Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
domingo, 28 de julho de 2013
Eva Mendes (Filmografia)
Filmografia:
2012 - The Place Beyond the Pines
2012 - Holy Motors
2012 - Girl in Progress
2011 - Velosos e Furiosos 5
2010 - Os outros Caras
2009 - Queen of the South
2009 - Last Night
2009 - Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans
2008 - The Spirit
2008 - Mulheres, Sexo Forte
2007 - Motoqueiro Fantasma
2007 - Os Donos da Noite
2007 - Cleaner
2007 - Live!2005 - 3 & 3
2005 - Trust the Man
2005 - Hitch - Conselheiro Amoroso
2005 - The Wendell Baker story
2003 - Ligado em Você
2003 - Por um Triz
2003 - + Velozes + Furiosos
2003 - Era uma vez no México
2002 - Amigos por Acaso
2001 - Dia de Treinamento
2001 - Rede de Corrupção
2000 - Lenda Urbana 2
2000 - The Disciples (TV)
1999 - Pig - Uma Aventura Animal
1998 - Os Estragos de Sábado à Noite
1998 - Mortal Kombat: Conquest - Capítulo 11
sábado, 27 de julho de 2013
Deborah Secco como Irmã Dulce
Depois de sentir na pele como é a vida de uma garota de programa no longa "Bruna Surfistinha", Deborah Secco, 33, viverá a Irmã Dulce no cinema.
Longe da TV desde o final da série "Louco por Elas", da Globo, a atriz protagonizará a cinebiografia da religiosa após terem sido realizados testes com diversas atrizes.
Em entrevista ao site "O Fuxico", Deborah contou que se sentiu lisonjeada com o convite para viver a freira que foi beatificada e está em processo de canonização.
"Sempre procuro ver o trabalho como um novo desafio, um personagem como qualquer outro. Mas é claro que pela importância dessa figura que foi a Irmã Dulce eu estou muito feliz e lisonjeada . É uma figura complexa, que foi um símbolo muito forte na Bahia e no Brasil. Estou realmente feliz em poder fazer parte desse trabalho”, contou a atriz.
Deborah ainda explicou que, por enquanto, não sabe muita coisa sobre o início das filmagens.
O longa terá direção de César Rodrigues, com produção de Iafa Britz e roteiro de Anna Muylaert.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Morre aos 89 anos o ator argentino Duilio Marzio
Buenos Aires, 25 jul (EFE).- O mundo do cinema argentino se vestiu de luto nesta quinta-feira com morte de Duílio Marzio, um popular ator que também atuou no teatro e na televisão.
Bruno Duilio Ferruccio Stella, nome verdadeiro de Marzio, morreu em decorrência de uma parada respiratória aos 83 anos. Ele havia se submetido a uma cirurgia no coração há um mês.
Nascido em 1923 na cidade de Buenos Aires, Marzio estreou no teatro no fim dos anos 50. Ele estudou no Actors Studio, em Nova York, como estrelas como Marilyn Monroe.
Lembrado para papéis de galã, desenvolveu uma produtiva carreira na televisão, participou de 40 filmes e também presidiu a Associação de Atores da Argentina entre 1964 e 1968. Em 2009 recebeu o Prêmio ACE 2008-2009 como melhor ator por "O último encontro", uma adaptação da obra de Sándor Márai.
Duilio Marzio mergulhou no mundo da atuação desde a infância através de seu pai, um clarinetista italiano que tocava no cinema mudo. Durante sua longa carreira, Marzio dividiu cena com grandes nomes da sétima arte americana, como Leslie Caron, William Hurt e Robert Duvall.
