Cine brasileiro, espanhol, argentino, identidade latina... atores, atrizes, curiosidades, filmes... vai lembrando...
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
2º Festival de Cinema Curta Amazônia
Entra em cena a 2ª Rota do Cinema na fronteira
Acontece de 21 a 23 de dezembro a 2ª Rota do Cinema na
cidade de Guajará Mirim e Nova Mamoré, um projeto de continuidade do 2º
Festival de Cinema Curta Amazônia que aconteceu no mês de agosto em Porto Velho
e que vem presentear os dois municípios.
Para Daian Saldanha, secretário de cultura do município,
está presente mais uma vez em Guajará Mirim com a mostra de cinema gratuita, é
visto sempre com bons olhos para nós gestores públicos que conduzimos a cultura
aqui na fronteira com muita dificuldade, é muito gratificante, é um presente de
papai Noel nesse fim de ano feito pelos organizadores para nossa comunidade.
A 2ª Rota do Cinema traz filmes de animação, documentários e
ficção que fazem parte do circuito alternativo independente de cinema e acervo
da entidade Curta Amazônia, que procura divulgar sempre os filmes dos nossos
cineastas que contribuem para formação de platéia do cinema nacional em
diversas regiões de nosso estado.
“Além de divulgar o cinema nacional, temos como meta de
estabelecer e fortalecer parcerias com os municípios através das artes na
região da fronteira do Brasil e Bolívia. Essas são algumas das diversas metas
da 2ª Rota do Cinema, proporcionando entretenimento e discussão de temas
ambientais, sociais e educativos na fronteira, para que o público rondoniense
tenha acesso a filmes que possam também
a conduzi-los a reflexão e formar o senso crítico sobre temas que contribuem
para uma sociedade mais justa e humana, sem fórmulas prontas e ditadas pelos
governantes”, frisou a produtora executiva
do projeto Golda Barros.
Nessa parceria cultural contamos com o apoio incondicional
da Secretaria de Cultura e Turismo de Guajará Mirim, Prefeitura de Nova Mamoré,
ABD Rondônia, Pousada Sítio do Chicão, Alfândega da Receita Federal de Guajará
Mirim, Distribuidora de bebidas Top Nacional – Guaraná Antarctica, apoio
integral da mídia rondoniense, imprensa de Guajará Mirim: jornal O Mamoré e
emissoras de rádio e tv, e na organização a Associação Curta Amazônia.
Os filmes que compõem a 2ª Rota do Cinema são: “Videoclipe Um brinde com a
campanha contra o alcoolismo”, Trailer do filme: “Madeira Mamoré: 100 anos
depois... O sonho não acabou”, “O diário da terra”, “A fábula da corrupção”,
“Buba e o aquecimento global”, “Eu venci”, “Doce turminha e a corda da viola”,
“Bailarino e o bonde”, “Mocó Jack”, “Tamanduá Bandeira”, “O casamento da
ararinha azul”, “Eu queria ser um monstro”, “Esaú o catador de histórias”,
“Feira da Fantasia”, “A sombra de Sofia”, “Tempestade”, “Traz outro amigo
também”, “Muita calma nessa hora”, “Depois do almoço”, “O contador de filmes”,
“Pinball”, “Videoclipe Mudança do grupo Inquérito”.
Fonte: Rondon Notícias
domingo, 18 de dezembro de 2011
Sérgio Britto
Sérgio Pedro Corrêa de Britto nasceu no Rio de Janeiro no dia 29 de junho
de 1923.Considerado um dos maiores atores do país, Sérgio Britto foi
responsável pela direção de Ilusões Perdidas, primeira telenovela produzida e
exibida pela TV Globo. Apesar de seu pioneirismo na televisão, foi o teatro
que o consagrou.
Filho de Lauro e Alzira, seu pai era funcionário público e
sua mãe, dona de casa. Sérgio vivia com eles e o irmão, Hélio. Uma típica
família da Vila Isabel daquela época: todos religiosos, tradicionais e
conservadores.
