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Cinema Latino

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Alejo Sauras (Filmografia)



Filmografia:

Longas:

    Mentiras y gordas (2009), de Alfonso Albacete y David Menkes.
    Los abrazos rotos (2008), de Pedro Almodóvar.
    Sexykiller: morirás por ella1 (2008), de Miguel Martí.
    La habitación de Fermat (2007), de Luis Piedrahita y Rodrigo Sopeña.
    Lo que tiene el otro (2007), de Miguel Perelló.
    Café solo o con ellas (2007), de Álvaro Díaz Lorenzo.
    Bienvenido a casa (2006), de David Trueba.
    H6: Diario de un asesino (2005), de Martín Garrido Barón.
    Mentiras (2005), de Miguel Perelló.
    Atrapados (2003), de Criso Renovell.
    Diario de una becaria (2003), de Josetxo San Mateo.
    La mujer de mi vida (2001), de Antonio del Real.
    Y decirte alguna estupidez, por ejemplo, te quiero (2000), de Antonio del Real.
    Mensaka (1998), de Salvador García Ruiz.

Curtas:

    Copia nueva (1997), de Indalecio Corugedo.
    Verbena (1998), de Indalecio Corugedo.
    Surfavela (1999), de Carlos Moriano.
    Paréntesis (1999), de Indalecio Corugedo.
    Expendedora (2000), de Santiago Tabernero.
    Sorete (2003), de Jaime González y Juanjo Moya.
    La naranja perfecta (2003), de Cristina Menéndez Torralba.
    Egos de trapo (2003), de Pedro Collantes.
    Tus labios (2004), de Isabel de Ocampo.
    Macarra (2005), de Jimmy Barnatán.

Televisão - Papéis fixos

    Al salir de clase (1999-2001), como Santi
    Los Serrano (2003-2008), en el papel de Raúl Martínez.
    Cazadores de hombres (2008), en el papel de "El Tila".
    Acusados (2010), en el papel de Pablo.
    14 de abril. La República (2011), en el papel de Jesús Prado.

Papéis episódicos:

    Menudo es mi padre (1997). Antena 3.
    Maridos y mujeres (1997). TVE 1.
    A las once en casa (1998). TVE 1.
    Compañeros (1998). Antena 3.
    Una de dos (1998). TVE.
    El Comisario (2000). Telecinco.
    Cuéntame cómo pasó (2002). TVE 1.
    Siete Vidas (2002). Telecinco.
    Javier ya no vive solo (2003). Telecinco

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Outra super postagem do Blog All Classics

Esta postagem especial foi escrita por minha amiga blogueira Rubi Tegani. Excelente texto.

La Cabalgata del Circo - Elenco

Em 3 de maio de 1914, nascia em Buenos Aires Armando Bó, que ao longo da vida trilhou sua jornada profissional sempre voltado para a arte; tornou-se ator, diretor, produtor, roteirista e compositor da Era Clássica do cinema argentino. Iniciou sua carreira artística em 1939 atuando no filme Ambición; a este seguiram-se várias produções que se estenderam até final dos anos 40, entre elas, destaque para: Chimbela, Un Señor mucamo, Fragata Sarmiento, "Joven, viuda y Estanciera", Cândida millonaria, Los tres mosqueteros, La Cabalgata del circo, La Caraba, Si mis campos hablaran e Con el sudor de tu Frente. No início dos anos 50 Armando já cultivava um interesse maior pela produção de um filme do que propriamente pela participação como ator; isto fez com que partisse para essa nova empreitada em sua carreira, lançando seu primeiro trabalho como diretor em 1954 com o filme Sin familia. Diferente da maioria dos diretores de sua época, Armando ousava com cenas eróticas em suas obras, e coube a ele em 1956 com o filme El trueno entre las hojas, incluir a primeira cena de nudez da história do cinema argentino. Envolveu-se em quase 100 produções ao longo de sua carreira, encerrando-a como ator em 1979 com El último amor en Tierra del Fuego e como diretor em 1980 com Una viuda descocada. De sua vida pessoal, como dito no início, pouco se sabe; porém deixou para o cinema argentino um herdeiro com grande destaque, seu filho Víctor Bó. Faleceu no dia 8 de outubro de 1981 aos 67 anos de idade.

