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Cinema Latino

domingo, 26 de maio de 2013

Penélope e Links







Sei que é só jogar o nome no Google e ele faz todo o trabalho para você. Hoje indico dois links para quem é fã da Penélope Cruz, entre eles, fã pages com informações, galerias e muito mais sobre essa grande atriz espanhola:

http://penelope-cruz.com/

http://penelope-cruz.net/

http://www.tumblr.com/tagged/penelope%20cruz?language=pt_BR

sábado, 25 de maio de 2013

"Faroeste Caboclo", Brasil, 2013

Ficha Técnica:
Título original: Faroeste Caboclo
País: Brasil
Ano: 2012
Duração: 105 min
Direção: René Sampaio
Produção: Daniel Filho
Coprodução: Copacabana Filmes
Roteiro: Victor Atherino, Marcos Bernstein e Renato Russo (história)
Gênero: drama
Idioma original: Português
Estúdio: Gávea Filmes e Globo Filmes
Distribuição: Europa Filmes
Lançamento: 30 de maio de 2013
Orçamento: R$ 6 milhões


Elenco:
Fabrício Boliveira como João de Santo Cristo
Ísis Valverde como Maria Lúcia
Antônio Calloni como Marco Aurélio
César Troncoso como Pablo
Felipe Abib como Jeremias
Marcos Paulo como Ney
Rômulo Augusto como Saci
Juliana Lohmann como Cris
Max Lima como João de Santo Cristo (jovem)
Marcella Ramalho como Maria Lúcia (jovem)


Sinopse: João do Santo Cristo (Fabrício Boliveira) deixa Salvador em busca de uma vida melhor e parte para Brasília em busca de seu sonho. Lá, ele conhece Maria Lúcia (Isis Valverde), por quem se apaixona e gostaria de viver um futuro melhor, mas o envolvimento dele com o tráfico de drogas pode colocar tudo a perder, também praticado por Jeremias (Felipe Abib) que virá a se tornar seu grande rival.



Curiosidades: Em julho de 2005, o jornal O Globo anunciou que a produção de Faroeste Caboclo estava iniciando, e estaria sendo liderada pelo diretor René Sampaio. Segundo o diretor, ele mesmo tinha o projeto de ver um filme sobre a música, e achou engraçado ele mesmo estar participando do projeto. René descreveu o filme como "tragédia grega". Todo mundo que ouviu a música naquela época ficava imaginando que aquela história daria um filme. Calhou que eu me tornei diretor e pude levar o projeto adiante. A ideia é fazer um filme fiel à letra do Renato.
— diz diretor
Os acordos para iniciar o desenvolvimento do roteiro foram feitos inicialmente com a família de Renato Russo, e foram aprovadas, assim logo depois sendo iniciado o roteiro. Contudo, no início de 2007, a Editora Tapajós entrou na justiça para barrar a produção do filme, com a justificativa de que detém há mais de 20 anos os direitos autorais, e afirmando que a família não poderia ter negociado a adaptação sem sua permissão. A decisão do Superior Tribunal de Justiça veio apenas em 1 de janeiro de 2007, negando o pedido da Tabajós.Desde então, o filme passou muito tempo em fase de captação de recursos financeiros.

Escolha do elenco: O elenco principal do filme veio ser apenas confirmado em 8 de fevereiro de 2011. Fabrício Boliveira foi escolhido para interpretar João de Santo Cristo, Ísis Valverde foi confirmada como Maria Lúcia, enquanto que Felipe Adib será Jeremias.8 9 10 Em 15 de abril de 2011, a atriz Cinara Leal foi confirmada no papel de Teresa, atriz irá substituir Fabiula Nascimento, que deixou o filme em razão de sua agenda lotada.
César Troncoso, marido de da personagem Teresa, veio a ser confirmado em 23 de maio de 2011.Sobre o seu personagem César Troncoso falou:
O Brasil é um país de muitos contrastes, e o filme fala disso. Quem nunca viveu na miséria pode ter dificuldade para entender os caminhos que alguns escolhem. O Pablo quer que a sua vida dê certo do jeito que ele conhece, seja trazendo contrabando da Bolívia, o que for. Porque se ele não fizer isso, ele simplesmente não come.

