Filme sobre Tom Jobim está em cartaz nos cinemas. Leia entrevista com o diretor.
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
20/01/2012 | 16h34 | Bossa Nova
Filme sobre Tom Jobim está em cartaz nos cinemas.
O cineasta Nelson Pereira dos Santos passeia pelo universo onírico do maestro, compositor e instrumentista Tom Jobim. Um dos precursores do movimento do cinema novo, o criador propõe um mergulho na obra do mestre da bossa nova, a partir de dois lançamentos cinematográficos. Os filmes sobre Jobim, morto em 1994, aos 67 anos, foram dirigidos por Nelson Pereira dos Santos, 83 anos, e serão lançados neste ano. O primeiro, A música segundo Tom Jobim, codirigido por Dora Jobim, já está em cartaz. O outro, A luz do Tom (codirigido por Marco Altberg), foi feito por meio de depoimentos de três mulheres muito ligadas a Jobim: Helena Jobim (irmã), Thereza Hermanny (primeira mulher) e Ana Lontra Jobim, segunda e última mulher. Em entrevista ao Correio/Diario, ele rememora o Rio de Tom e fala do processo de criação.
ENTREVISTA // NELSON PEREIRA DOS SANTOS
Os dois projetos sobre Tom Jobim foram planejados separadamente ou terminaram se separando somente no fim?
Desde o começo, foram projetados os dois filmes assim. Um era sobre a memória das três moças. O outro, sobre a música que ele criava, a música dele em si, narrada em ordem cronológica. Não é bem a carreira não. É mais a produção musical do Jobim.
O programa A música segundo Tom Jobim, que o senhor dirigiu para a TV Manchete, foi o pontapé inicial do filme?
É o mesmo título. Fiz o programa da Manchete, em 1985, e usei o título de novo. Na luz do Tom, tem um prólogo só com dois ou três trechos do programa. A ideia do programa foi do Tom. Era tudo gravado na casa dele. Em cada episódio, contávamos a história da música popular brasileira. O primeiro era sobre Radamés Gnatalli, grande compositor, foi ilustrado com o Tom ao piano dentro de casa. Depois, Chico Buarque com as canções do Noel Rosa. Nana Caymmi e Gal Costa fizeram com a música popular para consumo. Seguiu com a evolução de grandes compositores. A gente contava a história de forma espontânea, sem nenhuma impostação didática idiota. Eram músicos se deliciando e ligando a memória deles a de outros compositores que marcaram a história brasileira.
Mesmo tendo convivido com o maestro pessoalmente, o senhor descobriu alguma coisa sobre o Tom que não conhecia antes de fazer o filme?
Não. Mas me aproximei muito da família dele. A neta do Tom, Dora Jobim, fez comigo a direção de A música. Ela trabalha com cinema, mas tem a cabeça de musicista. Deu uma grande ajuda. Paulo Jobim (diretor musical) fez as músicas do Brasília 18% e Cinema de lágrimas (ambos dirigidos por Pereira dos Santos) e também está no filme. Miúcha (parceira de Tom em vários projetos) ajudou bastante. Minha filha é produtora e Ivelise Ferreira, minha mulher, também. Foi uma equipe de duas famílias reunidas. Éramos uma patotinha trabalhando nesse projeto há muito tempo, só estamos lançando agora por causa da dificuldade de captação. Tive muito prazer em fazer esse filme.A luz de Tom parece relacionar a cidade do Rio de Janeiro à trajetória de Antonio Carlos Jobim. Será outro filme de Nelson Pereira dos Santos sobre a cidade?
A ideia era a seguinte. Cada uma das três (Helena, Thereza e Ana) falava sobre um espaço que o Tom ocupava. Um deles era o espaço da natureza. Helena, irmã mais nova do Tom, falou da adolescência, do período da juventude e da relação dele com a natureza. Ela diz que a praia de Ipanema era um areal naquela época. Isso não existe mais no Rio de Janeiro. Fui filmar em Florianópolis. Fiz as lembranças de infância do Tom. Isso causou um mal-entendido. Quando fui filmar, as pessoas diziam que não se lembravam de ele ter nascido lá (risos). Ele não nasceu em Florianópolis, mas a natureza de lá é muito parecida com a de Ipanema daquela época.
Os seus filmes sempre abordam algum aspecto da cultura brasileira. Qual deverá ser o próximo?
Meu próximo filme deverá ser sobre o D. Pedro II, baseado no livro do José Murilo de Carvalho, Dom Pedro II — Ser ou não ser. Ele foi uma figura básica da história do Brasil. O livro não é uma historiografia acadêmica, fechada. É um livro muito interessante e me despertou a ideia de fazer o filme para lembrar a história do Brasil.
