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Cinema Latino

terça-feira, 3 de julho de 2012

"La Vergüenza", Espanha, 2009

Ficha Técnica:
Título original: La Vergüenza
Ano: 2009
País: Espanha
Duração: 107 minutos
Direção e roteiro: David Planell
Música: Christopher Slaski
Fotografia: Charly Planell
Gênero: Drama
Produtora: Avalon Productions

Elenco:
Natalia Mateo (Lucía)
Alberto San Juan (Pepe)
Marta Aledo (Irene)
Norma Martínez (Rosa)
Brandon Alexander Lastra Cobos  (Manu)
 

 Sinopse: Pepe e Lucía não podem com Manu. Tentaram de tudo, mas foi inútil: o menino que adotaram há apenas um ano já veio crescido e decidiram devolvê-lo. Sem dúvida logo se dão conta do preço que deverão pagar se quiserem seguir adiante com o seu plano... 



Curiosidades: Óbra prima de David Planell, roteirista indicado ao Goya por "Siete mesas de billar francés" (co-escrito com Gracia Querejeta) que trabalhou em algumas das séries mais famosas séries televisivas española (Hospital Central, El comisario, MIR, etc.) e criador de conhecidos curtas. 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

"Caótica Ana", Espanha, 2007

Ficha Técnica:
Título original: Caótica Ana
Ano: 2007
País: Espanha
Duração: 118 minutos
Gênero: Drama
Elenco: 
Ana (Manuela Vellés )
Justine (Charlotte Rampling)
Linda (Bebe Rebolledo)
Said (Nicolas Cazalé)
Anglo (Asier Newman)
Klaus (Matthias Habich)
Ismael (Lluís Homar)
Míster Halcón (Gerrit Graham)
Lucas (Raúl Peña)
Guarda-costas (Giacomo Gonnella)
Jovoskaya (Leslie Charles)
Dueño (Juanma Lara)
Adestrador (Diego Molero)
San Juan (Angel Facio)
Antonio Vega (Como ele mesmo)

Sinopse: O filme é uma viagem por quatro anos da vida de Ana (Manuela Vellés), dos 18 aos 22 anos. Como em uma hipnose, a protagonista mostra que não vive sozinha, que sua existência é semelhante a continuação da vida de outras jovens mulheres que morreram de um trágico modo. Esse é seu caos.


Comentário: Sabe daqueles filmes que você nem tem muita vontade de assistir, porque acha que viu todo o clássico porralouquismo do cinema espanhol? Aliás porralouquice é o que compõe a cenas iniciais de Caótica Ana. De repente, você pensa: vou me entediar, mas vou assistir para ver no que vai dar e só depois da contagem número oito é que ele começa a empolgar, porque contagem é que não falta neste filme onde há regressão de vidas passadas, mas o telespectador é convidado a seguir uma sequência de dez a zero, do início ao fim da jornada de Ana. A jovem em questão é uma hippie que mora numa caverna na Espanha com o seu pai, um imigrante alemão, possui um talento ímpar para as artes plásticas e é convidada por Justine (Charlotte Rampling) a seguir em frente com seu talento, Justine a conduz a um lugar onde jovens expõem suas habilidades artísticas, lá ela conhece Said (Nicolas Cazalé) e se apaixona, mas o amor por Said vem de outras vidas, vidas que Ana viveu intensamente e que logo foram ceifadas. É a partir do momento do encontro com Said que suas antigas memórias se manifestam e que logo é ajudada pelo misterioso hipnótico Anglo (Asier Newman) a revivê-las para entender sua existência no mundo. Se o diretor quis mesmo falar apenas do caos que é viver e morrer tragicamente ele conseguiu, pensava que a forte mulher conseguiria derrotar o mal que a perseguiu por mais de mil anos consegueria fazê-lo no mais novo século. Ingenuidade pensar assim, o espírito evoluído de Ana não permitiria violência ou armas letais. É chato contar fim de filme não? Quiseram dar um ar de história verídica de uma artista plástica chamada Ana, que nem sei se existiu mesmo, mas que produziu as lindas pinturas que povoam a tela. Uma das mais intrigantes, sem dúvida, são as pinturas das portas, que quando são abertas mostram todas as formas como Ana foi morta em todas as suas reencarnações: traspassada com uma criança no ventre, empalada, decaptada etc. O ator que faz o papel de Said me lembra muito Antonio Banderas quando bem jovenzinho. A amizade de Ana com Linda (Bebe) é uma das mais bonitas, creio que Linda tinha Ana como irmã. No fim havia duas frases: "Foi dedicado a minha irmã Ana que se foi" "Para a minha filha Ana que chegou". Vale à pena assistir!

