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Cinema Latino

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A aniversariante da semana, Tônia Carrero.






Confira aqui matéria no ESTADÃO

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Festival de Gramado 2012

"Colegas" vence 40º Festival de Gramado

Filme estrelado por atores com Síndrome de Down ganhou três Kikitos; "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, venceu em quatro categorias

 A premiação da 40ª edição do Festival de Gramado foi dos protagonistas de "Colegas" , dirigido por Marcelo Galvão. O filme ganhou os Kikitos de melhor longa-metragem e melhor direção de arte, mas o momento mais emocionante da noite de sábado (18) foi quando Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg, atores e portadores da Síndrome de Down, subiram ao palco para pegar um prêmio especial do júri, chorando muito.

Foi "O Som ao Redor" , de Kleber Mendonça Filho, que levou mais prêmios, quatro no total, inclusive melhor direção e melhor filme da crítica e pelo júri popular (ao invés dos espectadores de Gramado, quem escolhe os vencedores é uma comissão composta por leitores de jornais de todo o país). Pedro Bial, que não estava em Gramado, foi escolhido melhor roteirista pelo documentário "Jorge Mautner – O Filho do Holocausto" , enquanto os prêmios de interpretação acabaram na mãos de Marat Descartes ("Super Nada") e Fernanda Vianna ( "O Que Se Move" ).
Em longa-metragem latino, não deu para ninguém: das sete estatuetas, cinco foram para "Artigas, La Redota" , de César Charlone, entre elas melhor filme do júri oficial, popular e da crítica.

Entre os curta-metragens brasileiros, não foi muito diferente. O baiano "Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira, ganhou seis Kikitos. Unânime, foi laureado pelo júri oficial, popular, da crítica e ganhou o prêmio de aquisição do Canal Brasil. O gaúcho "Casa Afogada", de Gilson Vargas, venceu em quatro categorias, as mesmas que já havia conquistado na Mostra Gaúcha (direção de arte, fotografia e desenho de som) mais melhor direção.



Veja abaixo a lista completa de vencedores do Festival de Gramado 2012.

Longa-metragem brasileiro
Melhor filme: "Colegas", de Marcelo Galvão
Melhor diretor: Kleber Mendonça Filho, "O Som ao Redor"
Melhor filme pelo júri popular: "O Som ao Redor"
Prêmio Especial do Júri: os atores Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg, por "Colegas"
Melhor ator: Marat Descartes, "Super Nada"
Melhor atriz: Fernanda Vianna, "O Que Se Move"
Melhor roteiro: Pedro Bial, "Jorge Mautner – O Filho do Holocausto"
Melhor fotografia: Gustavo Hadba, "Jorge Mautner – O Filho do Holocausto"
Melhor montagem: Leyda Napoles, "Jorge Mautner – O Filho do Holocausto"
Melhor direção de arte: Zenor Ribas, "Colegas"
Melhor trilha musical: André Abujamra, "Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!"
Melhor desenho de som: Kleber Mendonça Filho e Pablo Lamar, "O Som ao Redor"

Júri da crítica
Melhor curta-metragem: "Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
Melhor longa estrangeiro: "Artigas, La Redota", de César Charlone
Melhor longa brasileiro: "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho

Longa-metragem estrangeiro
Melhor filme: "Artigas, La Redota"
Melhor direção: César Charlone, "Artigas, La Redota"
Melhor filme pelo júri popular: "Artigas, La Redota"
Menção especial: direção de arte de "Artigas, La Redota" e trilha sonora de "Vinci"
Melhor ator: Jorge Esmoris, "Artigas, la Redota"
Melhor roteiro: Eduardo del Llano Rodríguez, "Vinci"
Melhor fotografia: Boris Peters e Larry Peters, "Leontina"