Orestes Caviglia nasceu no dia 9 de novembro de 1893 e foi considerado um dos grandes nomes da chamada Era Clássica do cinema argentino. Infelizmente, pouco se sabe sobre sua vida pessoal; mas como ator e diretor, Orestes apareceu em mais de 20 filmes, marcando sua estreia em 1936 com o filme Tararira. A partir daí, foi convidado a fazer parte do elenco de grandes produções ao lado dos mais renomados atores de sua época, tais como: Melgarejo, Viento norte, En el viejo Buenos Aires, Casa de muñecas, La cabalgata del circo, Rosa de América, Pelota de trapo e El octavo infierno, seu último filme. Como diretor, tem 6 produções cinematográficas, com destaque para Al toque de clarín de 1941. Faleceu no dia 1° de abril de 1971.

No dia 2 de abril de 1920, nascia em Vigo/Espanha, o pequeno Manuel Francisco Castro Ríos, que mais tarde brilharia no cinema argentino com o nome artístico Ricardo Castro Ríos. Não há muitos registros de sua vida particular ou mesmo profissional, estabelecido em Buenos Aires, estreou nas telas de cinema em 1945, no clássico La Cabalgata del Circo ao lado de Libertad Lamarque e Hugo del Carril. No ano seguinte, participou de Inspiración e em 1947 esteve presente noutro clássico do cinema argentino A sangre fría ao lado da atriz Amelia Bence. Sua filmografia conta com mais de 40 trabalhos realizados entre filmes e seriados para TV, sendo que seu último trabalho nas telas foi Amnesia em 1994. Faleceu em 21 de janeiro de 2001, aos 80 anos de idade vítima de câncer.

Outros atores: Evita Perón, José Olarra, Juan José Miguez, Ilde Pirovano, Tino Tori, Elvira Quiroga e Ana Nieves.

Fonte: Blog All Classics

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Mosaicos - Documentário sobre Luiz Gonzaga

domingo, 24 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

"O caminho dos ingleses", Espanha, 2006.

"Descubristeis que vuestro corazón puede ser una casa vacía o un acera por donde sólo de tarde en tarde pasa la fortuna"
Ficha Técnica: 
Título original: El camino de los ingleses
País: Espanha
Ano: 2006
Direção: Antonio Banderas
Produção: Antonio Banderas, Gustavo Ferrada, Carlos Taillefer e Antonio Meliveo
Roteiro: Antonio Soler
Música: Antonio Meliveo
Fotografia: Xavi Giménez
Montagem: Mercedes Alted
Gênero: Drama e Romance

Elenco: 
Alberto Amarilla (Miguelito)
María Ruiz (Luli)
Félix Gómez (Paco Frontón)
Raúl Arévalo (Babirusa)
Fran Perea (El Garganta)
Marta Nieto (La Cuerpo)
Mario Casas (Moratalla)
Antonio Garrido (Cardona)
Antonio Zafra (Enano Martínez)
Berta de la Dehesa  (La Gorda de la Cala)
Victor Perez  (González Cortés)
Cuca Escribano (Fina)
Lucio Romero  (Avô)
Victoria Abril (Professora)
Pepa Aniorte (Fonseca) 

Sinopse: Málaga, fim da década de 70. Começa o verão, o jovem Miguelito (Alberto Amarilla) sai do hospital depois de uma cirurgia com aspirações a se tornar um poeta, se apaixona pela bela Luli (Maria Ruiz), que deseja ser bailarina, com quem passa a ter um tórrido romance. Seu amigo Babirusa (Raúl Arévalo) sofre de vários traumas e se afunda em aventuras sexuais vazias, enquanto Paco (Félix Gómez), outro companheiro, tem problemas de relacionamento com o pai, um industrial de má reputação. Estes são os pontos de partida do verão mais conturbado de suas vidas, que servirá como um rito de passagem entre a adolescência e a maioridade.


Meu comentário: Me surprendi com esta faceta do ator, Antonio Banderas, a de diretor. O mais curioso neste filme foi a maneira escolhida por ele para captar os sentimentos das personagens, usando vários recursos de imagem e a cor, assim como a locução para relatar os momentos daqueles jovens que no fim dos anos 70 passando por momentos atribulantes pareciam buscar um rumo para a própia existência. Pecou um pouco pelo roteiro e pela sequência. Deu para ver Victoria Abril no auge da plástica em papel forte e ainda "caliente", digamos, em uma atuação de peso no filme. Para quem não gosta de filmes de arte não é recomendável, mas para quem curte, ficamos com a sensação que ficou faltando algo mais.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Hugo del Carril

Leitores do Sala Latina, apresento a todos o texto de um dos maravilhosos blogs que tenho a honra de visitar e ler, é o da minha amiga Rubi, nele você encontra raridades do mundo da sétima arte e sempre algo que você ainda não conheceu. Pedi sua permissão para postar aqui um texto seu, sobre um dos famosos atores argentinos do passado.


