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Cinema Latino

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O ator mexicano Demián Bichir indicado ao Oscar

Mexicano Demián Bichir é indicado ao Oscar de Melhor Ator

Los Angeles (EUA.), 24 jan (EFE).- O ator mexicano Demián Bichir concorrerá ao Oscar de Melhor Ator no dia 26 de fevereiro na 84ª edição dos prêmios da Academia de Hollywood, que anunciou nesta terça-feira em Los Angeles a lista de candidatos às estatuetas.
Bichir foi indicado por seu papel de protagonista no drama migratório 'A Better Life' e competirá ao prêmio com George Clooney ('The Descendants'), Brad Pitt ('Moneyball'), Gary Oldman ('Tinker Tailor Soldier Spy') e o francês Jean Dujardin ('The Artist'). EFE

Fonte: Revista Veja Online

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Vídeo de Nora Ney cantando a famosa dor de cotovelo, "Ninguém me ama"

domingo, 22 de janeiro de 2012

"A Música Segundo Tom Jobim" , Brasil, 2012

"A Música Segundo Tom Jobim" estreia nos cinemas
Documentário "


A Música Segundo Tom Jobim" chega aos cinemas e ganha elogios da crítica; direção de Nelson Pereira

Da Redação
Os Paparazzi

O documentário "A Música Segundo Tom Jobim" estreia nos cinemas nesta sexta-feira, 20. "A Música Segundo Tom Jobim" conta a biografia de Antonio Carlos Jobim, o Tom Jobim, mestre da música brasileira. "O extraordinário universo da música de Tom Jobim não cabe em palavras". Foi com essa ideia em mente que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, contou em filme a discografia completa do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna e de alcance internacional. Tom Jobim é considerado, ao lado de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores expoentes de todos os tempos da música brasileira. Nada mais justo, portanto, ganhar um documentário.
Com distribuição da Sony Pictures, "A Música Segundo Tom Jobim" usa imagens do acervo do Instituto Tom Jobim, além de imagens de canais de televisão do exterior e vídeos que caíram na Internet. São vídeos inéditos de Tom Jobim, e músicas cantadas por intérpretes dos mais variados. Sabe quem canta Tom Jobim no documentário de Nelson Pereira dos Santos? Gal Costa, Elizeth Cardoso, Diana Krall, o francês Jean Sablon, os americanos Ella Fitzgerald, Sammy Davis Jr. e Frank Sinatra, além de Toquinho, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Nara Leão, Maysa, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil.
Chico Buarque e Tom Jobim aparecem cantando juntos no Festival da Canção de 1968, quando a dupla foi vaiada ao cantar a música "Sabiá". O crítico Alysson Oliveira, do Cineweb, falou sobre a estreia de "A Música Segundo Tom Jobim": "Com sua sensibilidade aguçada, 'A música segundo Tom Jobim' é uma viagem sensorial por um universo musical bastante rico. É também uma jornada por nossa cultura e a visão desta pelo mundo afora. 'Garota de Ipanema' é uma das músicas mais cantadas no mundo - e no documentário não é diferente, trazendo diversas versões dela, na interpretação de músicos como Errol Garner, Pat Hervey, Marcia e Lio - fora a versão original".


Fonte: Os paparazzi

sábado, 21 de janeiro de 2012

"A música segundo Tom Jobim" - Entrevista com o diretor

Filme sobre Tom Jobim está em cartaz nos cinemas. Leia entrevista com o diretor.
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
20/01/2012 | 16h34 | Bossa Nova


Filme sobre Tom Jobim está em cartaz nos cinemas.
O cineasta Nelson Pereira dos Santos passeia pelo universo onírico do maestro, compositor e instrumentista Tom Jobim. Um dos precursores do movimento do cinema novo, o criador propõe um mergulho na obra do mestre da bossa nova, a partir de dois lançamentos cinematográficos. Os filmes sobre Jobim, morto em 1994, aos 67 anos, foram dirigidos por Nelson Pereira dos Santos, 83 anos, e serão lançados neste ano. O primeiro, A música segundo Tom Jobim, codirigido por Dora Jobim, já está em cartaz. O outro, A luz do Tom (codirigido por Marco Altberg), foi feito por meio de depoimentos de três mulheres muito ligadas a Jobim: Helena Jobim (irmã), Thereza Hermanny (primeira mulher) e Ana Lontra Jobim, segunda e última mulher. Em entrevista ao Correio/Diario, ele rememora o Rio de Tom e fala do processo de criação.


