Seguidores

Cinema Latino

domingo, 19 de maio de 2013

Maria Luisa Mendonça








Maria Luísa Mendonça nasceu no Rio de Janeiro em 30 de janeiro de 1970. É filha de uma artista plástica, Ligia Mendonça, e de um advogado, Newton Mendonça. A atriz tinha uma irmã mais velha chamada Maria Fernanda, que morreu em um acidente de carro. Na época, Maria Luísa tinha oito anos. Formou-se pela Casa de Arte das Laranjeiras em 1991.
Tornou-se nacionalmente conhecida pela interpretação da hermafrodita "Buba" na telenovela Renascer, da Rede Globo, em 1993. É conhecida também por suas personagens desequilibradas, desajustadas e sensuais.
Apresenta programa Revista do Cinema Brasileiro, uma produção independente, em co-produção com a TV Brasil.
Começou sua carreira no teatro, tendo participado de peças como Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues; Os Gigantes da Montanha, de Pirandello; e Romeu e Julieta, de Shakespeare.
A atriz é mãe de Julia, fruto do seu casamento com Rogério Gallo, união que terminou em 2000. Atriz intensa e talentosa, a carioca Maria Luísa Mendonça é destaque no cinema – além da TV e do teatro – desde os anos 1990.
Maria Luísa Mendonça começou a carreira artística no teatro – formou-se pela CAL, Casa de Artes de Laranjeiras e fez curso no Tablado – e, desde então, atuou em espetáculos importantes, como Os sete afluentes do rio ota, peça de cinco horas de duração dirigida por Monique Gardenberg. Na TV, estreou em novelas causando sensação como a hermafrodita Buba, em Renascer (1993), de Benedito Ruy Barbosa – outro ótimo momento foi como Letícia na minissérie Engraçadinha... seus amores e seus pecados (1995), adaptação televisiva do texto de Nelson Rodrigues. No cinema, a atriz atua em Quem matou pixote? (1996), de José Joffily, e arrebata em talento como Ana em Coração iluminado, co-produção França/Brasil/Argentina, dirigida por Hector Babenco, em 1996.
Nos anos 2000, Maria Luísa Mendonça intensifica sua presença no cinema. Em 2002 é uma das protagonistas de As três marias, dirigido por Aluísio Abranches. No ano seguinte é Dalva no mega-sucesso Carandiru, em que volta a trabalhar com Hector Babenco. Depois de anos afastado do cinema, o cineasta Roberto Gervitz, de Feliz ano velho (1987), volta à direção com Jogo subterrâneo, e escala a atriz para ser a protagonista feminina. Maria Luísa Mendonça tem ótima atuação em participação pequena, mas intensa, em Querô (2007), estreia em longas do cineasta Carlos Cortez. E mais uma grande atuação em Nossa vida não cabe num opala (2008), de Reinaldo Pinheiro.


sábado, 18 de maio de 2013

Maria Luisa Mendonça (Filmografia)



Filmografia:
Quem matou pixote?, 1996, José Jofilly
Coração iluminado, 1996, Hector Babenco
As três marias, 2002, Aluísio Abranches
Carandiru, 2003, Hector Babenco
Jogo subterrâneo, 2005, Roberto Gervitz
Querô, 2007, Carlos Cortez
Magnata, 2007, Johnny Araújo
Nossa vida não cabe num opala, 2008, Reinaldo Pinheiro
A mulher do meu amigo, 2008, Cláudio Torres
Se eu fosse você 2, 2009, Daniel Filho
A mulher invisível, 2009, Cláudio Torres
Insolação, 2009, Felipe Hirsh e Daniela Thomas
Luz nas trevas - a volta do bandido da luz vermelha, 2010, Helena Ignez e Ícaro Martins
A suprema felicidade, 2010, Arnaldo Jabor
O homem do futuro, 2011, Cláudio Torres

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Angela Leal





Ângela Maria Rodrigues Leal nasceu no Rio de Janeiro em 8 de dezembro de 1947. Vinda de uma família de tradição teatral, Angela Leal deu continuidade ao legado dos pais, o Teatro Rival, espaço de resistência no Rio de Janeiro, além de se revelar uma atriz de sucesso na televisão e com trabalhos também no cinema nacional. Ângela Leal se formou em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e apesar de sempre ter gostado de teatro, não pensava em se profissionalizar. Mais tarde, insatisfeita com a profissão, decidiu fazer um curso de teatro com Sérgio Britto, e ao término do curso foi indicada para participar da novela Irmãos Coragem, da Rede Globo, onde interpretou Iolanda.
Como não poderia deixar de ser, Angela Leal começou sua carreira no teatro – seus pais, empresários teatrais, construíram o Rival. Nos anos 1970 chega a televisão e ao cinema. Na primeira, estreia em novelas no marco de Janete Clair, Irmãos coragem, iniciando uma trajetória de sucesso na telinha, onde atua em mais de 20 produções – alguns de seus sucessos são a Suely de Água viva, de Gilberto Braga, e a Maria Bruaca de Pantanal, de Benedito Ruy Barbosa. Estreia no cinema em 1975, em O casal, filme dirigido por Daniel Filho e protagonizado por José Wilker e Sônia Braga. No ano seguinte, tem papel de destaque em Fogo morto, de Marcos Farias, como a esposa do terrível personagem de Othon Bastos. E encerra a década de 70 atuando em Muito Prazer, de David Neves.
Em 1980, Angela Leal estreia como produtora e também co-assina o argumento junto com Marcos Farias em Bububu no bobobó, dirigido por Marcos Farias, no qual também atua. O filme é sobre uma trupe de teatro de revista chefiada por Rodolfo Arena, o dono do teatro. Três anos depois participa de Perdoa-me por me traíres, adaptação cinematográfica do texto de Nelson Rodrigues, dirigido por Braz Chediak. Mãe da atriz Leandra Leal, atualmente tem se dedicado mais ao Teatro Rival, importante espaço cultural que administra no Rio de Janeiro, e à televisão.

