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Cinema Latino

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Morre aos 89 anos o ator argentino Duilio Marzio


Buenos Aires, 25 jul (EFE).- O mundo do cinema argentino se vestiu de luto nesta quinta-feira com morte de Duílio Marzio, um popular ator que também atuou no teatro e na televisão.
Bruno Duilio Ferruccio Stella, nome verdadeiro de Marzio, morreu em decorrência de uma parada respiratória aos 83 anos. Ele havia se submetido a uma cirurgia no coração há um mês.
Nascido em 1923 na cidade de Buenos Aires, Marzio estreou no teatro no fim dos anos 50. Ele estudou no Actors Studio, em Nova York, como estrelas como Marilyn Monroe.
Lembrado para papéis de galã, desenvolveu uma produtiva carreira na televisão, participou de 40 filmes e também presidiu a Associação de Atores da Argentina entre 1964 e 1968. Em 2009 recebeu o Prêmio ACE 2008-2009 como melhor ator por "O último encontro", uma adaptação da obra de Sándor Márai.
Duilio Marzio mergulhou no mundo da atuação desde a infância através de seu pai, um clarinetista italiano que tocava no cinema mudo. Durante sua longa carreira, Marzio dividiu cena com grandes nomes da sétima arte americana, como Leslie Caron, William Hurt e Robert Duvall.
Seu último trabalho no cinema foi "Silêncios", de Mercedes García Guevara, lançado em 2009. EFE

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Artur Semedo

Outro texto maravilhoso da Rubi do blog All Classics sobre o português Artur Semedo:

Artur Semedo

Nascia em 2 de Novembro de 1924 em Lisboa/Portugal, o ator e diretor Artur Francisco da Cunha Semedo, que mais tarde suprimiria parte de seu sobrenome e adotaria o nome artístico de Artur Semedo. Após concluir o secundário em Portalegre, pequena cidade lusitana, mudou-se para a capital Lisboa, onde entrou no Colégio Militar em 1936.Posteriormente cursou biologia na universidade de Coimbra e por fim, em 1949 ingressou no Conservatório Nacional de Teatro (Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa). Estreou nas telas de cinema no mesmo ano no filme Sol e Toiros do diretor José Buchs e logo em seguida participou de Vendaval Maravilhoso(Castro Alves,Vendaval Maravilhoso) onde interpretou o pai de Castro Alves. Somente dois anos mais tarde, em 1951, voltaria à cena em  O Grande Circo (Saltimbancos); seu primeiro trabalho sob a direção de Manuel Guimarães. Em 1952 ganha destaque em Duas Causas com o diretor Henrique Campos e volta a trabalhar com Guimarães emNazaré; fato que voltaria a ocorrer outras vezes em 1956 no filme Vidas Sem Rumo e posteriormente em 1972, no filme Lotação Esgotada.

Ao longo da carreira, ainda emprestou seu talento para produções televisivas, entre elas: Humor de Perdição,Le Comte de Monte-Cristo, Retalhos da Vida de Um Médico, As Aventuras de Eva, A Lena e o Carlos.Como diretor produziu seis longas-metragens O Dinheiro dos Pobres, "Malteses, burgueses e às vezes...",  O Rei das Berlengas, O Barão de Altamira, O Querido Lilás,  Um Crime de Luxo  e o documentário  Exposição de Máquinas Agrícolas na Ajuda. Semedo também trabalhou em produções brasileiras nos anos 60, no longa Viagem aos Seios de Duíliadirigido por Carlos Hugo Christensen em 1964 e no episódio "O Homem que se Evadiu"do seriado Crônica da Cidade Amada em 1965. Encerrou a carreira em 1992 sob a direção de João Botelho no filme No Dia dos Meus Anos e faleceu no dia 8 de Fevereiro de 2001 aos 76 anos de idade. No ano seguinte à sua morte recebeu uma homenagem póstuma da Sociedade Portuguesa de Autores.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Artur Semedo (Filmografia)


