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Cinema Latino

sábado, 14 de julho de 2012

"La Celestina",Espanha,1996

Ficha Técnica:

Título original: La Celestina 
País: Espanha
Ano: 1996
Duração: 109 minutos
Gênero: Drama/Romance
Direção: Gerardo Vera
Produção: Andrés Vicente Gómez
Roteiro: Rafael Azcona e Francisco Rico
Maquiagem: Paca Almenara
Fotografia: José Luis López Linares
Montagem: Pedro del Rey
Figurino: Sonia Grande e Gerardo Vera



Elenco:
Terele Pávez (Celestina)
Juan Diego Botto (Calisto)
Penélope Cruz (Melibea)
Maribel Verdú (Areusa)
Jordi Mollà (Pármeno)
Nancho Novo (Sempronio)
Candela Peña (Elicia)
Nathalie Seseña (Lucrecia)
Carlos Fuentes (Sosia)
Lluís Homar (Pleberio)
Anna Lizaran (Alisa)
Ángel de Andrés López (Centurio)
Ana Risueño (Poncia)

Sinopse: Calisto, um jovem e impulsivo dono de terras, está apaixonado por Melibea, uma adolescente de boa família a quem seus pais projetam casar conveniente e rapidamente. A paixão lhe produz tanta excitação que aceita a sugestão de obter os favores de sua amada com a mediação de uma feiticeira cuja sinistra reputação é bem conhecida, La Celestina.



Curiosidades: Filme indicado a vários prêmios Goya;
Trilha sonora:

Fantasía para un gentilhombre
By Joaquín Rodrigo (C) Ediciones Joaquín Rodrigo Performed by John Williams with the Philarmonia Orchestra Conductor Louis Frémaux Permission by Sony Classical
Concertino en La menor
By Salvador Bacarisse (as S. Bacarisse) Arrangements by Narciso Yepes Performed by Narciso Yepes with the Orquesta Filarmonía de España Conductor Rafael Frühbeck de Burgos (as Frühbeck de Burgos) Permission by Columbia with the authorization of BMG Ariola, S.A.
Missa pro defunctis
By Cristóbal de Morales, in version of Jordi Savall Performed by La Capella Reial de Catalunya and Hespèrion XX Conducted by Jordi Savall Premission by Audivis
Diferencias sobre "Guárdame las vacas"
By Luis de Narváez Arrangements by Octavio Bustos Abarca Performed by Narciso Yepes Permission by PolyGram Ibérica
Suite española: Folías
By Gaspar Sanz Arrangements by Narciso Yepes Performed by Narciso Yepes (C) Unión Musical Ediciones, S.L. Permission by PolyGram Ibérica
Fantasies pavanes & gallardes: Gallarda 6 y Fantasía 1
By Lluís del Milà Version of Jordi Savall Performed by Jordi Savall, Andrew Lawrence King (as A. Lawrence-King), Sergi Casademunt (as S. Casademunt), E. Brandao, L. Duftschmid Permission by Audivis
Estudio opus 6 nº 11
By Fernando Sor Performed by Narciso Yepes Permission by PolyGram Ibérica

sexta-feira, 13 de julho de 2012

"Don Juan", 1998.

Ficha Técnica:
Título original: Don Juan
Direção: Jacques Weber
Gênero: Comédia/Romance
Origem: Alemanha/Espanha/França
Duração: 104 minutos
Tipo: Longa-metragem
Emmanuelle Béart vivendo uma jovem seduzida e enganada por Don Juan
Elenco:
Jacques Weber (Don Juan)
Michel Boujenah (Sganarelle)
Emmanuelle Béart (Elvire)
Penélope Cruz (Mathurine)
Ariadna Gil (Charlotte)
Denis Lavant (Pierrot)
Michael Lonsdale (Don Luis)
Jacques Frantz (Don Alonse)
Pierre Gérard (Carlos)
Arnaud Bedouët (La Violette)
Philippe Khorsand (Monsieur Dimanche)
Lucas Uranga (Ragotin)
Pedro Casablanc (Lucas)
Claudia Gravy (Mère de Don Juan)
Xavier Thiam  (La Ramée )

