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Cinema Latino

domingo, 29 de janeiro de 2012

"O Brado Retumbante", Brasil, 2012.

Sinopse: Paulo Ventura (Domingos Montagner) é um advogado e político em fase desanimada com a vida pública, e acaba sendo eleito presidente da Câmara dos Deputados em uma articulação promovida por um Senador que pretendem usá-lo como fantoche. Mas os planos não dão resultado quando um acidente aéreo mata o Presidente e seu vice. Ventura se vê obrigado a assumir a presidência do país e a enfrentar uma série de sucessivos escândalos.
Elenco: 
Domingos Montagner (Paulo Alberto Ventura)
Maria Fernanda Cândido (Maria Antonia Ventura)
Cacá Amaral (Saulo Aires Saldanha)
José Wilker (Floriano Pedreira)
Juliana Schalch (Marta Arruda Ventura)
Leopoldo Pacheco (Tony Abrahão)
Murilo Armacollo (Júlio Arruda Ventura (Julie Arruda Ventura))
Luiz Carlos Miele (Senador Nicodemo)
Otávio Augusto (Benjamin "Beijo" Ventura)
Maria do Carmo Soares (Julieta Ventura)
Mariana Lima (Fernanda Dummont)
Hugo Carvana (Jorge Mourão)
Alinne Rosa (Alessandra Ferrão)
Sandra Corveloni (Neide Batalha)
Valter Santos (Cel. Otávio Werneck)
Cris Nicolotti  (Lúcia Wolf)
Paulo Ivo (Alcides Barata)
Ida Celina (Regina)
Marina Elali (Fátima)
Jui Huang (Otacílio Júnior)


Site oficial da Rede Globo:
http://obradoretumbante.globo.com/platb/o-brado-retumbante/

O que dizem na web:
http://www.observadorpolitico.org.br/grupos/opiniao/forum/topic/globo-educa-com-o-brado-retumbante/
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/maniqueismo-da-o-tom-da-minisserie-o-brado-retumbante
http://nilsonxavier.blogosfera.uol.com.br/2012/01/18/o-brado-retumbante-e-realidade-disfarcada-de-ficcao/

Meu comentário:
A microsérie da Rede Globo foi ao ar no dia 17 de janeiro de 2012 e teve seu final sexta-feira, dia 27. Particularmente esperava um pouco mais de "O Brado Retumbante". Mas como obra de ficção até que estava razoável, produção e fotografia impecáveis, mas enfim, havia  algo que faltava para se tornar mais interessante.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Companhia Cinematográfica Vera Cruz




A Companhia Cinematográfica Vera Cruz foi o mais importante estúdio cinematográfico brasileiro da década de 1950, tinha sido fundada em São Bernardo do Campo pelo produtor italiano Franco Zampari e pelo industrial Francisco Matarazzo Sobrinho em 4 de novembro de 1949.
Alimentada por empresários paulistas, a Vera Cruz existiu durante quatro anos e realizou 22 filmes de longa-metragem, marcando época no cinema brasileiro, considerada o primeiro estúdio em moldes profissionais do país.
Seus estúdios de mais de 100.000 m² ocuparam o que antes era uma granja da Família Matarazzo e receberam material técnico de vanguarda, bem como profissionais do exterior. Todo investimento se refletiu em prêmios internacionais, como o filme O cangaceiro, premiado no Festival de Cannes. Foi na Vera Cruz que surgiu uma das mais importantes personalidades do cinema brasileiro: Amácio Mazzaropi, indiscutível campeão de bilheteria até a década de 1970.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial e da ditadura do Estado Novo, em 1945, São Paulo vive um momento de efervescência cultural. Revistas de divulgação artística, conferências, seminários e exposições agitam a vida paulista.
No final dos anos 40, são inaugurados o Museu de Arte Moderna e o MASP - Museu de Arte de São Paulo. Na mesma época, Franco Zampari, empresário de origem italiana, monta uma companhia teatral de alto nível, o TBC - Teatro Brasileiro de Comédia. Cresce o interesse pelo cinema. Intelectuais fundam cineclubes e movimentam grupos de debates.
"Do planalto abençoado para as telas do mundo" era o slogan da companhia, dando mostras de sua ambição: atingir padrões internacionais. Os primeiros anos da Vera Cruz foram, contudo, caóticos.
"Produção Brasileira de Padrão Internacional." Com este lema, a Vera Cruz se propõe a realizar um cinema brasileiro em bases industriais. A primeira produção da Vera Cruz é o filme Caiçara dirigido por Adolfo Celi.
"Caiçara" é todo filmado em Ilhabela, litoral de São Paulo, para onde foram deslocados o elenco, a equipe técnica e os pesados equipamentos de filmagem. O lançamento de "Caiçara" é feito com grande publicidade. A protagonista foi Eliane Lage.
O sonho brasileiro de uma indústria de cinema dura poucos anos. Em 1954, a Companhia Vera Cruz entra em declínio. Entre os motivos de sua decadência está a ausência de um sistema próprio de distribuição. Os distribuidores e os exibidores ficavam com mais de 60% da arrecadação. Havia ainda a dificuldade de colocar o filme brasileiro no competitivo mercado internacional.
A Vera Cruz é prejudicada também pela concorrência desigual com os filmes estrangeiros no Brasil. O preço dos ingressos das salas de cinema era tabelado. A inflação diminuía o valor real do ingresso e fazia cair a arrecadação dos filmes. Para os filmes estrangeiros norte-americanos, o governo brasileiro pagava a diferença entre o câmbio do dólar oficial e do paralelo.
Apesar de só ter durado alguns anos, a Vera Cruz formou uma geração de cineastas e profissionais de cinema. A qualidade técnica e artística de seus filmes marcou uma época e mostrou a viabilidade do cinema brasileiro.