Filmografia:
Um Crime de Luxo (1991)
O Querido Lilás (1987)
O Barão de Altamira (1986)
As Armas e o Povo - colectivo
O Rei das Berlengas (1978)
Malteses, burgueses e às vezes... (1974)
O Dinheiro dos Pobres (1956)
Exposição de Máquinas Agrícolas na Ajuda - documentário (1953)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Vidas Sem Rumo

Adoro publicar os textos dos meus amigos blogueiros cinéfilos. Este é o da Rubi, sobre Cinema Português:Vidas Sem Rumo

Infelizmente, ao contrário das grandes potências cinematográficas, Portugal nunca obteve do público o reconhecimento merecido por suas produções, tampouco por seus diretores e atores. Desde os primórdios, quando o cinema português dependia exclusivamente de Aurélio Paz dos Reis, os filmes baseavam-se na rotina das pessoas. Fazer um resumo sobre a história e desenvolvimento do cinema português requer muita pesquisa, o que me levaria a trazer aos leitores uma longa sequência de textos. Hoje, especialmente, trarei um nome pouco conhecido mas que certamente fez grande diferença no mundo cinematográfico: Manuel Guimarães.Dono de uma vasta filmografia, foi responsável por produzir em 1956, Vidas sem Rumo, uma das obras mais peculiares do cinema português. Tendo seu estilo muitas vezes comparado ao neo-realismo italiano, Guimarães deixa claro em seus filmes uma forma única de conduzir o elenco. Numa vila onde as pessoas viviam presas em seu próprio mundo, distantes umas das outras, são surpreendidas com a chegada de uma criança misteriosa.

Preocupados com o bem estar da criança, aos poucos vão se aproximando e movendo-se em ações em prol da mesma. Em consequência dessa agitação traz a tona emoções até então guardadas em segredo, como por exemplo o tímido Pardal(Eugénio Salvador), que se expressava apenas através de sua pequena gaita, e um dia resolve declarar seu amor à Gaivota (Milú), a garota cuja a vida se resumia a esperar pelo marinheiro que lhe roubara o coração. O cínico Meia Lua(Artur Semedo) que mantinha um romance escondido com a bela Marlene (Madalena Sotto)dançarina do bar, e repudiava o amor da desesperada Ana (Maria Albergaria).

Em torno da história, onarrador/personagem(Jacinto Ramos) conduz o espectador num misto de realidade e fantasia. Vidas Sem Rumo consumiu todo capital de Manuel Guimarães, e despontava como a grande obra do cinema português da época,porém vítima das atrocidades da censura salazarista, que destruiu permanentemente boa parte das filmagens a obra por pouco deixou de existir. Apesar da história contar que ele utilizou todos os seus recursos financeiros na produção de Vidas Sem Rumo, o filme não apresenta grandes cenários ou recursos cinematográficos porém a história em si revela a genialidade boicotada deste grande produtor e diretor português.


Bastidores: Manuel Guimarães - Um gênio contra a ditadura
Em 19 de Agosto de 1915, nascia em Valmaior/Portugal, Manuel Fernandes Pinheiro Guimarães; que mais tarde viria a se tornar simplesmente o produtor e diretorManuel Guimarães, um dos grandes nomes do cinema português.Após concluir o Curso Geral dos Liceus, passou a estudar pintura em1931, na Escola de Belas Artes do Porto. Iniciou, então, a carreira artisitca como ilustrador, caricaturista e decorador teatral, sendo responsável pela criação dos cartazes para os filmes de cinema. Esta aproximação despertou seu interesse pela arte cinematográfica e passou a trabalhar como assistente de produção em 1936. A convivência com nomes expressivos como Manoel de OliveiraAntónio Lopes Ribeiro,entre outros; foi o suporte para que realizasse em 1949 o curta-metragem  O Desterrado; documentário sobre a vida e obra de Soares dos Reis, pelo qual ganhou o Prêmio Paz dos Reis.