Don Juan (Jacques Weber) e Penélope Cruz (Mathurine)

Sinopse: Espanha, século XVII. O país está assolado por uma série de guerras sangrentas. Neste desolador cenário de perdas e mortes, um personagem clássico ressurge das cinzas: Don Juan (Jacques Weber), depois de seduzir e prometer casamento à bela Elvira (Emmanuelle Béart), a abandona e foge. Atrás dele vão os dois irmãos da donzela, prontos para lavar a honra da família. Na fuga, Don Juan e seu criado acabam vitimas de uma tempestade, indo parar numa ilha desconhecida. É ali que o incorrigível conquistador se envolve com mais duas beldades: as donzelas Mathurine (Penélope Cruz) e Charlotte (Ariadna Gil).  

Cena em que Don Juan (o de longos cabelos brancos) reencontra seus pais

Meu comentário: Fiquei com uma vontade enorme de comentar este filme logo de início. Tive uma vontade imensa de não assistir completo, porque fui me entediando, me impacientando... tudo isso. Jaques Weber (o diretor e protagonista do filme) só quis contar uma história. Porém sem emoção e sem nexo. Bem, não vou desperdiçar o DVD que tenho aqui em casa, vou guardar para uma outra utilidade. Mas será também um desses filmes que não voltarei a ver de novo, nem em sonho. Para quem conhece popularmente o mito do Don Juan e já assistiu o Don Juan de Marco com Johnny Depp vai ficar procurando o Don Juan no filme todinho: Cadê ele? Cadê ele? Quando é que ele entra em ação? Espera-se um aspecto jovem e viril e eis que aparece o oposto: decepção geral. Cenas de afeto ao menos, nenhuma. As atrizes espanholas, Penélope Cruz e Ariadna Gil, por sinal boas referências, aparecem perdidas literalmente na história, numa participação altamente disperdício.
Bom, mas quem conhece a história do mito até vai entender o porquê de se ter um personagem título de meia-idade, porque este filme procura contar a história da última versão da personagem, o Don Juan Tenório, este não é nada jovem. Aliás o autor do livro José Zorilla o apresentou assim: um homem pra lá de maduro que se gaba de todas as suas conquistas amorosas com seu amigo Don Luís, ganhando dele o título de o mais conquistador e ainda com tempo para levar na conversa a virgenzinha D. Inés (que não aparece no filme), mas é citada no hollywoodiano Don Juan de Marco. Há também a versão de Tyrso de Molina sobre Don Juan. Aliás, este filme é uma mistura dessas duas versões. O Don Juan apresentado é um homem egoísta, arrogante, egocêntrico e de pernalidade altamente duvidosa. Sem dúvida torci o filme inteiro para que ele morresse logo, até que ele deu um ataque do coração e despencou de um palanque onde estavam pintando o rosto e a mão uma estátua. Aliás pensei: "que bom enfim terminou este filme chato". O empregado fiel dele o Esganael fica pedindo esmolas (isso não gostei). Mas enfim... E a parte com Penélope Cruz e Ariadna Gil foram a de duas jovens numa ilha que sentiram atraídas por ele e que caíram na conversa mole, mas mesmo assim ficavam desconfiadas de seus galanteios. Enfim, quem quer ver Don Juan vejam os clássicos, leiam a obra literária ou simplesmente se emocionem com Don Juan deMarco com Johnny Depp e Marlon Brando, a melhor tradução, emoção, além de linda trilha sonora. Creio que Don Juan de Marco estava mais para a obra de Lord Byron, aliás, com muitas influências dele, misturou as histórias também, o Don Juan era mais passional, a mescla de histórias de um rapaz que julgava ser a personagem, a obra literária e mundo atual, com Malon Brando fazendo seu psiquiatra é o que há de melhor até agora. O Don Juan francês serve apenas como referência de explicar a personagem, mas em si ficou faltando algo.

