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Cinema Latino

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Emma Penella (Filmografia)



Filmografia:
Carne de horca (Ladislao Vajda, 1953).
Cómicos (Juan Antonio Bardem, 1953).
Los peces rojos (José Antonio Nieves Conde, 1955).
Fedra (Manuel Mur Oti, 1956).
El batallón de las sombras (Manuel Mur Oti, 1956).
De espaldas a la puerta (José María Forqué, 1956).
Sentencia contra una mujer (1960).
Alegre juventud (Mariano Ozores, 1963).
El verdugo (Luis García Berlanga, 1963).
La hora incógnita (Mariano Ozores, 1963).
Lola, espejo oscuro (Fernando Merino, 1966).
Fortunata y Jacinta (Angelino Fons, 1970).
La Regenta (Gonzalo Suárez, 1974).
Padre Nuestro (Francisco Regueiro, 1985).
El amor brujo (Carlos Saura, 1985).
La estanquera de Vallecas (Eloy de la Iglesia, 1987).
Doblones de a ocho (Andrés Linares, 1990).
Mar de luna (Manolo Matji, 1994).
Pídele cuentas al Rey (José Antonio Quirós, 1999).
Los novios búlgaros (Eloy de la Iglesia, 2003).

quarta-feira, 23 de maio de 2012

"Teresa, o corpo de Cristo", Espanha, 2007.


Ficha técnica:
Título no Brasil:  Teresa, o Corpo de Cristo
Título Original:  Teresa, el cuerpo de Cristo
País de Origem:  França / Espanha / Inglaterra
Gênero:  Drama
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento:  2007
Estúdio/Distrib.:  Paris Ffilmes
Direção:  Ray Loriga
Elenco:
Paz Vega (Teresa)
Leonor Watling (Doña Guiomar de Ulloa)
Geraldine Chaplin (Priora)
Eusebio Poncela (Frei Gaspar Daza)
Amparo Valle (Mari Briceño)
Manuel Morón (Provincial)
Francesc Garrido  (Salcedo)
Paula Errando  (Juana)
Álvaro de Luna (Pai de Teresa)
José Luis Gómez (Frei Pedro de Alcántara)
Ángel de Andrés López (bispo de Toledo)
Andrés Gertrúdix (Rodrigo)
Antonio Ross (Dominico Sinestro)
Eduardo Puceiro (Padre Vicente Barrón)
Javier Mejía (Francisco de Borja)

Em cena Paz Vega (Teresa) e Leonor Watling (Doña Guiomar)
Sinopse: Teresa de Cepada y Ahumada, filha de um fidalgo de Ávila, não aceita seu papel como mulher em um mundo de homens. Ela não se contenta em ser apenas esposa e mãe. Ela sente que há algo mais. Ela quer escrever, ler, aprender. Na busca por esse “algo mais” de que sente falta, Teresa vai para um convento de clausura, mas sua decepção não poderia ser maior. Ela logo descobre que por trás das paredes do convento, reina o mesmo materialismo e frivolidade de que ela está tentando fugir. Teresa, então, decide iniciar uma cruzada baseada em oração e sacrifício, pela qual primeiro será considerada rebelde e louca, para então se tornar uma líder e, enfim, uma santa. Esta é a história de uma mulher excepcional que viveu em uma época turbulenta. Uma linda mulher que lutou contra o mundo... e venceu.


Meu comentário: Nunca tinha visto este filme. O curioso é que deixei o vídeo ligado e saí da sala, tinha perdido os créditos iniciais e me surpreendi em ver Paz Vega no papel principal, aliás quando ela vestiu o hábito é que quase não a reconhecia não tanto pela caracterização, mas pela atuação. Leonor Watling também está surpreendente, e claro, curti muito a ilustre presença de Geraldine Chaplin como a Priora do Convento, sua atuação também é primorosa.


Curiosidades: Muitos filmes em Espanha foram feitos sobre Teresa de Ávila, aquela que foi considerada a Doutora da Igreja. Quase todos fieis à história original.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Aurora Bautista


Aurora Bautista Zúmel nasceu em Villanueva de los Infantes em Valladolid (Espanha) em 15 de outubro de 1925, seu pai foi preso no final da Guerra Civil, ainda jovem vai viver em Barcelona. Na famosa capital da Catalunha, faz seus estudos em artes dramáticas no Instituto de Teatro, onde Cayetano Luca de Tena a descobre e a contrata para a companhia do Teatro Espanhol de Madrid, onde faz a sua estreia em 1944 encenando Sonho de uma noite de verão de William Shakespeare.

