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Cinema Latino

sábado, 17 de dezembro de 2011

Eva Nil




Desde a época muda que o cinema nacional vem construindo mitos. E com certeza, Eva Nil é uma das maiores musas dessa fase do cinema brasileiro. Belíssima, a atriz foi uma das estrelas do ciclo Cataguases, pequena cidade mineira e importante pólo de cinema na década de 20, cujo astro maior é o genial cineasta Humberto Mauro.
Eva Nil nasceu no Cairo, Egito, mas veio com seus pais com apenas seis anos de idade para o Brasil e adotou a aconchegante Cataguases como seu porto. Filha do diretor e fotógrafo Pedro Comello, é nessa cidade que a atriz se ingressa no cinema em `Valadião, o Cratera´, curta realizado pelo pai e por seu sócio, Humberto Mauro, em 1925. No ano seguinte estrela seu primeiro longa-metragem, o clássico `Na Primavera da Vida`, dirigido por Humberto Mauro.
Eva Nil foi uma presença marcante e inesquecível no cinema nacional, mesmo atuando em poucos filmes. Estrela amada da revista Cinearte, do jornalista e diretor Adhemar Gonzaga, que ajudou a eterniza-la, foi musa primeira da “Phebo Sul América Film”, em Cataguases, e depois da “Cinédia”, no Rio de Janeiro. Após desentendimentos com Humberto Mauro, realiza seu último trabalho nas telas em `Barro Humano´, a obra-prima de Adhemar Gonzaga, realizada no Rio de Janeiro em 1928. No mesmo ano abandona o cinema e volta a se dedicar a fotografia, arte que aprendeu com o pai. Morre aos 81 anos, em Cataguases.
 
Filmografia:
- `Valadião, o Cratera` (1925)- Curta, de Humberto Mauro e Pedro Comello;
- `Na Primavera da Vida`(1926), de Humberto Mauro;
- `Senhorita Agora Mesmo`(1928), curta de Pedro Comello;
- `Barro Humano`(1929), de Adhemar Gonzaga 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Thales Pan Chacon



Thales Pan Chacon nasceu em São Paulo em 23 de novembro de 1956.Estudou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, mas não terminou o curso, que abandonou em 1978. Nesta época, já se dedicava ao teatro.
Foi para a Bélgica, onde foi aluno de Maurice Béjart. Na volta, participou da montagem de Chorus Line, dirigido por Walter Clark. No teatro, trabalhou ainda no musical Gardel, uma Lembrança (1987) e protagonizou Theatro Musical Brazileiro (1995). Ainda no palco, atuou em Trilogia da Louca, O Drácula, Descalços no Parque, Gilda — Um Projeto de Vida, No Coração do Brasil e Fedra, na qual foi responsável também pela coreografia da peça.
Conheceu o reconhecimento profissional do grande público ao atuar ao lado de Fernanda Torres em Eu sei que vou te amar, filme pelo qual Fernanda ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes. A popularidade o levou às telenovelas, principalmente às da Rede Globo.
Em 1993, foi internado com quadro grave de pneumonia, mas se restabeleceu e voltou a trabalhar após algum tempo. Seu último trabalho foi no filme La Serva Padrona, da diretora, amiga e ex-esposa Carla Camurati, que também o tinha dirigido em Carlota Joaquina — Princesa do Brazil e no curta A Mulher Fatal Encontra O Homem Ideal. Faleceu pouco antes de completar 41 anos, vítima do vírus da AIDS, doença que havia contraído dez anos antes, quando estava ensaiando a ópera La Serva Padrona. Carla Camurati, sua companheira durante seis anos, disse que ele "foi para o céu literalmente, virou uma estrela".

Filmografia:
    1984 - Elite Devassa
    1985 - Fonte da Saudade
    1986 - Eu Sei que Vou te Amar
    1987 - A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal .... gari / príncipe
    1987 - Luzia Homem .... Alexandre
    1991 - Diálogo de todo dia
    1991 - Estação Aurora .... condutor
    1992 - Floresta da Tijuca .... repórter
    1995 - Carlota Joaquina - princesa do Brazil .... médico
    1997 - La Serva Padrona .... Vespone

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mostra Gratuita de Cinema Paranaense