domingo, 1 de julho de 2012

"El corredor nocturno", Argentina, 2009

Ficha Técnica:
Título original: El corredor nocturno
Ano: 2009
Duração: 98 min.
País: Argentina   
Diretor: Gerardo Herrero
Roteiro: Nicolás Saad (Baseado no romance de Hugo Burel)
Música: Lucio Godoy
Fotografia: Alfredo Mayo
Produtora: Coproducción España-Argentina; Tornasol Films / Castafiore Films
Gênero: Drama

Elenco:
Leonardo Sbaraglia (Eduardo López)
Miguel Ángel Solá (Raimundo Conti)
Erica Rivas (Clara)

Sinopse:
Eduardo (Leonardo Sbaraglia), gerente de uma companhía de seguros, começa a correr para combater o estress. Um dia, ao regressar de uma viagem de negócios que foi um fracasso, conhece no aeropuerto alguém que o anima a mudar de vida e ser livre. Não se trata apenas de um simples convite, esse homem está disposto a assediá-lo até conseguir o seu propósito. A partir de então, a vida de Eduardo começa a desliza-se para um território ambiguo onde as certezas se desvanecem, e correr se torna inútil. 


Meu comentário: A obra que deu origem ao filme é tão espetacular quanto a obra cinematográfica. É um suspense psicológico, um jogo entre um ser do mal que tenta conseguir o seu propósito. Fotografia impecável e roteiro de primeira fazem do El Corredor Nocturno algo imperdível. Abaixo, trailer e Makin Of:




sábado, 30 de junho de 2012

Feliz aniversário Leonardo Sbaraglia!

Leo empresta seu charme para a campanha da Mc Taylor

Para a Mc Taylor

Foto para página web de um jornal

Em El corredor nocturno (2009)

Red Lights (2012)



Quem nunca se encantou com a personagem Nene de Plata Quemada (2000) ou a nova leitura de D. José em Carmen (2003) de Vicente Aranda!? Personagens diversos vividos pelo Ator Leonardo Sbaraglia, hoje completando 42 anos, empolgaram cinéfilos e expectadores mundo afora. Atualmente no ar com a série Terapia (2012) na Argentina e em cartaz em Paris com o filme El Campo (2012), o ator é sinônimo de talento e versatilidade.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Alejo Sauras

Alejo Martín Sauras nasceu no dia 29 de junho de 1979 em Palma de Mallorca (Espanha). Passou toda sua adolescência em Madrid. Era mal aluno, mas ainda assim conseguiu se formar em Eletrônica e chegou a ser aprovado para trabalhar na Empresa de Aviação Iberia. Mas descobriu o caminho da interpretação e assim o percorreu.

Ator de teatro, cinema e televisão, estudou em Escolas de Artes Dramáticas como a Cristina Rota, ao mesmo tempo que estudava japonês na Escuela Oficial de Idiomas de Madrid. Ele estudava para representar bem as obras teatrais neste idioma. Começando a partir daí a aparecer em séries de televisão curtas metragens como Menudo es mi padre, Compañeros, A las once en casa... Em 1998 estreu no cinema com uma pequena aparição no filme Mensaka.


Mais tarde se integrou no elenco da série de televisão Al salir de clase (1997-2002), na pele de um adolescente homosexual, Santi, com participações em mais de 500 capítulos entre os anos 1999 e 2000. Este personagem lhe trouxe grande popularidade, se tornando um rosto familiar.


Posteriormente participou em filmes como Y decirte alguna estupidez, por exemplo, te quiero (2000), ou Diario de una becaria (2003) e seguiu fazendo alguns episódios nas séries de televisão (Siete Vidas, El Comisario). Nesta época também fez muitos curtas.