Filmagens:
As filmagens deram inicio em 12 de abril de 2011, com a cena da chegada do candango João de Santo Cristo a Brasília. Para rodar a cena, a produção mexeu na rodoviária para emular o final dos anos 70 e início dos 80, além de conseguir um ônibus de 1955, que circula pela região desde a época da construção de Brasília.15 16 17 Para a fase das filmagens, foi utilizado uma base na 609 Norte, numa das unidades do Instituto de Educação Superior de Brasília. A equipe ocupou quatro amplas salas do subsolo da faculdade. Cada cômodo foi destinado a uma etapa da produção. Havia espaço para ensaios dos atores, testes de figurinos, pesquisas para cenários, entre outros.18
Em abril de 2011, foram gravadas cenas no Jardim ABC, que no filme será identificada como a Ceilândia do fim dos anos 1970. O diretor relatou que escolheu o lugar pois "era preciso de um local sem prédios e com pouco asfalto". As filmagens na região precisou de 200 figurinistas, que foram escolhidos nos dias 18 e 19 de abril.19 No final de julho de 2011, foi relatado que as filmagens tinha sido concluídas e que o processo de edição já havia sido iniciado, sob comandado de Marcelo Moraes, mesmo montador de Meu Nome Não É Johnny (2008).

Lançamento: A primeira seção de pré-estréia de Faroeste Caboclo, foi em Brasília no dia 14 de maio de 2013 e a segunda seção, foi no Rio de Janeiro, no dia 16 de maio. O longa-metragem vai ser exibido somente para convidados, em salas dos cinemas do Park Shopping, no Guará em Brasília e no Arteplex, em Botafogo, no Rio.21 A estreia nacional no circuito comercial está marcada para 30 de maio.

Marketing: O primeiro cartaz de Faroeste Caboclo foi divulgado via Instagram da atriz Ísis Valverde em 6 de abril de 2013.22 Já o primeiro trailer teaser do filme saiu dois dias depois.

Recepção: Faroeste Caboclo recebeu criticas positivas dos críticos especializados. O crítico Lucas Salgado do website AdoroCinema intitulou sua critica como "bang bang à brasileira", deu 4 de 5 estrelas para o filme e escreveu: "Tido como uma canção "inadaptável", Faroeste Caboclo chega muito bem aos cinemas, oferecendo ação, romance e suspense. Tudo isso sem ser pudico ou esconder a realidade daquela juventude, regada à sexo, drogas e muita violência".


sexta-feira, 24 de maio de 2013

"Somos tão Jovens", Brasil (2013)

Ficha Técnica: 
Título original: Somos tão Jovens
País: Brasil
Ano: 2013
Duração: 104 min
Direção: Antonio Carlos da Fontoura
Produção: Letícia Fontoura
Coprodução: Fox Film e Imagem Filmes
Produção executiva: Marcelo Torres
Roteiro: Marcos Bernstein
Gênero: drama e cinebiografia
Música: Carlos Trilha
Supervisor técnico: Álvaro Almeida e Carlos Almeida
Diretor de arte: Waldy Lopes
Diretor de fotografia: Alexandre Ermel
Figurino:Verônica Julian
Edição: Dirceu Lustosa e Sérgio Azevedo
Estúdio: Canto Claro Produções Artísticas
Distribuição: Fo x Film e Imagem Filmes
Lançamento: 3 de maio de 2013
Orçamento: R$ 6.400.0001

Receita: R$ 17.765.3842


Elenco:
Thiago Mendonça como Renato Russo
Sandra Corveloni como Carminha
Marcos Breda como Dr. Renato
Bianca Comparato como Carmem Teresa
Laila Zaid como Ana Cláudia
Bruno Torres como Fê Lemos
Daniel Passi como Flávio Lemos
Conrado Godoy como Marcelo Bonfá
Nicolau Villa-Lobos como Dado Villa-Lobos
Sérgio Dalcin como André Pretorius
Ibsen Perucci como Dinho Ouro Preto
Olivia Torres como Gabriela
Kotoe Karasawa como Suzy
Nathalia Lima Verde como Helena
Henrique Pires como Carlos Alberto
André de Carvalho como Tony
Victor Carballar como Philippe Seabra
Kael Studart como Andi
Waldomiro Alves como Fejão
Leonardo Villas Braga como Hermano Viana
Edu Moraes como Herbert Viana
Vitor Bonfá como Loro Jones
Natasha Stransky como Teresa
René Machado como Ico Ouro Preto
Daniel Granieri como Zeca


