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Cinema Latino

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Las viudas de los jueves, um dos livros mais vendidos na argentina e que se tornou filme




O filme La viuda de los jueves é uma produção argentina que infelizmente não foi sucesso de público lá, mas foi uma das produções mais elogiadas do cinema argentino. Vou deixar aqui o link da sinopse que publiquei aqui no Sala Latina há dois anos:


Crítica sobre o filme:


Sobre a obra que inspirou o filme:

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Gael Garcia Bernal pode viver Zorro moderno em nova produção da Fox


Galã mexicano negocia papel com a Fox, que pouco revelou sobre o filme.

Victor Amaro do site Cinema Com Rapadura


De acordo com o blog americano especializado em cinema Slashfilm, o astro mexicano Gael Garcia Bernal (“Amores Brutos“) poderá vestir a máscara do cavaleiro mais famoso do cinema. Isso porque, ao que tudo indica, a Fox planeja revisitar o clássico “Zorro“, de 1919, escrito por Johnston McCulley.
“Um reboot futurista” é quase tudo o que se sabe sobre o novo filme do cavaleiro mascarado. O roteiro está sendo escrito por Genn Gers, Lee Shipman e Brian McGreevy e colocará Bernal como o herói capa-e-espada nascido na California e criado na Espanha que busca vingança e justiça social em sua volta ao solo americano – ainda sob forte influência cultural mexicana, dada a recente incorporação da terra aos Estados Unidos em meados do século XIX.
Garcia Bernal despontou para o cinema mundial em 2000, quando foi convidado pelo cineasta mexicano Alejandro Gonzáles Iñarratu para estrelar “Amores Brutos“. A partir de então, o ator, antes conhecido apenas em seu país por papéis em novelas, começou sua caminhada ascendente ao sucesso em obras como “Tudo Sobre Minha Mãe“, “Má Educação“, ambas de Pedro Almodóvar, “Diários de Motocicleta“, do brasileiro Walter Salles, e “E Sua Mãe Também“, de Alfonso Cuarón.Atualmente, Garcia Bernal está envolvido nas filmagens de “No“, “Silence” e “Hands Of Stone“.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Gael García Bernal - Série autógrafos






sábado, 18 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"Uma pulga na balança", Brasil, 1953

Ficha Técnica: 
Título original: Uma pulga na balança
Ano: 1953
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 90 minutos
Gênero: Comédia - Preto e branco
Direção: Luciano Salce
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Direção de produção: Victorio Cusane
Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues
Assistente de direção: José Geraldo Santos Pereira
Argumento, roteiro e diálogos: Fábio Carpi
Diálogos adicionais: Carlos Vergueiro
Direção de fotografia: Ugo Lombardi
Câmera: Sidney Davies
Assistente de câmera: Carlo Guglielmi
Cenografia: Italo Bianchi
Contra-regra: Manoel Monteiro
Chefe de edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Mauro Alice
Engenheiro de som: Erik Rasmussen e Ernest Hack
Assistente de som: Giovanni Zalunardo
Música: Enrico Simonetti
Continuidade: Maria Aparecida de Lima

Intérpretes: Waldemar Wey (Dorival), Gilda Nery (Dora), Luiz Calderaro (Carlos), Erminio Spalla, Paulo Autran (Antenor), Ruy Afonso, John Herbert (Alberto), Mário Sérgio (Juvenal), Lola Brah (Bibi), Maurício Barroso, Armando Couto, Jaime Barcellos, Vicente Leporace (diretor da penitenciária), Geraldo José de Almeida (locutor), José Rubens, Mário Senna, Célia Biar, Labiby Madi, Maria Luiza Splendore, Tito Lívio Baccarini, João Rosa, Galileu Garcia, Fausto Zip, Geraldo C. Ambrósio, Xandó Batista, Pilade Ross, Benedito Corsi (Nicanor), Nelson Camargo, Vicente Spalla, Eva Wilma (prima de Alberto), Duque (cão), Benedito Corsi, Pita de Rossi, Antônio Fragoso, Cavagnole Neto, Daniel Câmera, Felicio Fuchs, João Costa, Jesuíno G.dos Santos, João Franco, Lima Neto, Benjamin Cattan, Antônio Dourado, Kleber Menezes Dória, Marcelo Fiori, Antônio Olinto, Artur Herculano, Edith Lorena, Maria Augusta Costa Leite, Francisco Taricano, Wanda Hamel, João Batista Giotto, José Geraldo Santos Pereira, Francisco Arisa, Roberto Lombardi, Francisco Tamura, Michael Stoll.

Sinopse: Um ladrão se deixa prender voluntariamente. Uma vez instalado na prisão ele procura nos jornais, diariamente, os nomes mais ilustres falecidos e envia, às suas famílias, uma carta extremamente comprometedora onde fica explícito que o falecido era seu parceiro num grande golpe. Essa maneira engenhosa de chantagem deixa consternada a família do morto que se apressa em pagar-lhe para manter o seu silêncio. A estória se desenrola em um ambiente no qualç a hipocrisia dos herdeiros contrasta com a vida alegre e feliz de Dorival em sua cela, onde recebe suntuosamente suas vítimas.

Prêmios: Melhor atriz (Gilda Nery), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1953; Melhor argumento (Fábio Carpi), fotografia (Ugo Lombardi) e cenografia (Italo Bianchi), prêmio "Sací" , São Paulo, 1953; Melhor atriz (Gilda Nery), prêmio Governador do Estado de São Paulo , São Paulo, 1953.