Em 2003 participou na segunda temporada de Javier ya no vive solo, junto a Emilio Aragón. Em seguida interpretou Raúl, o filho de Nuria González e Antonio Molero, na série Los Serrano, onde trabalhou até o final da série em julho de 2008, e que soube concilar com o cinema. Este também foi um personagem de grande popularidade na TV espanhola.




Em 2005 abandonou a imagem de ator juvenil aceitando ser o protagonista no filme Bienvenido a casa, realizado por David Trueba. Onde ficou na pele do fotógrafo que se incorporava em uma redação de um jornal. Pilar López de Ayala, Concha Velasco, Jorge Sanz, Juan Echanove e Carlos Larrañaga foram seus companheiros de elenco.



Em 2006 rodou o longa Café solo o con ellas do diretor Álvaro Díaz Lorenzo, com Asier Etxeandía, Lucía Jiménez e Elena Ballesteros. Em novembro do mesmo ano roda outro longo junto a Imanol Arias, Lo que tiene el otro, dirigida pelo valenciano Miguel Perelló e que a mediados de 2009 ainda não estreou na Espanha.

Seus últimos trabalhos foram La habitación de Fermat de Luis Piedrahita e Rodrigo Sopeña e Sexykiller, morirás por ella de Miguel Martí. Em 2008 participou das filmagens de Mentiras y gordas junto a seu companheiro Hugo Silva e outros rostos conhecidos. Tabém fez um pequeno papel no filme de Pedro Almodóvar Los abrazos rotos.
Em 2009 foi anunciada sua participação na série da Telecinco, Acusados. Abaixo currículo em espanhol do rapaz:

Graduado escolar en el C.P. Alcalde de Móstoles (Madrid).
    F.P. 1 y 1º F.P. 2. Electrónica en la escuela profesional Institución La Salle (Madrid)
    Inglés: Nivel 3 certificado por el Consejo Británico.
    Japonés: Dos años cursados en la E.O.I. Madrid.
    Interpretación: Textos clásicos, clases con Joan Llaneras. Madrid, 1997.
    Teatro: Clases basadas en textos de Shakespeare con la Fundación Shakespeare dirigidos por Manuel Ángel Conejero, en el Ateneo de Madrid, 1998.
    Arte dramático:1º y 2º año en la Escuela de Cristina Rota.
    1 año en Bululú 2120 con Antonio Malonda.
    Conocimientos de baile (jazz), impartidos por Sue Samuels, Broadway Dance Center, Nueva York, 2001.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Alejo Sauras (Filmografia)



Filmografia:

Longas:

    Mentiras y gordas (2009), de Alfonso Albacete y David Menkes.
    Los abrazos rotos (2008), de Pedro Almodóvar.
    Sexykiller: morirás por ella1 (2008), de Miguel Martí.
    La habitación de Fermat (2007), de Luis Piedrahita y Rodrigo Sopeña.
    Lo que tiene el otro (2007), de Miguel Perelló.
    Café solo o con ellas (2007), de Álvaro Díaz Lorenzo.
    Bienvenido a casa (2006), de David Trueba.
    H6: Diario de un asesino (2005), de Martín Garrido Barón.
    Mentiras (2005), de Miguel Perelló.
    Atrapados (2003), de Criso Renovell.
    Diario de una becaria (2003), de Josetxo San Mateo.
    La mujer de mi vida (2001), de Antonio del Real.
    Y decirte alguna estupidez, por ejemplo, te quiero (2000), de Antonio del Real.
    Mensaka (1998), de Salvador García Ruiz.

Curtas:

    Copia nueva (1997), de Indalecio Corugedo.
    Verbena (1998), de Indalecio Corugedo.
    Surfavela (1999), de Carlos Moriano.
    Paréntesis (1999), de Indalecio Corugedo.
    Expendedora (2000), de Santiago Tabernero.
    Sorete (2003), de Jaime González y Juanjo Moya.
    La naranja perfecta (2003), de Cristina Menéndez Torralba.
    Egos de trapo (2003), de Pedro Collantes.
    Tus labios (2004), de Isabel de Ocampo.
    Macarra (2005), de Jimmy Barnatán.

Televisão - Papéis fixos

    Al salir de clase (1999-2001), como Santi
    Los Serrano (2003-2008), en el papel de Raúl Martínez.
    Cazadores de hombres (2008), en el papel de "El Tila".
    Acusados (2010), en el papel de Pablo.
    14 de abril. La República (2011), en el papel de Jesús Prado.

