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Cinema Latino

sexta-feira, 22 de março de 2013

José Ángel Trigo








O ator espanhol José Ángel Trigo Reina nasceu no dia 3 de agosto de 1988. Tem ainda ainda um currículo modesto no cinema: participou de alguns curtas e fez sucesso em uma série de TV chamada "El internado". Fez teatro, atuando em peças importantes como "Macabeth", "El padrino" e "El Inolvidable Will Hounting". Já tem fãs. E ao que indica ainda pode vir a ser uma das promessas do cinema espanhol. Continua  estudando atuação na Escola de Juan Carlos Corazza.
 

quinta-feira, 21 de março de 2013

Jose Angel Trigo (Filmografia)








Filmografia:
2009 - Un golpe de suerte (4 capítulos)
2009 - 2010 - El Internado  (Rubén Bosco/23 capítulos)
2011 - Homicidios (Javier Durán/2 capítulos)
2011 - 2012 - Amar en tiempos revueltos (Alejandro Santamaría - Sétima temporada)
2011 - RocióúDurcal: Volverte a ver. (1 capítulo)
2012 - Carmina (Cayetano/1 capítulo)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Darlene Gloria


"É muito difícil suportar a glória humana, porque você pode estar num pedestal, (mas) você sabe, você conhece a sua humanidade. Você sabe quem você é. Você não é aquela figura que o público criou. Você não é aquela fantasia, você é um ser humano, com necessidades e com sonhos, com frustrações… você é um ser humano. E aí, você não é o mito que fizeram de você. E aí é que existem os contrastes, as loucuras e… piração! — Darlene Glória" 



Helena Maria Glória Vianna, ou melhor, Darlene Glória, nasceu em São José do Calçado no dia 20 de março de 1943. Começou sua carreira como cantora em uma rádio de Cachoeiro do Itapemirim no final da década de 1950. Em 1958 foi Miss Cachoeiro do Itapemirim e tempos depois veio para o Rio de Janeiro tentar a carreira artística.
Começou a se apresentar em programas de calouros, se tornou rádio-atriz e foi vedete do teatro de revista até estrear no cinema em 1964 em Um Ramo Para Luíza. A consagração, contudo, veio em 1973, no filme Toda Nudez Será Castigada, em que viveu a prostituta Geni, ao lado de Paulo Porto. O filme ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado, inclusive o de melhor atriz. Ela também conquistou o Coruja de Ouro por esse mesmo papel.
Na televisão ela estreou em 1969 em Véu de Noiva, novela de Janete Clair para a TV Globo. Fez depois também O Bofe na mesma emissora.
No final dos anos 70 a atriz passou por um período de depressão e tentou o suicídio. Abandonou a carreira artística, tornou-se evangélica e assumiu o nome de pastora Helena Brandão. Voltou à carreira em 1987 na novela Carmem, da TV Manchete, e depois se mudou para Nova York, onde passou a produzir filmes e vídeos evangélicos. De volta ao Brasil, fez pequenas aparições na TV em programas como Você Decide e A Diarista.
Em 2006 retornou ao cinema com a personagem Vera do filme Anjos do Sol, de Rudi Lagemann. E em 2008 esteve no filme de estreia de Selton Mello como diretor, Feliz Natal.

terça-feira, 19 de março de 2013

Darlene Gloria (Filmografia)


Filmografia:

1965 - Um Ramo para Luíza
1965 - São Paulo, Sociedade Anônima (Ana)
1965 - Choque de Sentimentos
1966 - Paraíba, Vida e Morte de um Bandido
1966 - Nudista à Força
1967 - Terra em Transe
1968 - Os Viciados
1969 - Papai Trapalhão
1969 - Os Raptores
1969 - Os Paqueras (Suzy)
1969 - O Matador Profissional
1969 - Golias contra o Homem das Bolinhas
1971 - Os Devassos
1971 - Lua de Mel e Amendoim (amiga da mãe de Serginho)
1972 - Eu Transo, Ela Transa (Gilda)
1973 - Toda Nudez Será Castigada (Geni)
1973 - Os Homens Que Eu Tive (Pity)
1974 - Um Homem Célebre
1974 - O Marginal (Leina)
1974 - A Viúva Virgem (Tamara)
1999 - Até que a Vida nos Separe (mãe de João)
2004 - Ninguém Suporta a Glória (Ela Própria)
2006 - Anjos do Sol (Vera)
2008 - Feliz Natal

segunda-feira, 18 de março de 2013

Como foram feitas as fotos de Raoul Bova



Ator italiano causou frisson em ensaio fotográfico há algum tempo atrás. As fotos fizeram sucesso entre o público feminino que vibrou com a bela forma física do ragazzo em questão. A parte mais interessante do vídeo é sem dúvida, as fotos feitas na água, onde o rapaz passa pelo maior frio. Enfim trabalho é trabalho! Raoul Bova para vosso deleite!