 Enquanto trabalha em obras do repertório clássico, em 1948 Juan de Orduña  oferece o papel da rainha Juana no filme Locura de amor, junto a Fernando Rey, papel que catapulta sua carreira no cinema espanhol.

Seu contrato exclusivo com a produtora Cifesa volta a unir a Juan de Orduña em Pequeñeces e Agustina de Aragón (1950) e a Manuel Mur Oti e Carlos Lemos em Condenados (1953). Com De Orduña repete outro personagem de relevância histórica, Teresa de Jesús (1961).

Sua carreira cinematográfica sofre um breve declínio e a devolve ao teatro às ordens de José Tamayo ou Luis Escobar, quase sempre com textos clássicos (Antígona, Medea, Fuenteovejuna), salvo algumas exceções como Requiem por una mujer (1958) de William Faulkner, La gata sobre el tejado de zinc (1959) de Tennessee Williams ou Yerma (1960) de Federico García Lorca, em uma de suas primeiras representações durante o franquismo.



Muda para o México onde se casa em 1964. Depois conseguiu obter sucesso na tela grande novamente e as melhores críticas como protagonista de La tía Tula, filme de Miguel Picazo com intervenções de Carlos Estrada, Enriqueta Carballeira, Irene Gutiérrez Caba e José María Prada.



Depois dessa temporada, Aurora agora aparece como coadjuvante em El mirón, Extramuros, Divinas palabras, Amanece, que no es poco ou Tiovivo c.1950, continuando com sua atividade teatral nas montagens Oye, patria, mi aflicción (1978), de Fernando Arrabal; La señorita de Tacna (1982), de Mario Vargas Llosa; Tito Andrónico (1983), de William Shakespeare no Festival de Teatro Clássico de Mérida e Paso a paso (1986-1987) na versão de Nacho Artime. Também Cartas de mulheres, Morirás de otra cosa e Bodas de sangre, que estreia em Buenos Aires em 1995, entre outros.
Atriz romântica e declamatória, cheia de força e turbulência, se tornou a intérprete ideal para certos filmes de gênero histórico, tão atentos a comoção dramática e ao transbordamento das paixões.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Aurora Bautista (Filmografia)

Locura de amor (1948)



Filmografia:
2004 Tiovivo c.1950, de José Luis Garci.
2002 Octavia, de Basilio Martín Patino.
2000 Adiós con el corazón, de José Luis García Sánchez.
1995 Hermana, pero ¿qué has hecho?, de Pedro Masó.
1989 Amanece, que no es poco, de José Luis Cuerda.
1987 Divinas palabras, de José Luis García Sánchez.
1987 El polizón del Ulises, de Javier Aguirre.
1985 Extramuros, de Miguel Picazo.
1977 El mirón, de José Ramón Larraz.
1973 Una vela para el diablo, de Eugenio Martín.
1969 Pepa Doncel, de Luis Lucia.
1968 Uno a uno sin piedad, de Rafael Romero Marchent.
1966 El derecho de nacer, de Tito Davison.
1964 La tía Tula, de Miguel Picazo.
1961 Teresa de Jesús, de Juan de Orduña.
1959 Sonatas, de Juan Antonio Bardem.
1958 El marido (Il marito), de Nanni Loy.
1956 La gata, de Margarita Alexandre y Rafael María Torrecilla.
1953 Condenados, de Manuel Mur Oti.
1950 Agustina de Aragón, de Juan de Orduña.
1950 Pequeñeces, de Juan de Orduña.

domingo, 20 de maio de 2012

sábado, 19 de maio de 2012

Imperio Argentina

 Imperio Argentina é o nome artístico de Magdalena Nile del Río, a atriz e cantora argentina nasceu no tradicional bairro de San Telmo (Buenos Aires). Filha do violonista, Antonio Nile e da atriz malagueña, Rosario del Río, tinha só seis anos quando subiu pela primeira vez em um tablado. Mas dizem ainda que aos quatro anos cantou pela primeira vez no Café Armonía, recebendo como "prêmio" uma bebida a base de leite. Quando criança a chamavam de Malena.

 Malena seria seu nome artístico se o escritor Jacinto Benavente, impressionado com sua atuação brilhante, dissesse uma vez justificando o nome daquela que seria conhecida para além das fronteiras de seu país: "Canta tão bem como Pastora Imperio e dança tão bem como Antonia Mercé, a Argentinita".


