (1965)
L'autostrada del sole, episodio del film Thrilling (1965)
Svegliati e uccidi (Lutring) (1966)
Un fiume di dollari, con il nome Lee W. Beaver (1966)
Requiescant (1967)
Banditi a Milano (1968)
L'amante di Gramigna (1969)
L'indifferenza, episodio del film Amore e rabbia (1969)
Barbagia (La società del malessere) (1969)
Roma bene (1971)
Torino nera (1972)
Facce dell'Asia che cambia, serie TV documentaristica (1973)
Crazy Joe (1974)
Mussolini ultimo atto (1974)
Storie di vita e malavita (1975)
San Babila ore 20: un delitto inutile (1976)
Kleinhoff hotel (1977)
Africa nera Africa rossa, miniserie TV documentaristica (1978)
Fontamara (1980)
Venezia, episodio della serie TV Capitali culturali d'Europa (1983)
C'era una volta un re e il suo popolo, film TV (1983)
Inverno di malato, episodio della serie TV Dieci registi italiani, dieci racconti italiani (1983)
La casa del tappeto giallo (1983)
L'addio a Enrico Berlinguer, documentario collettivo (1984)
Nucleo zero. film TV (1984)
Mamma Ebe (1985)
Un'isola, film TV (1986)
Imago urbis, documentario collettivo (1987)
Assicurazione sulla morte, film TV (1987)
Caro Gorbaciov (1988)
Cause à l'autre, episodio della serie TV Série noire (1988)
Capitolium, co-regia di Francesco Lizzani (1989)
Emma, episodio della miniserie TV Quattro storie di donne (1989)
La trappola, film TV (1989)
Cattiva (1991)
Il caso Dozier, film TV (1993)
Celluloide (1996)
La donna del treno, film TV (1998)
Cagliari, episodio del film documentario 12 registi per 12 città (1998)
Luchino Visconti, documentario (1999)
Roberto Rossellini: Frammenti e battute, documentario (2000)
Maria José - L'ultima regina, film TV (2002)
Le cinque giornate di Milano, film TV (2004)
Napoli Napoli Napoli, documentario (2006)
Hotel Meina (2007)
Giuseppe De Santis, film TV documentaristico (2008)
Nel Mezzogiorno qualcosa è cambiato, documentario (2008)
Art. 1, episodio del film All Human Rights for All (2008)
The Unionist, documentario (2010)
Speranza, episodio del film Scossa (2011)
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Rio 2096: Uma História de Amor e Fúria vence festival de cinema na China
By Janaína Camara da Silveira
O filme Rio 2096: Uma História de Amor e Fúria foi o vencedor do 4º Festival Brapeq de Cinema na China, segundo escolha do júri. O prêmio foi anunciado no encerramento da primeira etapa do festival, que de 13 a 15 de setembro, ocorrerá em Xangai. Rio 2096 abrirá a mostra, que pela primeira vez terá escolha da audiência.
A curadora Anamaria Boschi anunciou o vencedor junto aos três convidados diretamente do Brasil, o diretor de Gonzaga, de Pai para Filho, Breno Silveira, a produtora de Meu Pé de Laranja Lima, Kátia Machado, e da produtora de Elena, Li An. Todos os jurados são chineses (conheça a lista abaixo).
Esta edição teve a relação entre pais e filhos como tema central, mas foi a animação brasileira que acabou vencendo, um filme que explora uma linguagem pouco usual na cinematografia brasileira, a animação. A direção é de Luiz Bolognese, estreante no gênero Rio 2096 ganhou no primeiro semestre deste ano o Festival de Annecy, um Cannes para os filmes de animação. O longa custou R$ 4,5 milhões e levou seis anos para ficar pronto. Os protagonistas são personagens inspirados em lendas indígenas que contam episódios marcantes da história brasileira desde a época da colonização portuguesa, até um futuro em que a água potável é um dos produtos mais raros em uma Rio de Janeiro pontuada por arranha-céus e onde até o Cristo Redentor virou marca de um passado lapidado.
Um festival recheado de emoção
O debate com Kátia Machado foi um dos momentos de maior emoção para os chineses em Pequim. Conhecedores do livro Meu Pé de Laranja Lima, traduzido para o mandarim e um sucesso entre o público chinês, a sala ficou lotada. O público não conteve as lágrimas ao ver a história familiar e sentimental na tela e acabou por emocionar Kátia.
Breno Silveira também conversou com a audiência e foi aplaudido por apresentar a história de Luiz Gonzaga e de Gonzaguinha. Mesmo que distantes do universo musical brasileiro, os chineses foram fisgados pelo tema universal revelado na tensão entre pai e filho.
