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Cinema Latino

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Daniel Burman (Filmografia)



Filmografia:

1995 - Niños envueltos (curta) 
1998 - Un crisantemo estalla en Cincoesquinas 
2000 - Esperando al Mesías 
2002 - Todas las azafatas van al cielo 
2004 - El abrazo partido 
2006 - Derecho de familia 
2008 - El nido vacío 
2010 - Dos hermanos 
2012 - La suerte en tus manos

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Sebastián Rulli



Sebastián Oscar Rulli nasceu em 6 de julho de 1975 em Buenos Aires (Argentina). Antes de se tornar o ator famoso que é hoje, Sebastián Rulli iniciou como modelo em muitos países diferentes da Europa, principalmente Espanha, Itália e França, assim como também no México e Estados Unidos.
No México, posteriormente participou do Centro de Educação Artística da Televisa - (CEA) -, onde estudou em prática. Rulli fez sua primeira aparição na televisão mexicana com a novela Primero amor... a mil por hora, em 2000.
Ele só fez aumentar sua popularidade desde então. Sebastian Rulli marcou presença em várias outras telenovelas, inclusive Clase 406 (2002) e Rubí (2004), a qual interpretou Heitor Herreira.
Seu mais recente papel foi na série Teresa como "Arturo de la Barrera Azuela", o personagem principal, juntamente com Angelique Boyer e Aarón Díaz.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sebastián Rulli (Filmografia)



Filmografia:
Teresa (2010) - Arturo de la Barrera Azuela
Cuando me enamoro (2010) - Roberto Gamba participação especial
Un Gancho al corazón (2008) - Mauricio Sermeño
Pasión (2007) - Santiago Márquez
Ugly Betty (2006) - Padre
Mundo de fieras (2006) - Juan Cristóbal
Contra viento y marea (2005) - Sebastián Cárdenas Contreras
Tres (2005) - Virgilio
Rubí (2004) - Héctor Ferrer Garza
Alegrijes y rebujos (2003) - Rogelio Díaz Mercado
Classe 406 (2002) - Juan Esteban San Pedro
Primero amor... a mil por hora (2000) - Mauricio
Verano del '98 (1998) - Willy
Naranja y media (1997) - Sebastián
Locas por ellos (1997) - Johnny
Montaña rusa, otra vuelta (1995) - Ignacio  
Sin pecado concebido (2001) - Marco Vinicio Martorel Hernández

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Bárbara Mori



Barbara Mori Ochoa nasceu em Montevidéu (Uruguai) em 2 de fevereiro de 1978. Em 2002, adquiriu nacionalidade mexicana.Mori atingiu sucesso mundial na telenovela mexicana Rubi, que foi ao ar em 2004, em que foi a protagonista, que se chamava Rubi.
Barbara tem origens uruguaia, basca, libanesa e japonesa (por parte de seu avô paterno). Seus pais são Yuyi Mori e Rosario Ochoa, que se divorciaram quando Barbara tinha três anos. Ela, com seus dois irmãos, ficaram sob tutela do pai. Quando completou 12 anos, em 1990, mudou-se para a Cidade do México, com o seu pai e seus irmãos.
Com 14 anos trabalhou como garçonete na pizzaria "La Nona", na Colônia do Vale, no México. Foi aí que ela conheceu o designer Marcos Toledo, com quem trabalhou como modelo durante alguns anos. Aos 17 anos saiu de casa e, durante esse tempo, estudou cinco meses com Sergio Jiménez, na Televisa.
Em 1997, iniciou seus estudos de atuação, no Centro de Estudos de Formação de Atuação (CEFAC), da TV Azteca, ano em que conheceu o ator Sergio Mayer, com o qual manteve uma relação de três anos e, desta relação, nasceu o pequeno Sérgio.
Neste mesmo ano, conseguiu um papel secundário na telenovela Al norte del corazón. Em 1998, participou em Mirada de mujer, interpretando Mônica. Neste mesmo ano obteve seu primeiro papel como protagonista, na telenovela Azul Tequila, ao lado de Mauricio Ochman.
Em 1999, decidiu provar sua sorte em Miami, protagonizando a telenovela Me muero por ti, ao lado de Christian Meier. No ano 2000 voltou ao México, estrelando o filme Inspiración, compartindo os créditos com Arath de la Torre. Decidiu se separar de Sergio Mayer, com o qual ainda mantém boa relação.
Em 2001, protagonizou pela segunda vez em Amor querer con alevosia. No teatro, interpretou o musical Vaselina, interpretando Sandy Tontales, uma produção de Julissa.
Em 2002, participou da peça teatral Celos dije, estrelando como vilã em Subete en mi moto, fazendo Nelly. No mesmo ano tornou-se cidadã mexicana.
Em junho de 2003 voltou a Mirada de mujer mas, devido a compromissos, só participou dos primeiros capítulos e, depois de poucos dias, viajou para Miami para protagonizar Amor descarado, ao lado de José Ángel Llamas.
Em abril de 2004 vai para a Televisa, aonde grava a telenovela Rubi, juntamente com Eduardo Santamarina e Sebastián Rulli, que é um êxito a nível mundial.
Seus primeiros projetos são cinematográficos: Pretendiendo, que se filmará no Chile, e La mujer de mi hermano, com Christian Meier e Manolo Cardona. Atualmente Barby se encontra totalmente focada no cinema e brevemente também será produtora. Também fez a voz em espanhol da Cappy no filme animado Robots.
Em 2010 foi chamada para interpretar a namorada do protagonista de Transformers, Sam, substituindo Megan Fox, mas Barbara não aceitou o papel porque haveria cenas sensuais.
Ainda no ano de 2010, Barbara foi chamada para fazer o grande sucesso indiano Kites, filme com produção bollywoodiana. Ela aceitou o papel, e recebeu um cachê de cerca de um milhão de dólares.
Atualmente Barbara está engajada na peça de teatro El coleccionista. A história é baseada no romance de John Fowles, que foi levado aos cinemas em 1965, e aborda a exploração da mente de um psicopata. Bruno Bichir interpreta Freddie, um jovem tímido e reprimido, incapaz de lidar com as mulheres, de modo que sequestra Miranda e a tranca em seu porão. Mori interpreta Miranda. Em agosto de 2010, se confirmam os boatos de que Bárbara Mori e o cantor chileno Beto Cuevas estariam namorando. Ambos tiveram a oportunidade de se conhecer em 2005, durante a gravação de A mulher do meu irmão, quando Bárbara era namorada de Manolo Cardona e Beto ainda estava casado com a modelo argentina Estela Mora. A revelação é trazida à luz pela revista mexicana Quién, revelando fotos do casal passeando abraçados pelas ruas de Nápoles, Itália.
Em 2011, a também produtora Bárbara, estreou Viento en contra, em produção há três anos, em colaboração com a companhia transnacional Warner, que narra o pesadelo de Luisa, uma executiva financeira que descobre que alguém a tem envolvido em uma fraude, mas escapa para demonstrar sua inocência antes que a polícia a prenda. Sob a direção de Walter Doehner, o filme conta em seu elenco com Fernando Luján, Isaura Espinosa, Roberto Sosa e Mauricio Islas.