A idéia de ser ator não passava por sua cabeça, tanto é que
chegou a cursar até o sexto ano de medicina, na Faculdade da Praia Vermelha.
Mas foi no teatro universitário amador, fazendo o papel de Benvoglio em Romeu e
Julieta, que Sérgio descobriu que o teatro seria sua vida. No ano de 1945
abandonou a medicina para se dedicar à sua paixão.
Sérgio foi o criador, diretor e ator do Grande Teatro Tupi,
que foi ao ar por mais de dez anos. Com elenco no qual se destacam Fernanda
Montenegro, Ítalo Rossi, Natália Thimberg, Manoel Carlos, Fernando Torres,
Zilka Salaberry, Aldo de Maio e Cláudio Cavalcanti, o teleteatro apresentou sob
o seu comando repertório de mais de 450 peças dos maiores autores nacionais e
estrangeiros. Depois de seis anos na extinta TV Tupi, o Grande Teatro
transfere-se, para a TV Rio e depois, por seis meses, para a TV Globo – um
programa formador de plateia, referência na história da televisão e do teatro
brasileiro. Na carreira teatral, mais de 90 espetáculos representados.
Em 1953, participa do primeiro elenco profissional do Teatro
de Arena atuando em Esta Noite é Nossa, de Stafford Dickens, direção de José
Renato; e dirigindo Judas em Sábado de Aleluia, de Martins Pena. Ainda na
década de 1950, fez parte da Companhia Maria Della Costa e do Teatro Brasileiro
de Comédia (TBC), em que atua em A Casa de Chá do Luar de Agosto, Rua São Luís,
27 - 8º Andar e Um Panorama Visto da Ponte, sua última incursão no grupo.
Em 1959, formou sua própria companhia teatral, o Teatro dos
Sete, com Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Gianni Ratto, Luciana Petruccelli,
Alfredo Souto de Almeida e Fernando Torres, e apresentou no Teatro Municipal do
Rio de Janeiro a histórica montagem de O Mambembe, de Artur Azevedo.
Em 1960, especialmente para o Teatro dos Sete, Nelson
Rodrigues escreveu O Beijo no asfalto.
Em 1963, dirigiu na TV Rio, A morta sem espelho de Nelson
Rodrigues.
Em 1964, dirigiu mais duas novelas: Vitória e Sonho de amor,
esta última uma adaptação feita por Nélson Rodrigues do romance O tronco do
ipê, de José de Alencar, produzida pela TV Rio e exibida também em São Paulo
pela TV Record.
Em 1965, juntamente com Líbero Miguel, dirigiu a primeira
novela da Rede Globo, Ilusões Perdidas, e no elenco estavam Emiliano Queiroz,
Leila Diniz, Miriam Pires, Norma Blum, Osmar Prado, Reginaldo Faria, entre
outros.
Em 1969, na TV Excelsior, Sérgio dirigiu A muralha, de Ivani
Ribeiro, baseada no romance de Dinah Silveira de Queiroz. A novela tinha no
elenco Fernanda Montenegro, Mauro Mendonça, Rosamaria Murtinho, Stênio Garcia e
Nathalia Timberg.
Em 1971, ao lado de Fernanda Montenegro, atua na peça O
Marido Vai à Caça de Georges Feydeau. Dirigido por Amir Haddad.
Em 1974, destaca-se como um dos intérpretes de A Gaivota, de
Anton Tchekhov, dirigida por Jorge Lavelli.
Em 1975, interpreta o Dr. Facchini, grande sucesso da novela
Escalada de Cassiano Gabus Mendes. A novela tinha no elenco Tarcísio Meira,
Renée de Vielmond, Suzana Vieira, Ney Latorraca e Nathália Timberg.