Link do filme para curiosos: http://tvi.com.br/player-filme?idfilme=38&idioma=0&fatia=1

quinta-feira, 12 de julho de 2012

"La comunidad", Espanha, 2000

Ficha Técnica:
Título original: La comunidad
País: Espanha
Ano: 2000
Idioma: espanhol
Duração: 107 minutos

Direção: Álex de la Iglesia
Produção: Andrés Vicente Gómez
Roteiro: Jorge Guerricaechevarría e Álex de la Iglesia
Trilha sonora: Roque Baños
Fotografia: Kiko de la Rica
Ano de lançamento: 29 September 2000


Elenco:
Julia (Carmen Maura )
Charly (Eduardo Antuña)
Encarna (María Asquerino
Ricardo (Jesús Bonilla)
Paquita (Marta Fernández Muro)
Hortensia (Paca Gabaldón)
Karina (Ane Gabarain)
Castro (Sancho Gracia)
Emilio (Emilio Gutiérrez Caba)
Dolores (Kiti Manver)
Ramona (Terele Pávez)
Oswaldo (Roberto Perdomo) 
Chueca (Manuel Tejada)
Dominguez (Enrique Villén)
Camillero 1 (Gorka Aguinagalde)


Sinopse: Julia (Carmen Maura)  trabalha em uma agência imobiliária, enquanto está vendendo o apartamento, descobre que o proprietário faleceu. O que ela não sabia ainda no entanto é que o cadáver e os 300 milhões de pesetas que o dono do apartamento ganhou na loteria, se encontram neste mesmo antigo edifício que ela irá vender. Júlia vê sua vida mudar quando descobre que conseguir a tal fortuna escondida parece não ser algo difícil. A cobiça não atrai apenas ela, mas os vizinhos que ficam sabendo da "caça ao tesouro" e que tentarão de todos os meios por a mão no dinheiro do morto.


Meu comentário: A estrela do filme é Carmen Maura sem sombra de dúvidas em um dos melhores trabalhos de Alex de la Iglesia. O filme conta com o humor negro, assim como uma mistura de suspense, terror, ação e aventura. O imóvel situado no centro de Madrid se torna um daqueles locais com aspecto de mal-assombrados, uma ideia até interessante para uma história tão sombria. Por esta produção Carmen Maura ganhou o Goya de melhor atriz.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

"Biutiful", Espanha, 2010

Ficha Técnica:
Título original: Biutiful
Países: Espanha/ México
Ano: 2010
Duração: 147 min
Direção: Alejandro González Iñárritu
Roteiro: Alejandro González Iñárritu, Armando Bo, Nicolás Giacobone
Gênero: Drama
Lançamento: 27 de Janeiro de 2011

Elenco:
Uxbal (Javier Bardem)
Marambra (Maricel Álvarez)
Ana (Hanaa Bouchaib)
Mateo (Guillermo Estrella)
Tito (Eduard Fernández)
Ekweme (Cheikh Ndiaye)
Ige (Diaryatou Daff)
Hai/ Taisheng Cheng (Taisheng Chen)
Liwei (Jin Luo)
Samuel (George Chibuikwem Chukwuma)
Li (Lang Sofia Lin)
Chinês obeso (Yodian Yang)
Barman Bar Hai (Tuo Lin)
Chinês Bodega (Xueheng Chen)
Jung (Xiaoyan Zhang)



Sinopse: Catalunha. Uxbal (Javier Bardem) coordena vários negócios ilícitos, que incluem a venda de produtos nas ruas da cidade e a negociação do trabalho de um grupo de chineses, cujo custo é bem menor por não serem legalizados e viverem em condições precárias. Além disto, ele possui o dom de falar com os mortos e usa esta habilidade para cobrar das pessoas que desejam saber mais sobre seus entes que partiram há pouco tempo. Uxbal precisa conciliar sua agitada vida com o papel de pai de dois filhos, já que a mãe deles, Marambra (Maricel Álvarez), é instável. Até que, após sentir fortes dores por semanas, ele resolve ir ao hospital. Lá descobre que está com câncer e que tem poucos meses de vida.