Seu último trabalho no cinema foi "Silêncios", de Mercedes García Guevara, lançado em 2009. EFE
Fonte: Yahoo Notícias
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Artur Semedo
Outro texto maravilhoso da Rubi do blog All Classics sobre o português Artur Semedo:
Artur Semedo
Nascia em 2 de Novembro de 1924 em Lisboa/Portugal, o ator e diretor Artur Francisco da Cunha Semedo, que mais tarde suprimiria parte de seu sobrenome e adotaria o nome artístico de Artur Semedo. Após concluir o secundário em Portalegre, pequena cidade lusitana, mudou-se para a capital Lisboa, onde entrou no Colégio Militar em 1936.Posteriormente cursou biologia na universidade de Coimbra e por fim, em 1949 ingressou no Conservatório Nacional de Teatro (Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa). Estreou nas telas de cinema no mesmo ano no filme Sol e Toiros do diretor José Buchs e logo em seguida participou de Vendaval Maravilhoso(Castro Alves,Vendaval Maravilhoso) onde interpretou o pai de Castro Alves. Somente dois anos mais tarde, em 1951, voltaria à cena em O Grande Circo (Saltimbancos); seu primeiro trabalho sob a direção de Manuel Guimarães. Em 1952 ganha destaque em Duas Causas com o diretor Henrique Campos e volta a trabalhar com Guimarães emNazaré; fato que voltaria a ocorrer outras vezes em 1956 no filme Vidas Sem Rumo e posteriormente em 1972, no filme Lotação Esgotada.
Ao longo da carreira, ainda emprestou seu talento para produções televisivas, entre elas: Humor de Perdição,Le Comte de Monte-Cristo, Retalhos da Vida de Um Médico, As Aventuras de Eva, e A Lena e o Carlos.Como diretor produziu seis longas-metragens O Dinheiro dos Pobres, "Malteses, burgueses e às vezes...", O Rei das Berlengas, O Barão de Altamira, O Querido Lilás, Um Crime de Luxo e o documentário Exposição de Máquinas Agrícolas na Ajuda. Semedo também trabalhou em produções brasileiras nos anos 60, no longa Viagem aos Seios de Duíliadirigido por Carlos Hugo Christensen em 1964 e no episódio "O Homem que se Evadiu"do seriado Crônica da Cidade Amada em 1965. Encerrou a carreira em 1992 sob a direção de João Botelho no filme No Dia dos Meus Anos e faleceu no dia 8 de Fevereiro de 2001 aos 76 anos de idade. No ano seguinte à sua morte recebeu uma homenagem póstuma da Sociedade Portuguesa de Autores.
Ao longo da carreira, ainda emprestou seu talento para produções televisivas, entre elas: Humor de Perdição,Le Comte de Monte-Cristo, Retalhos da Vida de Um Médico, As Aventuras de Eva, e A Lena e o Carlos.Como diretor produziu seis longas-metragens O Dinheiro dos Pobres, "Malteses, burgueses e às vezes...", O Rei das Berlengas, O Barão de Altamira, O Querido Lilás, Um Crime de Luxo e o documentário Exposição de Máquinas Agrícolas na Ajuda. Semedo também trabalhou em produções brasileiras nos anos 60, no longa Viagem aos Seios de Duíliadirigido por Carlos Hugo Christensen em 1964 e no episódio "O Homem que se Evadiu"do seriado Crônica da Cidade Amada em 1965. Encerrou a carreira em 1992 sob a direção de João Botelho no filme No Dia dos Meus Anos e faleceu no dia 8 de Fevereiro de 2001 aos 76 anos de idade. No ano seguinte à sua morte recebeu uma homenagem póstuma da Sociedade Portuguesa de Autores.
Fonte: All Classics
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Artur Semedo (Filmografia)
Filmografia:
Um Crime de Luxo (1991)
O Querido Lilás (1987)
O Barão de Altamira (1986)
As Armas e o Povo - colectivo
O Rei das Berlengas (1978)
Malteses, burgueses e às vezes... (1974)
O Dinheiro dos Pobres (1956)
Exposição de Máquinas Agrícolas na Ajuda - documentário (1953)
terça-feira, 23 de julho de 2013
Vidas Sem Rumo
Adoro publicar os textos dos meus amigos blogueiros cinéfilos. Este é o da Rubi, sobre Cinema Português:Vidas Sem Rumo
Infelizmente, ao contrário das grandes potências cinematográficas, Portugal nunca obteve do público o reconhecimento merecido por suas produções, tampouco por seus diretores e atores. Desde os primórdios, quando o cinema português dependia exclusivamente de Aurélio Paz dos Reis, os filmes baseavam-se na rotina das pessoas. Fazer um resumo sobre a história e desenvolvimento do cinema português requer muita pesquisa, o que me levaria a trazer aos leitores uma longa sequência de textos. Hoje, especialmente, trarei um nome pouco conhecido mas que certamente fez grande diferença no mundo cinematográfico: Manuel Guimarães.Dono de uma vasta filmografia, foi responsável por produzir em 1956, Vidas sem Rumo, uma das obras mais peculiares do cinema português. Tendo seu estilo muitas vezes comparado ao neo-realismo italiano, Guimarães deixa claro em seus filmes uma forma única de conduzir o elenco. Numa vila onde as pessoas viviam presas em seu próprio mundo, distantes umas das outras, são surpreendidas com a chegada de uma criança misteriosa.