O cinema paranaense de curtas-metragens conquistou neste ano um número recorde de prêmios em mostras e festivais no Brasil e em outros países. Foram mais de 50, sendo quatro no exterior. Para comemorar, o Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS) selecionou nove filmes premiados para serem exibidos neste domingo (18), às 20 horas, no Museu Oscar Niemeyer (MON), com entrada gratuita.
"A fábrica", de Aly Muritiba, é um dos destaques da programação. O curta conquistou mais de 30 prêmios, inclusive o de melhor filme de ficção no mais importante festival do gênero da Ásia, realizado na Coréia do Sul, e acaba de ser selecionado para o Festival de Clermont-Ferrand, na França, o maior do mundo na categoria curta-metragem.
"Julho" foi premiado em Hong Kong, e "Iaia et Leni" na Suíça. "Vó Maria" e "Ovos de Dinossauro na Sala de Estar" foram vencedores de importantes premiações nacionais.
Para Fernando Severo, cineasta e diretor do MIS, é importante salientar a qualidade dos trabalhos produzidos por alunos. "É uma nova geração que vem surgindo. Percebemos que o CINEPVPR, o curso de cinema da Faculdade de Artes do Paraná, por exemplo, foi destaque nas premiações, é a escola de cinema mais premiada do Brasil em 2011".
Serão exibidos os filmes A Greve, de Maurício Ramos Marques; Julho, de João Krefer; O Garoto Barba, de Chistopher Faust; Monique ao Sol, de Wellington Sari; Iaia et Leni, de Eugenia Castello; Decisão Real, de André Senna; Vó Maria, de Tomás Von Der Osten; Ovos de Dinossauro na Sala de Estar, de Rafael Urban; e A Fábrica, de Aly Muritiba.

Serviço:
Exibição de curtas paranaenses premiados em 2011.
Data: domingo, dia 18.
Horário: 20 horas.
Local: Museu Oscar Niemeyer - Auditório Poty Lazzarotto (Rua Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico. Curitiba/PR).
Entrada gratuita.

Fonte: Paraná Online

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Festival de Cinema de Havana consagra Rodrigo Santoro

Rodrigo Santoro e Alessandra Negrini brilham no 33º Festival de Cinema de Havana, em Cuba; confira lista dos premiados
Da Redação
Os Paparazzi


Rodrigo Santoro leva prêmio de Melhor Ator por atuação em "Heleno"

Filmes e atores brasileiros brilharam na noite deste domingo, 11, no 33º Festival de Cinema de Havana, em Cuba. Rodrigo Santoro ganhou o "Coral" de Melhor Ator por sua atuação no filme "Heleno", a cinebiografia do jogador de futebol do Botafogo, Heleno de Freitas, com direção de José Henrique Fonseca. Já a atriz Alessandra Negrini levou o prêmio "Coral" de Melhor Atriz por sua atuação em "O Abismo Prateado", com direção de Karim Aïnouz, filme inspirado em uma música de Chico Buarque.
Outro "Coral" brasileiro em Havana foi levado pelo diretor José Padilha, com o prêmio de direção de longa de ficção em Tropa de Elite 2. O principal prêmio do Festival de Cinema de Havana, em Cuba, foi o "Primeiro Coral" de longa de ficção, com a produção mexicana "El inferno", de Luis Estrada. Em segundo lugar ficou o brasileiro "O Abismo Prateado", que também consagrou Alessandra Negrini em Cannes.
Com o "Coral" de Melhor Ator, Rodrigo Santoro é só alegria. O ator que brilhou como "Heleno" nos cinemas falou sobre a conquista no Festival em Cuba. "Tenho enorme respeito pelo festival de Havana, que é considerado o grande ponto de encontro do cinema feito na América Latina, ser reconhecido por ele é extremamente motivador e uma grande honra para mim".
Os profissionais Daniel Rezende (Tropa de Elite 2), Mauro Pinheiro Jr, Waldir Xavier, Leandro Lima e Ricardo Cutz (O Abismo Prateado) também foram premiados no 33º Festival de Havana. OsPaparazzi mostra abaixo a lista completa do festival. Quem foram os vencedores do Festival de Havana em Cuba...
Direção: José Padilha , "Tropa de elite 2"; Roteiro: Marité Ugás e Mariana Rondón, por "El chico que miente"; Ator: Rodrigo Santoro, por "Heleno"; Atriz: Alessandra Negrini, por "O abismo prateado"; Edição: Daniel Rezende, por "Tropa de elite 2"; Música Original: Michael Brook, por "El infierno" (México); Trilha sonora: Waldir Xavier, Leandro Lima e Ricardo Cutz por "O abismo prateado"; Fotografia: Mauro Pinheiro Jr, por "O abismo prateado"; Direção de arte: Salvador Parra, por "El infierno" (México); Figurino: Mariestela Fernández, por "El infierno" (México); Menção do júri: "Um conto chinês", de Sebastián Borensztein (Argentina, España); Prêmio especial do júri: "Tropa de elite 2".
Terceiro prêmio coral: "Fábula", de Lester Hamlet (Cuba); Segundo prêmio coral: "O abismo prateado", de Karim Aïnouz e Primeiro prêmio coral: "El infierno", de Luis Estrada (México).



Fonte: Os paparazzi

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Aniversário do Sala Latina de Cinema!

 Hoje o blog Sala Latina de Cinema completa 3 anos de existência. Fico feliz por este blog, que muito me ajudou a conhecer o cinema latino e fazer novos amigos. O primeiro post foi uma foto do ator argentino Leonardo Sbaraglia. Em seguida vieram textos sobre filmes, atores, atrizes, fotos, vídeos. E o assunto vai demorar para acabar, aliás nem sei se vai acabar. Cada dia há uma novidade do cinema latino no mundo.

o ator argentino, Leonardo Sbaraglia.
E é por isso que eu quis criar este espaço. Sempre vi muitos blogs fantásticos e extraordinários sobre cinema mundial, cinema clássico, etc e raríssimos dedicados ao cinema latino. Quero agradecer aos meus bons amigos pelo incentivo, entre eles Carla Marinho, por me fazer sonhar com este universo maravilhoso do cinema. Agradecer aos meus seguidores que tem acompanhado cada post e também pelas sugestões, elogios e críticas.