Meu comentário: Particularmente este não seria um filme que assistiria novamente. Assim perdoem-me os críticos e os prêmios da produção Biutiful. A história em si não tem nada haver com a escrita errada do adjetivo em inglês, aliás beautiful que quer dizer bonito, belo, nada tem haver com o que se apresenta com uma Barcelona tão desagradavelmente undergound quanto os rostos e modo de viver de suas personagens. Aliás este submundo que pouco é mostrado na bela Barcelona, paisagem de cartão postal com sua Rambla e toda a majestade de Gaudí, pouco é mostrada no filme, não que este fosse o dever do cineasta, mas ele escolheu o realismo ou melhor dizendo, a dura  e cruel realidade de quem está à margem. Não indico a quem está triste ou deprimido, porque se vai sofrendo junto com todas as personagens, inclusive com os 25 chineses que morrem em um galpão vítima do escapamento de gás dos aquecedores de má qualidade que foram comprados por Uxbal. A personagem de Bardem é algo difícil de analisar, não é basicamente um vilão, mas um sobrevivente que acredita que fazendo as suas negociações fora-da-lei, garante a sobrevivência dos imigrantes ilegais, a sua e de sua família. A ideia é mostrar essa decadência, as desordens psicológicas e uma história como pano de fundo. Javier Bardem mais uma vez mergulhou nesse universo e deu o seu recado.

terça-feira, 10 de julho de 2012

"Fátima", Portugal, 1997

Ficha Técnica:
Título no Brasil:  Fátima
Título Original:  Fatima
País de Origem:  Portugal / Itália
Gênero:  Drama
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 104 minutos
Ano de Lançamento:  1997
Estúdio/Distrib.:  Flashstar
Direção:  Fabrizio Costa


Sinopse: Dario, um belo rapaz com uma história de amor com Margarida, uma cantora popular portuguesa, testemunha involuntariamente aparições de Nossa Senhora, em Fátima. A primeira aparição da padroeira foi para três crianças portuguesas, em 13 de maio de 1917, um ano crucial para a história do mundo. As aparições se repetiram durante os cincos meses seguintes, sempre no dia 13. Em um contexto social e político caracterizado por uma forte tendência anticlerical, as aparições em Fátima, logo se tornam o foco de adoração em massa e, até hoje são contestadas em todos os sentidos, pelas autoridades portuguesas.

Elenco:
Joaquim de Almeida ... Avelino de Almeida
Catarina Furtado ... Margarida
Diogo Infante ... Dário
Vanessa Antunes ... Lúcia
Vanessa Staiss ... Jacinta
Filipe Carvalho ... Francisco
Pedro André ... António
Maria d'Aires ... Maria Rosa
Fernando Nascimento ... Father Manuel
Carlos Santos ... The Mayor
Randi Ingerman ... Nossa Senhora de Fátima
Omero Antonutti ... Father Luís
Francisco Brás ... António Abóbora
João D'Ávila ... Arcebispo de Lisboa
Sinde Filipe ... Eduardo Costa Carvalho
Ulisses Vítor ... Manuel
Ana Luís ... Olimpia
João Maria Pinto ... Ti Marto
António Montez ... Monteiro
Jean-Louis Michel ... Alfredo
Ana Lourenço ... Senhora Café
Zé Renato Solnado ... Comissário
Luís Mascarenhas ... Polícia Civil 1
Fernando Conde ... Polícia Civil 2
Pedro Efe ... Afonso
Miguel Efe ... Preso Jovem 2
Orlando Horta ... Preso 3
Lucinda Loureiro ... Luísa
Teresa Faria ... Farmer 1
Joana Almada ... Farmer 3
Luís Cunha ... Conterrâneo 1
João Chiote ... Conterrâneo 3
Zita Esteves ... Old Woman
Ingrid ... Woman
Maria Aguiar ... Vizinha
Carlos Lacerda ... Freguês 1
Manuel Quintas ... Chefe Cortejo
Tiago Pereira ... Kid
Sérgio Ventura ... Child
Carlo Martins ... Guarda Municipal 1
Alcino Seixas ... Guarda Municipal 2
Carlos Rodrigues ... Crippled Man
Catarina Avelar ... Senhora idosa
Luís Assis ... Jovem Comboio
João Vinagre ... Trabalhador
Álvaro Baptista ... Sacerdote
Adriano Carvalho ... Oficial
Francisco Carreira ... Sargento
André Rodrigues ... Soldado 1
Varela Franco ... Soldado 2
João Neves ... Irmão Jacinta
Inês Afonso ... Irmã Jacinta
Anabela Almeida ... Irmã Jacinta
Sílvia Jacob ... Irmã Lúcia
Elizabeth Jacob ... Irmã Lúcia
Isabel Gonçalves ... Irmã Lúcia
Manuela Couto ... Nossa Senhora de Fátima (voz)
António Marques ... Father Luís Martins (voz)
Mísia ... Margarida (a voz que canta)
Quimbé
Carla Maciel
Sofia Reis ... Peregrina
Luís Romão
Ricardo Vasconcelos

