Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
"Uma pulga na balança", Brasil, 1953
Ficha Técnica:
Título original: Uma pulga na balança
Ano: 1953
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 90 minutos
Gênero: Comédia - Preto e branco
Direção: Luciano Salce
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Direção de produção: Victorio Cusane
Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues
Assistente de direção: José Geraldo Santos Pereira
Argumento, roteiro e diálogos: Fábio Carpi
Diálogos adicionais: Carlos Vergueiro
Direção de fotografia: Ugo Lombardi
Câmera: Sidney Davies
Assistente de câmera: Carlo Guglielmi
Cenografia: Italo Bianchi
Contra-regra: Manoel Monteiro
Chefe de edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Mauro Alice
Engenheiro de som: Erik Rasmussen e Ernest Hack
Assistente de som: Giovanni Zalunardo
Música: Enrico Simonetti
Continuidade: Maria Aparecida de Lima
Observações: Estréia de Luciano Salce na direção e estréia no cinema brasileiro da atriz russa naturalizada brasileira Lola Brah. Excelente interpretação de Walter D'Ávila, num filme agradável e nostálgico.
Título original: Uma pulga na balança
Ano: 1953
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 90 minutos
Gênero: Comédia - Preto e branco
Direção: Luciano Salce
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Direção de produção: Victorio Cusane
Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues
Assistente de direção: José Geraldo Santos Pereira
Argumento, roteiro e diálogos: Fábio Carpi
Diálogos adicionais: Carlos Vergueiro
Direção de fotografia: Ugo Lombardi
Câmera: Sidney Davies
Assistente de câmera: Carlo Guglielmi
Cenografia: Italo Bianchi
Contra-regra: Manoel Monteiro
Chefe de edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Mauro Alice
Engenheiro de som: Erik Rasmussen e Ernest Hack
Assistente de som: Giovanni Zalunardo
Música: Enrico Simonetti
Continuidade: Maria Aparecida de Lima
Intérpretes: Waldemar Wey (Dorival), Gilda Nery (Dora), Luiz Calderaro (Carlos), Erminio Spalla, Paulo Autran (Antenor), Ruy Afonso, John Herbert (Alberto), Mário Sérgio (Juvenal), Lola Brah (Bibi), Maurício Barroso, Armando Couto, Jaime Barcellos, Vicente Leporace (diretor da penitenciária), Geraldo José de Almeida (locutor), José Rubens, Mário Senna, Célia Biar, Labiby Madi, Maria Luiza Splendore, Tito Lívio Baccarini, João Rosa, Galileu Garcia, Fausto Zip, Geraldo C. Ambrósio, Xandó Batista, Pilade Ross, Benedito Corsi (Nicanor), Nelson Camargo, Vicente Spalla, Eva Wilma (prima de Alberto), Duque (cão), Benedito Corsi, Pita de Rossi, Antônio Fragoso, Cavagnole Neto, Daniel Câmera, Felicio Fuchs, João Costa, Jesuíno G.dos Santos, João Franco, Lima Neto, Benjamin Cattan, Antônio Dourado, Kleber Menezes Dória, Marcelo Fiori, Antônio Olinto, Artur Herculano, Edith Lorena, Maria Augusta Costa Leite, Francisco Taricano, Wanda Hamel, João Batista Giotto, José Geraldo Santos Pereira, Francisco Arisa, Roberto Lombardi, Francisco Tamura, Michael Stoll.
Sinopse: Um ladrão se deixa prender voluntariamente. Uma vez instalado na prisão ele procura nos jornais, diariamente, os nomes mais ilustres falecidos e envia, às suas famílias, uma carta extremamente comprometedora onde fica explícito que o falecido era seu parceiro num grande golpe. Essa maneira engenhosa de chantagem deixa consternada a família do morto que se apressa em pagar-lhe para manter o seu silêncio. A estória se desenrola em um ambiente no qualç a hipocrisia dos herdeiros contrasta com a vida alegre e feliz de Dorival em sua cela, onde recebe suntuosamente suas vítimas.
Prêmios: Melhor atriz (Gilda Nery), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1953; Melhor argumento (Fábio Carpi), fotografia (Ugo Lombardi) e cenografia (Italo Bianchi), prêmio "Sací" , São Paulo, 1953; Melhor atriz (Gilda Nery), prêmio Governador do Estado de São Paulo , São Paulo, 1953.
Observações: Estréia de Luciano Salce na direção e estréia no cinema brasileiro da atriz russa naturalizada brasileira Lola Brah. Excelente interpretação de Walter D'Ávila, num filme agradável e nostálgico.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
"O Cangaceiro", Brasil, 1952
Ficha Técnica:
Título Original: O Cangaceiro
Ano: 1952
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Tempo: 105 minutos
Gênero: Drama - Preto e branco
Direção, argumento, roteiro: Lima Barreto
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Gerente de produção: Cid Leite da Silva
Assistentes de produção: Rigoberto Plothow e Walter Thomaz
Assistente de direção: Galileu Garcia e Dani Balbo
Diálogos: Rachel de Queiroz
Direção de fotografia: Chick Fowle
Câmera: Ronald Taylor
Assistente de câmera: Oswaldo Kemeni, Marcelo Primavera e Heitor Sabino
Fotografia de cena: Geter Costa
Engenheiro de som: Erik Rasmussem e Ernest Hack
Técnico de gravação: Boris Silischamu
Operador de som: João Ruch
Microfones: Waldir Simões
Cenografia e construções: Pierino Massenzi
Assistente de cenografia: José N.Honda
Decoração, ambientes, figurinos, desenho de produção e letreiros: Caribé
Guarda-roupa: Jacy Silveira
Edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Lúcio Braun e José Baldacconi
Música: Gabriel Migliori
Anotadora: Bernadete Ruch
Canções:
"Lua bonita" (Zé do Norte e Zé Martins),
"Meu pião" (Zé do Norte),
"Sodade meu bem sodade" (Zé do Norte), canta Vanja Orico e
"Muié rendera" (D.P.).
Intérpretes: Alberto Ruschel (Teodoro), Marisa Prado (Olívia), Milton Ribeiro (Capitão Galdino), Vanja Orico (Maria Clódia), Adoniran Barbosa (Mané Mole), Zé do Norte (cangaceiro), Galileu Garcia, Neusa Veras (cabocla volúvel), Nicolau Sala, João Batista Giotto, Leonel Pinto, Nieta Junqueira (mulher que chora), Caribé, W. T. Gonçalves, Antônio V. Almeida, Auá D'Sapy, Antônio Coelho, Maria Luíza Splendore, José Herculano, Victor Merinow, Daniel Câmara, João C.Pilon, Lima Barreto (comandante da volante), Jesuíno G.dos Santos, Pedro Visgo, Ricardo Campos, Manuel Pinto, Bernadete Ruch, Maria Joaquina da Rocha, Manoel Pinto, Pedro Visgo, Heitor Bernabé, Homero Marques, Luiz Francunha, Maurício Morey, Oswaldo Dias, Horácio Camargo, Cid Leite da Silva, Moacir Carvalho Dias, Geraldo Farias Rodrigues, Maria Luiza Sabino.
Sinopse: Impedindo que qualquer estrada rasgue o sertão, o bando de cangaceiros comandado pelo Capitão Galdino rouba os materiais dos trabalhadores pagos pelo Governo. Em seguida invadem um vilarejo, saqueando e perseguindo as mulheres; antes de partirem, raptam a professora Olívia. Forma-se então um grupo de voluntários para perseguir as forças do Capitão. O cangaceiro Teodoro, subalterno de Galdino, procura em vão convencê-lo a devolver Olívia. Burlando a vigilância, Teodoro e Olívia abandonam o acampamento, fugindo pelo sertão. Enquanto a tropa de voluntários põe-se em marcha para dizimar o grupo de cangaceiros, o Capitão Galdino e seu bando partem ao encalço dos fugitivos. Durante a escapada, Teodoro confessa sua paixão a Olívia, que procura convencê-lo a ficar com ela e entregar-se à justiça, mas Teodoro revela-se incapaz de abandonar o sertão. No enfrentamento, Teodoro fere Galdino, mas acaba se rendendo. O Capitão arma uma situação, propiciando a Teodoro a esperança de partir em liberdade. No entanto, ele cairá mortalmente ferido, abençoando o sertão.
Prêmios: Melhor filme de aventura e menção especial pela música (Muié rendera), Festival de Cannes , França, 1953; Melhor filme, Festival de Edimburgo , Escócia, 1953; Melhor diretor (Lima Barreto) e melhor ator (Milton Ribeiro), prêmio Governador do Estado de São Paulo , São Paulo, 1953; Melhor diretor (Lima Barreto) e ator (Milton Ribeiro), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1953; Melhor filme, diretor (Lima Barreto), ator (Milton Ribeiro), atriz (Vanja Orico), revelação (Ricardo Campos), fotografia (Chick Fowle), edição (Oswald Hafenrichter), prêmio "Índio" , Jornal do Cinema, Rio de Janeiro, 1953.
Observações: Filmado em Itu, no estado de São Paulo, palco de quase todos os filmes de cangaço, por sua topografia rochosa e árida, lembrando as caatingas nordestinas.
Este filme deu início ao ciclo de cangaço. Primeiro êxito internacional do cinema brasileiro. Há informações segundo as quais o filme teria sido vendido à Columbia Pictures, para ser distribuído no exterior. As mesmas informações indicam que o filme obteve com essa distribuição uma tal renda que seria o dobro do valor das dívidas da companhia que, ironicamente, foi à falência por não poder pagar suas contas. Disponível em vídeo.
Créditos: Cinema Brasileiro
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
"Veneno", Brasil, 1952
Ficha Técnica:
Título original: Veneno
Ano: 1952
País: Brasil / São
Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 80 minutos
Gênero: Drama (Preto e branco)
Direção e argumento: Gianni Pons
Companhia produtora: Companhia
Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia
Pictures do Brasil
Direção de produção: Dino
Baldessi
Assistente de direção: Renato A.Marques
Roteiro: Gianni Pons e
Afonso Schmidt
Fotografia: Edgar Brasil
Câmera: Jack Mills
Cenários: João Maria dos Santos
Construções: José Dréos
Maquiagem: Eric Rzepecki
Edição: Osvaldo Haffenrichter
Montagem: Ladislau
Baduska
Som: Erick Rasmussen
Música: Enrico Simonetti
Laboratório Rex
Filme
Elenco: Anselmo Duarte,
Leonora Amar, Paulo Autran, Ziembinski, Jackson de Souza, Antônio Fragoso,
Renato Consorte, Lima Neto, Heitor Rodrigues, Ayres Campos, Joaquim Mosca,
Helena Martins, Pedro Moacir, Lana Alba, Neide Landi, Américo Taricano, Dorinha
Duval, Francisco Tamura, T.Arima, Pia Gavassi, Orlando Vitale
Sinopse: Hugo é funcionário de
uma indústria de vidros, e ama apaixonadamente sua esposa Gina. Ela, ao
contrário, demonstra completa indiferença pelo marido e este vai ficando
obcecado pela idéia de que sua esposa odeia. Tem horríveis pesadelos, durante
os quais se vê matando Gina. Cada sonho termina sempre com um implacável
delegado de polícia que o interroga. Hugo passa a confundir sonhoe realidade
depois que é procurado pelo mesmo delegado de polícia do sonho, que vem indagar
se sua casa não foi assaltada. Envolve-se progressivamente neste vórtice que o
leva a envenenar Gina, cometendo um crime quase perfeito...
Curiosidades:
Prêmios: Melhor fotografia (Edgar
Brasil), prêmio "Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos"
, Rio de Janeiro, 1952; melhor fotografia (Edgar Brasil), prêmio
"Saci" , São Paulo, 1952; melhor ator (Anselmo Duarte) pelo conjunto
de filmes "Tico-tico no fuba", "Appassionata" e
"Veneno", prêmio "Governador do Estado de São Paulo" , São
Paulo, 1952.
Observações: A atriz carioca
Leonora Amar, quando estrelou este filme, já fazia muito sucesso no exterior de
depois casou-se com um ex-presidente do México, com quem teve dois filhos. Anos
depois, retornou ao Brasil e, no Rio de Janeiro, passou a investir no mercado
imobiliário, abandonando a carreira artística.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
"Appassionata", Brasil, 1952
Ficha Técnica:
Título original: Appassionata
Ano: 1952
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 95 minutos
Gênero: Drama - Preto e branco
Direção e produção: Fernando de Barros
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Assistente de direção e roteiro: Agostinho Martins Pereira -
Direção de produção: Renato Consorte
Assistente de produção: Pedro Moacir e Ralpho da Cunha Mattos
Argumento original: Chianca de Garcia
Diálogos: Sra.Leandro Dupré e Guilherme de Almeida
Fotografia: Ray Strurgess
Câmera: Adolfo Paz González, Jack Lowin e Sidney Davies
Assistente de câmera: Geraldo Gabriel e Hélio F.Costa
Decoração: João Maria dos Santos
Assistente de decoração: Geraldo C.Ambrósio
Guarda-roupa: Ida Fofli
Chefe de montagem: Oswald Hafenrichter
Montagem: Edith Hafenrichter
Assistente de montagem: Mauro Alice e Américo de Souza
Engenheiro de som: Erik Rasmussen
Técnico de gravação: Michael Stoll
Micofones: Walter Cenci
Música: Enrico Simonetti
Consertista de piano: Yara Bernette
Continuidade: Zélia F.Costa
Elenco: Tônia Carreiro, Anselmo Duarte, Alberto Ruschel, Ziembinski, Salvador Daki, Edith Helou, Josef Guerreiro, Abílio Pereira de Almeida, Paulo Autran, Jayme Barcelos, Francisco de Sá, Lima Netto, Diná Lisboa, Vera Sampaio, Annie Berrier, Neide Landi, Elísio de Albuquerque, Albino Cordeiro, FRedy Kleeman, Isidoro Lopes, Luiz Calderaro, Xandó Batista, Maria Luiza Splendore, Joe Kantor, Antônio Fragoso, Wanda Hamel, Rubens de Falco, Pedro Petersen, Suzana Petersen, Humberto Riva, Francisco Taricano, Pedro Moacir, Nelson Camargo, Joaquim Mosca, Edson Borges, Danilo de Oliveira, Agostinho Martins Pereira, José Renato Pécora, Ida Fogli, Jornano Martinelli, Renato Consorte, Arquimedes Ribeiro, Jerry Fletcher, Valentim Cruz, Adolfo Paz González, Climene de Carvalho, Carlos Tetslaf Ferreira, Napoleão Sucupira.
Sinopse: Appassionata conta a história de uma grande pianista, Silvia Nogalis, que faz todos os sacrifícios pela sua arte, até que se vê acusada, pela governanta, da morte de seu marido, o famoso Maestro Hauser. O corpo é encontrado no mesmo dia em que elaobtém um grande triunfo artístico interpretanto a 'Appassionata' de Beethoven. Silvia, uma vez comprovada sua inocência, retira-se para um lugar junto ao mar, onde conhece Pedro, o diretor de um reformatório de jovens delinqüentes, que por ela se apaixona, reconhecendo sua verdadeira identidade. Pedro tenta dissuadi-la de fazer uma turnê, mas ela prefere a carreira ao amor e volta a dar concertos. Em Estocolmo conhece um pintor brasileiro que faz o seu retrato e se apaixona por ela. Voltam ao Brasil e ela é assaltada por obsessões ligadas à memória do falecido marido. A governanta faz esforços, juntamente com o antigo motorista do casal, para reavivar o processo contra Silvia. O pintor, assediado pela dúvida, vai perdendo a confiança em sua esposa. Tudo se precipita numa noite em que Luís pensa que surpreenderá Silvia em flagrante adultério, mas recebem uma carta na qual Hauser declara que pretendia se suicidar. É muito tarde. Luís atira, mata Silva e o filme termina com um crescendo do motivo musical da Appassionata de Beethoven.
Título original: Appassionata
Ano: 1952
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 95 minutos
Gênero: Drama - Preto e branco
Direção e produção: Fernando de Barros
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Assistente de direção e roteiro: Agostinho Martins Pereira -
Direção de produção: Renato Consorte
Assistente de produção: Pedro Moacir e Ralpho da Cunha Mattos
Argumento original: Chianca de Garcia
Diálogos: Sra.Leandro Dupré e Guilherme de Almeida
Fotografia: Ray Strurgess
Câmera: Adolfo Paz González, Jack Lowin e Sidney Davies
Assistente de câmera: Geraldo Gabriel e Hélio F.Costa
Decoração: João Maria dos Santos
Assistente de decoração: Geraldo C.Ambrósio
Guarda-roupa: Ida Fofli
Chefe de montagem: Oswald Hafenrichter
Montagem: Edith Hafenrichter
Assistente de montagem: Mauro Alice e Américo de Souza
Engenheiro de som: Erik Rasmussen
Técnico de gravação: Michael Stoll
Micofones: Walter Cenci
Música: Enrico Simonetti
Consertista de piano: Yara Bernette
Continuidade: Zélia F.Costa
Elenco: Tônia Carreiro, Anselmo Duarte, Alberto Ruschel, Ziembinski, Salvador Daki, Edith Helou, Josef Guerreiro, Abílio Pereira de Almeida, Paulo Autran, Jayme Barcelos, Francisco de Sá, Lima Netto, Diná Lisboa, Vera Sampaio, Annie Berrier, Neide Landi, Elísio de Albuquerque, Albino Cordeiro, FRedy Kleeman, Isidoro Lopes, Luiz Calderaro, Xandó Batista, Maria Luiza Splendore, Joe Kantor, Antônio Fragoso, Wanda Hamel, Rubens de Falco, Pedro Petersen, Suzana Petersen, Humberto Riva, Francisco Taricano, Pedro Moacir, Nelson Camargo, Joaquim Mosca, Edson Borges, Danilo de Oliveira, Agostinho Martins Pereira, José Renato Pécora, Ida Fogli, Jornano Martinelli, Renato Consorte, Arquimedes Ribeiro, Jerry Fletcher, Valentim Cruz, Adolfo Paz González, Climene de Carvalho, Carlos Tetslaf Ferreira, Napoleão Sucupira.
Sinopse: Appassionata conta a história de uma grande pianista, Silvia Nogalis, que faz todos os sacrifícios pela sua arte, até que se vê acusada, pela governanta, da morte de seu marido, o famoso Maestro Hauser. O corpo é encontrado no mesmo dia em que elaobtém um grande triunfo artístico interpretanto a 'Appassionata' de Beethoven. Silvia, uma vez comprovada sua inocência, retira-se para um lugar junto ao mar, onde conhece Pedro, o diretor de um reformatório de jovens delinqüentes, que por ela se apaixona, reconhecendo sua verdadeira identidade. Pedro tenta dissuadi-la de fazer uma turnê, mas ela prefere a carreira ao amor e volta a dar concertos. Em Estocolmo conhece um pintor brasileiro que faz o seu retrato e se apaixona por ela. Voltam ao Brasil e ela é assaltada por obsessões ligadas à memória do falecido marido. A governanta faz esforços, juntamente com o antigo motorista do casal, para reavivar o processo contra Silvia. O pintor, assediado pela dúvida, vai perdendo a confiança em sua esposa. Tudo se precipita numa noite em que Luís pensa que surpreenderá Silvia em flagrante adultério, mas recebem uma carta na qual Hauser declara que pretendia se suicidar. É muito tarde. Luís atira, mata Silva e o filme termina com um crescendo do motivo musical da Appassionata de Beethoven.
Curiosidades:
Prêmios : Melhor ator (Alberto Ruschel), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1952; Melhor ator (Alberto Ruschel), prêmio "Sací", São Paulo, 1952.
Observações: - Filmado no Mosteiro de Itanhaém, Teatro Municipal de São Paulo e residência de Victor Simonsen, em São Paulo. - Estréia do ator Paulo Autran no cinema.
Observações: - Filmado no Mosteiro de Itanhaém, Teatro Municipal de São Paulo e residência de Victor Simonsen, em São Paulo. - Estréia do ator Paulo Autran no cinema.
Crédito: Site Cinema Brasileiro
domingo, 12 de fevereiro de 2012
"Nadando em dinheiro", Brasil, 1952
Ficha Técnica:
Título original: Nadando em dinheiro
Ano: 1952
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 95 minutos
Gênero: Comédia - Preto e branco
Direção: Abílio Pereira de Almeida e Carlos Thiré
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Direção de produção: Pio Piccinini - Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues - Assistente de direção: Toni Rabatoni e Sérgio Hingst
Direção: Abílio Pereira de Almeida e Carlos Thiré
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
Direção de produção: Pio Piccinini - Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues - Assistente de direção: Toni Rabatoni e Sérgio Hingst
Argumento: Abílio Pereira de Almeida
Direção de fotografia: Nigel C.(Bob) Huke
Câmera: Jack Mills
Assistente de câmera: Carlo Guglielmi
Cenografia: Pierino Massenzi
Guarda-roupa: Simone de Moura
Decoração: João Maria dos Santos
Costumes: José Dreos
Contra-regra: Manoel Monteiro
Chefe de edição: Oswald Hafenrichter
Montagem: Álvaro Novaes e Germano Arlindo
Assistente de montagem: Walter Vitaliano
Engenheiro de som: Erick Rasmussen e Ernest Hack
Assistente de som: Giovanni Zalunardo e Raul Nanni
Música: Radamés Gnatalli
Continuidade: Maria Aparecida de Lima
Intérpretes: Amácio Mazzaroppi, Ludy Veloso, A.C.Carvalho, Liana Durval, Nieta Junqueira, Carmem Müller, Simone de Moura, Xandó Batista, Vicente Leporace, Elísio de Albuquerque, Sérgio Hingst, Nelson Camargo, Ayres Campos, Duque (cão), Francisco Arisa, Jaime Pernambuco, Napoleão Sucupira, Domingos Pinho, Bruno Barabani, Jordano Martinelli, Wanda Hamel, Joaquim Mosca, Albino Cordeiro, Labiby Madi, Maria Augusta Costa Leite, Pia Gavassi, Izabel Santos, Carlos Thiré, Oscar Rodrigues de Campos, Edson Borges, Vera Sampaio, Luciano Centofant, Maury F.Viveiros, Antônio Augusto Costa Leite, Francisco Tamura, Angelita Silva, Annie Berrier, Bruno Barabani, Miriam Moema, João Monteiro.
Intérpretes: Amácio Mazzaroppi, Ludy Veloso, A.C.Carvalho, Liana Durval, Nieta Junqueira, Carmem Müller, Simone de Moura, Xandó Batista, Vicente Leporace, Elísio de Albuquerque, Sérgio Hingst, Nelson Camargo, Ayres Campos, Duque (cão), Francisco Arisa, Jaime Pernambuco, Napoleão Sucupira, Domingos Pinho, Bruno Barabani, Jordano Martinelli, Wanda Hamel, Joaquim Mosca, Albino Cordeiro, Labiby Madi, Maria Augusta Costa Leite, Pia Gavassi, Izabel Santos, Carlos Thiré, Oscar Rodrigues de Campos, Edson Borges, Vera Sampaio, Luciano Centofant, Maury F.Viveiros, Antônio Augusto Costa Leite, Francisco Tamura, Angelita Silva, Annie Berrier, Bruno Barabani, Miriam Moema, João Monteiro.