Filmografia:
Televisão:
1970 - Irmãos Coragem.... Iolanda
1971 - O Homem que Deve Morrer.... Ângela
1972 - Selva de Pedra.... Jane
1973 - O Semideus.... Carmem
1975 - Gabriela.... Olga
1976 - Escrava Isaura.... Carmen
1976 - Vejo a Lua no Céu.... Ruth
1977 - O Astro.... Laura
1977 - Dona Xepa.... Regina
1980 - Água Viva.... Suely
1980 - O Bem-Amado.... Bebel Paraguaçu
1982 - Quem Ama Não Mata.... Yara
1982 - Sétimo Sentido
1985 - Roque Santeiro.... Odete
1985 - Tenda dos Milagres.... Cesarina
1986 - Carne de Sol
1986 - Novo Amor.... Isabel
1987 - A Rainha da Vida.... Estefânia
1987 - Mandala.... Mercedes Junqueira
1990 - Pantanal.... Maria Bruaca
1991 - A História de Ana Raio e Zé Trovão.... Biga
1993 - Guerra sem Fim.... Vânia
1993 - O Marajá.... Fofoqueira
1994 - Confissões de Adolescente… Ivone Duprat
1995 - Tocaia Grande.... Zilda
1996 - Xica da Silva.... Marquesa Carlota
1997 - Mandacaru.... Olívia
1999 - Chiquinha Gonzaga.... Celeste
2000 - Vidas Cruzadas.... Beatriz
2006 - Páginas da Vida.... Hilda
2007 - Sete Pecados.... Edith
2007 - Amor e Intrigas.... Dilma Pereira
2009 - Bela, a Feia.... Olga Santos
2012 - Rei Davi.... Edna
2012 - Balacobaco.... Heloísa Amaral
2013 - Dona Xepa.... Carlota Losano (Dona Xepa)

Cinema:
1976 - Fogo morto
1975 - O casal
1979 - Muito prazer
1980 - Bububu no bobobó
1980 - Perdoa-me por me traíres
2006 - Zuzu Angel
2007 - Querô

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Juraci Aymoré

Juraci Aymoré foi educada para ser professora e por isso o cinema aconteceu por acaso em sua vida, segundo a publicação Quase Catálogo 3 – Estrelas do Cinema Mudo Brasil 1908 – 1930, organizado por Heloísa Buarque de Hollanda. Com a fundação da Phenix Filme, em Campinas, ela é convidada para estrear como atriz de cinema em João da Mata, realizado em 1923 e dirigido por Amilar Alves, adaptado de peça teatral de sua autoria. O filme é sobre o embate entre um homem (Ângelo Fortes) que perde seu sítio para um coronel, cuja verdadeira identidade é a de um perigoso bandido. João da Mata é bem recebido pela imprensa, faz sucesso de público não só na cidade, mas também na capital paulista e no Rio de Janeiro, e marca o início do Ciclo Campinas. O filme se perdeu, restando apenas fragmentos.

Juraci Aymoré é convidada pela APA Filmes, outra produtora fundada em Campinas, para protagonizar Sofrer para gozar (1924), dirigido por E. C. Kerrigan. No entanto, ela cede seu lugar para sua irmã, Cacilda de Alencar, que se torna outra musa do Ciclo de Campinas, e atua como a bailarina Esther. De Sofrer para gozar também só restaram fragmentos.


Filmografia:
João da Mata, 1923, Amilar Alves
Sofrer para gozar, 1923, E. C. Kerrigan

quarta-feira, 15 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

"Maria do Mar" (Portugal) 1930

Ficha Técnica: 

Título original: Maria do Mar
País: Portugal
Ano: 1930
Duração: 94 min
Direção: José Leitão de Barros
Produção: Sociedade Universal de Superfilmes
Roteiro: José Leitão de Barros e António Lopes Ribeiro
Gênero: Drama, Romance, Etnográfico, documentário/ficção
Idioma original: português
Música: René Bohet (organização)
Diretor de iluminação: José Correia
Diretor de fotografia: Manuel Luís Vieira e Salazar Diniz
Estúdio: Interiores: Jardim de Inverno do São Luís, Lisboa
Exteriores: Nazaré, Mosteiro da Batalha e castelo de Leiria
Lançamento: Cinema São Luiz, em Lisboa, 20 de Maio de 1930
Filmagens: Outubro de 1928


Elenco:
Rosa Maria – Maria do Mar
Oliveira Martins – Manuel
Adelina Abranches – Tia Aurélia
Alves da Cunha – Falacha
Perpétua dos Santos – mulher do Falacha
Horta e Costa – Peru
Maria Leo – amiga da Maria do Mar
António Duarte – Lacraio
Celestino Pedroso – Coronel
Mário Duarte – médico
Rafael Alves – oficial
Galiana Marraças – nazarena
Bernardina – nazarena


Sinopse: Na praia da Nazaré, o arraias Falacha comete um erro que leva à morte de alguns dos seus conterrâneos. O marido da tia Aurélia é uma das vítimas e ela nunca perdoará o erro à família do arrais. Perseguido pela desgraça, Falacha suicida-se. Certo dia, a filha dele é salva de morrer afogada por Manuel, filho da tia Aurélia.




LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin