Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Eliana Macedo - Filmografia
Filmografia:
1948 - E o mundo se diverte
1949 - Carnaval no fogo (Marina)
1950 - A sombra da outra
1950 - Aviso aos navegantes (Cléia) - Anselmo Duarte entra definitivamente no cinema.
1951 - Aí vem o barão (Norma)
1952 - Carnaval Atlântida (Regina) - canta com Grande Otelo, a música No tabuleiro da baiana, de Ary Barroso
1953 - Amei um Bicheiro (Laura)
1954 - A outra face do homem
1954 - Malandros em quarta dimensão
1954 - Nem Sansão nem Dalila (Dalila)
1955 - Sinfonia Carioca (Susana)
1955 - Guerra ao samba (Sonia)
1956 - Vamos com calma (Sandra)
1956 - Depois Eu Conto
1957 - Doutora é muito viva
1957 - Rio Fantasia
1957 - O Barbeiro que se Vira (Rosinha)
1958 - E o espetáculo continua (Celinha)
1958 - Alegria de viver (Elizabeth) - contracena com Augusto Cesar Vanucci
1959 - Titio não é sopa
1960 - Maria 38 (Maria)
1960 - Samba em Brasília (Teresa) - contracena com Herval Rossano
1961 - Três colegas de batina (Celina)
1964 - Um morto ao telefone (Helena)
1974 - Assim era a Atlântida
1978 - Mulheres de cinema (curta metragem)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
Fala Selton
"Já fui dirigido por gente atenciosa, meticulosa, sem
paciência ou que me destratou. Sei como rendo melhor. Conheço as minhas
limitações e também as de outros atores. Sei quem é absolutamente intuitivo,
quem precisa de conversa, quem não gosta de ensaio. Existem vários tipos de
atores e eu conheço esses tipos. Dizem que o humor do palhaço dita o humor do
circo. Eu acho que, da mesma forma, o humor do diretor dita o humor do filme"
(Selton Mello, para a Revista Bravo)
sábado, 31 de dezembro de 2011
Fernanda Montenegro em filme de Jayme Monjardim
Fernanda Montenegro (Casa de Areia) e Thiago Lacerda
(Segurança Nacional) estão confirmados em O Tempo e o Vento, novo filme de
Jayme Monjardim (Olga). O diretor viajou para Pelotas, no Rio Grande do Sul, em
busca de locações para a produção, baseada em obra de Érico Veríssimo.
O romance O Tempo e o Vento é uma trilogia, composta de O
Continente (1949), O Retrato (1951) e O Arquipélago (1962). Conta a história do
Estado gaúcho, de 1680 até 1945, por meio da saga das famílias Terra e Cambará.
Segundo o colunista Flávio Ricco, após a exibição do longa
nos cinemas, ele será transformado em microssérie de quatro capítulos, a ser
veiculada pela Rede Globo. Em 1995, a emissora já havia exibido uma minissérie
baseada na mesma obra.
A previsão de estreia de O Tempo e o Vento é para o final de
2012.
Fonte: Cinema Yahoo
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Aizita Nascimento
Tem uma famosa marchinha de carnaval que diz, maliciosamente, que “branca é branca, preta é preta, mas a mulata é tal”. E nesse departamento, a carioca Aizita Nascimento é mesmo uma das mais amadas e soberanas musas.
Aizita Nascimento despontou para o universo artístico como Miss Renascença e causou rebuliço como uma das finalistas para o concurso Mis Guanabara em 1963. O sucesso carimbou seu passaporte para o cinema, a televisão e os palcos. Na TV, participou de programas humorísticos e de variedades, e também como atriz de novelas. A primeira foi “Passo dos Ventos”, de Janete Clair, veiculada na Globo em 1968 e 69 – atuou ainda em novela na Excelsior e na Bandeirantes. A estréia em cinema foi em “Cristo de Lima” (1968), de Wilson Silva. No filme ela é Narcisa, mulher do escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.
