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Cinema Latino

sábado, 1 de outubro de 2011

Zaíra Cavalcanti






No filme "Uma pistola para D`Jeca" (1970)
Do site In Memorian

A atriz e cantora Zaíra Cavalcanti nasceu em Santa Maria (Rio Grande do Sul) no dia 01 de outubro de 1913. Iniciou a carreira teatral na cidade de Santos, atuando na Companhia Arruda.
Durante muito tempo, atuou como atriz de teatro de revistas e sua beleza chegou a merecer do poeta e compositor Orestes Barbosa as seguintes palavras: "Ave rara, doce morena, ave pernalta com olhar de corsa mansa".
Foi corista da Companhia de Revistas Tro-ló-ló e atuou nos teatros Carlos Gomes e Glória e no cabaré Alcazar.
Em 1927, com a Companhia Tro-ló-ló atuou na revista "Você Quer é Carinho", de Nelson de Abreu, Luís Iglézias e Geysa Bôscoli com músicas de Paraguassu e Sinhô.
Era uma das vedetes da Companhia Brasileira de Revistas Tro-ló-ló com a qual embarcou em 1928 para uma tounée pela Argentina, Chile e Uruguai que durou quase três meses.
Em 1929, fez parte o elenco da revista "Pátria Amada", apresentada no teatro Recreio, RJ. Na ocasião, recebeu do crítico Mário Nunes o seguinte comentário: "Sabe cantar expressivamente, Sublinhando tudo com meneios quentes".
Como cantora, Zaíra Cavalcanti gravou pela primeira vez em 1930, pela Odeon, o samba-canção "Diga", de Gonçalves de Oliveira e Lamartine Babo, ea "Canção dos Infelizes", de Donga, Luiz Peixoto e Marques Porto, com acompanhamento da Orquestra Pan-Americana. Nesse mesmo ano, gravou na Parlophon os sambas "Pedaço de Mau Caminho", "Gongá", "Tem moamba" e "Vou Pedir A Padroeira".
Ainda em 1930, Participou de um concurso musical promovido pelo jornal Diário Carioca, como uma das principais cantoras da época. Ainda em 1930, Atuou na revista "Dá Nela", de Marques Porto e Luiz Peixoto, apresentada no Teatro Recreio com sucesso fazendo uma interpretação da música título, de Ary Barroso, que foi gravada logo em seguida por Francisco Alves.
Pouco depois, Zaíra Cavalcanti estreou no mesmo teatro a revista "Eu Sou do Amor", música de Ary Barroso, peça escrita por Áricles França e Elieser de Barros. Estrelou em seguida, grande sucesso com a revista "Pau-brasil, de Marques Porto e Luiz Peixoto com músicas de Ary Barroso e Júlio Cristóbal.
Atuou, também, na revista "Vai Dar o que Falar", de Marques Porto e Luiz Peixoto com músicas de Ary Barroso e Antônio Neves apresentada no Teatro João Caetano.
Em 1933, viajou com uma Companhia Tro-loló para apresentações em Portugal. Gravou somente sete discos pelas gravadoras Odeon e Parlophon, tendão sua carreira depois se restringido somente ao Teatro de Revista.
Em 1949, Atuou com sucesso na revista "Confete na Boca", apresentada no Teatro Glória ao lado de nomes como Dercy Gonçalves e Dircinha Batista. Na ocasião, o crítico Antônio Accioly Neto assim escreveu a seu respeito nas páginas da revista O Cruzeiro: "Zaíra Cavalcanti, sem embora Aqueles cantar seus antigos sambas tão cheios de dengues, grande que fizeram época, ainda é um elemento no gênero".
Em 1952, Participou na Rádio Tupi da festa pelos 49 anos do compositor Ary Barroso e interpretou na ocasião o samba "Dá Nela".
No cinema, Zaíra Cavalcanti participou dos filmes "Cada Um Dá o que Tem" (1975), "A Ilha do Desejo" (1975), "Sedução" (1974), "Uma Pistola para Djeca" (1969), "Vamos Cantar "(1941)," Entra na Farra "(1941)," Luna de miel en Río "(1940);" Tererê Não Resolve "(1938)," Vamos Cantar "(1941)," Céu azul (1940); " Pureza "(1940). Faleceu no Rio Grande do Sul em 12/09/1981.

Fontes: Sites Cifra Antiga; Dicionário da MPB; Funarte; Portal Luis Nassif e Companhia Tro-ló-ló.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Zaíra Cavalcanti - Série Autógrafos




quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Gina Lollobrigida - Série Autógrafos








quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Gina Lollobrigida (Filmografia)



Filmografia:

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Cinema Silencioso Ciclo do Recife

O cinema mudo produzido nos anos 1920 no Recife, que depois estudiosos nomearam de “Ciclo do Recife”, poderá ser revisto (ou conhecido) na Mostra de Cinema Silencioso, que ocorre no dia 29 de setembro e segue até o dia 2 de outubro, no Cinema São Luiz, com sessões gratuitas. Como forma de reproduzir a sensação do cinema do período mudo, em que a trilha sonora era feita ao vivo, o evento convidou compositores brasileiros para criar obras originais para acompanhar os filmes.