O cinema brasileiro já passou do momento de discutir a identidade nacional e avançou em termos de abordagens temáticas?
Eu não sei dizer. O cinema brasileiro tem mais filmes hoje, mais cineastas. É um momento de pujança. Para fazer uma análise, tinha de ver todos os filmes. Quando eu comecei, era obrigatório ver os filmes, discutir e detalhar. Quando tinha 20 filmes, nos anos 1970, dava para ter uma ideia da relação com a nossa história cultural. Do que acompanho, acho que existe de tudo. Esse julgamento tem de ser repensando. Existe gente preocupada com isso, sim. O cinema ficou múltiplo, voltado para as raízes históricas e nacionais. É que são outros caminhos de realização o de outros diretores. É uma polifonia com liberdade de criação. Acho bastante positivo que isso esteja acontecendo. Esse tipo de crítica fica meio saudosista. Nós brasileiros temos essa tendência ao saudosismo. Eu não tenho não. O melhor ainda virá.
E a música? Piorou depois da bossa nova?
Como tudo no Brasil, a música funciona no pluralismo. Uma forma de produção muito rica, ao mesmo tempo de pensamento. Há mais gente produzindo. Viva o pluralismo. Não sou especialista em música. Mas, os meus netos estão curtindo música popular, falando de coisas que eu nunca ouvi falar. Acho que essa boa fase econômica do Brasil, anunciada com possibilidade de desenvolvimento social mais justo, vai realmente nos oferecer um futuro muito bom em todos os níveis. Isso terá consequências na área da produção cultural, sem dúvida. O que ainda precisamos fazer é ficar livres do Estado, dos burocratas na criação artística.
Por Yale Gontijo, do Correio Braziliense
Fonte: Diário de Pernambuco
Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
2 Coelhos
Filme estreia nesta sexta-feira
Longa "2 Coelhos" explora com apuro técnico elementos típicos de filmes de ação hollywoodianos
Longa "2 Coelhos" explora com apuro técnico elementos típicos de filmes de ação hollywoodianos
Diante de uma produção cinematográfica formada predominantemente por comédias com atores globais e filmes que retratam a realidade em favelas, 2 Coelhos, de Afonso Poyart, soa como um estranho no ninho no cinema brasileiro. Afinal de contas, o diretor, em sua estreia no comando de um longa, explora com apuro técnico elementos típicos de filmes de ação hollywoodianos.
No filme, que estreia nesta sexta-feira no país, há explosões de carros, perseguições, tiroteios, animações baseadas em mangás e muitos efeitos especiais. O melhor é que nada é gratuito ou tosco, como poderia ser em um filme que custou "apenas" R$ 4 milhões – mixaria comparada às grandes produções do gênero dos EUA.
2 Coelhos narra a história de Edgar (Fernando Alves Pinto), que decide fazer justiça com as próprias mãos aniquilando, literalmente e de uma só vez – daí vem o título do longa –, uma quadrilha de ladrões comuns liderada por Maicon (Marat Descartes) e um deputado corrupto (Roberto Marchese). Nessa sua jornada, o rapaz conta com a colaboração de Julia (Alessandra Negrini).
– Digamos que ela é uma heroína bandida. Age para conquistar paz e uma vida tranquila ao lado de quem ama – afirma a atriz, cuja personagem apresenta comportamentos bem suspeitos.
São Paulo é uma personagem de 2 Coelhos. Ao longo da história, é possível notar a região da Rua Augusta, a Avenida Paulista e outras áreas da cidade.
– Nasci em Santos, mas sempre quis morar em São Paulo. A cidade tem um visual incrível para um filme urbano, como é 2 Coelhos – define Poyart.
Montagem tem assinatura do gaúcho Lucas GonzagaO longa também tem uma ligação com o Rio Grande do Sul: um de seus três montadores é Lucas Gonzaga, gaúcho radicado na capital paulista desde 2005 – e desde 2007 montador da O2 Filmes, de Fernando Meirelles. Responsável por trabalhos como as minisséries Som e Fúria e Filhos do Carnaval (esta última da HBO), além de campanhas publicitárias como aquela que elegeu o Rio de Janeiro para os jogos olímpicos de 2014, ele participou de quatro longas em 2011 – entre eles Xingu, de Cao Hamburger, selecionado para a mostra Panorama do próximo Festival de Berlim.