ENTREVISTA // NELSON PEREIRA DOS SANTOS

Os dois projetos sobre Tom Jobim foram planejados separadamente ou terminaram se separando somente no fim?
Desde o começo, foram projetados os dois filmes assim. Um era sobre a memória das três moças. O outro, sobre a música que ele criava, a música dele em si, narrada em ordem cronológica. Não é bem a carreira não. É mais a produção musical do Jobim.

O programa A música segundo Tom Jobim, que o senhor dirigiu para a TV Manchete, foi o pontapé inicial do filme?
É o mesmo título. Fiz o programa da Manchete, em 1985, e usei o título de novo. Na luz do Tom, tem um prólogo só com dois ou três trechos do programa. A ideia do programa foi do Tom. Era tudo gravado na casa dele. Em cada episódio, contávamos a história da música popular brasileira. O primeiro era sobre Radamés Gnatalli, grande compositor, foi ilustrado com o Tom ao piano dentro de casa. Depois, Chico Buarque com as canções do Noel Rosa. Nana Caymmi e Gal Costa fizeram com a música popular para consumo. Seguiu com a evolução de grandes compositores. A gente contava a história de forma espontânea, sem nenhuma impostação didática idiota. Eram músicos se deliciando e ligando a memória deles a de outros compositores que marcaram a história brasileira.

Mesmo tendo convivido com o maestro pessoalmente, o senhor descobriu alguma coisa sobre o Tom que não conhecia antes de fazer o filme?
Não. Mas me aproximei muito da família dele. A neta do Tom, Dora Jobim, fez comigo a direção de A música. Ela trabalha com cinema, mas tem a cabeça de musicista. Deu uma grande ajuda. Paulo Jobim (diretor musical) fez as músicas do Brasília 18% e Cinema de lágrimas (ambos dirigidos por Pereira dos Santos) e também está no filme. Miúcha (parceira de Tom em vários projetos) ajudou bastante. Minha filha é produtora e Ivelise Ferreira, minha mulher, também. Foi uma equipe de duas famílias reunidas. Éramos uma patotinha trabalhando nesse projeto há muito tempo, só estamos lançando agora por causa da dificuldade de captação. Tive muito prazer em fazer esse filme.A luz de Tom parece relacionar a cidade do Rio de Janeiro à trajetória de Antonio Carlos Jobim. Será outro filme de Nelson Pereira dos Santos sobre a cidade?
A ideia era a seguinte. Cada uma das três (Helena, Thereza e Ana) falava sobre um espaço que o Tom ocupava. Um deles era o espaço da natureza. Helena, irmã mais nova do Tom, falou da adolescência, do período da juventude e da relação dele com a natureza. Ela diz que a praia de Ipanema era um areal naquela época. Isso não existe mais no Rio de Janeiro. Fui filmar em Florianópolis. Fiz as lembranças de infância do Tom. Isso causou um mal-entendido. Quando fui filmar, as pessoas diziam que não se lembravam de ele ter nascido lá (risos). Ele não nasceu em Florianópolis, mas a natureza de lá é muito parecida com a de Ipanema daquela época.

Os seus filmes sempre abordam algum aspecto da cultura brasileira. Qual deverá ser o próximo?
Meu próximo filme deverá ser sobre o D. Pedro II, baseado no livro do José Murilo de Carvalho, Dom Pedro II — Ser ou não ser. Ele foi uma figura básica da história do Brasil. O livro não é uma historiografia acadêmica, fechada. É um livro muito interessante e me despertou a ideia de fazer o filme para lembrar a história do Brasil.

