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Cinema Latino

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Fuego Gris", Argentina, 1994


Ficha Técnica:
Título original: Fuego gris
País: Argentina
Data de estreia: 25 de agosto de 1994.
Duração: 90 minutos
Gênero: Surrealismo, drama, terror e aventura
Direção: Pablo César
Produção: Félix Ambrosio
Produtora: Félix Ambrosio Producciones Cinematográficas
Roteiro: Pablo César e Gustavo Viau
Música: Luis Alberto Spinetta
Fotografía: José Trela
Montagem: Pablo César



Elenco:
Cristina Banegas
María Victoria D'Antonio
Arturo Bonín
Leonardo Sbaraglia
Alejo García Pintos
Pompeyo Audivert
Ana Elisa Paz
Eleonora Wexler
Margot Moreyra
Luis Alberto Spinetta
Jorge Polaco
Pablo César
Viviana Puerta
Roxana Randon
Catarina Spinetta
Valentino Spinetta
Juan Minujín
Jorge Diez

Sinopse: Uma jovem, enlouquecida pelo seu trabalho e que sofre críticas em seu ambiente laboral, cai em uma depressão que a lleva a viver ao fundo do poço para buscar a sua identidade. Alí a vida não é melhor; a realidade mais descarnada aparece em imagens e figuras alegóricas que se deformam e desaparecem, sem que a garota possa comunicar-se com ninguém. É um filme estranho, arriscado, em que não há diálogos e sim canções que expressam os estados pelo qual atravessa a protagonista.

Trilha sonora e músicas incidentais: Luis Alberto Spinetta.
1- Escape hacia el alma
2- Yo no puedo dar sombra
3- Nirvana mañana
4- Verde Bosque
5- Preciosa dama azul
6- Tocando sin sentir
7- Parado en la sentina
8- Cadalso temporal
9- Penumbra
10- Feroz canción
11- Dedos de mimbre
12- Trampaluz
13- Caspa tropical
14- Oh!, Doctor
15- Flecha Zen
16- Cordón de perfume
17- Norte de nada

Comentários: O filme não possui diálogos, e sua história se desenvolve mediante uma série de imagens em sua maioria alegóricas, entrelaçadas com as canções de Spinetta.

Link do filme: http://www.youtube.com/watch?v=IbeiUydilug

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Las viudas de los jueves, um dos livros mais vendidos na argentina e que se tornou filme




O filme La viuda de los jueves é uma produção argentina que infelizmente não foi sucesso de público lá, mas foi uma das produções mais elogiadas do cinema argentino. Vou deixar aqui o link da sinopse que publiquei aqui no Sala Latina há dois anos:


Crítica sobre o filme:


Sobre a obra que inspirou o filme:

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Gael Garcia Bernal pode viver Zorro moderno em nova produção da Fox


Galã mexicano negocia papel com a Fox, que pouco revelou sobre o filme.

Victor Amaro do site Cinema Com Rapadura


De acordo com o blog americano especializado em cinema Slashfilm, o astro mexicano Gael Garcia Bernal (“Amores Brutos“) poderá vestir a máscara do cavaleiro mais famoso do cinema. Isso porque, ao que tudo indica, a Fox planeja revisitar o clássico “Zorro“, de 1919, escrito por Johnston McCulley.
“Um reboot futurista” é quase tudo o que se sabe sobre o novo filme do cavaleiro mascarado. O roteiro está sendo escrito por Genn Gers, Lee Shipman e Brian McGreevy e colocará Bernal como o herói capa-e-espada nascido na California e criado na Espanha que busca vingança e justiça social em sua volta ao solo americano – ainda sob forte influência cultural mexicana, dada a recente incorporação da terra aos Estados Unidos em meados do século XIX.
Garcia Bernal despontou para o cinema mundial em 2000, quando foi convidado pelo cineasta mexicano Alejandro Gonzáles Iñarratu para estrelar “Amores Brutos“. A partir de então, o ator, antes conhecido apenas em seu país por papéis em novelas, começou sua caminhada ascendente ao sucesso em obras como “Tudo Sobre Minha Mãe“, “Má Educação“, ambas de Pedro Almodóvar, “Diários de Motocicleta“, do brasileiro Walter Salles, e “E Sua Mãe Também“, de Alfonso Cuarón.Atualmente, Garcia Bernal está envolvido nas filmagens de “No“, “Silence” e “Hands Of Stone“.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

sábado, 18 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"Uma pulga na balança", Brasil, 1953