– De Xingu eu montei só um trecho, por isso assino como montador adicional – conta a ZH direto de Salt Lake City (EUA), onde está para acompanhar o Sundance Festival. – Os outros três são 2 Coelhos, Colegas, do Marcelo Galvão, e A Cadeira do Pai, estrelado por Wagner Moura e dirigido por Luciano Moura. É para acompanhar a carreira deste último que estou em Sundance – explica, ressaltando que o longa, produção da O2, foi um dos 10 selecionados entre cerca de 3 mil inscritos.
2 Coelhos, para Gonzaga, foi um desafio:
– Assim como os atores muitas vezes contracenam com um fundo verde, nós também editamos supondo coisas, imaginando como elas ficariam depois de os efeitos especiais ficarem prontos. Isso foge um pouco à natureza do montador, que é trabalhar sempre com precisão e controle absoluto de cada fotograma. O que importa, no final das contas, é que o filme tem tido uma reação incrível do público em pré-estreias e sessões de teste. Espero que ele possa contribuir para criar uma tradição em longas de ação no cinema brasileiro.
Fonte: Zero Hora
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
"O Caso Cláudia", Brasil, 1979
Ficha Técnica:
Título original: O caso Claudia
Ano: 1979
Duração: 115 min
Direção: Miguel Borges
Roteiro: Valério Meinel
Gênero: Policial
Sinopse: De seu barraco na Avenida Niemeyer, o operário Ceará vê dois homens, que chegam em um automóvel, jogarem um volume nas pedras. Informado pelo noticiário de que o corpo de uma jovem foi encontrado no local, telefona sem se identificar para uma estação de rádio, fornecendo o número da placa do carro.
Elenco:
Nuno Leal Maia
Kátia D'Ângelo .... Flávia
Jonas Bloch .... Pierre Dorf
Luiz Armando Queiroz .... Luís Francisco Mansur
Roberto Bonfim .... Guerra
Carlos Eduardo Dolabella .... Seixas
Lilian Staavik .... Cláudia
Zilda Mayo ... Mulher de Seixas
Cláudio Corrêa e Castro .... Otto Dorf
Reinaldo Gonzaga .... Caminhoneiro
Rogério Fróes .... pai de Flávia
Sônia Oiticica .... mãe de Flávia
Jorge Cherques .... traficante
Hildegard Angel .... Doutora
Moacyr Deriquém .... Di Carlo
Carlos Alberto Souza Barros
Eliana Dutra
Vinicius Salvatore
Hamilton Sbarra
Maria Lúcia Schimidt
Paulo Neves
Carlos Branco
Sebastião Pimentel
Mariano Antero
Aldo Frei
José Além Filho
Nelson Moura
Celso Farias
Waldir Onofre .... Ceará
Zélia Diniz
Newton Couto
Procópio Mariano .... Colega de cela de Mansur
Catalina Bonak .... avó de Flávia
Leonides Bayer
Fernando José .... Sevilho
Curiosidades:
Prêmios:
XII Festival de Cinema Brasileiro de Brasília, 1979:
Melhor montagem (Giuseppe Baldacconi)
Melhor trilha sonora (Remo Usai)
Melhor ator coadjuvante (Roberto Bonfim).
Para ler mais sobre o Famoso Caso Claudia:
http://intrigando.blogspot.com/2009/07/valerio-meinel.html
http://www.guesaaudiovisual.com/CinemaFilosofiaLiteratura/EntrevReport/OCasoClaudia.html
Título original: O caso Claudia
Ano: 1979
Duração: 115 min
Direção: Miguel Borges
Roteiro: Valério Meinel
Gênero: Policial
Sinopse: De seu barraco na Avenida Niemeyer, o operário Ceará vê dois homens, que chegam em um automóvel, jogarem um volume nas pedras. Informado pelo noticiário de que o corpo de uma jovem foi encontrado no local, telefona sem se identificar para uma estação de rádio, fornecendo o número da placa do carro.