Fonte: Wikipédia


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Bárbara Mori (Filmografia)



Filmografia:
Amor, dolor y viceversa (2009)
Kites (2009) (Natasha)
Cosas insignificantes (2008) (Paola)
Violanchelo (2008)
Por siempre (2007)
Pretendiendo (2006-2007) (Amanda / Helena)
La mujer de mi hermano (2005) (Zoe)
Inspiración (2001) (Alejandra)
Viento en contra (2011)


domingo, 2 de setembro de 2012

Leitura da semana que passou

Hoje pretendia escrever alguma coisa sobre a atriz espanhola Chus Lampreave, mas não deu exatamente para escrever algo que me vinha à mente e/ou baseado em leituras, porque perdi um livro fundamental à minha informação: "Conversas com Almodóvar". E só me dei conta que o havia perdido no fim da tarde, saí com ele para ficar na sala de espera da clínica enquanto não era atendida, dali fui para outro lugar, devo ter esquecido num canto. Quase choro, pois estava na metade. Droga! Mas enfim, fiquei fascinada com o carinho de Pedro Almodóvar com essa atriz, lembro que na página 60 ele expressa sobre o que é trabalhar com ela. Na verdade, indico este livro a todos os interessados e fãs da obra do cineasta espanhol, Pedro Almodóvar. Achei aqui a página da Revista Isto é, muito interessante:

Rerato de Almodóvar

Manias, brigas e caprichos - nada fica de fora do livro de entrevistas com o cineasta espanhol