Ficha Técnica: 
Título original: Uma pulga na balança
Ano: 1953
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 90 minutos
Gênero: Comédia - Preto e branco
Direção: Luciano Salce
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Direção de produção: Victorio Cusane
Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues
Assistente de direção: José Geraldo Santos Pereira
Argumento, roteiro e diálogos: Fábio Carpi
Diálogos adicionais: Carlos Vergueiro
Direção de fotografia: Ugo Lombardi
Câmera: Sidney Davies
Assistente de câmera: Carlo Guglielmi
Cenografia: Italo Bianchi
Contra-regra: Manoel Monteiro
Chefe de edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Mauro Alice
Engenheiro de som: Erik Rasmussen e Ernest Hack
Assistente de som: Giovanni Zalunardo
Música: Enrico Simonetti
Continuidade: Maria Aparecida de Lima

Intérpretes: Waldemar Wey (Dorival), Gilda Nery (Dora), Luiz Calderaro (Carlos), Erminio Spalla, Paulo Autran (Antenor), Ruy Afonso, John Herbert (Alberto), Mário Sérgio (Juvenal), Lola Brah (Bibi), Maurício Barroso, Armando Couto, Jaime Barcellos, Vicente Leporace (diretor da penitenciária), Geraldo José de Almeida (locutor), José Rubens, Mário Senna, Célia Biar, Labiby Madi, Maria Luiza Splendore, Tito Lívio Baccarini, João Rosa, Galileu Garcia, Fausto Zip, Geraldo C. Ambrósio, Xandó Batista, Pilade Ross, Benedito Corsi (Nicanor), Nelson Camargo, Vicente Spalla, Eva Wilma (prima de Alberto), Duque (cão), Benedito Corsi, Pita de Rossi, Antônio Fragoso, Cavagnole Neto, Daniel Câmera, Felicio Fuchs, João Costa, Jesuíno G.dos Santos, João Franco, Lima Neto, Benjamin Cattan, Antônio Dourado, Kleber Menezes Dória, Marcelo Fiori, Antônio Olinto, Artur Herculano, Edith Lorena, Maria Augusta Costa Leite, Francisco Taricano, Wanda Hamel, João Batista Giotto, José Geraldo Santos Pereira, Francisco Arisa, Roberto Lombardi, Francisco Tamura, Michael Stoll.

Sinopse: Um ladrão se deixa prender voluntariamente. Uma vez instalado na prisão ele procura nos jornais, diariamente, os nomes mais ilustres falecidos e envia, às suas famílias, uma carta extremamente comprometedora onde fica explícito que o falecido era seu parceiro num grande golpe. Essa maneira engenhosa de chantagem deixa consternada a família do morto que se apressa em pagar-lhe para manter o seu silêncio. A estória se desenrola em um ambiente no qualç a hipocrisia dos herdeiros contrasta com a vida alegre e feliz de Dorival em sua cela, onde recebe suntuosamente suas vítimas.

Prêmios: Melhor atriz (Gilda Nery), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1953; Melhor argumento (Fábio Carpi), fotografia (Ugo Lombardi) e cenografia (Italo Bianchi), prêmio "Sací" , São Paulo, 1953; Melhor atriz (Gilda Nery), prêmio Governador do Estado de São Paulo , São Paulo, 1953.

Observações: Estréia de Luciano Salce na direção e estréia no cinema brasileiro da atriz russa naturalizada brasileira Lola Brah. Excelente interpretação de Walter D'Ávila, num filme agradável e nostálgico.

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