- É uma história que emociona, embora eu tenha de ter tirado uma cena de que hoje sinto falta, o reencontro de Gonzaga e de Nazinha, quando ele já está falido - revelou Silveira, ao lembrar o primeiro amor do Rei do Baião, como o músico era chamado.
Emocionante foi também o bate-papo com Li An, produtora do documentário Elena e mãe da própria Elena e de Petra Costa, que dirige o filme. A história carregada de lembranças tão pessoais quanto dolorosas chamou a atenção do público, que compareceu a duas sessões do filme em Pequim.
Li An e Kátia viajam a Xangai, onde acontece a segunda etapa do festival. Ambas vieram do Brasil viajando Lan Tam Airlines Group.
Júri
CUI ZIEN 崔子恩
Diretor, acadêmico, roteirista, novelista e um importante ativista do cinema LGBT em Pequim, é professor associado no Instituto de Pesquisa em Cinema da Academia de Cinema de Pequim. É um realizador de vanguarda na cena underground do vídeo digital da capital chinesa. Em 2001, ganhou o prêmio Radio Literature Award na Alemanha pelo livro Uncle’s Past – e tem mais oito títulos publicados na China.
QIN HAIYAN 秦海燕
A roteirista e produtra é graduada pela Universidade de Pekin. Ela produziu filmes independentes como A Noiva. Mas seus principais trabalhos são Um Convite de Casamento, China Affair, Antes de Nascer e, como co-roteirsta, White Deer Plain.
HUANG LU 黄璐
A atriz é conhecida por atuar com naturalidade e tem diversos filmes-arte no currículo. Entre os trabalhos principais, está Montanha Cega (2007), de Li Yang, em que ela interpreta uma estudante universitária da cidade raptada e vendida ao futuro marido, que vive uma vila rural. Também atuou em The Red Awn(2007), de Cai Shangjun, Entre Dois Mundos (2009), de Vimukthi Jayasundara, eEla, uma Chinesa (2009), de Guo Xiaolu.
ZHONG DAFENG 钟大丰
É professor de Teoria do Cinema e membro do Departamento de Estudos em Roteiro e Cinema da Academia de Cinema de Pequim. É co-autor de História do Cinema Chinês (1995) e contribuiu em Cinema na China Conteporânea: Debates, 1979-1989 (1993). É autor de centenas de artigos sobre produções para cinema, TV e mídia em geral. Também é membro da Associação Internacional de Escolas de Cinema e Televisão (CILECT).
ZHU RIKUN 朱日坤
Fundador da Fanhall Films, em que produz, distribui filmes e organiza festivais, trabalha com cinema independente. Em 2003, criou o DOChina – Documentary Film Festival China. É diretor de programação do Beijing Independent Film Festival desde 2006. Produziu Karamay, Winter Vacation e Pathway, entre outros. Foi jurado no Hong Kong International Film Festival (2012), no Locarno Film Festival (2011) e no CinDi-Seoul Digital Cinema Film Festival.
Fonte: Radar China
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Morre aos 75 anos Giuliano Gemma
Italiano tornou-se conhecido por westerns nos anos 1960, e não resistiu a ferimentos causados por um acidente de carro
Luiz Carlos Merten - O Estado de S. Paulo
Cinéfilos que hoje reverenciam os spaghetti westerns de Sergio Leone não dão conta de que, nos anos 1960, seus filmes não desfrutaram imediatamente da reputação que hoje ostentam. Os críticos torciam o nariz para o que consideravam os ‘excessos’ operísticos de Leone e de seu compositor, Ennio Morricone. E o público, pelo menos no Brasil, não estava muito interessado no Estranho sem Nome criado por Clint Eastwood. O público preferia um certo Montgomery Wood, que, na verdade, era Giuliano Gemma. No Brasil inteiro e também na América Latina e muitos países da Europa, as plateias preferiam O Dólar Furado, que também tinha uma trilha quer marcou época – e aqui ganhou uma versão ‘romântica’. Começava assim – “Se tu não fosses minha, como és...”

Divulgação
Giuliano Gemma
Giuliano Gemma morreu nesta terça, 1.º, em Cerveteri, próximo de Roma, aos 75 anos, que completou em 2 de setembro. Foi uma morte trágica, provocada por um acidente de carro. De porte atlético, e era um atleta, ele apareceu sem muito brilho em comédias que exploravam sua aparência física, incluindo duas de diretores importantes – Veneza, a Lua e Você, de Dino Risi, e A Casa Intolerante, de Mauro Bolognini. Você é capaz de duvidar, mas ele foi extra em Ben-Hur, de William Wyler. Sua primeira grande oportunidade foi em 1962, quando Duccio Tessari fez Arrivano I Titani, que no Brasil se chamou Os Filhos do Trovão. Vale reportar-se ao cinema italiano da época. Havia os grandes autores, Federico Fellini, Luchino Visconti e Michelangelo Antonioni, mas no fim dos anos 1950 e início dos 60, a tendência dominante na indústria italiana eram os épicos mitológicos. O veio se esgotava quando Tessari fez a sua paródia com Giuliano Gemma na pele de Krios, que os deuses do Olimpo enviam a Creta para derrotar tirano que está acabando com a população.