Porém, somente dois anos mais tarde, em 1951, realizou seu primeiro longa-metragem,Saltimbancos,um filme que tinha como tema central o dia- à-dia de um pequeno circo ambulante, baseado na obra literária do escritorLeão Penedo. No ano seguinte começou a despontar seu estilo neo-realista com o filmeNazaré, refilmagem do clássico de 1929; no qual abordava a vida dos pescadores da cidade título desta feita. como uma crítica social. No entanto o filme não caiu nas graças da censura do regime Salazar que via nas produções cinematográficas; um perigo maior do que as obras literárias e seus conteúdos "subversivos", e lhe impôs vários cortes antes da exibição nas telas de cinema.

(Foto: Dórdio Guimarães) Indiferente ás pressões, em 1956produziu Vidas Sem Rumo, que trazia argumentos de sua própria autoria, porém a obra foi destroçada pela censura e o filme perdeu quase todo seu significado. Essa opressão levou Manuel Guimarães`a produzir filmes com caráter comercial. Em parceria com o produtor António da Cunha Telles, produziu os filmes O Crime da Aldeia Velha (1964)O trigo e o Joio (1965); o primeiro uma adaptação da peça de Bernardo Santareno e o segundo da obra de Fernando Namora. Porém o publico em geral já estava voltado para outras temáticas de entretenimento,e com a pouca aceitação de seus novos trabalhos, Guimarães retomou a produção de documentários com temas artísticos. À partir dai, sua vida sofreu altos e baixos, chegando a retomar sua carreira de grafismo trabalhando para ilustrações de jornais locais. A Revolução dos Cravos (golpe militar ocorrido no dia 25 de Abril de 1974) trouxe novas perspectivas para Guimarães retomar seu estilo neo-realista sem correr o risco de ser perseguido pela censura, e com isso deu inicio, do mesmo ano, à  produção do filme Cântico Final, adaptação da obra homônima de Vergílio Ferreira. Entretanto, com a saúde debilitada, Guimarães não conseguiu concluir as filmagens, falecendo em 29 de Janeiro de 1975 na cidade de Lisboa, aos 59 anos de idade. Seu filhoDórdio Guimarães assumiu a responsabilidade de concluir as gravações e o filme foi lançado um ano após a morte do pai, em 1976, com os créditos de direção atribuídos a Manuel Guimarães. A critica especializada considera que Manuel Guimarães foi muito injustiçado não somente pela ditadura Salazar, como também pela própria critica e público da época.
Fonte: All Classics

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Tony Tornado



Antônio Viana Gomes, mais conhecido como Tony Tornado ou Toni Tornado nasceu em Mirante do Paranapanema no dia 26 de maio de 1930, é um ator e cantor brasileiro. Em 1970 foi o vencedor da fase brasileira do V Festival Internacional da Canção com a canção soul "BR-3".1
Aos 11 anos de idade Tony fugiu de casa e foi parar no Rio de Janeiro onde se tornou menino de rua e ganhava a vida vendendo amendoim e engraxando sapatos.
Aos 18 anos serviu na Escola de Paraquedismo de Deodoro junto com o empresário Silvio Santos.
Em 1957, lutou no Canal de Suez.
Tony iniciou sua carreira artística nos anos 60 com o nome artístico de Tony Checker, dublando e dançando no programa "Hoje é dia de Rock" de Jair de Taumaturgo, nessa época Tony imitava os cantores Chubby Checker e Little Richard.
Ainda nos anos 60, viajou aos Estados Unidos onde morou por cinco anos em Nova York.
Em Nova York, Tony atuou como traficante de drogas e cafetão , para enganar o departamento de imigração, fingia ser um funcionário de um lava-rápido . Nessa época, Tony conheceu outro brasileiro que também morava em Nova York, o também cantor Tim Maia.
De volta ao Brasil em 1969, trabalhou no conjunto de Ed Lincoln e também cantava na noite com o pseudônimo de Johnny Bradfort , o dono da boate o obrigava a finger ser um estrangeiro .
Em 1970, adotou o nome com o qual passou a ser conhecido "Tony Tornado", influenciado por James Brown, Tony foi um dos artistas que introduziu a Soul Music e o Funk na música brasileira.
Nesse mesmo ano, ao lado do Trio Ternura defendeu a canção BR-3, que conseguiu o primeiro lugar no festival . Estreou na televisão em 1972 com a novela Jerônimo, da TV Tupi.
Participa frequentemente de várias novelas e minisséries, mas quase nunca, infelizmente, em papéis de destaque. O maior papel de sua carreira na TV foi o chefe da segurança pessoal do presidente e estadista Getúlio Vargas, Gregório Fortunato, o "Anjo Negro"11 , na minissérie Agosto, de 1993, baseada na obra de Rubem Fonseca. Outro papel marcante de sua carreira foi Rodésio, que trabalhava para a Viúva Porcina (Regina Duarte), em Roque Santeiro - tão marcante que, em um dos finais gravados, era Rodésio quem terminava com Porcina, que no entanto foi vetado pela emissora Globo por medo da reação do público.
Foi casado com a atriz Arlete Salles na década de 70. É pai do também ator Lincoln Tornado, que recentemente interpretou o personagem Ezequiel, na telenovela global Escrito nas Estrelas.
Atualmente, Tony voltou a se apresentar nos palcos de todo país cantando seus maiores sucessos, acompanhado da banda Funkessência e de seu filho, o cantor e também ator Lincoln Tornado.