Sinopse: Renato Manfredini Júnior (Thiago Mendonça) de apenas 16 anos, fica preso por uma doença degenerativa numa cama, logo depois que sua família se mudou para Brasilia em 1973. Sem muito a fazer o jovem começa a compor poesias. Em seu quarto, o jovem, encontra forças no sonho de se tornar o líder de uma grande banda de rock. Depois de algum tempo, é curado, e descobre em sua cidade o movimento punk, adota o nome de Renato Russo e forma com amigos da Turma da Colina a banda Aborto Elétrico, época em que compõe as músicas: "Que País é Este?", "Música Urbana" e "Geração Coca-Cola".
Logo após, com a falta de repercussão de seu trabalho e de conflitos com o restante dos integrantes da banda, ele resolve deixar a banda e seguir em carreira solo, agora, como "O Trovador Solitário", época em que cria canções mais narrativas, tais como "Eduardo e Mônica" e "Faroeste Caboclo". Em 1982, apesar da rejeição de suas novas canções, consegue despertar a atenção em outros círculos e retoma seu sonho de criar uma grande banda, convidando Bonfá (Conrado Godoy) e Dado (Nicolau Villa-Lobos) para formar a Legião Urbana. Na primeira apresentação em Minas Gerais a banda consegue o seu público jovem, porém, é detida por sua atitude contestadora. De volta à Brasília a banda conquista mais fãs, até deixar a cidade para se apresentar em 1982 no Rio de Janeiro, iniciando a trajetória que a tornará umas das maiores bandas do rock brasileiro.



Curiosidades: Em 1999, o produtor Luiz Fernando Borges apresentou para a família de Renato Russo o projeto de um documentário sobre a vida do cantor e a possibilidade deles acompanharem as gravações, e todos autorizaram o desenvolvimento do projeto. Logo depois Antonio Carlos da Fontoura é escalado como diretor, Borges relatou que já o conhecia e admirava o trabalho de Antônio, e o convidou para tonar parceiro do projeto, sendo que ambos já eram amigos íntimos de Russo.
Em abril de 2005, foi anunciado que o projeto de um documentário já tinha sido descartado, e que um filme por título Religião Urbana já estava em seus primeiros estágios de desenvolvimento, sob comando de Canto Claro Produções Artísticas. Também sendo anunciado que o roteiro estava sendo escrito por Fontoura e Borges e já estava perto de concluir a primeira versão. Mais tarde Marcos Bernstein entrou no projeto para fazer o tratamento final no roteiro, que por sua vez, conta apenas sobre a juventude de Renato e não inclui a descoberta em 1990 de que era portador do vírus da aids, o que levou sua morte, seis anos depois. Fontoura descreveu o roteiro como sendo "o prefácio de uma grande história desconhecida do público, em que se define uma personalidade e começa a desabrochar o artista, com suas influências e inspirações". Record Entretenimento se interessou em produzir o filme juntamente com Canto Claro Produções, mas não foi além.





Sobre o título Religião Urbana, a família de Renato se manifestou e disse que o cantor odiaria porque não gostava da veneração "meio religiosa" que existia. Segundo ela, ele dizia que "não tinha vocação pra padre, nem pastor". A sugestão de Somos tão Jovens, foi da família. A ideia veio de um trecho da música "Tempo Perdido", do álbum Dois do grupo Legião Urbana, lançado na década de 80, período áureo do grupo.

Mais detalhes completos:


quinta-feira, 23 de maio de 2013

William Levy no cinema... só em 2014!







Já comentei aqui que o galã cubano das telenovelas da Televisa ainda ia dar o que falar ao levar o seu trabalho para o cinema. Lembrem-se que ele tem potencial, mas que tem muito a aprender. Mas aproveitando que ele é o latino mais amado do momento pelas mulheres, ele deve aproveitar bem o seu momento. Recentemente vai rodar um filme com a Jada-Pinket Smith, nada além da esposa de Will Smith, produção que já tem nome, Salsa. Nele, Levy será um professor de dança que mudará a vida de sua aluna. Lembrou algum filme que você já viu em sua vida? A mim lembrou sim. Lembrou a sacanagem hollywoodiana de sempre fazer de um ator latino um lugar comum, uma figura coberta de esteriótipos? Bem enfim, o rapaz está rodando uma novela na Televisa atualmente e terá tempo de sobra para se dedicar a produção, assim que termine lá na Televisa.