Curta-metragem brasileiro
Melhor filme: "Menino do Cinco"
Melhor direção: Gilson Vargas, "Casa Afogada"
Melhor filme pelo júri popular: "Menino do Cinco"
Prêmio Aquisição Canal Brasil: "Menino do Cinco"
Prêmio Especial do Júri: "A Mão que Afaga", de Gabriela Amaral Almeida
Melhor ator: Thomas Vinícius de Oliveira, "Menino do Cinco"
Melhor atriz: Sabrina Greve, "O Duplo"
Melhor roteiro: Marcelo Matos de Oliveira, "Menino do Cinco"
Melhor fotografia: Bruno Polidoro, "Casa Afogada"
Melhor montagem: Gustavo Forte Leitão, "Di Melo – O Imorrível"
Melhor direção de arte: Iara Noemi e Gilka Vargas, "Casa Afogada"
Melhor trilha musical: Marcos Azambuja, "Funeral à Cigana"
Melhor desenho de som: Gabriela Bervian, "Casa Afogada"

Fonte: Último Segundo IG

domingo, 19 de agosto de 2012

"No desearás el vecino del quinto", Espanha, 1970

Ficha Técnica:
Título original: No desearás al vecino del quinto
País(es): Espanha/ Italia
Ano: 1970
Gênero: Comédia
Direção: Ramón "Tito" Fernández
Produção: José Frade
Roteiro: Juan José Alonso Millán e Sandro Continenza
Música: Piero Umiliani
Fotografia: Hans Burnman
Montagem: Pedro del Rey
Duração: 85 minutos
Produtora: Atlântida Films, SA e FIDA Cinematografica (Italia)
Distribuição: Jose Frade Produções Cinematográficas
Arrecadação: 1.067.037,02 euros2 (entre180 milhones de pesetas).

Elenco:
Alfredo Landa  (Antón Gutiérrez)
Jean Sorel  (Pedro Andreu)
Ira von Fürstenberg (Jacinta)
Isabel Garcés (Socorro)
Margot Cottens (a mãe de Jacinta)
Adrián Ortega  (Luis - o pai de Jacinta)
Annabella Incontrera (Matilde)
Guadalupe Muñoz Sampedro (a avó de Jacinta)
Franco Balducci (Fred Corleone)
Malisa Longo
Rubens García
Licia Calderón   
José Manuel Martín (Taxista)
Verónica Luján
María Isbert (mulher delatora no trem)


Sinopse: Em uma cidade próxima a Madrid, um ginecologista que ainda mora com a mãe, abre seu consultório com pouco sucesso até então. Mas o tal especialista nada mais é que um bem apessoado jovem, que com o passar do tempo passa a atrair as mulheres, principalmente as casadas, provocando a ira dos seus respectivos maridos.


Curiosidades: Trata-se da obra prima do landismo (referência ao Alfredo Landa, cujo período de trinta e cinco filmes, inaugurado por este, era tido como a personagem que simbolizava o determinado tipo espanhol: machista, fanfarrão no terreno sexual e reprimido).
O filme estreou apenas com 35 cópias e teve problemas com a censura franquista, ainda assim conseguiu a proeza de se tornar o filme espanhol mais visto da história com 4.371.624 espectadores, superando La ciudad no es para mí de Pedro Lazaga com Paco Martínez Soria como protagonista cuja estreia foi quatro anos antes, e não sendo superada até 31 anos depois por Torrente 2, misión en Marbella.

sábado, 18 de agosto de 2012

"Los tarantos", Espanha, 1963.

Ficha Técnica:
Título original: Los Tarantos
Ano: 1963

Duração: 92 minutos

Direção: Francisco Rovira Beleta
Roteiro: Francisco Rovira Beleta e Alfredo Mañas
Música: Andrés Batista, Fernando García Morcillo, Emilio Pujol e José Solá
Montagem: Emilio Rodríguez
País: Espanha
Idioma: Espanhol
Gênero: Musical/ Documentário
Elenco:
Carmen Amaya ... Angustias
Sara Lezana ... Juana (papel similar ao de Julieta)
Daniel Martín ... Rafael (papel similar ao de Romeu)
Antonio Gades ... Mojigondo
Antonio Prieto ... Rosendo
José Manuel Martín ... Curro (como J. Manuel Martín)
Margarita Lozano ... Isabel
Juan Manuel Soriano
Antonia 'la Singla' ... Sole (como Antonia 'La Singla')
Aurelio Galán 'El Estampío' ... Jero (como A. Galán 'El Estampío')
Peret... Guitarrista
Andrés Batista ... Guitarrista
Emilio de Diego ... Guitarrista
'Pucherete' ... Guitarrista
Blay ... Guitarrista
El Chocolate ... Cantaor
'La Mueque' ... Cantaor
'Morita' ... Cantaor (como 'Morita')
Enrique Cádiz ... Cantaor
'El Viti' ... Cantaor
J. Toledo ... Cantaor
Antonio Escudero 'El Gato' ... Juan/Bailaor (como A. Escudero 'El Gato')
D. Bargas ... Bailaor (como D. Bargas 'Lulula'
Amapola ... Antonia/Bailaor
'El Guisa' ... Bailaor
Antonio Lavilla ... Sancho
Francisco Batista
Carlos Villafranca ... Salvador
Josefina Tapias