O cinema brasileiro já passou do momento de discutir a identidade nacional e avançou em termos de abordagens temáticas?
Eu não sei dizer. O cinema brasileiro tem mais filmes hoje, mais cineastas. É um momento de pujança. Para fazer uma análise, tinha de ver todos os filmes. Quando eu comecei, era obrigatório ver os filmes, discutir e detalhar. Quando tinha 20 filmes, nos anos 1970, dava para ter uma ideia da relação com a nossa história cultural. Do que acompanho, acho que existe de tudo. Esse julgamento tem de ser repensando. Existe gente preocupada com isso, sim. O cinema ficou múltiplo, voltado para as raízes históricas e nacionais. É que são outros caminhos de realização o de outros diretores. É uma polifonia com liberdade de criação. Acho bastante positivo que isso esteja acontecendo. Esse tipo de crítica fica meio saudosista. Nós brasileiros temos essa tendência ao saudosismo. Eu não tenho não. O melhor ainda virá.

E a música? Piorou depois da bossa nova?
Como tudo no Brasil, a música funciona no pluralismo. Uma forma de produção muito rica, ao mesmo tempo de pensamento. Há mais gente produzindo. Viva o pluralismo. Não sou especialista em música. Mas, os meus netos estão curtindo música popular, falando de coisas que eu nunca ouvi falar. Acho que essa boa fase econômica do Brasil, anunciada com possibilidade de desenvolvimento social mais justo, vai realmente nos oferecer um futuro muito bom em todos os níveis. Isso terá consequências na área da produção cultural, sem dúvida. O que ainda precisamos fazer é ficar livres do Estado, dos burocratas na criação artística.

Por Yale Gontijo, do Correio Braziliense

Fonte: Diário de Pernambuco

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

2 Coelhos

Filme estreia nesta sexta-feira

Longa "2 Coelhos" explora com apuro técnico elementos típicos de filmes de ação hollywoodianos

Diante de uma produção cinematográfica formada predominantemente por comédias com atores globais e filmes que retratam a realidade em favelas, 2 Coelhos, de Afonso Poyart, soa como um estranho no ninho no cinema brasileiro. Afinal de contas, o diretor, em sua estreia no comando de um longa, explora com apuro técnico elementos típicos de filmes de ação hollywoodianos.

No filme, que estreia nesta sexta-feira no país, há explosões de carros, perseguições, tiroteios, animações baseadas em mangás e muitos efeitos especiais. O melhor é que nada é gratuito ou tosco, como poderia ser em um filme que custou "apenas" R$ 4 milhões – mixaria comparada às grandes produções do gênero dos EUA.

2 Coelhos narra a história de Edgar (Fernando Alves Pinto), que decide fazer justiça com as próprias mãos aniquilando, literalmente e de uma só vez – daí vem o título do longa –, uma quadrilha de ladrões comuns liderada por Maicon (Marat Descartes) e um deputado corrupto (Roberto Marchese). Nessa sua jornada, o rapaz conta com a colaboração de Julia (Alessandra Negrini).

– Digamos que ela é uma heroína bandida. Age para conquistar paz e uma vida tranquila ao lado de quem ama – afirma a atriz, cuja personagem apresenta comportamentos bem suspeitos.

São Paulo é uma personagem de 2 Coelhos. Ao longo da história, é possível notar a região da Rua Augusta, a Avenida Paulista e outras áreas da cidade.

– Nasci em Santos, mas sempre quis morar em São Paulo. A cidade tem um visual incrível para um filme urbano, como é 2 Coelhos – define Poyart.