Para ler mais notícias:



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lauro Corona




Lauro del Corona nasceu no Rio de Janeiro no dia 6 de julho de 1957. Nascido na classe média carioca, começou a trabalhar aos 16 anos como vendedor na boutique de sua mãe. Um ano depois, partiu para a carreira de modelo e fez os primeiros filmes publicitários: propaganda para a Coca-Cola e o Bob's, e chamou a atenção do diretor Marcos de Sá.
Ao atuar na peça infantil Simbad, o Marujo, no Rio de Janeiro, foi descoberto pelos diretores e atores Ziembinski e Paulo José, que o convidaram para participar do especial de televisão Ciranda, Cirandinha.
A partir daí, participou de diversas telenovelas e filmes, tendo se destacado, inicialmente, em Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga, em que era par da personagem de Glória Pires. Foi também presença de destaque em Marina, Baila Comigo, Elas por Elas, Louco Amor, Corpo a Corpo e Direito de Amar.
Estreou no cinema em O Sonho não Acabou, em 1982, e dois anos depois fez Bete Balanço, como par romântico da personagem de Débora Bloch, filme com música tema da banda Barão Vermelho cantada por Cazuza, que era seu primo e com quem tinha impressionante semelhança física. Ambos morreriam anos depois em decorrência da AIDS.
Também alcançou algum sucesso como cantor e apresentador do programa Globo de Ouro, nos anos 80. Algumas das músicas são: Não vivo sem meu rock, O Céu por um beijo e Tem que provar.
A última telenovela foi Vida Nova, de 1988, no papel de um imigrante português que namorava uma judia brasileira, interpretada por Deborah Evelyn.
Foi uma das primeiras personalidades brasileiras a morrer de complicações decorrentes do vírus da AIDS. O personagem na telenovela Vida Nova teve um final apressado, com uma viagem para Israel, por causa da doença do ator. A última cena mostrava um carro preto partindo numa noite chuvosa, ao som de um poema de Fernando Pessoa, declamado em off pelo próprio ator.
O atestado de óbito do ator apontou como causas da morte complicações como infecção respiratória, septicemia, infecção oportunista, miocardite, insuficiência renal aguda e hemorragia digestiva alta. Em nenhum momento foi citada a palavra AIDS, o que reforçou um comportamento adotado pelo jovem galã de telenovelas da Globo e os familiares nos últimos meses de vida: o de negar veementemente a doença. Lauro Corona não comentava com os amigos que era portador do vírus e nem aceitava a condição - tratava os sintomas das doenças oportunistas com homeopatia.
Os boatos de que estaria com AIDS surgiram em janeiro de 1989, quando o ator pediu afastamento da telenovela Vida Nova, na qual era protagonista, alegando estafa. Voltou dois meses depois, muitos quilos mais magro e com uma visível queda de cabelo. Logo em seguida mudou-se para a casa dos pais, isolando-se até mesmo dos amigos. Quando o estado de saúde piorou, foi internado, mas os pais proibiram a Clínica São Vicente na Gávea de dar qualquer informação à imprensa sobre o estado de saúde do filho.

Lauro Corona morreu depois de nove dias internado na conceituada Clínica São Vicente, e foi enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Filmografia:
Cinema:
1984 - Bete Balanço .... Rodrigo
1982 - O Sonho Não Acabou .... Ricardo

Telenovelas:
1988 - Vida Nova .... Manuel Victor
1987 - Direito de Amar .... Adriano Monserrat
1984 - Corpo a Corpo .... Rafael
1984 - Vereda Tropical .... Victor
1983 - Louco Amor .... Lipe
1982 - Elas por Elas .... Gil
1981 - Baila Comigo .... Caê
1980 - Marina .... Marcelo
1979 - Os Gigantes .... Polaco
1978 - Dancin' Days .... Beto

Minisséries:
1986 - Memórias de um Gigolô .... Mariano

Outros:
Teletema:
1986 - O Sequestro de Lauro Corona .... ele mesmo

Caso especial:
1977 - Ciranda Cirandinha


Entretenimento & musicais:
1986 - Globo de Ouro .... apresentador
1983 - Cometa Loucura .... apresentador

terça-feira, 21 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Série Autógrafos - Lucélia Santos








A atriz e cineasta brasileira, Lucélia Santos é a nossa homenageada do mês. Nascida em Santo André (SP) em 20 de maio de 1957, seus trabalhos memoráveis no teatro, na TV e no cinema fazem parte da memória afetiva de milhões de brasileiros. Nossa musa nacional.

Links sobre Lucélia:

Arquivo Lucelia Santos

Mulheres do Cinema Brasileiro

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