Seguidores

Cinema Latino

sábado, 21 de julho de 2012

"El menor de los males", Espanha, 2006

Ficha Técnica:
Título original: El menor de los males
Ano: 2006
País: Espanha
Idioma: Espanhol
Duração: 110 min.
Diretor: Antonio Hernández
Roteiro: Antonio Hernández, Antonio Galeano
Música:  Pablo Martín
Fotografia: Javier Salmones
Produtora: Voz Audiovisual
Gênero: Comédia/ Drama

Elenco: Carmen Maura, Roberto Álvarez, Verónica Echegui, Marta Belenguer, Berta Ojea, Antonio Durán, César Cambeiro, Xavier Deive.


Sinopse: Comédia negra ambientada na Galicia. Eduardo é um homem de meia idade, casado e com filhos; vive em Madrid e se dedica à política. Sua irmã Julia espera sua visita na velha casa familiar gallega. mas o encontro dos dois irmãos tem um motivo: Vanesa, a jovem e até então clandestina amante do político.


Curiosidade: É considerada uma das melhores comédias espanholas dos últimos anos.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

"La puta y la ballena", Argentina, 2004

Ficha Técnica:
Título original:  La puta y la ballena
País: Argentina
Idioma: Espanhol
Ano: 2004
Duração: 120 minutos
Direção: Luis Puenzo
Produção: Pablo Bossi, José María Morales e Luis Puenzo
Roteiro: Ángeles González-Sinde e Lucía Puenzo
Música: Andrés Goldstein e Daniel Tarrab
Fotografia: José Luis Alcaine
Produtora: Nirvana

Elenco:
 Lydia Lamaison (Matilde).
 Aitana Sánchez-Gijón (Vera).
 Leonardo Sbaraglia (Emilio).
 Miguel Ángel Solá (Suárez).
 Mercé Llorens (Lola).
 Pep Munné (Jordi).
 Eduard Nuskiewicz (Ernesto).
 Belén Blanco (Matilde).
 Nicolás Tognola (El Pibe Pedro).
 Pompeyo Audivert (El gringo Orestes).
 Carola Reyna (Meme).
 Martín Caloni (Juanito).
 Oscar Núñez como

 Sinopse: Vera (Aitana Sánchez-Gijón) é uma escritora que está perdida na Espanha depois de ter sido diagnosticada com câncer de mama e de uma crise matrimonial. Em Buenos Aires quando se realiza uma mastectomia, é onde surge um tema para o seu próximo livro: uma baleia que se perde duas vezes na mesma praia e uma corista que se prostitui na Patagônia.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Un dulce olor a muerte", México, 1999.

Ficha Técnica:
Título original: Un dulce olor a muerte
Ano: 1999
Países: México/Espanha/Argentina
Idioma: Espanhol

Duração: 98 min.
Diretor: Gabriel Retes
Roteiro: Edna Necoechea (Baseado no romance de Guillermo Arriaga)
Música: Ivan Wyszogrod
Fotografia: Claudio Rocha
Gênero: Drama/ Suspense
Produtora: Mirador Films / Ivania Films / Lolafilms / Aleph Media / Via Digital


Elenco:
Diego Luna (Ramón)
Laila Saab (Adela)
Karra Elejalde (El Gitano)
Ana Álvarez (Gabriela)
Héctor Alterio (Justino)
Odiseo Bichir (Pascual)
Juan Carlos Colombo (La Amistad)
Alfredo Alfonso (Natalio)
Ignacio Retes (Marcelino)
Edna Necoechea (Francisca)
Miguel Ángel Rodríguez (Pedro)
Gabriel Retes (Carmelo)
Álvaro Carcaño (Cruz)
Socorro Bonilla  (Clotilde)
Tina Romero (La Chata)


Sinopse: Uma manhã, nos campos de aveia de Carranco, Ramón (Diego Luna) descobre o cadáver de Adela (Laila Saab), seu amor secreto. Pelo povoado corre o rumor que era sua namorada. El Gitano (Karra Elejalde), depois de uma noite de amor e sexo com Gabriela (Ana Álvarez), vai embora de Carranco. Nessa mesma noite, na cantina do povoado, enquanto Justino, o delegado, e os demais discutem o que fazer, La Amistad (Juan Carlos Colombo) brinca com sua lanterna, iluminando-os e, entre gritos, acusa o Gitano de ter matado a jovem. 


Meu comentário: Um bom filme mexicano sem dúvida; E com Diego Luna bem novinho em uma ótima atuação.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

"Na onda do iê iê iê", Brasil, 1966.