O projeto foi feito pelo músico e produtor cultural Alex Mono, que se inspirou na Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, que ocorre anualmente em São Paulo. Em 2007, Alex organizou este projeto no Cinema da Fundação. Desta vez, a mostra recebeu apoio de R$ 78 mil de leis de incentivo. Com isso, trouxe nomes importantes na música nacional, como Arrigo Barnabé, Lívio Tragtenberg, e o Maestro Ademir Araújo. Entre os filmes que serão exibidos, estão “Aitaré da Praia” (1926), “Carnaval” (1926), “Grandezas de Pernambuco” (1925) e “Veneza Americana” (1925).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marcos Plonka



(São Paulo, 26/09/1939 ****** São Paulo, 08/09/2011)

O ator, humorista e empresário Marcos Plonka nasceu em São Paulo, em 26 de setembro de 1939.
Nascido numa família judaica no bairro do Tatuapé, na capital paulista, os pais de Marcos Plonka nasceram na Polônia e vieram para o Brasil pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Foram ser comerciantes e passaram a ser chamados de “turcos da prestação”, nome genérico que na época se dava a todos os mascates, a todo vendedor de "porta a porta".
Marcos Plonka, mesmo no tempo da escola, só pensava em ser locutor de rádio, mas não conseguiu. O que conseguiu foi um papel no "Teatro da Juventude", de Tatiana Belinky e Júlio Gouveia.
Estreou no teatro em 1954 e começou a carreira na televisão, em 1960, na TV Tupi. Com ele estava, desde o começo, o amigo e "quase irmão" Elias Gleiser (suas famílias vieram juntas da Polônia). Do “Teatro da Juventude”, Marcos Plonka passou a participar de todos os teleteatros da casa. Participou de vários "TVs de Vanguarda", fazendo papéis sérios, mas se deu melhor nos "TVs de Comédia", de Geraldo Vietri. Com Vietri fez vários trabalhos, tanto na televisão quanto no cinema. Trabalhou, também, com a atriz Wanda Kosmo e colaborou na direção do “Grande Teatro Tupi”, sempre na TV Tupi.
Marcos Plonka também atuou em muitas novelas, dentre as quais “Nino, O Italianinho”. O humor, porém, estava em seu sangue e ele acabou cedendo e participando apenas de comédias.
Plonka foi trabalhar na Rede Globo quando já era um ator experiente. Nessa emissora, participou de programas de grande sucesso, como "Planeta dos Homens", "Balança, Mas não cai", "Os Trapalhões", "Chico Anysio Show", "Chico City" , "Escolinha do Professor Raimundo". Nesse último, consagrou o personagem judeu Samuel Blaustein, com alguns bordões conhecidos e repetidos por todo o Brasil, dentre eles “fazemos qualquer negócio”. O bordão fez tanto sucesso que Plonka montou um show com o mesmo nome que apresentou por todo o Brasil.
Marcos Plonka atuou, também em vários filmes, quase sempre ligado a Geraldo Vietri.
O ator sempre manteve atividades paralelas. Foi empresário em várias áreas, inclusive dono de um restaurante em São Paulo.
Casado com a atriz Olivia Camargo há muitos anos, teve dois filhos: Fátima e Sidney e dois netos.
Com o fim da "Escolinha do Professor Raimundo" na Rede Globo, Marcos Plonka passou a trabalhar na TV Record, no programa "Escolinha do Barulho" que também foi exibido pela CNT. Em um empreendimento cooperativo, quinze atores uniram-se e colocaram de volta no ar o programa.
Em 2005, Marcos Plonka passou a exercer a função de Assessor de Imprensa da APAMAGIS - Associação Paulista de Magistrados e viaja pelo Brasil apresentando seu show "Fazemos qualquer negócio".
Nos últimos anos de vida, apresentou-se nos programas de Tom Cavalcante e atuava na "Escolinha do Gugu" na ocasião de sua morte, ambos na Rede Record.
O ator faleceu no dia 08 de setembro de 2011, em São Paulo, vítima de um infarto fulminante enquanto jantava em sua casa.

Extraído do site: In Memorian

domingo, 25 de setembro de 2011

Marcos Plonka (Filmografia)


Juca de Oliveira, Marcos Plonka, Lima Duarte e Elias Gleiser


Participações em Novelas, Minisséries e Filmes:
1. "Alma de Pedra" (1998)
2. "Irmã Catarina" (1996)
3. "Sangue do Meu Sangue" (1995)
4. Mandrake (1983) (TV)
5. "Parabéns pra Você" (1983)
6. O Homem do Pau-Brasil (1982)
7. Um Casal de 3 (1982)
8. O Inseto do Amor (1980)
9. "Olhai os Lírios do Campo" (1980)
10. "João Brasileiro, o Bom Baiano" (1978)
11. Senhora (1976)
12. "O Machão" (1974) .... Fritz
13. "Vitória Bonelli" (1972)
14. "Na Idade do Lobo" (1972)
15. "A Fábrica" (1971) .... Joca
16. Diabólicos Herdeiros (1971)
17. "Simplesmente Maria" (1970)
18. "Nino, o Italianinho" (1969) .... Max
19. "O Doce Mundo de Guida" (1969)
20. "Antônio Maria" (1968) .... Onório
21. O Pequeno Mundo de Marcos (1968) .... Marcos
22. "Os Rebeldes" (1967)
23. "Os Irmãos Corsos" (1966)
24. "A Ré Misteriosa" (1966) .... Jonas
25. "A Inimiga" (1966) .... Débio
26. "Fatalidade" (1965)
27. "A Cor de Sua Pele" (1965) .... Maguerine
28. "Olhos que Amei" (1965)
29. "Mestiço, O" (1965) .... Dr.Romero
30. Quatro Brasileiros em Paris (1965)
31. "Direito de Nascer, O" (1964) .... Dr.Mariano
32. "O Sorriso de Helena" (1964) .... Dr.Moreira
33. "A Gata" (1964)
34. "Alma Cigana" (1964)
35. "Moulin Rouge, A Vida de Tolouse Lautrec" (1963)
36. "Terror nas Trevas" (1963)

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