IVAN CLAUDIO
i53400.jpgO cineasta espanhol Pedro Almodóvar é um homem, no mínimo, excêntrico, angustiado e dono de diversas manias. Arrisca- se esse palpite ao se ler Conversas com Almodóvar (Jorge Zahar Editor, 312 páginas, R$ 44,90), famoso livro do crítico de cinema francês Frédéric Strauss que reúne entrevistas feitas ao longo de 13 anos com o diretor de Tudo sobre a minha mãe e Carne trêmula. Ao comentar o uso freqüente de quadros e quadrados no filme Kika, por exemplo, Almodóvar diz que tal escolha se deve à sua mania por simetria: "As coisas assimétricas me irritam. É por isso que, quando compro qualquer coisa, é sempre aos pares." A afirmação surpreende partindo de um cineasta que fez fama justamente pelos enredos mais caóticos e descabelados. E, como Almodóvar consegue surpreender a cada resposta, esse é um daqueles livros que não se largam com facilidade. É um retrato do entrevistado.
Ao explicar o colorido extravagante de seus cenários, ele desmonta a teoria fácil de que essa seria uma característica da cultura espanhola, barroca em sua essência: "A vitalidade das minhas cores é uma forma de lutar contra a austeridade das minhas origens. Minha mãe se vestiu de negro durante quase toda a sua vida." Nascido na região de La Mancha, Almodóvar decidiu fazer filmes quando foi morar em Madri, na década de 70, época em que trabalhava na área administrativa da companhia telefônica. O ditador Francisco Franco havia morrido. Eram anos de liberação e ele tornou-se um dos protagonistas da chamada Movida Madrilenha, movimento de renovação das artes que revelou uma geração anárquica de artistas. Almodóvar rodava filmes no formato amador super 8 e, como não gravava o som, dublava ao vivo todos os personagens. Um verdadeiro happening. Ao passar para as produções mais profissionais, descobriu o ator Antonio Banderas, que alçou ao estrelato em filmes como Matador, A lei do desejo e Áta-me: "Antonio acabara de chegar de Málaga e fazia figuração numa peça de teatro. Vi-o, fiz um teste com ele e compreendi imediatamente que iria se tornar um astro de cinema."
Diretor diz que se sente possuído pelos papéis e gostaria de interpretar todos eles
Nesse período, Almodóvar teve sucessivos encontros com o artista plástico americano Andy Warhol em festas da efervescente noite madrilenha. "Eu sempre era anunciado como o Warhol espanhol. Depois da quinta ou sexta vez, ele acabou por me perguntar por quê. Eu lhe disse que era, sem dúvida, por haver muitos travestis em meus filmes", conta, bem-humorado. Além das "chicas de Almodóvar", como eram chamadas as engraçadas atrizes Carmen Maura e Rossy de Palma, alguns transexuais ficaram famosos nos primeiros trabalhos do espanhol. Mais recentemente, ao retomar esses personagens, ele teve uma grande dor de cabeça, como revela a Frédéric Strauss no capítulo sobre o filme Má educação. É que o ator mexicano Gael García Bernal, o protagonista da história, não conseguia vestir-se de mulher para encarnar o personagem Sahara. "Bastava ele ver um sapato de salto para entrar num estado de bloqueio total", diz Almodóvar. As filmagens foram paralisadas e só continuaram depois de o ator passar por sessões de psicanálise.
Além de detalhar o processo de criação de todos os seus longa-metragens, em suas entrevistas Almodóvar avança no terreno pessoal e, às vezes, comporta- se como se estivesse também em um divã. Sempre visto como um grande diretor de mulheres, ele atribui a sua intimidade com as personagens femininas ao fato de ter passado a infância escutando histórias contadas por sua mãe e pelas vizinhas interioranas. "Foi nessa época que ouvi casos de fantasmas, de mortos que assombram os vivos. Isso foi para mim a própria origem da ficção." No seu caso, a ficção mostra- se tão imaginativa que conquistou até o mestre americano Billy Wilder, de O crepúsculo dos deuses, uma de suas grandes influências. Depois de assistir à comédia Mulheres à beira de um ataque de nervos, Wilder fez propaganda na Academia de Hollywood para que os votantes escolhessem o longa para o Oscar de melhor filme em língua estrangeira, o que não aconteceu. E o aconselhou: "Jamais caia na tentação de fazer um filme em Hollywood." Almodóvar seguiu o conselho e vai muito bem, obrigado. Em relação ao Oscar, ele só o ganharia em 2003, com o filme Fale com ela. Mas como melhor diretor.
i53403.jpg

sábado, 1 de setembro de 2012

Notícias de Gael


A notícia está atrasada, mas mesmo assim, acho que dá para atualizar. Ou alguém não leu ainda, encontrei-a no Yahoo Notícias:

Gael García Bernal recebe prêmio de honra no Festival de Locarno
Por Com agências internacionais | Agência O Globo – qui, 9 de ago de 2012

RIO - O ator mexicano Gael García Bernal recebeu o Prêmio de Excelência do Festival Internacional de Cinema de Locarno, na Suiça, nessa quarta-feira. Bernal, que está com 33 anos, é um dos mais jovens homenageados da categoria em toda a história do evento.
O diretor artístico do festival, Olivier Pere, chamou o ator de "divo latino" ao entregar o prêmio. Gael García Bernal, então, sacudiu o troféu e fingiu tocar guitarra com a estatueta, que tem forma de leopardo.
Bernal ficou famoso internacionalmente a partir de sua atuação como Ernesto Guevara, no filme de Walter Salles, "Diários de motocicleta" (2004), longa que ganhou o Oscar de melhor canção original e foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado. Em um dos seus recentes trabalhos, destaca-se a interpretação de René Saavedra, no filme "No" (2012), de Pablo Larraín. Saavedra é um publicitário de sucesso que promoveu a campanha contra a ditadura de Augusto Pinochet, no Chile.

Fonte: Yahoo Notícias

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