Ficha técnica:
Direção: Aurélio Teixeira.
Produção: J.B. Produções Cinematográficas.
Diretor de produção: Fred Bueno.
Assistente de direção: Braz Chediak.
Assistente de produção: Acyr Castro.
Assistente de montagem: Lúcia Erita.
Contra-regra: Vínicius Silva.
Maquilador: Luiz Abreu.
Eletricista: José de Almeida (Zezé).
Assistente de câmeras: Jorge Rodrigues.
Sonorização e mixagem: Produtora Herbert Richers.
Técnico de som: Aloísio Vianna.
Revelação e cópias: Líder Cinematográfica.
Agradecemos: TV Excelsior e Buates Le Bateau, Katacomby e Balalaika.
Argumento e cenarização: Jarbas Barbosa, Aurélio Teixeira, Renato Aragão e Braz Chadiak.
Música: Remo Usai.
Montagem: Raphael Valverde.
Coordenador de produção: Raimundo Higino.
Produtores associados: Arnaldo Zonari e Aurélio Teixeira.
Fotografia e câmera: José Rosa.
Uma produção de Jarbas Barbosa.
Duração: 111 min
Elenco:
Renato Aragao
Dedé Santana
Sílvio César
Valentina Godoy
José Augusto Branco
Mário Lago
Mário Petraglia
Carla Miranda
Leila Lopes
Ricardo Luna
Catulo de Paula
Fred Bueno
Ângelo Antônio
Lourdes Ribeiro
Frederico Chile
Afonso Carlos
Antonio Motta. 


Participações especiais: Chacrinha e Wilton Franco. Atrações musicais: Wanderley Cardoso, Rosemary, Wilson Simonal, Os Vips, The Brazilian Beatles, Renato e seus Blue Caps, Clara Nunes, The Fevers, Ed Lincoln e seu Conjunto, Conjunto Castelinho, As Gatinhas.


Sinopse: Didi e Maloca ajudam o amigo César Silva a se tornar um famoso cantor. Ele conhece Mônica, filha do dono de uma gravadora que pretende lhe ajudar nas gravações de suas músicas. No entanto, Mílton Carlos é apaixonado pela moça - e pelo dinheiro dela também! - e interfirá nos planos de César. 





Curiosidades:


- Primeiro filme com a dupla Renato Aragão e Dedé Santana.

- Em 1966, surgia o programa de televisão Adoráveis Trapalhões, na TV Excelsior (Não é de se estranhar que algumas cenas deste filme foram gravadas nesta emissora!). O grupo que viria a se consolidar mais tarde com o nome Os Trapalhões já se iniciava, portanto, na TV e, por causa disso, este site considera a produção Na onda do iê-iê-iê como o primeiro filme do grupo, uma vez também que ela possui no elenco os atores Renato Aragão e Dedé Santana.

- Primeiro e único filme da dupla gravado em preto e branco.

- Renato Aragão interpreta neste filme seu clássico personagem Didi. Já Dedé Santana interpreta Maloca, personagem com o qual ganhou fama ao lado do irmão Dino Santana que atuava como Bonitão.

- Participação especial de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, com o seu programa de auditório e calouros A hora da buzina.

- Pode se dizer que 80% do filme é composto por atrações musicais. Explorou-se em excesso os artistas do momento - no caso, os cantores da Jovem Guarda e do iê-iê-iê. O roteiro e a história se perdem com os inúmeros e desnecessários cantores na trama. Isso transforma a produção em cansativa e chata, com referência aos padrões do público do século XXI.



- Nos créditos iniciais, o nome de Dedé Santana está equivocadamente acentuado duas vezes.

- Durante uma cena do filme, Sílvio César está ao telefone e ao lado dele há um cartaz publicitário com o nome de Renato Aragão em um show de humor intitulado A casa 2. O cartaz fala em comediantes, porém não é possível ver o nome do outro humorista.

Fonte: Trapalhões Nostalgia

terça-feira, 17 de julho de 2012

"Paraísos Artificiais", Brasil, 2012

Ficha Técnica:
Título original : Paraísos Artificiais
País: Brasil
Ano: 2012
Direção: Marcos Prado
Roteiro: Cristiano Gualda, Pablo Padilla e Marcos Prado
Produção Executiva: Tereza Gonzalez
Produtor Associado: James D'Arcy
Direção de Produção: Lili Nogueira
Praparação de Elenco: Fátima Toledo
Direção de Fotografia e Câmera: Lula Carvalho
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Cláudia Kopke
Maquiagem: Martín Macías Trujillo
Som Direto: Leandro Lima
Montagem: Quito Ribeiro
Edição de Som e Mixagem: Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima e Armando Torres Jr
Composição e Produção de Trilha Sonora Original: Rodrigo Coelho e Gustavo MM

Gênero: Drama/Romance
Duração: 96 minutos
Distribuição: Nossa Distribuidora / RioFilme 


Elenco:

Nathalia Dill - Érika
Luca Bianchi - Nando
Lívia de Bueno - Lara
Bernardo Melo Barreto - Patrick
César Cardadeiro - Lipe
Divana Brandão - Marcia
Cadu Fávero - Anderson
Erom Cordeiro - Carlão
Roney Villela - Mark
Emilio Orciollo Neto - Mouse
Mathias Gottfried - Cornélius
Yan Cassali - Tomás



Sinopse: Em uma paradisíaca praia do nordeste brasileiro, Shangri-La – um enorme festival de arte e cultura alternativa – é pano de fundo de experiências sensoriais intensas entre três distintos jovens contemporâneos: Nando (Luca Bianchi), a DJ Érika (Nathalia Dill) e sua melhor amiga Lara (Lívia de Bueno). Sem que percebam, como meras peças de um caótico jogo do destino, o encontro muda radicalmente suas vidas para sempre.
 