Em 1976, atuou no novela Anjo Mau, ao lado de Suzana Vieira,
José Wilker, Renée de Vielmond, Pepita Rodrigues, Osmar Prado, entre outros. A
novela de Cassiano Gabus Mendes foi exibida no horário das 19 horas e contou
com 175 capítulos. Dirigida por Régis Cardoso e Fábio Sabag, Anjo Mau foi a
penúltima novela em preto-e-branco exibida pela Rede Globo.
Em 1977, dirige Renata Sorrah, em parceria com Walter
Scholiers, em Afinal... uma Mulher de Negócios, de Rainer Werner Fassbinder.
Em 1978, fundou o Teatro dos 4 na Gávea, como sempre com sua
mania de números. E os quatro, na verdade eram três: Sergio Britto, Paulo
Mamede e Mimina Roved. Durante quinze anos produziram dezessete espetáculos de
teatro da maior importância, entre os quais: Os viciados; Assim é se lhe
parece; Tio Vânia; O jardim das cerejeiras, e muitas outras..
Em 1982, atuou na novela Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa.
Ao lado de Tereza Rachel e Ary Fontoura. Ainda em 1982, juntamente com
fonoaudióloga Glorinha Beutenmuller, ajuda fundar a CAL(Casa de Arte das
Laranjeiras), que hoje é considerada uma das escolas mais conceituadas na
preparação do ator no Brasil.
Em 1985, está em Assim É...(Se Lhe Parece), de Luigi
Pirandello, com direção de Paulo Betti.
Em 1985, atua ao lado de Rubens Corrêa e Ítalo Rossi em
Quatro Vezes Beckett, que marca o início da trajetória do diretor Gerald Thomas
no Brasil.
Em 1986, atua com Tônia Carrero, na peça Quartett, de Heiner
Müller e sob direção de Gerald Thomas.
Em 1989, assume a direção artística do Centro Cultural do
Banco do Brasil - CCBB.
Em 1990, Sérgio interpreta Antero Novaes, na novela
Pantanal, da extinta Rede Manchete. O personagem era viciado em pôquer, morre
no 15º capítulo da novela, quando está jogando com o neto e no jogo faz um
royal straight flush e morre de emoção.
Em 1993, na Globo, participou de Olho no Olho, onde
interpretou o Padre João.
Em 1994, Sérgio Britto integrou o elenco da minissérie
Memorial de Maria Moura.
Em 1996, lança sua autobiografia Fabrica de Ilusão: 50 Anos
de Teatro; (Funarte/Salamandra). No mesmo ano, interpreta o Conde Valadares, na
novela Xica da Silva, da Rede Manchete. A novela tinha Taís Araújo no papel
principal.
No ano de 2000, o ator fez papel de Teodoro Oliveira de
Barros, na novela Vidas Cruzadas, da Rede Record.
Em 2003, com a direção de Domingos Oliveira estreou Sergio
80, um espetáculo-solo que falava sobre as suas experiências em seus 80 anos de
vida.
Em 2008, interpreta Dom Pedro II. no especial da Rede Globo:
O Natal do Menino Imperador. Escrito por Péricles de Barros, com direção geral
de Denise Saraceni. No mesmo ano, com a peça A última gravação de Krapp e Ato
sem palavras I de Samuel Beckett, ganhou o prêmio "Faz Diferença", do
Jornal O GLOBO como Personalidade do teatro.
Em 2009, ganhou o Prêmio Shell de melhor ator, por A última
gravação de Krapp e Ato sem palavras I.
Em 2010, protagonizou juntamente com Suely Franco, a peça
Recordar é Viver, com direção de Eduardo Tolentino de Araújo. No mesmo ano,
lança sua segunda autobiografia O Teatro e Eu. Uma corajosa revisão de seus 86
anos de idade, dos quais 65 de carreira na televisão, cinema e, principalmente,
no teatro. Também em 2010, por conta de uma cláusula de exclusividade no
contrato com a Rede Globo, que Sérgio Britto não aceita, é substiuido por
Leonardo Villar, em Passione.
Apresentou o programa semanal Arte com Sérgio Britto, na TV
Brasil.