Sinopse: Seu argumento é uma trasposição da tragédia de amor frustrado de Romeu e Julieta (ou da Lorquiana Bodas de Sangre) as duas familias ciganas rivais (Los Tarantos e Los Zorongos) na periferia de Barcelona do franquismo (comunidade de ciganos e pescadores de Somorrostro, hoje desaparecida).

Curiosidades: Boa parte das cenasforam rodadas en localizações genuinas (mesmo no local onde havia nascido a própria Carmen Amaya), podendo ser considerado quase um cinema documentário similar ao cinéma vérité francés ou ao neorrealismo italiano; mas as cenas musicais de puro flamenco e dança espanhola é tida como como gênero musical; e as convenções da leitura entre línhas a que o público da época estava acostumado pela censura, com o cinema de denúncia ou cinema social.
Taranto e Zorongo são formas musicais e de dança flamenca. Los Tarantos é uma obra teatral de Alfredo Mañas (Historia de los Tarantos) foi a partir dela que se realizopassou a ser dirigido por Francisco Rovira Beleta, de grande repercusão (chegou a ser indicada ao Oscar de Hollywood de 1963 na categoría de candidatas a melhor filme estrangeiro), protagonizada (em forma coral junto com personagens anônimos que formam parte da figuração) por Carmen Amaya, Daniel Martín, Antonio Gades, Sara Lezana e Antonio Prieto. Posteriormente foi representada nos palcos teatrais como musical flamenco (Tomatito e Juan Gómez "Chicuelo").


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Gracia Montes

Em Muerte de un ciclista (1955)
 
Gracia Cabrera Gómez Gómez nasceu em Lora del Río, Sevilla (Espanha) em 1 de Março de 1936.  Sua estreia teatral ocorreu em 1953 com o espetáculo “La copla por bandera” em Madrid. Graças a sua voz privilegiada, se apresentou quando tinha tão só 17 anos às “Galas Juveniles” cada manhã dos domingos no sevilhano Teatro Cervantes, onde o público aplaudiu e admirou suas florescentes qualidades artísticas.
Nos anos cinquenta, Gracita Montes realiza sua primeira gravação com o selo discográfico Columbia. Era um daqueles discos que continha lado A e lado B no qual se incluíam as bulerías “La luna y El rio” e “Será uma rosa?”, ambas escritas por Francisco de Val. Esta última foi, sem dúvida, a canção que definitivamente a colocaria no lugar privilegiado onde só ocupam os grandes.

 
Seguindo a tônica do momento, interveio em programas radiofônicos dos anos cinquenta, como “Conozca usted a sus vecinos” de Rafael Santisteban ou “Cabalgata Fin de Semana”, que dirigia Bobby Deglané. Gracia interpretava seu sucesso "¿Será una rosa?", uns fandangos como: "Amor, ¿por qué no viniste amor?" e "Camino del cielo". A gravação editada pela Columbia desta última, difere da letra original escrita pelo aragonês Francisco de Val.
O diretor Juan Antonio Bardem a contrata para uma participação no longa, Muerte de un ciclista (1955), em que interpreta os citados fandangos "Amor, ¿por qué no viniste amor?", em uma versão diferente a do disco e gravados ao vivo a cena durante a filmagem. Mais tarde, o diretor José Luis Sáenz de Heredia a chama para o seu filme Historias de la radio (1955).