No dia 30 de novembro de 1912 nascia Piero Bruno Hugo Fontana, que mais tarde ficou conhecido pelo nome artístico Hugo del Carril. Renomado ator, diretor e cantor argentino, Hugo era filho de Orsolina Bertani e Hugo Fontana e apesar de nascer em berço de ouro, sua jornada foi cercada de muitas dificuldades. Quando criança, viu-se obrigado a morar com outra família por conta da separação dos pais. Há relatos e declarações do próprio Hugo, que essa atitude fez com que nunca os perdoasse, no entanto, quando adoeceram não lhes negou a devida atenção enquanto vivos. Porém o fato de nunca ter visitado os túmulos de seus pais deram ênfase ao sentimento que o consumia. Durante a adolescência, costumava faltar as aulas para frequentar um pequeno bar reduto de artistas, na esperança de tornar-se um cantor; isso fez com que fosse expulso do colégio. Em 1927, aos 15 anos de idade, com o pseudônimo Pierrot iniciou sua carreira com apresentações ao lado dos Irmãos Leguizamon.

Foram anos difíceis em que teve que trabalhar numa fábrica de sabão e numa vidraria para manter sustento próprio. Utilizou outro pseudônimo Alejo Pacheco Ramos, trabalhou como locutor de rádio e estribilista (cantor de segunda linha que só cantava o refrão de cada tango). Em 1930 conheceu Roberto Acuña, membro do Chispazos de tradición (radioteatro), que o conduziu pela primeira vez à Radio Nacional. A parceria deu origem a dupla Acuña-Carril que fez sucesso durante quatro anos até a morte de Acuña. A morte do amigo induziu Hugo a afastar-se da carreira e não fosse o incentivo daqueles que o cercavam, certamente a teria abandonado. Em 1935 mudou-se para a Rádio El Pueblo e no ano seguinte estava na Rádio El Mundo onde conheceu Tito Ribero, que se tornou seu parceiro musical ao longo da vida. Neste período rompeu seu noivado com Perla Moreno. Em 1937 foi contratado pelo cineasta Manuel Romero para gravar o tango Tiempos Viejos no filme Los muchachos de antes no usaban gomina ao lado de Florencio Parravicini, Mecha Ortiz, Arrieta Sabina e Olmos Santiago.

Isto abriu-lhe caminhos para que a Lumiton o contrarasse para participação de três outros filmes: La vuelta de Rocha com Amanda Ledesma, Tres anclados en Paris e Madreselva, onde, neste último, durante as filmagens conheceu Ana Maria Martinez, com a qual teve uma relação atribulada. A partir daí sua fama como galã e ator rendeu-lhe os filmes: La vida es un tango, La vida de Carlos Gardel, Gente bien, El astro del tango e Confesión, La canción de los barrios, En la luz de una estrella e Cuando canta el corazón, sendo que os três últimos bateram recorde de bilheteria.

A partir de 1943 passou a misturar sua carreira artística com interesses políticos, e neste mesmo ano após a filmagem de La pasión imposible e La piel de zapa, conheceu Juan Perón ao qual fez a entrega de uma carta de Manuel Ávila Camacho, ex-presidente mexicano. No ano seguinte, estrelou a comédia Los dos rivales ao lado de Luis Sandrini e em 1945 compôs o elenco do filme La Cabalgata del Circo, onde contracenou com Evita Perón. Em 1946 em território mexicano, estrelou Canción desesperada e La noche y tu e "Compadrón, Che, papusa, oi e Pobre mi madre querida"; neste período surgiram boatos de sua morte num acidente de carro.

Três anos mais tarde, estrelou, dirigiu e produziu Historia del 900 e gravou Marcha Peronista, que o consagrou definitivamente. Na década de 50 dirigiu, produziu e atuou em diversos filmes, incluindo clássicos como El negro que tenía el alma blanca, Vida nocturna, La Tierra del Fuego e La Quintrala. Sempre envolvido com política, foi preso por conta de seus filmes e a chamada Revolução Libertadora Argentina tirou os seus filmes de cartaz. Após permanecer preso por 41 dias, voltou as telas para estrelar no filme El último perro, mas foi detido novamente acusado de desviar verba para produzir La Quintrala.