Morreu no dia 17 de dezembro de 2011 aos 88 anos de idade,
no Rio de Janeiro, devido a problemas cardiorrespiratórios.
Filmografia:
2006 - O maior
amor do mundo - Dirigido por Cacá Diegues
1991 - A Maldição
do Sanpaku - Dirigido por José Joffily
1986 - O
Quebra-Nozes - Dirigido por Alcino Diniz
1977 - Na ponta da
faca - Dirigido por Miguel Faria Jr
1976 - Gordos e
magros - Dirigido por Mario Carneiro
1973 - Caingangue
- Dirigido por Carlos Hugo Christensen
1965 - O desafio -
Dirigido por Paulo César Saraceni
1965 - Society em
baby-doll - Dirigido por Luis Carlos Maciel
1954 - A sogra -
dirigido por de Armando Couto
1954 - Destino em
apuros (também roteirista)
1953 - O homem dos
papagaios (também roteirista)
1953 - Uma vida
para dois (também roteirista)
1953 - Esquina da
ilusão - Dirigido por Ruggero Jacobbi
1953 - Luz apagada
- Dirigido por Carlos Thiré
1952 - Modelo 19 -
Dirigido por Armando Couto
1951 - O Comprador
de Fazendas - Dirigido por Alberto Pieralisi
Fonte: Wikipédia
sábado, 17 de dezembro de 2011
Eva Nil
Desde a época muda que o cinema nacional vem construindo mitos. E com certeza, Eva Nil é uma das maiores musas dessa fase do cinema brasileiro. Belíssima, a atriz foi uma das estrelas do ciclo Cataguases, pequena cidade mineira e importante pólo de cinema na década de 20, cujo astro maior é o genial cineasta Humberto Mauro.
Eva Nil nasceu no Cairo, Egito, mas veio com seus pais com apenas seis anos de idade para o Brasil e adotou a aconchegante Cataguases como seu porto. Filha do diretor e fotógrafo Pedro Comello, é nessa cidade que a atriz se ingressa no cinema em `Valadião, o Cratera´, curta realizado pelo pai e por seu sócio, Humberto Mauro, em 1925. No ano seguinte estrela seu primeiro longa-metragem, o clássico `Na Primavera da Vida`, dirigido por Humberto Mauro.
Eva Nil foi uma presença marcante e inesquecível no cinema nacional, mesmo atuando em poucos filmes. Estrela amada da revista Cinearte, do jornalista e diretor Adhemar Gonzaga, que ajudou a eterniza-la, foi musa primeira da “Phebo Sul América Film”, em Cataguases, e depois da “Cinédia”, no Rio de Janeiro. Após desentendimentos com Humberto Mauro, realiza seu último trabalho nas telas em `Barro Humano´, a obra-prima de Adhemar Gonzaga, realizada no Rio de Janeiro em 1928. No mesmo ano abandona o cinema e volta a se dedicar a fotografia, arte que aprendeu com o pai. Morre aos 81 anos, em Cataguases.
Eva Nil nasceu no Cairo, Egito, mas veio com seus pais com apenas seis anos de idade para o Brasil e adotou a aconchegante Cataguases como seu porto. Filha do diretor e fotógrafo Pedro Comello, é nessa cidade que a atriz se ingressa no cinema em `Valadião, o Cratera´, curta realizado pelo pai e por seu sócio, Humberto Mauro, em 1925. No ano seguinte estrela seu primeiro longa-metragem, o clássico `Na Primavera da Vida`, dirigido por Humberto Mauro.
Eva Nil foi uma presença marcante e inesquecível no cinema nacional, mesmo atuando em poucos filmes. Estrela amada da revista Cinearte, do jornalista e diretor Adhemar Gonzaga, que ajudou a eterniza-la, foi musa primeira da “Phebo Sul América Film”, em Cataguases, e depois da “Cinédia”, no Rio de Janeiro. Após desentendimentos com Humberto Mauro, realiza seu último trabalho nas telas em `Barro Humano´, a obra-prima de Adhemar Gonzaga, realizada no Rio de Janeiro em 1928. No mesmo ano abandona o cinema e volta a se dedicar a fotografia, arte que aprendeu com o pai. Morre aos 81 anos, em Cataguases.