Fonte: Wikipedia

domingo, 21 de julho de 2013

Tony Tornado (Filmografia)


Filmografia:
2004 - Redentor
2004 - Um Show de Verão
2003 - Casseta & Planeta: A Taça do Mundo é Nossa
1991 - Vai Trabalhar, Vagabundo II
1991 - A Grande Arte
1990 - O Gato de Botas Extraterrestre
1988 - Natal da Portela
1985 - O Rei do Rio
1984 - Quilombo
1984 - Os Trapalhões e o Mágico de Oróz
1983 - As Taras das Sete Aventureiras
1981 - A Casa de Irene
1980 - Pixote, a Lei do Mais Fraco
1979 - Tráfico de Fêmeas
1979 - Uma Cama para Sete Noivas
1977 - Ouro Sangrento
1977 - A Praia do Pecado
1977 - As Amantes de um Canalha1976 - Chão Bruto
1976 - Pesadelo Sexual de um Virgem
1975 - Os Pilantras da Noite
1975 - Clube das Infiéis
1973 - A Virgem
1971 - Tô na Tua, ô Bicho

sábado, 20 de julho de 2013

Marieta Severo



Marieta da Costa Severo nasceu no Rio de Janeiro no dia 2 de novembro de 1946. Sonhava em ser bailarina e por isso estudou balé clássico durante muitos anos. Mudou de idéia aos 16, quando conheceu o curso de teatro do Tablado e a professora Maria Clara Machado. Então, decidiu investir na carreira de atriz.
Em 1965, foi acompanhar uma amiga em um teste para uma peça e acabou sendo convidada pelo diretor Luiz Carlos Maciel para um papel no filme Society em Baby Doll. Na mesma época, estreou também no teatro com a peça Feitiços de Salém.
Filha de um desembargador, não demorou muito para dar as caras na televisão. Em 1966, aos 19 anos, foi chamada para integrar o elenco da novela O Sheik de Agadir, da recém-inaugurada TV Globo, na pele da princesa árabe Éden. No decorrer da história, misteriosos assassinatos vão acontecendo. A identidade do criminoso, conhecido pelo nome Rato, só foi revelada no final da trama. Para surpresa do público, o Rato era a princesa Éden, sua personagem. No ano seguinte, participou da novela O Homem Proibido e atuou no filme Todas as Mulheres do Mundo. Em 1968, estrelou o musical Roda Viva, que criticava abertamente o regime militar, e entrou na mira dos agentes da segurança nacional. A montagem da peça é de autoria de Chico Buarque, com quem foi casada de 1966 a 1999.
À época dos anos de chumbo, acompanhando o marido no lançamento de um álbum em Roma, e grávida de Sílvia, Marieta recebeu notícias de como andava a situação no Brasil e foi aconselhada a não retornar. Passou alguns anos deste "auto-exílio" em Roma. Uma curiosidade, é que somente Sílvia, sua 1ª filha, tem outra nacionalidade, já que todas as outras filhas são brasileiras e Sílvia é italiana.
No final de 1970, voltou ao Brasil e retomou a carreira de atriz, participando da novela E Nós, Aonde Vamos?, sob a direção de Sérgio Britto, exibida pela extinta Rede Tupi. Depois desse trabalho, afastou-se da televisão para se dedicar às três filhas, Silvia, Helena e Luiza, e também aos projetos de teatro e cinema. Em 1978, atuou no filme Chuvas de Verão e na peça Ópera do Malandro, e em 1979, esteve em cartaz com o longa Bye Bye Brasil.