Há muitos fatos da vida artística da Gracia que não convém a mim explorar agora, mas deixarei o link para que possam ler tudo sobre ela, em espanhol na Wikipédia.
Seu último trabalho, "A ti, madre", de 2002, contém revisões de temas de sua discografia como "Cariá, la Sanluqueña" ou "Palitos de Ron", assim como versões de "Puerto Camaronero", "La Falsa Moneda" ou "España Canta", clássicos imortais de suas muito admiradas Estrellita Castro e Imperio Argentina.
No ano de 2006 é hospitalizada de urgência, devido a um aneurisma cerebral, do qual se recuperou totalmente.

Links sobre Gracia Montes:
               http://www.graciamontes.es/
   

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Ladislao Vajda

Antes, gostaria de esclarecer que não escrevi este artigo, mas como estava há algum tempo em busca de dados sobre este diretor que deu sua contribuição ao cinema espanhol, vi que este post que encontrei no site TV SINOPSE já dizia tudo, então resolvi trazê-lo para aqui. Lógico, dando os devidos créditos:

Ladislao Vajda - Diretor Húngaro




Ladislao Vajda nasceu em Budapeste, Hungria, no dia 18 de agosto de 1906 e iniciou sua carreira como editor para diferentes diretores como Billy Wilder e Henry Koster, entre outros e aos poucos, eventualmente foi assumindo a direção de alguns filmes, especialmente na Hungria.


Após a Segunda Guerra Mundial foi para a Itália onde dirigiu dois filmes. Depois mudou para a Espanha, e na década de 40 dirigiu vários filmes em países como Portugal e Reino Unido, e também na Espanha.


Apesar disso seu sucesso somente viria a acontecer na década de 50, período em que foi claramente influenciado pelo alemão Fritz Lang. Entre suas obras mais conhecidas estão “The Miralce of Marcelino” (1955), “My Uncle Jacinto” (1956), “Afternon of the Bull” (1956), “The Man Who Wagged His Tail” de 1957. estrelado por Peter Ustinov e “It Happened in Broad Daylight” de 1958.


Na década de 60 viajou pela Alemanha e Espanha onde realizou pequenos trabalhos. Ladislao Vajda morreu no dia 25 de março de 1965, em Barcelona, aos 59 anos de idade, enquanto rodava o filme “A Dama de Beirute” com Sara Montiel, de causa desconhecida.

Filmografia

Where Is This Lady?  - 1932
Love on Skis - 1933
Haut comme trois pommes - 1935
Szenzáció - 1936
Ember a híd alatt - 1936
Három sárkány - 1936
Wings Over Africa - 1937
The Wife of General Ling - 1937
A Kölcsönkért kastély - 1937
Az Én lányom nem olyan - 1937
Magdát kicsapják - 1938
Döntö pillanat - 1938
Fekete gyémántok - 1938
Péntek Rézi - 1938
La Zia smemorata - 1940
Giuliano de Medici - 1941
Se vende un palacio - 1943
Doce lunas de miel - 1944
Te quiero para mí - 1944
El Testamento del virrey - 1944
O Diabo São Elas - 1945


Cinco lobitos - 1945


Tres espejos - 1947
Barrio - 1947
Call of the Blood - 1948
The Golden Madonna - 1949


 Séptima página - 1950
Sin uniforme - 1950
The Woman with No Name - 1950


Ronda española - 1952


Doña Francisquita - 1953


Carne de horca - 1953


Aventuras del barbero de Sevilla - 1954
Marcelino pan y vino - 1955


Tarde de toros - 1956


Mi tío Jacinto 1956
Un ángel pasó por Brooklyn - 1957


Es geschah am hellichten Tag - 1958


El cebo - 1958
Ein Mann geht durch die Wand - 1959
María, matrícula de Bilbao - 1960
Die Schatten werden länger - 1961
Der Lügner - 1961
Das Feuerschiff - 1963
Una chica casi formal - 1963
La dama de Beirut - 1965


Principais Fontes Bibliográficas




Fonte: TV SINOPSE

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