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Cinema Latino

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"Angela", Brasil, 1951

Título original: Ângela
Ano: 1951 
País: Brasil / São Bernardo do Campo (São Paulo)
Duração: 95 minutos (Preto e branco)
Gênero: Drama
Direção e produção: Abílio Pereira de Almeida e Tom Payne
Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia distribuidora: Universal Filmes S.A.
Direção de produção: Pio Piccinini
Assistente de produção: Geraldo Faria Rodrigues 
Assistente de direção: Agostinho Martins Pereira 
Argumento (baseado no conto "Sorte no jogo", de Hoffman) 
Diretor de Fotografia: Chick Fowle 
Câmara: Bob Huke 
Assistente de câmera: Carlo Guglielmi e Jaime Pacini 
Cenografia: Pierino Massenzi - Assistente de cenografia: Luiz Sacilotto 
Chefe de edição: Oswald Hafenrichter 
Montagem: Edith HAfenrichter, Álvaro de Lima Novaes e Ladislau Babuska 
Engenheiro de som: E.Rasmussen 
Assistente de som: Ove Scherim, Boris Silitischanu e Michael Stoll 
Música: Francisco Mignone 
Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo 
Continuidade: Bernardeth Ruch
Canções: "Quem é" (Marcelo Tupinambá), com Inezita Barroso; "Enquanto houver" (Evaldo Ruy), com Inezita Barroso; Ária cantada por Maria Sá Earp, dublada por Nydia Lícia.

Em cena, Eliane Lage e Alberto Ruschel

Elenco: Eliane Lage, Alberto Ruschel, Mário Sérgio, Abílio Pereira de Almeida, Ruth de Souza, Margot Bittencourt, Maria Sá Earp, Inezita Barroso, Maria Clara Machado, Nair Lopes, Luciano Salce, Carlos Thiré, Nydia Lícia, Milton Ribeiro, Renato Consorte, Sérgio Hingst, Xandó Batista, Albino Cordeiro, Milton Luiz, Nelson Camargo, Luiz Calderaro, Margot Pollice, Ester Penteado, Duque, Kleber Menezes Dória, Ângelo Dreos, Antunes Filho, Pio Piccinini, A.C.Carvalho, Adolfo Barroso, José Renato, André Chaim, Toni Rabatoni, Lúcio Braun, Jordano Martinelli, Roberto Assumpção, Jerry Fletcher, Sérgio Cardoso, Oswaldo Vidigal, Edson Borges, Noris Gastal, Gerda Edith Ziemens. 


Sinopse: Gervásio, jogador inveterado e de pouca sorte, perde sua última propriedade, a mansão onde vive com a mãe, a enteada e a esposa doente. O vencedor do jogo, Dinarte, um homem de decisões súbitas e de grande sorte no jogo, insiste em ver a propriedade naquela mesma noite. Durante a visita Ângela, a enteada, comunica o falecimento da esposa. Dinarte acaba se envolvendo com Ângela, com quem se casa, depois de deixar sua amante Vanju, uma cantora popular. Os dois vivem momentos de felicidade numa viagem pitoresca às Missões e ao Rio de Janeiro. Com o nascimento da filha, Dinarte promete não jogar mais, contudo, entre bilhares, cavalos e brigas de galos termina perdendo tudo, assim como Gervásio, que continua decaindo cada vez mais. Enquanto isso a família se dissolve, restando a Ângela somente o seu bebê e algumas recordações.
Prêmios: Melhor ator secundário (Luciano Salce), melhor atriz secundária (Ruth de Souza) e cenografia (Pierino Massenzi), prêmio Governador do Estado de São Paulo , São Paulo, 1952; Melhor ator secundário (Luciano Salce) e melhor atriz secundária (Ruth de Souza), prêmio Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos , Rio de Janeiro, 1952.
Observações : Filmado em Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul e na casa da Baronesa de Pelotas, no Rio de Janeiro.  

Crédito: Site Cinema Brasileiro

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Documentário sobre a Vera Cruz Cinematográfica

Documentário sobre a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, que foi o mais importante estúdio cinematográfico brasileiro da década de 1950, tinha sido fundada em São Bernardo do Campo pelo produtor italiano Franco Zampari e pelo industrial Francisco Matarazzo Sobrinho em 4 de novembro de 1949.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sobre a primeira semana de Fevereiro

 Penélope Cruz protagonizou essa semana um anúncio da PETA (PEssoas pelo Trato ético dos Animais). O cartaz que diz "dê as costas às peles", pode ser visto a 70 pés de altura em Nova Iorque no exterior do Madison Square Garden.

Para ler mais: People en Español

O blog Sala Latina de Cinema foi presenteado pelo selo Liebster Blog por Danielle Carvalho do Filmes! Filmes! Filmes, Gilberto Carlos do Gilberto Cinema e Marcelo Bonavides Estrelas que Nunca se Apagam a indicação concedida aos blogs com menos de 200 seguidores. Obrigada queridos amigos! Eles me pediram que indicassem cinco outros blogs para que recebam o mesmo selo. São eles:


1. Grupo de Blogs do Cinema Clássico

2. Cinema Rodrigo

3. Cinewesternmania

4. A Falha de Obi Wan

5. Cinemascope

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Arrecadação bate recorde nos cinemas do país

"De Pernas pro Ar" foi visto por 3,09 milhões na telona
Cinemas geraram renda de R$ 1, 44 bilhão na última década
 
Da Agência Brasil entretenimento@band.com.br

   
O mercado cinematográfico brasileiro ficou muito aquecido no ano passado, de acordo com os dados do Informe Anual de Acompanhamento de Mercado de 2011, divulgado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). O número de ingressos vendidos nas bilheterias dos cinemas foi recorde na última década, totalizando 143,9 milhões de bilhetes, com geração de renda bruta de R$ 1,44 bilhão. Sete filmes nacionais bateram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos.
“Isso faz do mercado brasileiro um dos mais importantes do mundo em salas de cinema, o que aumenta a importância do país para a circulação e a exploração de filmes”, disse à Agência Brasil o presidente da Ancine, Manoel Rangel.
No ano passado, 99 filmes brasileiros foram exibidos nas salas de cinema do país. “Esse número é três vezes maior do que a quantidade de filmes brasileiros veiculados nas salas de cinema em 2003”, informou Rangel. Esclareceu que o número chegou bem próximo da meta estabelecida pelo governo federal em 2003, que era atingir um patamar de produção e lançamento de 100 filmes brasileiros por ano.
Outro dado relevante, segundo o presidente da Ancine, é que 66% da renda obtida com os filmes brasileiros (R$ 163,27 milhões) foram gerados por distribuidoras brasileiras. Rangel lembrou que, desde 2006, o governo federal tem investido no fortalecimento das empresas nacionais de distribuição, estimulando-as a trabalhar com filmes brasileiros. “O país ganha quando empresas brasileiras de distribuição aderem com força ao processo de produção e distribuição de filmes brasileiros”.
Por essa razão, ele considera que 2011 foi um ano muito positivo. O cinema brasileiro teve a terceira maior bilheteria dos últimos dez anos. Na comparação de 2011 com 2002, verifica-se a expansão de 304% na venda de ingressos para filmes nacionais e de 50,8% na renda gerada pelos filmes brasileiros.
Ainda no comparativo da última década, os ingressos totais subiram 171,51% e a renda bruta 144,79%. O informe mostra que houve incremento de 160,53% na quantidade de ingressos de filmes estrangeiros vendidos nas bilheterias de cinemas no Brasil entre 2002 e 2011 e crescimento de 71,36% na renda de filmes internacionais.
Em 2011, foram vendidos cerca de 17,9 milhões de ingressos para filmes brasileiros. Manoel Rangel explicou que no ano anterior, a venda recorde de 25,6 milhões de bilhetes para produções nacionais resultou de um fenômeno de bilheteria, o filme "Tropa de Elite 2". Sozinho, o filme do diretor José Padilha levou aos cinemas de todo o país 11,4 milhões de pagantes. No ano passado, sete filmes nacionais ultrapassaram a marca de um milhão de espectadores.
De acordo com o Informe Anual de Acompanhamento de Mercado de 2011, que consolida os dados de mercado no período de 31 de dezembro de 2010 a 05 de janeiro de 2012, três filmes brasileiros ficaram entre as 20 maiores bilheterias do ano passado. São eles "De Pernas para o Ar", com 3,09 milhões de espectadores pagantes, "Cilada.Com" (2,99 milhões), e "Bruna Surfistinha" (2,16 milhões de ingressos vendidos).
Os números reforçam, para Rangel, a importância da política do governo para o setor do audiovisual, que prevê incentivos fiscais à produção nacional. "Ela [a política do audiovisual] é decisiva para que a gente possa ter condições de um bom desempenho para o cinema brasileiro”. Citou como exemplo o filme De Pernas para o Ar, que teve quase 70% do orçamento financiados com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, que garantiram a finalização e o lançamento dentro do prazo previsto. “Esse é o objetivo da política pública”.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Cinema da América Latina marca presença no Festival de Berlim 2012