Michael Stoll, um dos técnicos de som, fundou mais tarde o estúdio paulista Álamo, em 1972.

Créditos:
AVENTURAS NA HISTÓRIA. São Paulo: Editora Abril, 2003-, mensal. Ed. 76, Hollywood brasileira. p. 44-47.
Wikipédia

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Lista de filmes da Vera Cruz

"Macumba na alta" (1958)

"Nadando em dinheiro" (1952)

"Na senda do crime" (1954)
   
    Painel - 1950 - documentário dirigido por Lima Barreto
    Santuário - 1950 - documentário dirigido por Lima Barreto
    Caiçara - 1950 - drama dirigido por Adolfo Celi
    Ângela - 1951 - drama dirigido por Abílio Pereira de Almeida e Tom Payne
    Terra é sempre terra - 1951 - drama dirigido por Tom Payne
    Apassionata - 1952 - drama dirigido por Fernando de Barros
    Veneno - 1952 - drama dirigido por Gianni Pons
    Tico-tico no Fubá - 1952 - drama biográfico dirigido por Adolfo Celi
    Sai da frente - 1952 - comédia dirigida por Abílio Pereira de Almeida
    Nadando em dinheiro - 1952 - comédia dirigida por Abílio Pereira de Almeida e Carlos Thiré
    Sinhá Moça - 1953 - drama dirigido por Tom Payne
    A família Lero-lero - 1953 - comédia dirigida por Alberto Pieralise e Gustavo Nonnemberg
    O cangaceiro - 1953 - drama dirigido por Lima Barreto
    Uma pulga na balança - 1953 - drama dirigido por Luciano Salce
    Esquina da ilusão - 1953 - comédia dirigida por Ruggero Jacobbi
    Luz apagada - 1953 - drama dirigido por Carlos Thiré
    É proibido beijar - 1954 - comédia dirigida por Ugo Lombardi
    Na Senda do Crime - 1954 - policial dirigido por Flaminio Bollini Cerri
    Candinho - 1954 - comédia dirigido por Abílio Pereira de Almeida
    Floradas na Serra - 1954 - drama dirigido por Luciano Salce
    São Paulo em festa - 1954 - documentário dirigido por Lima Barreto
    Ravina - 1958 - drama dirigido por Rubem Biáfora
    Macumba na Alta - 1958 - comédia dirigida por Maria Basaglia.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Ingressos de cinema ainda são caros no Brasil

Brasil tem um dos ingressos de cinema mais caros entre 11 países

25 de janeiro de 2012 • 14h14 Por: Ana Paula Ribeiro

SÃO PAULO – Depois de experimentar quatro quedas seguidas de público, entre 2005 e 2008, as salas de cinema no Brasil registraram crescimento de 20% em 2010, atraindo 134,9 milhões de pessoas. Já a arrecadação nas bilheterias, de acordo com dados da Filme B, subiu 30% no período, ultrapassando a marca de R$ 1 bilhão.