Na década de 60, conheceu Violeta Curtois com quem se casou em 1961. Nesta mesma época, produziu inúmeros filmes e foi visto pelos artistas como exigente e perfeccionista. Após sofrer um grave acidente de automóvel, nasceu sua primeira filha, Marcela Alejandra. Recuperado, dirigiu e estrelou Buenas noches, Buenos Aires (primeiro musical colorido argentino) que contava com elenco grandioso, no entanto, por conta de seu envolvimento político, o filme não alcançou o sucesso esperado. Em 1965 nasce seu segundo filho Hugo Miguel, no ano seguinte a terceira, Amorina e em 1969 Eva. Na década de 70, assinou contrato com o Canal 11, onde passou a apresentar o programa Tango Club e Carpa del Pueblo. A partir de 1973, livre da perseguição política,estrelou os filmes: Siempre fuimos compañeros e La mala vida; já em  1975 despediu-se da carreira de diretor com o filme Yo maté a Facundo. Em 1986, foi nomeado Cidadão Ilustre de Buenos Aires; porém com a morte de Violeta, no mesmo ano, Hugo entrou em depressão e dois anos mais tarde foi internado após sofrer infarto. Sua recuperação foi lenta mas permitiu-lhe ainda prestigiar uma homenagem ao seu 50º aniversário de sua primeira atuação em setembro de 1989; porém no dia 13 de agosto do mesmo ano, faleceu aos 71 anos de idade, sendo enterrado junto com Violeta Curtois no Cemitério de Olivos.

Fonte: Blog All Classics

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hugo del Carril (Filmografia)


Filmografia:
Diretor


    Historia del 900 (1949)
    Surcos de sangre (1950)
    Las aguas bajan turbias (1952)
    La Quintrala, doña Catalina de los Ríos y Lisperguer (1955)
    Más allá del olvido (1956)
    Una cita con la vida (1958)
    Las tierras blancas (1959)
    Culpable (1960)
    Amorina (1961)
    Esta tierra es mía (1961)
    La calesita (1963)
    La sentencia (1964)
    Buenas noches, Buenos Aires (1964)
    Yo maté a Facundo (1975)

Roteirista:

    Historia del 900 (1949)
    Yo maté a Facundo (1975)

Intérprete:

    La vuelta de Rocha (1937)
    Los muchachos de antes no usaban gomina (1937)
    Madreselva (1938)
    Tres argentinos en París (1938)
    Gente bien (1939)
    La vida de Carlos Gardel (1939)
    La vida es un tango (1939)
    Confesión (1940)
    El astro del tango (1940)
    Cuando canta el corazón (1941)
    En la luz de una estrella (1941)
    La canción de los barrios (1941)
    Amor último modelo (1942)
    La novela de un joven pobre (1942)
    La piel de zapa (1943)
    Pasión imposible (1943)
    Los dos rivales (1944)
    La cabalgata del circo (1945)
    Buenos Aires canta (1947)
    La cumparsita (1947)
    Pobre mi madre querida (1948)
    Historia del 900 (1949)
    Surcos de sangre (1950)
    El último payador (1950)
    Las aguas bajan turbias (1952)
    Vida nocturna (1955)
    Más allá del olvido (1956)
    El último perro (1956)
    Las tierras blancas (1959)
    Culpable (1960)
    Buenos días, Buenos Aires (corto - 1960)
    Esta tierra es mía (1961)
    Amorina (1961)
    La calesita (1963)
    Buenas noches, Buenos Aires (1964)
    La sentencia (1964)
    ¡Viva la vida! (1969)
    El día que me quieras (1969)
    Amalio Reyes, un hombre (1970)
    La malavida (1973)
    Siempre fuimos compañeros (1973)
    El canto cuenta su historia (1976)

Produção:

    Historia del 900 (1949)
    Surcos de sangre (1950)
    La Quintrala, doña Catalina de los Ríos y Lisperguer (1955)
    Más allá del olvido (1956)
    Una cita con la vida (1958)
    Las tierras blancas (1959)
    La calesita (1963)
    La sentencia (1964)
    Buenas noches, Buenos Aires (1964)

Intérprete da música:

    Perón, sinfonía del sentimiento (1999, no estrenada comercialmente)

Assessoria artística:

    La Tierra del Fuego se apaga (1955)

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