Filmografia:
- `Valadião, o Cratera` (1925)- Curta, de Humberto Mauro e Pedro Comello;
- `Na Primavera da Vida`(1926), de Humberto Mauro;
- `Senhorita Agora Mesmo`(1928), curta de Pedro Comello;
- `Barro Humano`(1929), de Adhemar Gonzaga
- `Na Primavera da Vida`(1926), de Humberto Mauro;
- `Senhorita Agora Mesmo`(1928), curta de Pedro Comello;
- `Barro Humano`(1929), de Adhemar Gonzaga
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Thales Pan Chacon
Thales Pan Chacon nasceu em São Paulo em 23 de novembro de 1956.Estudou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, mas não terminou o curso, que abandonou em 1978. Nesta época, já se dedicava ao teatro.
Foi para a Bélgica, onde foi aluno de Maurice Béjart. Na volta, participou da montagem de Chorus Line, dirigido por Walter Clark. No teatro, trabalhou ainda no musical Gardel, uma Lembrança (1987) e protagonizou Theatro Musical Brazileiro (1995). Ainda no palco, atuou em Trilogia da Louca, O Drácula, Descalços no Parque, Gilda — Um Projeto de Vida, No Coração do Brasil e Fedra, na qual foi responsável também pela coreografia da peça.
Conheceu o reconhecimento profissional do grande público ao atuar ao lado de Fernanda Torres em Eu sei que vou te amar, filme pelo qual Fernanda ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes. A popularidade o levou às telenovelas, principalmente às da Rede Globo.
Em 1993, foi internado com quadro grave de pneumonia, mas se restabeleceu e voltou a trabalhar após algum tempo. Seu último trabalho foi no filme La Serva Padrona, da diretora, amiga e ex-esposa Carla Camurati, que também o tinha dirigido em Carlota Joaquina — Princesa do Brazil e no curta A Mulher Fatal Encontra O Homem Ideal. Faleceu pouco antes de completar 41 anos, vítima do vírus da AIDS, doença que havia contraído dez anos antes, quando estava ensaiando a ópera La Serva Padrona. Carla Camurati, sua companheira durante seis anos, disse que ele "foi para o céu literalmente, virou uma estrela".
Foi para a Bélgica, onde foi aluno de Maurice Béjart. Na volta, participou da montagem de Chorus Line, dirigido por Walter Clark. No teatro, trabalhou ainda no musical Gardel, uma Lembrança (1987) e protagonizou Theatro Musical Brazileiro (1995). Ainda no palco, atuou em Trilogia da Louca, O Drácula, Descalços no Parque, Gilda — Um Projeto de Vida, No Coração do Brasil e Fedra, na qual foi responsável também pela coreografia da peça.
Conheceu o reconhecimento profissional do grande público ao atuar ao lado de Fernanda Torres em Eu sei que vou te amar, filme pelo qual Fernanda ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes. A popularidade o levou às telenovelas, principalmente às da Rede Globo.
Em 1993, foi internado com quadro grave de pneumonia, mas se restabeleceu e voltou a trabalhar após algum tempo. Seu último trabalho foi no filme La Serva Padrona, da diretora, amiga e ex-esposa Carla Camurati, que também o tinha dirigido em Carlota Joaquina — Princesa do Brazil e no curta A Mulher Fatal Encontra O Homem Ideal. Faleceu pouco antes de completar 41 anos, vítima do vírus da AIDS, doença que havia contraído dez anos antes, quando estava ensaiando a ópera La Serva Padrona. Carla Camurati, sua companheira durante seis anos, disse que ele "foi para o céu literalmente, virou uma estrela".