domingo, 17 de março de 2013

Michelangelo Antonioni








Michelangelo Antonioni nasceu em Ferrara, em 29 de setembro de 1912. Graduou-se em economia na Universidade de Bolonha. Chegando a Roma em 1940 estudou no Centro Sperimentale di Cinematografia na Cinecittà, onde conheceu alguns dos artistas com quem acabou cooperando nos anos futuros; entre eles Roberto Rossellini.
O primeiro grande sucesso de Antonioni foi L'avventura (1960). que foi seguido por La notte (1961) e L'eclisse (1962), que compreendem uma trilogia sobre o tema da alienação. Seu primeiro filme colorido Il deserto rosso (1964), também explora temas modernistas da alienação, e junto com os três filmes anteriores, forma uma tetralogia. A atriz Monica Vitti apareceu nos quatro filmes da tetralogia, atuando em papéis de mulheres desconexas que lutam para se ajustar ao isolamento da modernidade. O seu primeiro filme em inglês, Blowup (1966), foi também um grande sucesso. Embora ele tenha enfrentado o difícil tema da impossibilidade da percepção objetiva das coisas, o filme teve boa recepção popular, parcialmente devido a sua sexualidade explícita pelos padrões da época, e também por causa da atriz Vanessa Redgrave. Zabriskie Point (1970), seu primeiro filme rodado nos Estados Unidos, teve menos sucesso, mesmo com a inclusão de uma trilha sonora composta de artistas populares como a banda Pink Floyd (que compôs músicas especialmente para o filme), Grateful Dead, e os Rolling Stones. The Passenger (1975), estrelado por Jack Nicholson, também não obteve sucesso.
Em 1985, um acidente vascular-cerebral deixou-o parcialmente paralítico e quase impossibilitado de falar. No entanto, ele não encerrou suas atividades e, ajudado por seu amigo Wim Wenders, realizou Além das Nuvens em 1995. Nesse mesmo ano, é premiado com um Oscar pelo conjunto da sua obra. Seu último filme Eros, de 2004, foi realizado juntamente com Wong Kar-Wai e Steven Soderbergh, quando Antonioni tinha 92 anos.
Antonioni vem a falecer em 30 de julho de 2007, aos 94 anos, no mesmo dia em que falece Ingmar Bergman.[1] Encontra-se sepultado no Cimitero della Certosa, Ferrara, Emília-Romanha na Itália.
[Ele se descrevia como um intelectual marxista, mas alguns autores colocam algumas dúvidas em relação a sua real adesão às ideias do Marxismo. Em contraste com os seus contemporâneos, incluindo os neo-realistas e também Federico Fellini, Ermanno Olmi e Pier Paolo Pasolini, cujas histórias geralmente tratavam da vida da classe trabalhadora e a rejeição e incompreensão da sociedade, os filmes mais notáveis de Antonioni mostravam a elite e a burguesia urbana. Porém, ao contrário do que alguns críticos dizem, os seus filmes descrevem os personagens ricos como pessoas vazias e sem alma, ao invés de romantizar esses personagens. La notte descreve a desintegração de um casal rico que não consegue conviver em harmonia; L'avventura descreve a história de uma mulher que se perde durante uma luxuosa viagem de iate, e do seu noivo e sua melhor amiga que mantêm uma relação sexual enquanto procuram por ela, mas são incapazes de se amar mutuamente; Blowup descreve o mundo superficial de um fotógrafo de moda dos anos 60, que no final do filme se mostra indiferente quando chamado a denunciar um possível crime. De um modo similar, Zabriskie Point é interpretado como a uma crítica do capitalismo americano, e, por outro lado condescendente com os hippies, descrevendo de forma simpática o seu desejo de fuga. Os filmes de Antonioni também mostram a beleza das paisagens, como no deserto da Califórnia em Zabriskie Point, ou as ilhas rochosas em L'avventura, mas o objetivo não é apenas nos impressionar com a qualidade visual do seu trabalho, mas também descrever a arrogância das "almas perdidas" que em vão tentam impor a sua finitude sobre uma natureza inflexível e sublime. Novamente, apesar dos críticos, os filmes de Antonioni dissecam os ricos de forma cruel com uma reprovação de fundo marxista, mesmo enquanto a sua câmera mostra uma certa fascinação pelas belas coisas da classe rica.
O diretor Ingmar Bergman uma vez disse que admirava alguns dos filmes do Antonioni por serem desinteressados e algumas vezes visionários. Os seus filmes tendem a ter muito poucos planos e diálogos, e muito do tempo é gasto em longas e lentas sequências, como uma sequência contínua de dez minutos em The Passenger, ou muitas cenas em La notte que mostram uma mulher simplesmente vagando silenciosamente pela cidade a observar outras pessoas. Apesar dos seus filmes serem repletos de beleza visual, e de terem uma captação perfeita da alienação dos personagens, o estilo com pouco movimento, e de ritmo lento, pode se tornar cansativo a algumas pessoas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Michelangelo_Antonioni