Preocupados com o bem estar da criança, aos poucos vão se aproximando e movendo-se em ações em prol da mesma. Em consequência dessa agitação traz a tona emoções até então guardadas em segredo, como por exemplo o tímido Pardal(Eugénio Salvador), que se expressava apenas através de sua pequena gaita, e um dia resolve declarar seu amor à Gaivota (Milú), a garota cuja a vida se resumia a esperar pelo marinheiro que lhe roubara o coração. O cínico Meia Lua(Artur Semedo) que mantinha um romance escondido com a bela Marlene (Madalena Sotto)dançarina do bar, e repudiava o amor da desesperada Ana (Maria Albergaria).
Em torno da história, onarrador/personagem(Jacinto Ramos) conduz o espectador num misto de realidade e fantasia. Vidas Sem Rumo consumiu todo capital de Manuel Guimarães, e despontava como a grande obra do cinema português da época,porém vítima das atrocidades da censura salazarista, que destruiu permanentemente boa parte das filmagens a obra por pouco deixou de existir. Apesar da história contar que ele utilizou todos os seus recursos financeiros na produção de Vidas Sem Rumo, o filme não apresenta grandes cenários ou recursos cinematográficos porém a história em si revela a genialidade boicotada deste grande produtor e diretor português.
Bastidores: Manuel Guimarães - Um gênio contra a ditadura
Em 19 de Agosto de 1915, nascia em Valmaior/Portugal, Manuel Fernandes Pinheiro Guimarães; que mais tarde viria a se tornar simplesmente o produtor e diretorManuel Guimarães, um dos grandes nomes do cinema português.Após concluir o Curso Geral dos Liceus, passou a estudar pintura em1931, na Escola de Belas Artes do Porto. Iniciou, então, a carreira artisitca como ilustrador, caricaturista e decorador teatral, sendo responsável pela criação dos cartazes para os filmes de cinema. Esta aproximação despertou seu interesse pela arte cinematográfica e passou a trabalhar como assistente de produção em 1936. A convivência com nomes expressivos como Manoel de Oliveira, António Lopes Ribeiro,entre outros; foi o suporte para que realizasse em 1949 o curta-metragem O Desterrado; documentário sobre a vida e obra de Soares dos Reis, pelo qual ganhou o Prêmio Paz dos Reis.
Porém, somente dois anos mais tarde, em 1951, realizou seu primeiro longa-metragem,Saltimbancos,um filme que tinha como tema central o dia- à-dia de um pequeno circo ambulante, baseado na obra literária do escritorLeão Penedo. No ano seguinte começou a despontar seu estilo neo-realista com o filmeNazaré, refilmagem do clássico de 1929; no qual abordava a vida dos pescadores da cidade título desta feita. como uma crítica social. No entanto o filme não caiu nas graças da censura do regime Salazar que via nas produções cinematográficas; um perigo maior do que as obras literárias e seus conteúdos "subversivos", e lhe impôs vários cortes antes da exibição nas telas de cinema.
(Foto: Dórdio Guimarães) Indiferente ás pressões, em 1956produziu Vidas Sem Rumo, que trazia argumentos de sua própria autoria, porém a obra foi destroçada pela censura e o filme perdeu quase todo seu significado. Essa opressão levou Manuel Guimarães`a produzir filmes com caráter comercial. Em parceria com o produtor António da Cunha Telles, produziu os filmes O Crime da Aldeia Velha (1964)e O trigo e o Joio (1965); o primeiro uma adaptação da peça de Bernardo Santareno e o segundo da obra de Fernando Namora. Porém o publico em geral já estava voltado para outras temáticas de entretenimento,e com a pouca aceitação de seus novos trabalhos, Guimarães retomou a produção de documentários com temas artísticos. À partir dai, sua vida sofreu altos e baixos, chegando a retomar sua carreira de grafismo trabalhando para ilustrações de jornais locais. A Revolução dos Cravos (golpe militar ocorrido no dia 25 de Abril de 1974) trouxe novas perspectivas para Guimarães retomar seu estilo neo-realista sem correr o risco de ser perseguido pela censura, e com isso deu inicio, do mesmo ano, à produção do filme Cântico Final, adaptação da obra homônima de Vergílio Ferreira. Entretanto, com a saúde debilitada, Guimarães não conseguiu concluir as filmagens, falecendo em 29 de Janeiro de 1975 na cidade de Lisboa, aos 59 anos de idade. Seu filhoDórdio Guimarães assumiu a responsabilidade de concluir as gravações e o filme foi lançado um ano após a morte do pai, em 1976, com os créditos de direção atribuídos a Manuel Guimarães. A critica especializada considera que Manuel Guimarães foi muito injustiçado não somente pela ditadura Salazar, como também pela própria critica e público da época.