Em 1983, após 18 anos, voltou à TV Globo e trabalhou em duas produções da emissora: a minissérie Bandidos da Falange e a novela Champagne. Demorou a se firmar como intérprete de televisão. Após a estréia em 1966, só se consagraria no meio, a partir dos anos 1980, vivendo personagens marcantes como a perigosa e ambiciosa Catarina de Vereda Tropical, em 1984.
Em 1985, interpretou Suzana, a ex mulher do costureiro Ariclenes, de Luis Gustavo, com quem vivia uma relação de amor e ódio, rendendo cenas hilárias à novela Ti Ti Ti. Em 1986, foi homenageada no Festival de Gramado, pela sua atuação nos filmes O Homem da Capa Preta, Com licença, eu vou à luta e Sonho sem Fim. Em 1988, integrou o elenco do seriado Tarcísio & Glória, protagonizado por Tarcísio Meira e Glória Menezes. Depois, em 1989, encarnou a nobre Madeleine de Que Rei Sou Eu?.Em 1992, mais uma vez desponta como a antagonista principal de uma novela ao dar vida a perversa Elvira de Deus nos Acuda. Entre 1995 e 1997, participou de alguns episódios da série A Comédida da Vida Privada, exibida dentro do dominical Fantástico. Também em 1995, foi protagonista do filme Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, um marco da retomada do cinema nacional de qualidade. Posteriormente, em 2000, voltou as novelas como a sofisticada Alma, de Laços de Família, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz pela Associação Paulista de Críticos de Arte.
De 2001 até os dias atuais, trabalha no seriado A Grande Família, exibido às quintas-feiras pela Rede Globo, no qual interpreta brilhantemente a dona-de-casa Dona Nenê, ao lado de Marco Nanini.
No filme As Três Marias, de 2002, faz uma mulher forte que tem seu marido e dois filhos brutalmente assassinados. Ela convoca então as três filhas para cada uma delas procurar um matador e vingar o pai. Foi nesse ano, que a atriz recebeu o prêmio Oscarito, pelos 37 anos de carreira dedicados ao cinema brasileiro; são mais de 30 filmes em seu currículo. Em seguida, no ano de 2004, filmou Cazuza - O Tempo Não Pára, onde interpretou Lucinha Araújo, mãe do cantor Cazuza. Também em 2004, protagonizou o longa A Dona da História, baseado na peça de João Falcão, que Marieta já havia encenado no teatro com muito sucesso, dividindo o palco com Andréa Beltrão, tendo viajado por várias cidades brasileiras.
Em 2005, ao lado da amiga Andréa Beltrão, inaugurou o Teatro Poeira, em Botafogo, Rio de Janeiro. O empreendimento era um sonho antigo das atrizes, que ficaram mais de dois anos envolvidas diretamente nas obras do antigo casarão que abriga o teatro. Em 2007, as duas estrearam o espetáculo As Centenárias e, no mesmo ano, estavam na versão cinematográfica de A Grande Família.
No teatro, com mais de 40 anos de palco, foi premiada duas vezes com os prêmios Mambembe e Molière, e uma vez com o Prêmio Shell.
Marieta é reconhecida pela crítica como uma das mais competentes atrizes em todos os segmentos de atuação: o palco, o cinema e a TV.
Marieta Severo irá interpretar Dilma Rousseff no cinema, no filme homônimo baseado na obra A 1ª Presidenta', do escritor e jornalista Helder Caldeira. 

Fonte: Wikipédia

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