Papéis episódicos:

    Menudo es mi padre (1997). Antena 3.
    Maridos y mujeres (1997). TVE 1.
    A las once en casa (1998). TVE 1.
    Compañeros (1998). Antena 3.
    Una de dos (1998). TVE.
    El Comisario (2000). Telecinco.
    Cuéntame cómo pasó (2002). TVE 1.
    Siete Vidas (2002). Telecinco.
    Javier ya no vive solo (2003). Telecinco

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Outra super postagem do Blog All Classics

Esta postagem especial foi escrita por minha amiga blogueira Rubi Tegani. Excelente texto.

La Cabalgata del Circo - Elenco

Em 3 de maio de 1914, nascia em Buenos Aires Armando Bó, que ao longo da vida trilhou sua jornada profissional sempre voltado para a arte; tornou-se ator, diretor, produtor, roteirista e compositor da Era Clássica do cinema argentino. Iniciou sua carreira artística em 1939 atuando no filme Ambición; a este seguiram-se várias produções que se estenderam até final dos anos 40, entre elas, destaque para: Chimbela, Un Señor mucamo, Fragata Sarmiento, "Joven, viuda y Estanciera", Cândida millonaria, Los tres mosqueteros, La Cabalgata del circo, La Caraba, Si mis campos hablaran e Con el sudor de tu Frente. No início dos anos 50 Armando já cultivava um interesse maior pela produção de um filme do que propriamente pela participação como ator; isto fez com que partisse para essa nova empreitada em sua carreira, lançando seu primeiro trabalho como diretor em 1954 com o filme Sin familia. Diferente da maioria dos diretores de sua época, Armando ousava com cenas eróticas em suas obras, e coube a ele em 1956 com o filme El trueno entre las hojas, incluir a primeira cena de nudez da história do cinema argentino. Envolveu-se em quase 100 produções ao longo de sua carreira, encerrando-a como ator em 1979 com El último amor en Tierra del Fuego e como diretor em 1980 com Una viuda descocada. De sua vida pessoal, como dito no início, pouco se sabe; porém deixou para o cinema argentino um herdeiro com grande destaque, seu filho Víctor Bó. Faleceu no dia 8 de outubro de 1981 aos 67 anos de idade.

Orestes Caviglia nasceu no dia 9 de novembro de 1893 e foi considerado um dos grandes nomes da chamada Era Clássica do cinema argentino. Infelizmente, pouco se sabe sobre sua vida pessoal; mas como ator e diretor, Orestes apareceu em mais de 20 filmes, marcando sua estreia em 1936 com o filme Tararira. A partir daí, foi convidado a fazer parte do elenco de grandes produções ao lado dos mais renomados atores de sua época, tais como: Melgarejo, Viento norte, En el viejo Buenos Aires, Casa de muñecas, La cabalgata del circo, Rosa de América, Pelota de trapo e El octavo infierno, seu último filme. Como diretor, tem 6 produções cinematográficas, com destaque para Al toque de clarín de 1941. Faleceu no dia 1° de abril de 1971.

No dia 2 de abril de 1920, nascia em Vigo/Espanha, o pequeno Manuel Francisco Castro Ríos, que mais tarde brilharia no cinema argentino com o nome artístico Ricardo Castro Ríos. Não há muitos registros de sua vida particular ou mesmo profissional, estabelecido em Buenos Aires, estreou nas telas de cinema em 1945, no clássico La Cabalgata del Circo ao lado de Libertad Lamarque e Hugo del Carril. No ano seguinte, participou de Inspiración e em 1947 esteve presente noutro clássico do cinema argentino A sangre fría ao lado da atriz Amelia Bence. Sua filmografia conta com mais de 40 trabalhos realizados entre filmes e seriados para TV, sendo que seu último trabalho nas telas foi Amnesia em 1994. Faleceu em 21 de janeiro de 2001, aos 80 anos de idade vítima de câncer.

Outros atores: Evita Perón, José Olarra, Juan José Miguez, Ilde Pirovano, Tino Tori, Elvira Quiroga e Ana Nieves.

Fonte: Blog All Classics

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