Preocupados com o bem estar da criança, aos poucos vão se aproximando e movendo-se em ações em prol da mesma. Em consequência dessa agitação traz a tona emoções até então guardadas em segredo, como por exemplo o tímido Pardal(Eugénio Salvador), que se expressava apenas através de sua pequena gaita, e um dia resolve declarar seu amor à Gaivota (Milú), a garota cuja a vida se resumia a esperar pelo marinheiro que lhe roubara o coração. O cínico Meia Lua(Artur Semedo) que mantinha um romance escondido com a bela Marlene (Madalena Sotto)dançarina do bar, e repudiava o amor da desesperada Ana (Maria Albergaria).
Em torno da história, onarrador/personagem(Jacinto Ramos) conduz o espectador num misto de realidade e fantasia. Vidas Sem Rumo consumiu todo capital de Manuel Guimarães, e despontava como a grande obra do cinema português da época,porém vítima das atrocidades da censura salazarista, que destruiu permanentemente boa parte das filmagens a obra por pouco deixou de existir. Apesar da história contar que ele utilizou todos os seus recursos financeiros na produção de Vidas Sem Rumo, o filme não apresenta grandes cenários ou recursos cinematográficos porém a história em si revela a genialidade boicotada deste grande produtor e diretor português.
Bastidores: Manuel Guimarães - Um gênio contra a ditadura
Em 19 de Agosto de 1915, nascia em Valmaior/Portugal, Manuel Fernandes Pinheiro Guimarães; que mais tarde viria a se tornar simplesmente o produtor e diretorManuel Guimarães, um dos grandes nomes do cinema português.Após concluir o Curso Geral dos Liceus, passou a estudar pintura em1931, na Escola de Belas Artes do Porto. Iniciou, então, a carreira artisitca como ilustrador, caricaturista e decorador teatral, sendo responsável pela criação dos cartazes para os filmes de cinema. Esta aproximação despertou seu interesse pela arte cinematográfica e passou a trabalhar como assistente de produção em 1936. A convivência com nomes expressivos como Manoel de Oliveira, António Lopes Ribeiro,entre outros; foi o suporte para que realizasse em 1949 o curta-metragem O Desterrado; documentário sobre a vida e obra de Soares dos Reis, pelo qual ganhou o Prêmio Paz dos Reis.
Porém, somente dois anos mais tarde, em 1951, realizou seu primeiro longa-metragem,Saltimbancos,um filme que tinha como tema central o dia- à-dia de um pequeno circo ambulante, baseado na obra literária do escritorLeão Penedo. No ano seguinte começou a despontar seu estilo neo-realista com o filmeNazaré, refilmagem do clássico de 1929; no qual abordava a vida dos pescadores da cidade título desta feita. como uma crítica social. No entanto o filme não caiu nas graças da censura do regime Salazar que via nas produções cinematográficas; um perigo maior do que as obras literárias e seus conteúdos "subversivos", e lhe impôs vários cortes antes da exibição nas telas de cinema.