Montagem tem assinatura do gaúcho Lucas GonzagaO longa também tem uma ligação com o Rio Grande do Sul: um de seus três montadores é Lucas Gonzaga, gaúcho radicado na capital paulista desde 2005 – e desde 2007 montador da O2 Filmes, de Fernando Meirelles. Responsável por trabalhos como as minisséries Som e Fúria e Filhos do Carnaval (esta última da HBO), além de campanhas publicitárias como aquela que elegeu o Rio de Janeiro para os jogos olímpicos de 2014, ele participou de quatro longas em 2011 – entre eles Xingu, de Cao Hamburger, selecionado para a mostra Panorama do próximo Festival de Berlim.

– De Xingu eu montei só um trecho, por isso assino como montador adicional – conta a ZH direto de Salt Lake City (EUA), onde está para acompanhar o Sundance Festival. – Os outros três são 2 Coelhos, Colegas, do Marcelo Galvão, e A Cadeira do Pai, estrelado por Wagner Moura e dirigido por Luciano Moura. É para acompanhar a carreira deste último que estou em Sundance – explica, ressaltando que o longa, produção da O2, foi um dos 10 selecionados entre cerca de 3 mil inscritos.

2 Coelhos, para Gonzaga, foi um desafio:

– Assim como os atores muitas vezes contracenam com um fundo verde, nós também editamos supondo coisas, imaginando como elas ficariam depois de os efeitos especiais ficarem prontos. Isso foge um pouco à natureza do montador, que é trabalhar sempre com precisão e controle absoluto de cada fotograma. O que importa, no final das contas, é que o filme tem tido uma reação incrível do público em pré-estreias e sessões de teste. Espero que ele possa contribuir para criar uma tradição em longas de ação no cinema brasileiro.


Fonte: Zero Hora

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

"O Caso Cláudia", Brasil, 1979

Ficha Técnica:
Título original: O caso Claudia
Ano: 1979
Duração: 115 min
Direção: Miguel Borges
Roteiro: Valério Meinel
Gênero: Policial


Sinopse: De seu barraco na Avenida Niemeyer, o operário Ceará vê dois homens, que chegam em um automóvel, jogarem um volume nas pedras. Informado pelo noticiário de que o corpo de uma jovem foi encontrado no local, telefona sem se identificar para uma estação de rádio, fornecendo o número da placa do carro.

Elenco:
Nuno Leal Maia
Kátia D'Ângelo .... Flávia
Jonas Bloch .... Pierre Dorf
Luiz Armando Queiroz .... Luís Francisco Mansur
Roberto Bonfim .... Guerra
Carlos Eduardo Dolabella .... Seixas
Lilian Staavik .... Cláudia
Zilda Mayo ... Mulher de Seixas
Cláudio Corrêa e Castro .... Otto Dorf
Reinaldo Gonzaga .... Caminhoneiro
Rogério Fróes .... pai de Flávia
Sônia Oiticica .... mãe de Flávia
Jorge Cherques .... traficante
Hildegard Angel .... Doutora
Moacyr Deriquém .... Di Carlo
Carlos Alberto Souza Barros
Eliana Dutra
Vinicius Salvatore
Hamilton Sbarra
Maria Lúcia Schimidt
Paulo Neves
Carlos Branco
Sebastião Pimentel
Mariano Antero
Aldo Frei
José Além Filho
Nelson Moura
Celso Farias
Waldir Onofre .... Ceará
Zélia Diniz
Newton Couto
Procópio Mariano .... Colega de cela de Mansur
Catalina Bonak .... avó de Flávia
Leonides Bayer
Fernando José .... Sevilho

Curiosidades:
Prêmios:
XII Festival de Cinema Brasileiro de Brasília, 1979:
Melhor montagem (Giuseppe Baldacconi)
Melhor trilha sonora (Remo Usai)
Melhor ator coadjuvante (Roberto Bonfim).

Para ler mais sobre o Famoso Caso Claudia: 
http://intrigando.blogspot.com/2009/07/valerio-meinel.html
http://www.guesaaudiovisual.com/CinemaFilosofiaLiteratura/EntrevReport/OCasoClaudia.html

 

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