Trilha Sonora:
“MARGARIDA”
Composta por Mario Claudio e Marco Frisina
Interpretada por Misia

“TRAGO A SAUDADE ESQUECIDA - FADO CARRICHE”
Composta por Raul Ferrão e Helder Moutinho
Interpretada por Misia


Meu comentário: Este é o segundo filme que assisto sobre a aparição de Nossa Senhora em Fátima. Sempre é uma história que me emociona. As três crianças que fazem o papel dos pastorinhos dá vontade de beijar e colocar no colo de tão fofas. A única coisa que não concordei na produção foi o filme ter uma história portuguesa e ser de língua italiana. Até o ator português Joaquim de Almeida me soou artificial nessa hora. A versão dublada dá mais vontade de chorar ainda, dublado no Brasil, perdeu ainda mais a característica portuguesa do idioma que deveria existir e das emoções ali narradas. Pela primeira vez no cinema português vi um roteiro coerente, as mesmmo assim fico com a impressão que ficou faltando algo para torná-lo grandioso. Enfim é um filme leve, emocionante e curioso.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

"Pantaleão e as visitadoras", Peru,1999

Ficha Técnica:
Título original: Pantaleón y las visitadoras
País: Peru
Ano: 1999
Direção: Francisco José Lombardi
Produção: José Enrique Crousillat
Roteiro: Giovanna Pollarolo e Enrique Moncloa; baseada na obra Pantaleón y las visitadoras, escrita por Mario Vargas Llosa.
Música: Bingen Mendizábal
Som: Santiago Vergara
Fotografia: Teo Delgado
Montagem: Danielle Fillios
Vestuário: José Miguel Valdivia
Gênero: Comédia / Drama
Duração: 144 minutos
 Sinopse: Pantaleão Pantoja, um capitão do exército peruano é designado a uma missão secreta de organizar e administrar o serviço de prostitutas (visitadoras), que devem atender as tropas peruanas que estão postas no Rio Amazonas.

Elenco:
Pantaleón Pantoja (Salvador del Solar)
Olga Arellano, "La Colombiana" (Angie Cepeda)
"Pochita" (Mónica Sánchez)
"Chuchupe" (Pilar Bardem)
General Collazos (Gianfranco Brero)
"La Pechuga"(Tatiana Astengo)

Curiosidades:
  • No livro de MarioVargas Llosa, Olga Arellano -a prostituta com quem o capitão Pantoja inicia uma relação extra-conjugal-, é apelidada de "La Brasileña", por ter vivido em Manaus; no filme, seu nome de guerra muda para "La Colombiana", por causa da nacionalidade da atriz Angie Cepeda, que fez o papel.
  •     No filme foi eliminada a personagem que é a mãe do Pantaleão, que na obra original foi morar em Iquitos com eles.
   