O público adorou o jovem Giuliano Gemma, que formava um belo par com Jacqueline Sassared. E o filme era bem-humorado, tinha ritmo, inventividade. Catapultado a uma posição de destaque, Gemma travestiu-se de astro americano e, com o pseudônimo de Montgomery Wood, estrelou um simulacro de faroeste que arrebentou nas telas. O Dólar Furado, de 1965, abriu uma tendência que prosseguiu por uma boa década, talvez menos. Wood/Gemma fez muitos filmes do gênero – Uma Pistola para Ringo, Dias de Ira etc. Em 1963, Luchino Visconti, precisando de um ator belo e carismático para encarnar o jovem Garibaldi, fez dele um dos atores de O Leopardo, mas a participação foi reduzida a quase nada na versão hollywoodiana, cortada e remontada, que circulou em todo o mundo.
Foi em 1965, quando filmava Uma Pistola para Ringo, que conheceu a mulher, Natália Roberti. Viveram juntos por 30 anos, até a morte dela, em 1995. Tiveram duas filhas, uma delas, Vera Gemma, também atriz. Giuliano Gemma estava casado com Baba Richerme. Quando a carreira no cinema entrou em colapso, ele passou a fazer TV, mas, nos últimos anos, descobrira um outro talento e jurava que sua vocação era ser escultor. Ganhou elogios de críticos por sua nova atividade, mas, no imaginário do público, ele é eterno como o herói mitológico de Os Filhos do Trovão ou o pistoleiro de O Dólar Furado.
Giuliano Gemma chegou a ser conduzido ao hospital após o acidente, mas não resistiu aos ferimentos. Restam agora, dos mocinhos lendários do spaghetti western, Franco Nero e o xerife Clint.
Fonte: O Estadão
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
A longa pausa do Sala Latina de Cinema - Esclarecimento
Olá a todos os seguidores e leitores do blog Sala Latina de Cinema,
Eu, a pessoa que vos escreve, vem apenas esclarecer a respeito do longo tempo sem postagens. Durante este tempo estive envolvida com compromissos de trabalho aos quais mal davam tempo de fazer uma das coisas que mais gosto: alimentar este blog.
Sei que muita coisa deixou de ser publicada, muitos lançamentos de filmes que já estão em cartaz e os que estarão por vir entre outras coisas.
Peço desculpas as pessoas que me enviaram mensagens sobre divulgação de trabalhos de cinema latino (e só agora tomei conhecimento das mensagens). Realmente fiquei um tempo afastada de minha própria página e de minha vida cinéfila.
Gostaria muito de alimentá-lo todos os dias como tem sido feito desde então, mas devido ao meu pouco tempo, vejo que há a possibilidade de fazê-lo semanalmente ou mensalmente.
Gostaria de comunicar também que o Sala Latina de Cinema não encerrou suas atividades. Repito: Estarei postando ainda sobre o tema, agora não mais que diariamente. Lembrando que este blog é tão simplesmente um espaço de divulgação e apreciação do cinema latino, agradeço a compreensão de todos.
M.
Sei que muita coisa deixou de ser publicada, muitos lançamentos de filmes que já estão em cartaz e os que estarão por vir entre outras coisas.
Peço desculpas as pessoas que me enviaram mensagens sobre divulgação de trabalhos de cinema latino (e só agora tomei conhecimento das mensagens). Realmente fiquei um tempo afastada de minha própria página e de minha vida cinéfila.
Gostaria muito de alimentá-lo todos os dias como tem sido feito desde então, mas devido ao meu pouco tempo, vejo que há a possibilidade de fazê-lo semanalmente ou mensalmente.
Gostaria de comunicar também que o Sala Latina de Cinema não encerrou suas atividades. Repito: Estarei postando ainda sobre o tema, agora não mais que diariamente. Lembrando que este blog é tão simplesmente um espaço de divulgação e apreciação do cinema latino, agradeço a compreensão de todos.
M.
domingo, 29 de setembro de 2013
O Brasil perde Claudio Cavalcanti
De acordo com emissora, ele sofreu um choque cardiogênico, que evoluiu para uma insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos, ocasionando o falecimento

Seu último trabalho foi na segunda temporada da série ‘Sessão de Terapia’, veiculada pelo GNT
O ator Cláudio Cavalcanti morreu no início da noite deste domingo (29) aos 73 anos. Ele estava internado na UTI do Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, para realizar uma cirurgia na coluna, mas teve complicações.