(Foto: Dórdio Guimarães) Indiferente ás pressões, em 1956produziu Vidas Sem Rumo, que trazia argumentos de sua própria autoria, porém a obra foi destroçada pela censura e o filme perdeu quase todo seu significado. Essa opressão levou Manuel Guimarães`a produzir filmes com caráter comercial. Em parceria com o produtor António da Cunha Telles, produziu os filmes O Crime da Aldeia Velha (1964)e O trigo e o Joio (1965); o primeiro uma adaptação da peça de Bernardo Santareno e o segundo da obra de Fernando Namora. Porém o publico em geral já estava voltado para outras temáticas de entretenimento,e com a pouca aceitação de seus novos trabalhos, Guimarães retomou a produção de documentários com temas artísticos. À partir dai, sua vida sofreu altos e baixos, chegando a retomar sua carreira de grafismo trabalhando para ilustrações de jornais locais. A Revolução dos Cravos (golpe militar ocorrido no dia 25 de Abril de 1974) trouxe novas perspectivas para Guimarães retomar seu estilo neo-realista sem correr o risco de ser perseguido pela censura, e com isso deu inicio, do mesmo ano, à produção do filme Cântico Final, adaptação da obra homônima de Vergílio Ferreira. Entretanto, com a saúde debilitada, Guimarães não conseguiu concluir as filmagens, falecendo em 29 de Janeiro de 1975 na cidade de Lisboa, aos 59 anos de idade. Seu filhoDórdio Guimarães assumiu a responsabilidade de concluir as gravações e o filme foi lançado um ano após a morte do pai, em 1976, com os créditos de direção atribuídos a Manuel Guimarães. A critica especializada considera que Manuel Guimarães foi muito injustiçado não somente pela ditadura Salazar, como também pela própria critica e público da época.
Fonte: All Classics
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Tony Tornado
Antônio Viana Gomes, mais conhecido como Tony Tornado ou Toni Tornado nasceu em Mirante do Paranapanema no dia 26 de maio de 1930, é um ator e cantor brasileiro. Em 1970 foi o vencedor da fase brasileira do V Festival Internacional da Canção com a canção soul "BR-3".1
Aos 11 anos de idade Tony fugiu de casa e foi parar no Rio de Janeiro onde se tornou menino de rua e ganhava a vida vendendo amendoim e engraxando sapatos.
Aos 18 anos serviu na Escola de Paraquedismo de Deodoro junto com o empresário Silvio Santos.
Em 1957, lutou no Canal de Suez.
Tony iniciou sua carreira artística nos anos 60 com o nome artístico de Tony Checker, dublando e dançando no programa "Hoje é dia de Rock" de Jair de Taumaturgo, nessa época Tony imitava os cantores Chubby Checker e Little Richard.
Ainda nos anos 60, viajou aos Estados Unidos onde morou por cinco anos em Nova York.
Em Nova York, Tony atuou como traficante de drogas e cafetão , para enganar o departamento de imigração, fingia ser um funcionário de um lava-rápido . Nessa época, Tony conheceu outro brasileiro que também morava em Nova York, o também cantor Tim Maia.
De volta ao Brasil em 1969, trabalhou no conjunto de Ed Lincoln e também cantava na noite com o pseudônimo de Johnny Bradfort , o dono da boate o obrigava a finger ser um estrangeiro .
Em 1970, adotou o nome com o qual passou a ser conhecido "Tony Tornado", influenciado por James Brown, Tony foi um dos artistas que introduziu a Soul Music e o Funk na música brasileira.
Nesse mesmo ano, ao lado do Trio Ternura defendeu a canção BR-3, que conseguiu o primeiro lugar no festival . Estreou na televisão em 1972 com a novela Jerônimo, da TV Tupi.
Participa frequentemente de várias novelas e minisséries, mas quase nunca, infelizmente, em papéis de destaque. O maior papel de sua carreira na TV foi o chefe da segurança pessoal do presidente e estadista Getúlio Vargas, Gregório Fortunato, o "Anjo Negro"11 , na minissérie Agosto, de 1993, baseada na obra de Rubem Fonseca. Outro papel marcante de sua carreira foi Rodésio, que trabalhava para a Viúva Porcina (Regina Duarte), em Roque Santeiro - tão marcante que, em um dos finais gravados, era Rodésio quem terminava com Porcina, que no entanto foi vetado pela emissora Globo por medo da reação do público.
Foi casado com a atriz Arlete Salles na década de 70. É pai do também ator Lincoln Tornado, que recentemente interpretou o personagem Ezequiel, na telenovela global Escrito nas Estrelas.
Atualmente, Tony voltou a se apresentar nos palcos de todo país cantando seus maiores sucessos, acompanhado da banda Funkessência e de seu filho, o cantor e também ator Lincoln Tornado.
Fonte: Wikipedia
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