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Cinema Latino

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Estreia de "O Palhaço" de Selton Mello, hoje em Recife


Hoje na cidade do Recife, foi a emocionante estreia de "O Palhaço" do ator e diretor Selton Mello. Longas filas se fizeram em volta do Cinema São Luiz hoje à tarde, nem eu arredava o pé de lá. Estava programado para que o ator participasse do debate após o filme, mas houve um atraso de meia hora antes da exibição de "O Palhaço", coisas de organização. A sessão foi gratuita, e claro, lotou o cinema. Selton muito simpático, entrevistou alguns palhacinhos espalhados pela plateia, se comunicou com o público presente e após a exibição do filme agradeceu emocionado ao carinho do público.

A notícia abaixo está atrasada, mas vale à pena ler:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Depoimentos de Renato Russo marcam documentário

Uma série de arquivos do diretor Vladmir Carvalho, chegam aos cinemas no documentário "Rock Brasília, era de ouro", que traz a tona as melhores histórias da "tchurma" de Renato Russo contadas por seus personagens.
Com depoimentos emocionantes, integrantes da Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude contam desde a fase rebelde da adolescência até o sucesso estrondoso que marcou a geração Coca-Cola. 
Entre lágrimas de emoção, silêncios e risos "Rock Brasília" promete emocionar o espectador, tenha ele vivido ao lado dos jovens revolucionários, seja ele um fã ou ainda que apenas se interesse por parte da história da música brasileira.
De forma divertida, Philippe Seabra lembra o primeiro show fora dos limites do Planalto Central, em Patos de Minas. A banda nem mesmo tinha um quarto para se hospedar. Enquanto isso, os integrantes da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá lembram com carinho do ex-companheiro Renato Russo. E com todos os seus trejeitos depoimentos do bom líder são a parte mais marcante do documentário.
"Rock Brasília" vai do sermão de Renato Russo e o quebra-quebra em um show da Legião Urbana no Estádio Mané Garrincha em junho de 1988 a inesquecível apresentação do Capital Inicial na Esplanada dos Ministérios vinte anos depois, sem esquecer do fim do Aborto Elétrico devido às brigas de Fê Lemos e Renato Russo.
Foto: DivulgaçãoDa alegria presente em Renato às suas revoltas, é desta forma que o próprio aparece resgatando boas lembranças dos anos 1980, e é também deste jeito explosivo que os amigos lembram o eterno músico, morto há 15 anos pelo vírus da AIDS.
A emoção entorno do líder de uma geração, é o ponto alto de um documentário que reúne fãs do bom rock nacional no cinema neste dia 21 de outubro no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Campinas e Santos.

Fonte: Sidney Rezende

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Oficina de Roteiro Cinematográfico com Borja Cobeaga em Recife

Inscrições no Instituto Cervantes
R$ 50,00
12 horas (teoria e prática)
Os particiipantes receberão Certificado Oficial do Instituto Cervantes

Borja Cobeaga é diretor e roteirista do cinema espanhol nomeado ao
Oscar, premiado com o Goya e em março deste ano, premiado no Festival
de Nantes com seu último filme: “No Controles”

http://es.wikipedia.org/wiki/Borja_Cobeaga

VAGAS LIMITADAS

Maiores informações:
Fone: 3334 0450
cenrec@cervantes.es

PROGRAMAÇÃO:

20 de outubro (18h às 22h – 4h teoria) .
Da ideia à realização: Como se elabora um curta metragem.
(Através da experiência de “Éramos pocos” – 2005)

1. Onde buscar ideias. Desenvolvimento da ideia. Tipos de roteiro.
Avaliação dos meios.
2. O trabalho prévio do diretor: Decisões de direção e aparato cênico.
3. A gravação.
4. Pós-produção e música: montar e escrever.
5. Distribuição de um curta metragem: Festivais, meios digitais...

21 de outubro (18h às 22h – 1h teoria/ 3h práticas) .
A criação de um roteiro: o modelo da série: “Qué vida más triste”.

1. Projeção de episódios de “Qué vida más triste”.
2. Definição de personagens, tom e estrutura da série.
3. Prática para escrever um capítulo.
22 de outubro (14h às 18h – 2h teoria/ 2h práticas) .

1. Leitura e correção dos trabalhos realizados.
2. Do curta ao longa: Diferenças na hora de comparar a realização de
um curta e um longa metragem: comentários sobre os longas “Pagafantas”
(2009) e “No Controles” (2011).

terça-feira, 18 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

"Leila Diniz", Brasil, 1987

Ficha Técnica:
Título original: Leila Diniz

País: Brasil
Ano: 1987 
Duração: 90 min
Produção e Direção:  Luiz Carlos Lacerda
Roteiro: Luiz Carlos Lacerda
Gênero: drama biográfico

Elenco:
Louise Cardoso .... Leila Diniz
Paulo César Grande
Diogo Vilela .... Bigode
Marcos Palmeira
Carlos Alberto Riccelli .... Domingos de Oliveira
Marieta Severo .... mãe de Leila Diniz
Tony Ramos .... pai de Leila Diniz
Antônio Fagundes .... Ruy Guerra
Yara Amaral
Rômulo Arantes .... Toquinho
Otávio Augusto .... Marcelo Cerqueira
Pedro Bial .... repórter
Sérgio Cabral .... ele mesmo
Denis Carvalho .... Flávio Cavalcanti
Hugo Carvana .... Clyde
Chacrinha .... ele mesmo
Tarso de Castro .... ele mesmo
Mariana de Moraes .... Leila Diniz (criança)
Danuza Leão .... ela mesma
Oswaldo Loureiro .... Alfredo Buzaid
José Wilker .... Ator
Jorge Lafond

Sinopse: O filme retrata o lado mais conhecido da vida da libertária atriz, Leila Diniz: concentrando-se em seu caráter nada comum para alguém daqueles tempos de ditadura e repressão.

Meu comentário: O filme passou dia desses, por uma dessas madrugadas tipo 2h00 da matina pela Rede Globo, completamente sem cortes. Na verdade uma obra concebida pelo grande amigo da atriz, Luiz Carlos Lacerda. Uma homenagem mais do que justa à atriz irreverente, alegre e livre que foi a Leila Diniz. O que chama atenção no entanto sãos os nus do filme, todos do elenco na época do"éramos todos jovens", saudades de Paulo César Grande ainda com seu belo telhado na cabeça e do belo corpitcho do inesquecível Rômulo Arantes como Toquinho. Louise Cardoso podia fazer Leila Diniz sem problemas, também com seu corpo ainda com tudo cima e seu talento inquestionável. O roteiro estava bom, mas podia dar uma melhorada, reconstituição de época também muito interessante. Nossa! Agora lembrei: Leila Diniz também entrou na lista dos falecidos aos 27 anos. É completamente lamentável e triste este episódio, onde uma jovem mãe de família, impedida por uma tragédia não pudesse nunca mais estar junto de sua família, principalmente de sua filha. Fico pensando porque é que uma mulher como ela incomodava? Ela não parecia incômoda, apenas era alguém diferente. Diferente mesmo, pois ela mesma costumava dizer, não levantava nenhuma bandeira. Vítima de preconceitos estúpidos do seu tempo, odiada, invejada e muitíssimo amada, Leila foi um dos ícones de uma época em que se lutava pelo "É proibido proibir".

Não é filme, mas é curioso

Achei no youtube este vídeo dos bastidores de duas novelas da Rede Globo onde participou Leila Diniz. Muito curioso.

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