Ainda na década de 60, Aizita Nascimento atua no cult “Brasil Ano 2000” (1969), de Walter Lima Jr. Mas o grande sucesso se dá com o divertido e amargo episódio “O Melhor da Festa”, dirigido por Victor di Mello, um dos três seguimentos do longa “Como Era Boa a Nossa Empregada” (1973) – Mello dirige dois e Ismar Porto dirige outro. A atriz está ótima e irresistível como a empregada que enlouquece Naná, o personagem do grande Jorge Dória. Depois, Aizita Nascimento volta a protagonizar outro episódio, dessa vez em “Pastéis Para Uma Mulata”, dirigido por Jece Valadão, do longa “Ninguém Segura Essas Mulheres” (1976)
Filmografia:
Aizita Nascimento despontou para o universo artístico como Miss Renascença e causou rebuliço como uma das finalistas para o concurso Mis Guanabara em 1963. O sucesso carimbou seu passaporte para o cinema, a televisão e os palcos. Na TV, participou de programas humorísticos e de variedades, e também como atriz de novelas. A primeira foi “Passo dos Ventos”, de Janete Clair, veiculada na Globo em 1968 e 69 – atuou ainda em novela na Excelsior e na Bandeirantes. A estréia em cinema foi em “Cristo de Lima” (1968), de Wilson Silva. No filme ela é Narcisa, mulher do escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.
Ainda na década de 60, Aizita Nascimento atua no cult “Brasil Ano 2000” (1969), de Walter Lima Jr. Mas o grande sucesso se dá com o divertido e amargo episódio “O Melhor da Festa”, dirigido por Victor di Mello, um dos três seguimentos do longa “Como Era Boa a Nossa Empregada” (1973) – Mello dirige dois e Ismar Porto dirige outro. A atriz está ótima e irresistível como a empregada que enlouquece Naná, o personagem do grande Jorge Dória. Depois, Aizita Nascimento volta a protagonizar outro episódio, dessa vez em “Pastéis Para Uma Mulata”, dirigido por Jece Valadão, do longa “Ninguém Segura Essas Mulheres” (1976)
Filmografia:
- “Cristo de Lama” (1968), de Wilson Silva;
- “Brasil, Ano 2000” (1969), de Walter Lima Jr;
- “Como Era Boa a Nossa Empregada” (1973), episódio de Victor di Mello;
- “Ninguém Segura Essas Mulheres” (1976), episódio de Jece Valadão.
- “Brasil, Ano 2000” (1969), de Walter Lima Jr;
- “Como Era Boa a Nossa Empregada” (1973), episódio de Victor di Mello;
- “Ninguém Segura Essas Mulheres” (1976), episódio de Jece Valadão.
Fonte: Mulheres do Cinema Brasileiro
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Izabel Jaguaribe
Izabel Jaguaribe nasceu no Rio de Janeiro em 1968.
É graduada em Comunicação Social pela PUC-RJ.
Com importante trajetória em publicidade, foi diretora de comerciais e de videoclipe, primeiro na Videofilmes – 1991-96; e depois na Conspiração Filmes – 1996-2002.
Izabel Jaguaribe atuou como assistente de direção nas produções: “A Grande Arte” (1991), de Walter Salles; “Mil e Uma” (1996), de Suzana Moraes.
Na televisão, trabalhou na minissérie “Agosto” e co-dirigiu, com Mauro Mendonça Filho, o especial “Memórias de Um Sargento de Milícias” – ambos para a Rede Globo. Dirigiu os documentários “Passageiros” e “Um Dia Qualquer”, para a GNT.
Em 2003, Izabel Jaguaribe estreou como diretora de longa-metragem com o aplaudido “Paulino da Viola – Meu Tempo É hoje”.
O filme focaliza a vida e a obra do compositor e tem participações de nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nelson Sargento, Elton Medeiros, Walter Alfaiate, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e Marina Lima.
“Paulinho da Viola – Meu Tempo é Hoje” recebeu o prêmio Margarida de Prata.
É graduada em Comunicação Social pela PUC-RJ.
Com importante trajetória em publicidade, foi diretora de comerciais e de videoclipe, primeiro na Videofilmes – 1991-96; e depois na Conspiração Filmes – 1996-2002.
Izabel Jaguaribe atuou como assistente de direção nas produções: “A Grande Arte” (1991), de Walter Salles; “Mil e Uma” (1996), de Suzana Moraes.
Na televisão, trabalhou na minissérie “Agosto” e co-dirigiu, com Mauro Mendonça Filho, o especial “Memórias de Um Sargento de Milícias” – ambos para a Rede Globo. Dirigiu os documentários “Passageiros” e “Um Dia Qualquer”, para a GNT.
Em 2003, Izabel Jaguaribe estreou como diretora de longa-metragem com o aplaudido “Paulino da Viola – Meu Tempo É hoje”.
O filme focaliza a vida e a obra do compositor e tem participações de nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nelson Sargento, Elton Medeiros, Walter Alfaiate, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e Marina Lima.
“Paulinho da Viola – Meu Tempo é Hoje” recebeu o prêmio Margarida de Prata.
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