Um abraço a todos e vai um pedacinho de bolo!

M.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Rodolfo Bottino

"Ninguém falou que viver é fácil. Todo dia pode ter uma porrada, mas também pode ter uma realização. Nenhum HIV, câncer, hepatite ou diabete impede essa realização diária. O que impede é a cuca". (Rodolfo Bottino)
Rodolfo Bottino nasceu no Rio de Janeiro no dia 11 de fevereiro de 1959. Formado em Engenharia Civil, foi um ator brasileiro de cinema, teatro e televisão. Tornou-se conhecido no papel de Lauro na minissérie Anos Dourados, produzida pela Rede Globo de Televisão e exibida em 1986.
No cinema Rodolfo Bottino fez o personagem Joaquim Silvério dos Reis em Tiradentes (filme) de Oswaldo Caldeira , trabalhou em Benjamim de Monique Gardenberg e como apresentador no documentário de longa metragem Pampulha ou a invenção do mar de Minas de Oswaldo Caldeira.
Bottino escreveu e encenou peças e fez programas de TV, inclusive como Chef de cozinha, sobre culinária. Ele é primo de José Paolo Bottino.
Ao completar 50 anos, revelou estar com o vírus HIV desde o início dos anos 90, ter amado homens e mulheres e resolvido contar sobre suas experiências, esperando que ajudasse outras pessoas a sair do armário e lutar contra o preconceito.
Seu último trabalho como ator foi uma participação especial no filme O Homem do Futuro, dirigido por Cláudio Torres e lançado em 2011.
Morreu em 11 de dezembro de 2011, aos 52 anos em um hospital de Salvador, vítima de embolia pulmonar ocorrida durante um exame de ressonância magnética.

Fonte: Wikipédia

domingo, 11 de dezembro de 2011

Filme sobre Luiz Gonzaga


Luiz Gonzaga no cinema
Breno Silvera dirige obra sobre a relação de Luiz Gonzaga e o filho. Primeira cena é gravada hoje no Marco Zero
Publicado em 11/12/2011, às 06h03
Do JC Online

Em 2005, a história da dupla sertaneja Zezé de Camargo e Luciano foi responsável por levar aos cinemas mais de 5 milhões de espectadores. Graças ao apelo popular dos irmãos, o primeiro filme de Breno Silveira, um dos sócios da produtora carioca Conspiração Filmes, faturou milhões, muito embora os críticos não fossem muitos simpáticos à obra. Agora, Breno está diante de um novo projeto musical: a produção do longa-metragem Gonzaga: de pai para filho, com lançamento previsto para 2012, ano do centenário de nascimento de Luiz Gonzaga. A primeira sequência é filmada hoje, no Marco Zero, a partir das 18h.

Como em 2 filhos de Francisco, Breno Silvera pretende dar um recorte mais familiar à obra sobre Gonzaga. A produção se debruça, sobretudo, na relação entre Gonzagão e o filho, Gonzaguinha. “Desde 2 filhos de Francisco, vinha procurando uma história tão forte para rodar. Há cerca de seis anos recebi algumas fitas de Gonzaguinha e Gonzagão juntos na turnê Vidas viajantes e aquilo me inspirou, mas agora o filme tomou forma, fala da biografia de Luiz Gonzaga vista pelo seu filho. É uma história que tem a mesma força do meu primeiro filme”.

Embora a relação entre pai e filho não fosse das mais tranquilas, Breno enfatiza o interesse de Gonzaguinha em se reconhecer através da história do pai. “Encontrei nessas fitas uma excelente história e um grande material para trabalhar a parte dramática e também a questão biográfica. Luiz Gonzaga é um personagem maravilhoso, é a raiz da cultura nordestina e ainda não havia nenhuma ficção sobre ele”, analisou Breno. “O Gonzaguinha quis entender a história do pai e além disso entender a sua história. É a partir delas que faço uma volta ao passado”, concluiu o cineasta de Brasília.

Na cena gravada no Bairro do Recife hoje, Breno Silveira pretende filmar um dos primeiros grandes shows de Luiz Gonzaga, na década de 1950. Para isso, a Prefeitura do Recife vai mudar a posição habitual do palco, para o pano de fundo de Breno ser os prédios antigos do bairro. “Precisava de uma cena de um show de Gonzaga com um fundo de época e a Prefeitura me ajudou bastante. O show se passa em 1950, ou seja, preciso também de um palco limpo, sem tantos materiais eletrônicos, basicamente só é o personagem de Luiz Gonzaga e os músicos em cena. Era como se eles estivessem na década de 1950, quando ele tinha 35 anos”.

Fonte: JC Online

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