sábado, 16 de março de 2013

Michelangelo Antonioni (Filmografia)




Filmografia:
1943 Gente del Po A Gente do Pó
1948 Nettezza urbana Limpeza Urbana
1948 Oltre L'oblio
1948 Roma-Montevideo
1949 L'Amorosa menzogna
1949 Sette cani e un vestito
1949 Bomarzo
1949 Ragazze in bianco
1949 Superstizione
1950 La villa dei mostri
1950 Cronaca di un amore Crimes da Alma Escândalo de Amor
1950 La Funivia del Faloria
1952 I vinti Os Vencidos
1953 La signora senza camelie A Dama Sem Camélias
1953 Tentato Suicido - (episódio de Amore in Citta) Tentativa de Suícidio
1955 Le amiche As Amigas As Amigas
1957 Il grido O Grito O Grito
1960 L'avventura A Aventura A Aventura
1961 La notte A Noite A Noite
1962 L'eclisse O Eclipse O Eclipse
1964 Il deserto rosso Deserto Vermelho
1965 Prefazione - episode in I tre volti As três faces de uma mulher
1966 Blowup Blowup - Depois Daquele Beijo História de um Fotógrafo
1970 Zabriskie Point Zabriskie Point Zabriskie Point
1972 Chung Kuo
1975 Professione: Reporter Profissão: Repórter Profissão: Repórter
1980 Il Mistero di Oberwald O Mistério de Oberwald
1982 Identificazione di una donna Identificação de uma Mulher
1992 Volcanoes and Carnival
1995 Al di là delle nuvole (co-dirigido por Wim Wenders) Além das Nuvens
2004 Eros (episódio de Il filo pericoloso delle cose) Eros
2004 Lo sguardo di Michelangelo O Olhar de Michelangelo

Prêmios e indicações:
Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Realizador, por "Blowup" (1966).
Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Argumento Original, por "Blowup" (1966).
Ganhou um Oscar Honorário em 1995, em reconhecimento à sua carreira no cinema.
Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Filme, por "L'avventura" (1960).
Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Filme Britânico, por "Blowup" (1966).
Ganhou um Prémio especial em 1993 no European Film Awards, em reconhecimento à sua carreira no cinema.
Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Europeu, por "Passageiro - Profissão: Repórter" (1975).
Ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, por "Blowup" (1966).
Ganhou duas vezes o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, por "L'avventura" (1960) e "L'eclisse" (1962).
Ganhou o Prêmio do 35º Aniversário no Festival de Cannes, por "Identificazione di una donna" (1982).
Ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, por "La notte" (1961).
Ganhou o Prêmio FIPRESCI em 1961, no Festival de Berlim, em reconhecimento à sua carreira no cinema.
Ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, por "Deserto Vermelho" (1964).
Ganhou o Leão de Prata no Festival de Veneza, por "As Amigas" (1955).
Ganhou duas vezes o Prêmio FIPRESCI no Festival de Veneza, por "Il deserto rosso" (1964) e "Par Dela Les Nuages" (1995).
Ganhou um Leão de Ouro honorário no Festival de Veneza, em 1983.
Ganhou o Grand Prix Especial das Américas, no Festival de Montreal, em 1995.
Ganhou o Prêmio FIPRESCI de Curta-Metragem no Festival de Valladolid, por "Lo Sguardo di Michelangelo" (2004).

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