Estreou nos palcos em 1924, no teatro Romea de Madrid, justamente pelas mãos de Argentinita. En 1927, o diretor de cinema Florián Rey a escolheu para interpretar La hermana San Sulpicio, filme mudo baseado no romance homônimo de Armando Palacio Valdés. Em 1928 viajou a Alemanha para rodar Corações sem rumo, filme de poucas falas.

Pouco depois o cinema sonoro batia em sua porta. Em 1930 interpretou El profesor de mi mujer,  e um ano depois, Cinépolis. Obteve suceso com o filme Su noche de bodas, dirigida por Louis Mercanton e Florián Rey, onde cantava a valsa Recordar, em dueto com Manuel Russell, passando a ser o sucesso discográfico do momento. Despois foi a vez das filmagens de Lo mejor es reír, versão espanhola de Rive gauche, às ordens de Alexander Korda. Mais tarde interpretou ¿Cuándo te suicidas? e o curta El cliente seductor (1931), junto com Maurice Chevalier.



A Paramount estava de olho nela e no seu compatriota mais famoso, Carlos Gardel. Da dupla rodaram La casa es seria e Melodía de arrabal (1933), filme a consagrou nas telas americanas. Posteriormente, Florián Rey a dirigiría em dois de seus maiores sucessos, Morena Clara e Nobleza baturra, ambas de 1935. Mas a carreira de Imperio no fim dos anos trinta, segundo seus biógrafos era luz e sombra, principalmente por ser amada pelo ditador Francisco Franco e também ter sido apresentada a outra figura polêmica, Adolf Hitler, que encantado pela beleza e porte artístico da atriz, queria que ela fizese o papel da aventureira holandesa, Lola Montes. O suposto vínculo com o nazismo trouxe consequencias para a vida de Imperio, como inimizades por exemplo, dizem até que protestos eram feitos em frente aos teatros em que se apresentava em Nova York, México e até mesmo Buenos Aires, sua terra natal.
Nos anos quarenta fez mais filmes. Casou-se com o diretor de cinema Florián Rey, depois de separar-se do mesmo casou-se com o Conde de Cabezuelas, abandonando-o depois de receber uma reprimenda da igreja. Sua maior dor foi a perda de seus dois filhos. Uma vez chegou a dizer que o grande amor de sua vida foi o ator, Rafael Rivelles.
Em 2001 publicou o livro de memórias Malena Clara, que inspirou a personagem feminina do filme La niña de tus ojos (1998), de Fernando Trueba, interpretado por Penélope Cruz, desgostando Imperio, por ter ali algumas das partes de sua vida.
Aos noventa anos recebeu a medalha de honra da Universidad Complutense de Madrid. Recebeu também de Buenos Aires o título de "cidadã ilustre", mesmo se sentindo especialmente orgulhosa de ter um retrato seu pendurado no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía (MNCARS). Morreu em Málaga (Benalmádena) onde morava há mais de vinte cinco anos e onde en março de 1999 obteve a nacionalidade espanhola em 22 de agosto de 2003, junto a suas seis netas e oito bisnetos.
 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Imperio Argentina - Filmografia





Filmografia:

1997 Andalucía, un siglo de fascinación (TV mini-series) – Ojos verdes (1997)

1987 El polizón del Ulises

1986 Tata mía (Tata)

1975 Canciones de nuestra vida

1966 Con el viento solano (Madre de Sebastián)

1960 Ama Rosa (Ama Rosa)

1951 Café Cantante

1951 La copla de la Dolores (Dolores)

1948 La cigarra (Soledad 'La Cigarra')

1946 La maja de los cantares

1945 Bambú

1942 Goyescas

1941 Tosca (Floria Tosca)

1939 La canción de Aixa (Aixa)

1938 Andalusische Nächte (Carmen - eine Zigeunerin)

1938 Carmen, la de Triana (Carmen)

1936 Morena Clara (Trini)

1935 Nobleza baturra (María del Pilar)

1935 Romanza rusa (short)

1934 La hermana San Sulpicio (Gloria / Hermana San Sulpicio)

1934 El novio de mamá

1933 Melodía de arrabal (Alina)

1932 ¿Cuándo te suicidas? (Gabi)

1932 La casa es seria

1932 Buenos días

1931 Lo mejor es reir (Gaby)

1931 Su noche de bodas (Gisèle Landry)

1931 Cinópolis

1930 El amor solfeando

1929 Los claveles de la virgen

1928 Corazones sin rumbo (Isabel)

1927 La hermana San Sulpicio

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