Curiosidades: Dos produtores de Tropa de Elite I e II, PARAÍSOS ARTIFICIAIS é um filme de Marcos Prado - premiado diretor de Estamira - e foi rodado em Amsterdam, no Recife e no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

"De tripas corazón", México, 1996

Ficha Técnica:
Título original: De tripas corazón
Uma produção de: Consejo Nacional para la Cultura y las Artes (CONACULTA), Instituto Mexicano de Cinematografía (IMCINE), Dirección de Producción de Cortometraje, Universidad de Guadalajara, H. Ayuntamiento de Guadalajara y Secretaría de Cultura del Gobierno del Estado de Jalisco
Gênero: Romance adolescente
Duração: 18 min.
Som: Ultra estéreo
Direção: Antonio Urrutia
Assistentes de Direção: Laura Pesce e Cecilia Navarro
Produção: Bertha Navarro e Alejandro Springall; 
Produtor associado: Pablo Baksht Segovia; 
Gerência de produção: Francisco Cossío
Roteiro: Antonio Urrutia
Fotografía: Serguei Saldívar Tanaka
Direção de Arte: Valentina Leduc, Guillermo Cossío e Rocío Canales; 
Cenário: Rubén Méndez
Figurino: Mónica Neumaier e María Estela Fernández
Maquiagem: Esther Álvarez
Edição: David Lapine
Som: Cato Estrada
Música: Eblen Macari; canções: "Amor de la calle" de Fernando Z. Maldonado; "Mandato divino" de jorge Rodríguez; "Sinceramente" de H. Guerrero y "La huella de tus besos" de Severo Mirón
Seleção de elenco: Claudia Becker 


Elenco:
Elpidia Carrillo (Meifer)
Gael García Bernal (Martín)
Martín Altomaro (Jesús)
Regina Orozco (Denise)
Eraclio Zepeda (don Chon)
Socorro Bonilla (Leonor)
Octavio Limón (Chente)
Cornelio García (don Miguel)
Eugenio Palgovsky (Ruletas)
Moisés Iván Mora (Roberto)



Sinopse: Em um pequeno povoado de Jalisco, um grupo de adolescentes falam de suas supostas experiências sexuais. Afastados de seus amigos, o tímido Martín (Gael García Bernal) sonha com a Meifer (Elpidia Carrillo), a mais bela das garotas do prostíbulo local.


Links para ver no Youtube:
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=GStBgoL8AC4
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=v1Q2bOF27f0

Curiosidades: O curta-metragem foi o primeiro da carreira do ator mexicano, Gael García Bernal; Chegou a ser premiado no Festival de Cinema no México no mesmo ano.

domingo, 15 de julho de 2012

"As idades de Lulu", Espanha, 1990


Ficha Técnica:
Título original: Las edades de Lulú

Diretor: Bigas Luna
Produção: Andrés Vicente Gómez
Roteiro: Bigas Luna baseado no romance de Almudena Grandes
Fotografia: Fernando Arribas
Trilha Sonora: Carlos Segarra
Duração: 95 min.
Ano: 1990
País: Espanha
Idioma: Espanhol
Data de Lançamento: 13 de dezembro de 1990
Gênero: Drama
Cor: Colorido


Elenco:
Lulú (Francesca Neri)
Pablo (Óscar Ladoire)
Ely (María Barranco)
Marcelo (Fernando Guillén Cuervo)
Chelo (Rosana Pastor)
Jimmy (Javier Bardem)
Remy (Juan Graell)
Pablito (Rodrigo Valverde)
Encarna (Pilar Bardem)
Mãe de Lulú (Marta May)
Cristina (Gloria Rodriquez)
Alicantino (Angel Jové)
Lulú criança (Ainara Pérez)
Pai de Lulú (Juan Sala)
Flamenca (Pepa Serrano)


Sinopse: Lulu (Francesca Neri) não recebeu muita atenção em sua infância e aos quinze anos sucumbe aos atrativos de Pablo (Óscar Ladoire), um amigo da família. Durante anos ela vive de lembranças deste homem que despertou sua sexualidade, até que ele volta a fazer parte de sua vida. Eles criam um mundo onde o desejo corre solto, mas que se revela perigoso e acaba se tornando um inferno.


Curiosidades: Quem protagonizaria Lulú seria Ángela Molina, mas ela se retirou do projeto pouco tempo antes das filmagens, sendo substituída pela italiana, Francesca Neri. Javier Bardem era bem mais jovem, pois também pudera, era um dos seus primeiros trabalhos no cinema; sua imagem de homem físicamente bem dotado (tipo forte, musculoso, corpaço...) contribuiu para trabalhos posteriores, mas Bardem recusou filmes em que aparecesse sempre do mesmo modo, seu intuito era o de dizer a que veio e enfim conseguiu.

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin