Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Elvira Pagã
Elvira Pagã é o pseudônimo de Elvira Olivieri Cozzolino. Nasceu em Itararé no dia 6 de setembro de 1920 Mudou-se ainda pequena, com a família, para o Rio de Janeiro, onde estudou em colégio de freiras - Imaculada Conceição. Ainda estudante organiza, junto com a irmã Rosina, diversas festas onde travam relações com o meio artístico carioca, sobretudo com os integrantes do Bando da Lua.
Ainda na década de 1930 realizam um espetáculo de inauguração do "Cine Ipanema", junto com os Anjos do Inferno, ocasião em que recebem de Heitor Beltrão o apelido de "Irmãs Pagãs" - que então adotam para o resto da vida, tanto para a parceria, que dura até 1940, ano em que Elvira se casa e termina a dupla, como nas respectivas carreiras solo.
As irmãs realizam um total de treze discos, juntas, além de filmes como Alô, Alô, Carnaval, em 1935, e o argentino "Tres anclados en París", de 1938.
Elvira torna-se uma das maiores estrelas do Teatro de Revista, disputando com Luz del Fuego o papel de destaque dentre as mais ousadas mulheres brasileiras de seu tempo: foi a primeira a usar biquini em Copacabana; nos anos 50 posou nua para uma foto, que distribui, como cartão natalino.
A beleza e sensualidade fizeram-lhe a fama, sendo uma das "sexy symbols" mais cobiçadas da época. Foi a primeira Rainha do Carnaval carioca - inovação nos festejos momescos, mantida até o presente.
Foi responsável direta por uma das tentativas de suicídio do compositor Assis Valente, ao lhe cobrar, de forma escandalosa, uma dívida.
A partir da década de 1970 torna-se pintora, adotando um estilo esotérico, sem grande destaque nesta nova iniciativa.
Com a maturidade foi se tornando misantropa e temperamental, evitando qualquer contacto com as pessoas, sobretudo a imprensa e pesquisadores. A morte somente foi divulgada após três meses da ocorrência, pela irmã, que morava nos Estados Unidos.
Música
A carreira musical pode ser dividida em duas partes: a primeira, onde fazia parceria com a irmã, na dupla "Irmãs Pagãs"; a segunda, em carreira solo, onde também aventurou pela composição de marchinhas e sambas.
Fez, com a irmã, turnê pela Argentina, Peru e Chile, durante quatro meses. Apresentavam-se nas Rádios, como a Mayrink Veiga e com a irmã gravou ao todo treze discos.
Seu primeiro disco sozinha data de 1944 e no ano seguinte gravou um novo trabalho que constitui-se numa novidade, para a época, uma vez que possuía apenas quatro músicas. Gravou em diversos estúdios, como o Continental, Todamérica e outros, além de diversas parcerias, como com Herivelto Martins, Orlando Silva e outros.
Composição
A primeira composição é de 1950, o samba "Batuca Daqui, Batuca de Lá", em parceria com Antônio Valentim. Do mesmo ano é o seu baião "Vamos Pescar"; do ano seguinte, com o mesmo parceiro anterior, são o baião "Saudade Que Vive em Mim" e a marcha "A Rainha da Mata", e o samba "Cacetete, Não!". Compôs ainda:
"Reticências" - samba (1953)
"Sou Feliz", com M. Zamorano (1953)
"Vela Acesa", com Antônio Valentim e Orlando Gazzaneo - samba
"Viva los Toros", com Orlando Gazzaneo
"Marreta o Bombo" - marcha
"Condenada" - samba
[editar]Discografia
Desde o início da carreira solo, em 44, com as músicas "Arrastando o Pé" e "Samburá", pela Continental, participou ainda de alguns discos, por este selo. Transfere-se para a "Star" em 1949 e em 1951 no selo "Carnaval". A partir de 53 grava pela "Todamérica", "Marajoara" e "Ritmos" - última a gravar as participações.
Fonte: Wikipédia
sábado, 4 de maio de 2013
Elvira Pagã (Filmografia)
Filmografia:
Alô, Alô Carnaval (1936)
Assim Era a Atlântida (1975)
Aviso aos Navegantes (1950)
O Bobo do Rei (1936)
Carnaval no Fogo (1949)
Cidade-Mulher (1936)
Dominó Negro (1949)
Favela (1939)
Laranja-da-China (1940)
Tres anclados en París (1938)
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Eva Nill
Visitando um blog encontrei esta matéria sobre Eva Nil:
Eva Nil, a musa de Humberto Mauro
Enviado por luisnassif, sab, 14/02/2009 - 17:34
Por Miza Zalak
Vamos abrasileirar nas deusas roliudanas e midiáticas, aqui nós tivemos Eva Nil, mineirinha de Cataguazes que a revista cinearte e Humberto Mauro fizeram musa do primeiro ciclo comercial do cinema brasileiro. Alguém teria alguma foto dela ou do período? Acho que a história do ciclo de Cataguazes é muito legal e vale ser contada sempre.
Eva Nil merece um lugar entre as deusas por tudo que representou para o cinema brasileiro, no mínimo por ter sido estrela de Mauro no ciclo de cataguazes.
Por Antonin
A desgraça principal, no caso de Eva Nil, que era realmente fantástica, nem foi o fato de seu pai e Humberto Mauro terem se desentendido (ela não fez mais filme com Mauro). O pior é que de todos os filmes que fez só restou "Tesouro Perdido". Todos os outros desapareceram.
Por Jailton
Aqui nestes links:
http://cafehistoria.ning.com/photo/1980410:Photo:18291
http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/personalidades/eva-nil/eva-nil.asp
http://www.mulheresdocinemabrasileiro.com/evanil.htm
Do site Adoro Cinema Brasileiro
Eva Nil
* Nome Completo: Eva Comello
* Natural de: Cairo, Egito
* Nascimento: 25 de Junho de 1909
Curiosidades:
- Com seis anos de idade chega a Cataguases, MG, onde se radica.
- Filha de Pedro Comello, diretor, fotógrafo e sócio de Humberto Mauro.
- Começa sua carreira participando dos filmes que o pai fazia, como o curta Valadião, o Cratera (25), ainda com o nome Eva Comello e Senhorita Agora Mesmo (28), ao lado de seu pai e seu irmão Ben Nil.
- Seu primeiro longa é Na Primavera da Vida (26).
- Participa ativamente do Ciclo de Cataguases, com Humberto Mauro.
- Em 1927 vai para o Rio de Janeiro participar de Barro Humano.
- De personalidade forte, resolve abandonar a carreira em 1928, segundo ela, por não se conformar com o amadorismo e a precariedade que retardam o desenvolvimento do cinema no Brasil.
- Faz poucos filmes, mas o suficiente para se tornar musa do cinema mudo brasileiro, nos anos 20 e 30.
- Seu rosto é impresso na revista Cinearte por duas vezes, o que ajuda a consolidar sua fama e criar o mito, sendo chamada por muitos de "A Greta Garbo Brasileira".
- Após a década de 30, dedica-se ao ateliê fotográfico do pai.
- Solteira, morre em 1990, aos 81 anos de idade, em Cataguases.
Fonte de onde foi encontrada a postagem:
Fontes para mais pesquisa:
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Eva Nill
Filmografia:
1929 - Barro Humano
1928 - Senhorita Agora Mesmo
1927 - Mistérios de São Mateus
1927 - Tesouro Perdido
1926 - Dois Irmãos (inacabado)
1926 - Na Primavera da Vida
1925 - Valadião, o Cratera (curtametragem)
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