Elenco:
Nuno Leal Maia
Kátia D'Ângelo .... Flávia
Jonas Bloch .... Pierre Dorf
Luiz Armando Queiroz .... Luís Francisco Mansur
Roberto Bonfim .... Guerra
Carlos Eduardo Dolabella .... Seixas
Lilian Staavik .... Cláudia
Zilda Mayo ... Mulher de Seixas
Cláudio Corrêa e Castro .... Otto Dorf
Reinaldo Gonzaga .... Caminhoneiro
Rogério Fróes .... pai de Flávia
Sônia Oiticica .... mãe de Flávia
Jorge Cherques .... traficante
Hildegard Angel .... Doutora
Moacyr Deriquém .... Di Carlo
Carlos Alberto Souza Barros
Eliana Dutra
Vinicius Salvatore
Hamilton Sbarra
Maria Lúcia Schimidt
Paulo Neves
Carlos Branco
Sebastião Pimentel
Mariano Antero
Aldo Frei
José Além Filho
Nelson Moura
Celso Farias
Waldir Onofre .... Ceará
Zélia Diniz
Newton Couto
Procópio Mariano .... Colega de cela de Mansur
Catalina Bonak .... avó de Flávia
Leonides Bayer
Fernando José .... Sevilho
Curiosidades:
Prêmios:
XII Festival de Cinema Brasileiro de Brasília, 1979:
Melhor montagem (Giuseppe Baldacconi)
Melhor trilha sonora (Remo Usai)
Melhor ator coadjuvante (Roberto Bonfim).
Para ler mais sobre o Famoso Caso Claudia:
http://intrigando.blogspot.com/2009/07/valerio-meinel.html
http://www.guesaaudiovisual.com/CinemaFilosofiaLiteratura/EntrevReport/OCasoClaudia.html
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Kátia d`Angelo
Nascida na capital do estado do Rio de Janeiro, trabalhava como instrumentadora cirúrgica quando começou a frequentar bares onde se falava muito em cinema e artes em geral. Estreou como atriz no teatro infantil, fazendo uma peça intitulada Faça Alguma Coisa pelo Coelho, em 1973, convidada pelo diretor Pedro Porfírio.
Em 1974 estreou na televisão, na telenovela Supermanuela, da Rede Globo de Televisão. Na mesma, rede atuou em telenovelas clássicas, como Escalada, Anjo Mau e Nina.
No cinema, estreou em Deliciosas Traições de Amor. Em 1979 fez seu filme de maior sucesso, O Caso Cláudia, baseado no famoso caso do homicídio de Cláudia Lessin Rodrigues, ocorrido no Rio de Janeiro.
Recebeu o Kikito de melhor atriz no Festival de Gramado, pela sua atuação no filme Barra Pesada, de Reginaldo Faria.Kátia D'Ângelo já posou nua para a edição brasileira da revista Playboy, na sua edição de quarto aniversário, em agosto de 1979 (edição n° 49).
Dirigiu uma das peças infantis de maior sucesso da década de 1990, Procura-se um Amigo, ficando em cartaz por vários anos no Rio de Janeiro. Revelou nomes como as atrizes Natália Lage e Taís Araújo.
Em 1974 estreou na televisão, na telenovela Supermanuela, da Rede Globo de Televisão. Na mesma, rede atuou em telenovelas clássicas, como Escalada, Anjo Mau e Nina.
No cinema, estreou em Deliciosas Traições de Amor. Em 1979 fez seu filme de maior sucesso, O Caso Cláudia, baseado no famoso caso do homicídio de Cláudia Lessin Rodrigues, ocorrido no Rio de Janeiro.
Recebeu o Kikito de melhor atriz no Festival de Gramado, pela sua atuação no filme Barra Pesada, de Reginaldo Faria.Kátia D'Ângelo já posou nua para a edição brasileira da revista Playboy, na sua edição de quarto aniversário, em agosto de 1979 (edição n° 49).
Dirigiu uma das peças infantis de maior sucesso da década de 1990, Procura-se um Amigo, ficando em cartaz por vários anos no Rio de Janeiro. Revelou nomes como as atrizes Natália Lage e Taís Araújo.
Fonte: Wikipédia
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Kátia d`Angelo (Filmografia)
Filmografia:
1975 - A Extorsão, de Flávio Tambellini
1975 - Maníacos Eróticos, de Alberto Salvá
1975 - Deliciosas Traições do Amor, de Domingos de Oliveira, Phydias Barbosa e Tereza Trautman.
1976 - As Granfinas e o Camelô, de Ismar Porto
1976 - O Vampiro de Copacabana, de Xavier de Oliveira
1976 - Marília e Marina, de Luís Fernando Goulart
1977 - Gente Fina É Outra Coisa, de Antônio Calmon
1977 - Quem Matou Pacífico?, de Renato Santos Pereira
1977 - Barra Pesada, de Reginaldo Faria
1978 - Rastro de Sangue, de Valdir Resende
1979 - O Caso Cláudia, de Miguel Borges
1979 - Os Trombadinhas, de Anselmo Duarte
1980 - La Conquista del Paraíso
1986 - Fulaninha, de David Neves 1986 - Fulaninha, de David Neves
1996 - O Lado Certo da Vida Errada, de Octávio Bezerra
2005 - JK - Bela Noite para Voar, de Zelito Viana
1975 - A Extorsão, de Flávio Tambellini
1975 - Maníacos Eróticos, de Alberto Salvá
1975 - Deliciosas Traições do Amor, de Domingos de Oliveira, Phydias Barbosa e Tereza Trautman.