Observações: Estréia de Luciano Salce na direção e estréia no cinema brasileiro da atriz russa naturalizada brasileira Lola Brah. Excelente interpretação de Walter D'Ávila, num filme agradável e nostálgico.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

"O Cangaceiro", Brasil, 1952


Ficha Técnica:
Título Original: O Cangaceiro
Ano: 1952
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Tempo: 105 minutos
Gênero: Drama - Preto e branco
Direção, argumento, roteiro: Lima Barreto
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Gerente de produção: Cid Leite da Silva
Assistentes de produção: Rigoberto Plothow e Walter Thomaz
Assistente de direção: Galileu Garcia e Dani Balbo
Diálogos: Rachel de Queiroz
Direção de fotografia: Chick Fowle
Câmera: Ronald Taylor
Assistente de câmera: Oswaldo Kemeni, Marcelo Primavera e Heitor Sabino
Fotografia de cena: Geter Costa
Engenheiro de som: Erik Rasmussem e Ernest Hack
Técnico de gravação: Boris Silischamu
Operador de som: João Ruch
Microfones: Waldir Simões
Cenografia e construções: Pierino Massenzi
Assistente de cenografia: José N.Honda
Decoração, ambientes, figurinos, desenho de produção e letreiros: Caribé
Guarda-roupa: Jacy Silveira
Edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Lúcio Braun e José Baldacconi
Música: Gabriel Migliori
Anotadora: Bernadete Ruch
Canções:
"Lua bonita" (Zé do Norte e Zé Martins),
"Meu pião" (Zé do Norte),
"Sodade meu bem sodade" (Zé do Norte), canta Vanja Orico e
"Muié rendera" (D.P.). 
Intérpretes: Alberto Ruschel (Teodoro), Marisa Prado (Olívia), Milton Ribeiro (Capitão Galdino), Vanja Orico (Maria Clódia), Adoniran Barbosa (Mané Mole), Zé do Norte (cangaceiro), Galileu Garcia, Neusa Veras (cabocla volúvel), Nicolau Sala, João Batista Giotto, Leonel Pinto, Nieta Junqueira (mulher que chora), Caribé, W. T. Gonçalves, Antônio V. Almeida, Auá D'Sapy, Antônio Coelho, Maria Luíza Splendore, José Herculano, Victor Merinow, Daniel Câmara, João C.Pilon, Lima Barreto (comandante da volante), Jesuíno G.dos Santos, Pedro Visgo, Ricardo Campos, Manuel Pinto, Bernadete Ruch, Maria Joaquina da Rocha, Manoel Pinto, Pedro Visgo, Heitor Bernabé, Homero Marques, Luiz Francunha, Maurício Morey, Oswaldo Dias, Horácio Camargo, Cid Leite da Silva, Moacir Carvalho Dias, Geraldo Farias Rodrigues, Maria Luiza Sabino.
Sinopse: Impedindo que qualquer estrada rasgue o sertão, o bando de cangaceiros comandado pelo Capitão Galdino rouba os materiais dos trabalhadores pagos pelo Governo. Em seguida invadem um vilarejo, saqueando e perseguindo as mulheres; antes de partirem, raptam a professora Olívia. Forma-se então um grupo de voluntários para perseguir as forças do Capitão. O cangaceiro Teodoro, subalterno de Galdino, procura em vão convencê-lo a devolver Olívia. Burlando a vigilância, Teodoro e Olívia abandonam o acampamento, fugindo pelo sertão. Enquanto a tropa de voluntários põe-se em marcha para dizimar o grupo de cangaceiros, o Capitão Galdino e seu bando partem ao encalço dos fugitivos. Durante a escapada, Teodoro confessa sua paixão a Olívia, que procura convencê-lo a ficar com ela e entregar-se à justiça, mas Teodoro revela-se incapaz de abandonar o sertão. No enfrentamento, Teodoro fere Galdino, mas acaba se rendendo. O Capitão arma uma situação, propiciando a Teodoro a esperança de partir em liberdade. No entanto, ele cairá mortalmente ferido, abençoando o sertão.

Prêmios: Melhor filme de aventura e menção especial pela música (Muié rendera), Festival de Cannes , França, 1953; Melhor filme, Festival de Edimburgo , Escócia, 1953; Melhor diretor (Lima Barreto) e melhor ator (Milton Ribeiro), prêmio Governador do Estado de São Paulo , São Paulo, 1953; Melhor diretor (Lima Barreto) e ator (Milton Ribeiro), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1953; Melhor filme, diretor (Lima Barreto), ator (Milton Ribeiro), atriz (Vanja Orico), revelação (Ricardo Campos), fotografia (Chick Fowle), edição (Oswald Hafenrichter), prêmio "Índio" , Jornal do Cinema, Rio de Janeiro, 1953.

Observações: Filmado em Itu, no estado de São Paulo, palco de quase todos os filmes de cangaço, por sua topografia rochosa e árida, lembrando as caatingas nordestinas.
Este filme deu início ao ciclo de cangaço. Primeiro êxito internacional do cinema brasileiro. Há informações segundo as quais o filme teria sido vendido à Columbia Pictures, para ser distribuído no exterior. As mesmas informações indicam que o filme obteve com essa distribuição uma tal renda que seria o dobro do valor das dívidas da companhia que, ironicamente, foi à falência por não poder pagar suas contas. Disponível em vídeo.

Créditos: Cinema Brasileiro

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