Filmografia:
1984 - Elite Devassa
1985 - Fonte da Saudade
1986 - Eu Sei que Vou te Amar
1987 - A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal .... gari / príncipe
1987 - Luzia Homem .... Alexandre
1991 - Diálogo de todo dia
1991 - Estação Aurora .... condutor
1992 - Floresta da Tijuca .... repórter
1995 - Carlota Joaquina - princesa do Brazil .... médico
1997 - La Serva Padrona .... Vespone
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Mostra Gratuita de Cinema Paranaense
O cinema paranaense de curtas-metragens conquistou neste ano um número recorde de prêmios em mostras e festivais no Brasil e em outros países. Foram mais de 50, sendo quatro no exterior. Para comemorar, o Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS) selecionou nove filmes premiados para serem exibidos neste domingo (18), às 20 horas, no Museu Oscar Niemeyer (MON), com entrada gratuita.
"A fábrica", de Aly Muritiba, é um dos destaques da programação. O curta conquistou mais de 30 prêmios, inclusive o de melhor filme de ficção no mais importante festival do gênero da Ásia, realizado na Coréia do Sul, e acaba de ser selecionado para o Festival de Clermont-Ferrand, na França, o maior do mundo na categoria curta-metragem.
"Julho" foi premiado em Hong Kong, e "Iaia et Leni" na Suíça. "Vó Maria" e "Ovos de Dinossauro na Sala de Estar" foram vencedores de importantes premiações nacionais.
Para Fernando Severo, cineasta e diretor do MIS, é importante salientar a qualidade dos trabalhos produzidos por alunos. "É uma nova geração que vem surgindo. Percebemos que o CINEPVPR, o curso de cinema da Faculdade de Artes do Paraná, por exemplo, foi destaque nas premiações, é a escola de cinema mais premiada do Brasil em 2011".
Serão exibidos os filmes A Greve, de Maurício Ramos Marques; Julho, de João Krefer; O Garoto Barba, de Chistopher Faust; Monique ao Sol, de Wellington Sari; Iaia et Leni, de Eugenia Castello; Decisão Real, de André Senna; Vó Maria, de Tomás Von Der Osten; Ovos de Dinossauro na Sala de Estar, de Rafael Urban; e A Fábrica, de Aly Muritiba.
"A fábrica", de Aly Muritiba, é um dos destaques da programação. O curta conquistou mais de 30 prêmios, inclusive o de melhor filme de ficção no mais importante festival do gênero da Ásia, realizado na Coréia do Sul, e acaba de ser selecionado para o Festival de Clermont-Ferrand, na França, o maior do mundo na categoria curta-metragem.
"Julho" foi premiado em Hong Kong, e "Iaia et Leni" na Suíça. "Vó Maria" e "Ovos de Dinossauro na Sala de Estar" foram vencedores de importantes premiações nacionais.
Para Fernando Severo, cineasta e diretor do MIS, é importante salientar a qualidade dos trabalhos produzidos por alunos. "É uma nova geração que vem surgindo. Percebemos que o CINEPVPR, o curso de cinema da Faculdade de Artes do Paraná, por exemplo, foi destaque nas premiações, é a escola de cinema mais premiada do Brasil em 2011".
Serão exibidos os filmes A Greve, de Maurício Ramos Marques; Julho, de João Krefer; O Garoto Barba, de Chistopher Faust; Monique ao Sol, de Wellington Sari; Iaia et Leni, de Eugenia Castello; Decisão Real, de André Senna; Vó Maria, de Tomás Von Der Osten; Ovos de Dinossauro na Sala de Estar, de Rafael Urban; e A Fábrica, de Aly Muritiba.
Serviço:
Exibição de curtas paranaenses premiados em 2011.
Data: domingo, dia 18.
Horário: 20 horas.
Local: Museu Oscar Niemeyer - Auditório Poty Lazzarotto (Rua Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico. Curitiba/PR).
Entrada gratuita.
Fonte: Paraná Online
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