No entanto, apesar dessa evolução, para boa parte dos brasileiros o cinema ainda é uma diversão quase inacessível, especialmente para quem só tem o salário mínimo para bancar todos os seus gastos. A constatação está em pesquisa do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor): capitais como Brasília e São Paulo têm um dos ingressos mais caros em relação ao mínimo, entre 13 cidades de 11 países ao redor do mundo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Neta de Tom Jobim fala de filme sobre o avô

Neta de Tom Jobim divide com Nelson Pereira dos Santos a direção de filme sobre a obra do avô


Ailton Magioli - EM Cultura
   
Marcos Vieira/EM/D. A Press
A diretora Dora Jobim, neta de Tom, chegou ao cinema depois de estudar piano, canto e violão
Na infância, ela ficava encafifada ao ouvir os versos da canção do amigo do avô, que acabaram responsáveis pelo seu batismo. “Dora, rainha cafuza de um maracatu?”, interrogava-se Dora Jobim, de 35 anos, sem entender, na época, o que Dorival Caymmi queria dizer com aquilo. “Cafuza era muito para uma criança”, justifica hoje a neta de Tom Jobim, que divide com Nelson Pereira dos Santos a direção do documentário A música segundo Tom Jobim.
Filha do músico Paulo Jobim e da professora de design Eliane Jobim, responsável pelo cartaz do documentário musical, Dora lembra que, como ex-estudante da matéria na qual a mãe é especializada, ela passou da colagem para a animação, antes de chegar ao cinema. Como neta e filha de músicos, no entanto, ainda menina foi fazer a “lição de casa”: matriculou-se em aulas de música, mais especificamente de piano.

Com a “complicação” da então estudante diante das partituras, ela trocou o piano pelo violão, que julgava mais fácil, até mudar novamente de curso, quando optou pelo canto. “Aula de música faz parte da formação da sensibilidade”, reconhece Dora, que acabou se sentindo mais à vontade no canto, graças às aulas que ficaram a cargo da prima Heloísa Madeira.

A curta trajetória musical de Dora Jobim não foi suficiente para demovê-la da ideia de fazer cinema. Depois da abandonar a faculdade de design, a neta de Tom, que é irmã do pianista Daniel Jobim, voou para Nova York, onde, além do inglês, foi estudar cinema,“em temporadas”, com faz questão de dizer. Fez edição, depois animação seguida de “truca” (equipamento responsável por fazer “truques” de cinema e, sobretudo, para filmar desenho animado), lista Dora Jobim.

Entre idas e voltas para novas temporadas de estudo de cinema em Nova York, ganhou uma câmera de vídeo, enquanto prosseguia no que classifica de “superformação prática”, graças à qual foi companheira de sala até da atriz Angelina Jolie. Na primeira vez que trabalhou com uma câmera, recorda, Dora editou na moviola.

“É uma lembrança que ficou lá nas noções básicas de cinema”, diz a diretora, que, no vaivém Brasil-EUA, em fins dos anos 1990, reencontrou o pai, Paulo Jobim, que trabalhava na trilha do longa-metragem O viajante, de Paulo Cezar Saraceni, de autoria de Túlio Mourão, e para a qual o avô Tom Jobim deixou pronto o tema Maria é dia.

“Pedi estágio e acabei na fotografia, com o Mário Carneiro”, recorda da primeira grande vivência, quando ficou dois meses no set em Ubá, na Zona da Mata mineira, onde o filme foi rodado. “Foi um barato, foi o meu primeiro contato com o cinema, em uma produção grande”, lembra Dora Jobim.

Musicais A seguir, mais precisamente em 2003, já ciente do que queria, ela abriu, em parceria com Gabriela Gastal e Gabriela Figueiredo, a produtora Samba Filmes, com sede no Rio, passando a se dedicar, principalmente, a projetos de DVDs musicais, além de clipes e projetos para a web e documentários.

Entre os DVDs produzidos pela empresa estão Ária ao vivo, de Djavan, gravado no Palácio das Artes; O mundo e Vagabundo, de Ney Matogrosso e Pedro Luís e A Parede; Acesa, de Alcione; Live in Rio, de Eagle Eye Cherry; Infinito ao meu redor, de Marisa Monte, e Melhor assim, de Teresa Cristina, entre outros. “A Samba Filmes tem esse tom meio lá meio cá, de imagem e som”, justifica a atração por manifestações diferentes na área. Na TV, atualmente, a empresa de Dora produz a série Som do vinil, de Charles Gavin, para o Canal Brasil.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O ator mexicano Demián Bichir indicado ao Oscar

Mexicano Demián Bichir é indicado ao Oscar de Melhor Ator

Los Angeles (EUA.), 24 jan (EFE).- O ator mexicano Demián Bichir concorrerá ao Oscar de Melhor Ator no dia 26 de fevereiro na 84ª edição dos prêmios da Academia de Hollywood, que anunciou nesta terça-feira em Los Angeles a lista de candidatos às estatuetas.
Bichir foi indicado por seu papel de protagonista no drama migratório 'A Better Life' e competirá ao prêmio com George Clooney ('The Descendants'), Brad Pitt ('Moneyball'), Gary Oldman ('Tinker Tailor Soldier Spy') e o francês Jean Dujardin ('The Artist'). EFE

Fonte: Revista Veja Online

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