O cinema da América Latina volta a marcar presença no Festival de Berlim com várias obras primas e títulos que abordam a temática indígena, anunciou nesta terça-feira a organização do festival, que será realizado entre os dias 9 e 19 de fevereiro.
O filme "Tabu", uma produção luso-brasileira, assinada pelo cineasta português Miguel Gomes, vai disputar o Urso de Ouro com outros 17 filmes na mostra competitiva. Na trama, o longa apresenta uma história que envolve uma idosa temperamental, sua empregada cabo-verdiana e uma vizinha dedicada às causas sociais.
Os filmes latino-americanos também disputarão o prêmio de melhor estreia, que desde 2006 é apresentado no Festival de Berlim para dar um impulso às jovens promessas do cinema mundial. Na lista, que inclui filmes de cinco seções diferentes, aparecem o colombiano "Chocó", de Jhonny Hendrix Hinestroza (Panorama), e o argentino "Salsipuedes", de Mariano Luque (Fórum).Com 53 filmes, de 37 países, a seção "Panorama" destaca o longa brasileiro "Xingu", de Cao Hamburger, e o documentário "Olhe Pra Mim de Novo", uma produção nacional assinada por Kiko Goifman.
A seção "Generation" apresentará outros quatro candidatos ao prêmio melhor estreia: a co-produção boliviano-mexicana "Pacha", de Héctor Ferreiro; a argentina "Nosilatiaj. La belleza", de Daniela Seggiaro; a mexicana "Um Mundo Secreto", de Gabriel Mariño; e "Una Noche", de Lucy Mulloy.
"Este ano a temática indígena, as tradições e a cultura aparecem como um grande tema", destacou a responsável da seção Generation, Maryanne Redpath. Esta mesma seção apresentará outros dois filmes latino-americanos, o chileno "Young & Wild", de Marialy Rivas, e o curta brasileiro "L", de Thais Fujinaga.
Entre os curtas, "Loxoro" aparece com grande destaque. A co-produção com participação peruana, argentina e espanhola, assinada por Claudia Llosa, aborda a noite e o submundo dos transexuais no Peru.
Nesta mesma categoria, que conta com 27 filmes de 22 países, aparecem o curta chileno "La Santa", de Mauricio López Fernández; a produção brasileira "Licuri Surf", de Guile Martins; e a venezuelana "Nostalgia", de Gustavo Rondón Córdova.
Na categoria "Fórum", além de "Salsipuedes", a fita argentina "Escuela Normal", de Celina Murga; e a co-produção uruguaio-mexicano-francesa "La Demora", de Rodrigo Plá, também aparecem como destaque.
O cinema latino-americano também marca presença na categoria gastronomia, na qual a produção mexicana "Canela", de Jordi Mariscal, aparece com grande relevância. Na trama, o cozinheiro da embaixada do México, ao lado de um grupo de estudantes, prepara um menu mexicano baseado nas "receitas da avó".

Fonte: Notícias Terra

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

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