Sinopse: Isidoro, depois de um acidente de carro, descobre que é herdeiro único de uma grande fortuna. Muda-se para a mansão herdada e começa a viver como milionário. Num jantar de gala descobre que as pessoas presentes à festa caçoavam de seus modos de novo rico. Isidoro começa a ter uma vida dupla, que acaba provocando uma série de confusões. Quando sua esposa decide deixá-lo, ele lhe conta de sua nova situação financeira pedindo-lheem vão, que volte. Triste, ele volta à sua mansão, onde é atacado por robôs que comprara de um investidor. Contudo, quando os robôs atacam, Isidoro acorda em sua pequena casa ao lado de sua mulher e filha. Nadando em dinheiro, mas ....em sonho.
Observações: - Filmado numa mansão da Avenida Paulista, em São Paulo. - Disponível em vídeo e DVD.
Créditos: Site Cinema Brasileiro
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O que estaria por vir estava tão próximo de Carmen infelizmente
O texto publicado abaixo encontrei no blog Emer Luis. Vou transcrevê-lo aqui:
Carmen Miranda: a última apresentação no programa de Jimmy Durante
10/02/2009
Terminando a série de posts dedicados a Carmen Miranda, em virtude do centenário do seu nascimento, vamos ao último registro de Carmen viva. Foi no programa do comediante Jimmy Durante na noite de uma sexta-feira, dia 04 de agosto de 1955.
Durante a apresentação, perceba que ela tem um súbito desmaio e é amparada por Jimmy. Mesmo assim, continuou o número. Logo depois de uma música, colocou a mão no peito e, sorridente, reclamou que estava sem fôlego. O show continuou.
Ao final, Jimmy agradece a sua presença e, junto com os músicos, se despede acompanhando-a até a porta do cenário. É o último registro de Carmen viva.
Na madrugada do dia 05, perto das duas da manhã, depois de receber amigos na sua casa em Beverly Hills, Carmen teve um colapso devido ao desgaste de seu organismo, debilitado pelos remédios para dormir e barbitúricos que a reativavam para enfrentar a árdua agenda de shows criada pelo seu marido, o empresário Sebastian.
São oito minutos de vídeo, que valem a pena ser assistidos mesmo diante da qualidade de imagem ruim.
Fonte: Blog Emer Luis
10/02/2009
Terminando a série de posts dedicados a Carmen Miranda, em virtude do centenário do seu nascimento, vamos ao último registro de Carmen viva. Foi no programa do comediante Jimmy Durante na noite de uma sexta-feira, dia 04 de agosto de 1955.
Durante a apresentação, perceba que ela tem um súbito desmaio e é amparada por Jimmy. Mesmo assim, continuou o número. Logo depois de uma música, colocou a mão no peito e, sorridente, reclamou que estava sem fôlego. O show continuou.
Ao final, Jimmy agradece a sua presença e, junto com os músicos, se despede acompanhando-a até a porta do cenário. É o último registro de Carmen viva.
Na madrugada do dia 05, perto das duas da manhã, depois de receber amigos na sua casa em Beverly Hills, Carmen teve um colapso devido ao desgaste de seu organismo, debilitado pelos remédios para dormir e barbitúricos que a reativavam para enfrentar a árdua agenda de shows criada pelo seu marido, o empresário Sebastian.
São oito minutos de vídeo, que valem a pena ser assistidos mesmo diante da qualidade de imagem ruim.
Fonte: Blog Emer Luis
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