Seu último trabalho foi na segunda temporada da série ‘Sessão de Terapia’, veiculada pelo canal GNT, que tem estreia prevista para a próxima segunda-feira (7). De acordo com nota publicada no site da emissora, o ator "sofreu um choque cardiogênico, que evoluiu para uma insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos, ocasionando o falecimento". Ainda não há informações sobre o funeral.
Na série dirigida por Selton Mello, Claudio interpretou Otávio, um empresário com síndrome do pânico. Em recente entrevista, também ao site do GNT, o ator afirmou que interpretar Otávio era um sonho realizado. "Recebo convites, mas nem sempre tenho tempo. Mas esse papel é o sonho de qualquer ator", afirmou.
Dono de extenso currículo, Cláudio teve papéis marcantes em diversas produções da Globo, entre elas “Roque Santeiro” e “A Viagem”. Cavalcanti começou a trabalhar como ator aos 16 anos, no Teatro Brasileiro de Comédias (TBC), ao lado de Nathália Timberg, Sérgio Britto e Fernanda Montenegro. Atuou em mais de 40 peças, participou de 39 novelas e 22 filmes.
Ele ainda conciliava a carreira artística com a política, já que era secretário especial de Promoção e Defesa dos Animais da Cidade do Rio de Janeiro. Também já foi vereador, por dois mandatos, e deputado estadual, cargos nos quais aprovou 29 leis relativas à defesa dos animais.
*Com informações do jornal O Dia e da Agência Estado
Fonte: Último Segundo
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Jonas Bloch
Jonas Bloch nasceu em Belo Horizonte no dia 8 de fevereiro de 1939. Começou sua carreira há cinquenta anos, na pioneira TV Tupi, mas é conhecido pelos papéis que representou nas regravações das novelas Irmãos Coragem e Mulheres de Areia, da Rede Globo.
Em 1972, graduou-se em Belas Artes, modalidade Desenho, pela Escola de Belas Artes da UFMG. Também é graduado em Artes Visuais e fez vários cursos de teatro, tendo sido professor de interpretação em diversas universidades. Trabalhou em cinema, teatro e televisão, no Brasil e no exterior, indo de interpretações de Shakespeare a comédias de costumes, de filmes ambiciosos a novelas leves e musicais.
Jonas parece ter um gosto especial em interpretar vilões e personagens cruéis de forma geral. Evidenciando isso, quatro de seus papéis televisivos mais marcantes foram os diabólicos Russo em Corpo Santo, Ismael Novaes em A Viagem e Dr. Ramalho Rodrigues em Bicho do Mato.
Jonas é pai da também atriz Débora Bloch, e além dela, possui mais uma filha chamada Denise. É sobrinho-neto paterno de Adolpho Bloch, de acordo com o livro Os Irmãos Karamabloch, escrito por Arnaldo Bloch, também sobrinho-neto paterno de Adolpho Bloch.
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Jonas Bloch (Filmografia)
Filmografia:
1971 - O Pecado de Marta
1973 - Nem Santa, nem Donzela 1
1976 - À Flor da Pele - Luiz (participação especial) 2
1978 - A Santa Donzela
1979 - Inquietações de Uma Mulher Casada
1979 - O Caso Cláudia - Pierre Dorf
1981 - Paraíso proibido - Celso Felix
1982 - Retrato Falado de Uma Mulher Sem pudor - Cacá Salles
1983 - Doce Delírio
1984 - Quilombo
1985 - Avaeté - Semente da Vingança - Missionário Bruno
1985 - Tropclip
1986 - O Homem da Capa Preta - Adolfo
1988 - O Diabo na Cama
1990 - Arabesco (curtametragem)
1990 - A Maldição do Sanpaku - Bruce
1993 - 1999 (curta)
1993 - Discretion Assured - Santos
1995 - Caligrama (curta)
1996 - Doces Poderes - Paulo Beckman
1998 - Kenoma - Gerônimo
1998 - Uma Aventura de Zico
1998 - Policarpo Quaresma, Herói do Brasil - Dr. Mendonça
1999 - A Terceira Morte de Joaquim Bolívar
1999 - Texas Hotel - Isaac2000 - O Circo das Qualidades Humanas
2000 - Woman on Top - Pierre Laroche
2000 - O Dia da Caça - Branco
2001 - Histórias do Olhar
2003 - Apolônio Brasil, o Campeão da Alegria
2003 - Amarelo Manga - Isaac
2004 - Cabra-cega
2004 - As Filhas do Vento
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