1976 - As Granfinas e o Camelô, de Ismar Porto
1976 - O Vampiro de Copacabana, de Xavier de Oliveira
1976 - Marília e Marina, de Luís Fernando Goulart
1977 - Gente Fina É Outra Coisa, de Antônio Calmon
1977 - Quem Matou Pacífico?, de Renato Santos Pereira
1977 - Barra Pesada, de Reginaldo Faria
1978 - Rastro de Sangue, de Valdir Resende
1979 - O Caso Cláudia, de Miguel Borges
1979 - Os Trombadinhas, de Anselmo Duarte
1980 - La Conquista del Paraíso
1986 - Fulaninha, de David Neves 1986 - Fulaninha, de David Neves
1996 - O Lado Certo da Vida Errada, de Octávio Bezerra
2005 - JK - Bela Noite para Voar, de Zelito Viana
domingo, 15 de janeiro de 2012
Angelina Jolie surpreende Almodóvar ao pedir papel em filme dele
Los Angeles (EUA), 14 jan (EFE).- A atriz Angelina Jolie conseguiu arrancar neste domingo do cineasta espanhol Pedro Almodóvar a promessa de que fará parte de algum de seus projetos em um evento que reuniu em Los Angeles os diretores das produções candidatas ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro.
A atriz, mulher de Brad Pitt, interrompeu uma entrevista que o diretor espanhol estava concedendo na entrada do Teatro Egípcio de Hollywood, para pedir a ele um papel diante do olhares surpresos dos jornalistas.
"Quando você vai me dar um trabalho?", questionou Jolie ao diretor de "Fale com ela" (2002).
"Não se preocupe, você é jovem", respondeu ele, surpreso com a situação.
"Mas me prometa que algum dia isso vai acontecer?", insistiu a atriz americana.
"Claro. É um compromisso diante das câmeras", afirmou Almodóvar que a lembrou de que os dois se conheceram em Los Angeles quando ela acabava de protagonizar "Garota, Interrompida" (1999) e ele havia acabado de estrear "Tudo sobre minha mãe" (1999).
Ambos ganharam o Oscar com essas produções, ela de melhor atriz coadjuvante e ele na categoria de melhor filme estrangeiro.
"Adoro Angelina", disse Almodóvar, que antecipou que tem em mãos um projeto ambientado em Nova York que poderá ser gravado nos Estados Unidos e em inglês se conseguir "o roteiro adequado"."Acho que a Angelina se encaixa perfeitamente porque é uma menina que se arrisca. Ela ficaria bem em muitos papéis femininos que escrevi", analisou o cineasta que imaginou a atriz como a Carmen Maura dos EUA, a musa de Almodóvar. EFE.
Fonte: Yahoo Notícias
A atriz, mulher de Brad Pitt, interrompeu uma entrevista que o diretor espanhol estava concedendo na entrada do Teatro Egípcio de Hollywood, para pedir a ele um papel diante do olhares surpresos dos jornalistas.
"Quando você vai me dar um trabalho?", questionou Jolie ao diretor de "Fale com ela" (2002).
"Não se preocupe, você é jovem", respondeu ele, surpreso com a situação.
"Mas me prometa que algum dia isso vai acontecer?", insistiu a atriz americana.
"Claro. É um compromisso diante das câmeras", afirmou Almodóvar que a lembrou de que os dois se conheceram em Los Angeles quando ela acabava de protagonizar "Garota, Interrompida" (1999) e ele havia acabado de estrear "Tudo sobre minha mãe" (1999).
Ambos ganharam o Oscar com essas produções, ela de melhor atriz coadjuvante e ele na categoria de melhor filme estrangeiro.
"Adoro Angelina", disse Almodóvar, que antecipou que tem em mãos um projeto ambientado em Nova York que poderá ser gravado nos Estados Unidos e em inglês se conseguir "o roteiro adequado"."Acho que a Angelina se encaixa perfeitamente porque é uma menina que se arrisca. Ela ficaria bem em muitos papéis femininos que escrevi", analisou o cineasta que imaginou a atriz como a Carmen Maura dos EUA, a musa de Almodóvar. EFE.
Fonte: Yahoo Notícias
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