domingo, 8 de julho de 2012

"Cela 211", Espanha, 2009

Ficha Técnica:
Título original: Celda 211
País: Espanha, França
Ano: 2009
Duração: 113 min
Direção: Daniel Monzón
Produção: Alvaro Agustín, Emma Lustre, Juan Gordon e Borja Pena
Coprodução: Vérane Frédiani e Franck Ribière
Roteiro: Jorge Guerricaechevarría e Daniel Monzón
Gênero: Drama/Ação
Idioma: Espanhol/ Basco/ Inglês
Música: Roque Baños
Diretor de arte: Antón Laguna
Diretor de ação: Maxime Boquier
Figurino: Montse Sancho
Fotografia: Carles Gusi
Edição: Cristina Pastor
Distribuição: IFC Films (EUA)

Elenco:
Luis Tosar (Malamadre)
Alberto Ammann (Juan Oliver)
Antonio Resines  (José Utrilla)
Manuel Morón (Ernesto Almansa)
Carlos Bardem (Apache)
Marta Etura (Elena)
Luis Zahera (Releches)
Fernando Soto (Armando Nieto)
Vicente Romero (Tachuela)
Manolo Solo (Diretor da prisão)
Patxi Bisquert (Jon Arteaga)
Joxean Bengoetxea (Antxon Elorza 'El Profesor')
Anartz Zuazua (Asier Urruticoechea)
Miguel Martín (Pincho)
Félix Cubero (Germán)


Sinopse: Juan Oliver (Alberto Ammann) é contratado como funcionário prisional, ocupa o seu posto de trabalho um dia antes para conhecer as instalações e ambiente da prisão. Um vez ali, e devido às más condições em que se encontra o velho edifício, recebe uma pancada na cabeça e fica inconsciente. Nesse mesmo instante, os presos iniciam um motim. Os colegas de Juan, sem saber o que fazer para salvar suas vidas, o abandonam na cela 211 e fogem. Quando acorda e entende o que está se passando ele decide fingir que é um preso e inventa uma história: está ali por ter cometido um assassinato de primeiro grau e precisa cumprir uma pena de dezenove anos. Um preso o apresenta para o líder dos revoltosos, Malamadre (Luis Tosar), que ver em Juan um bom aliado.
Enquanto isso, a polícia descobre que na prisão há membros do ETA aos que Malamadre utiliza para receber atenção. Elena (Marta Etura), a mulher grávida de Juan, se dirige até lá ao se interar da notícia. O chefe da operação, Utrilla (Antonio Resines), enquanto tenta dispersar a multidão que se forma em frente à prisão, golpeia Elena, o que acaba com sua vida e a de seu bebê. E então, Utrilla na prisão para conversar com os presos, onde cai em uma armadilha. Finalmente, morre assassinado por Juan, que corta seu pescoço.
Em vingança pelo ocorrido, os policiais decidem contar ao Malamadre a verdade: Juan não é nenhum detento, mas sim um agente penitenciário que ficou preso no complexo. Mas nesta altura, esta revelação já não parece surpreender, pois a explosão de sentimentos e valores da situação faz aflorar o bem e o mal de cada personagem.


Curiosidades:
Cela 211 (originalmente Celda 211) é um filme espanhol dirigido por Daniel Monzón em 2009, ganhador de oito prêmios Goya, inclusive de melhor filme, melhor ator e melhor diretor. É uma adaptação escrita por Daniel Monzón e Jorge Guerricaechevarría do romance homônimo do jornalista Francisco Pérez Gandul.
Em 15 de setembro de 2010 o filme foi pré-selecionado para representar a Espanha nos prêmios Oscar, junto com Lope de Andrucha Waddington e También la lluvia de Icíar Bollaín. Ao final o último filme foi escolhido pela Academia de Cinema Espanhola como representante do país.

Mais curiosidades, direto na FONTE: Wikipédia

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