Seguidores

Cinema Latino

domingo, 21 de agosto de 2011

Julio Medém

Julio Médem Lafont  nasceu em San Sebastian, País Vasco (Espanha) no dia 21 de outubro de 1958. Desde criança mostrou interesse pelos filmes, quando ele pegava a camera super 8 de seu pai e filmava à noite, quando ninguem estava prestando atenção. e formou em Medicina e em Estudos Gerais, trabalhou como critico de cinema e posteriormente como roteirista, assistente de direção e editor. Depois de poucos curtas ele dirigiu seu primeiro longa metragem, "Vacas", com o qual ganhou um prêmio Goya.
Depois ele dirigiu O Esquilo Vermelho e Tierra, ambos receberam boas criticas em Cannes. Em seu próximo filme, Os Amantes do Circulo Polar, que foi comparado ao trabalho de Krzysztof Kieślowski, ele explorou uma narrativa ciclica e provou de texturas minimalistas que chegariam ao ápice em seu próximo filme, Lucia e o Sexo, narrativa de grande lirismo erótico.
Depois deste filme ele se desviou do seu estilo de direção e produziu La pelota vasca, um documentário sobre os problemas politicios do País Vasco, os quais causaram furor entre os politicos espanhóis de direita. Seguindo, Julio Medem filmou Caotica Ana que estreou em 2007, e Habitación en Roma em 2009.

sábado, 20 de agosto de 2011

Julio Medém (Filmografia)


Filmografia: 

    Habitácion en Roma (2009)
    Caótica Ana (2006)
    ¡Hay motivo! (2004) (segmento "La Pelota Vasca")
    La pelota vasca. La piel contra la piedra (2003)
    Lucía y el sexo (2001)
    Los Amantes del Círculo Polar (1998)
    Tierra (1996)
    La ardilla roja (1993)
    Vacas(1992)
    Martín (1988)
    Las seis en punta (1987)
    Patas en la cabeza (1985)
    Teatro en Soria (1982)Fideos (1979)
    El jueves pasado (1977)
    El ciego(1974)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Walter Hugo Khouri


Walter Hugo Khouri nasceu em São Paulo em 21 de outubro de 1929. Realizou 25 longas-metragens. Os filmes mostram personagens que buscam sentido para a existência angustiante. Khouri conquistou vários prêmios nacionais e internacionais.

Sua obra, influenciada por cineastas como Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni, pelo jazz, por escritores como D. H. Lawrence e Albert Camus e por filósofos como Espinoza, é bastante pessoal e homogênea, passada ao largo das formulações de fundo social do Cinema Novo, dentro de uma estética e de uma preocupação existencialistas mais assimiladas às cinematografias europeias do Primeiro Mundo, o que lhe valeu não poucas críticas ao longo da carreira. Mesmo após a sua morte, o conjunto de seus 25 filmes divide opiniões. Uma parcela da crítica e da Academia o considera um verdadeiro mestre, detentor de uma marca autoral desenvolvida com domínio e talento. Às latentes observações de ausência de uma identidade cultural brasileira e afeita aos seus correspondentes movimentos artísticos, responde se tratar do reflexo do próprio cosmopolitismo característico de São Paulo, cidade onde Khouri nasceu e desenvolveu toda a sua carreira; outra parte (notadamente influenciada pelo sistema de pensamento antropofágico de Paulo Emílio Salles Gomes), por sua vez, ainda endossa os ataques perpetrados pelos membros do Cinema Novo, o vendo como um cineasta alienado política e esteticamente, um mero copiador e estetizador do trabalho de grandes diretores europeus e japoneses, cujas linhas-mestras soam deslocadas e inadequadas em um país marcado por contradições e com um processo histórico-cultural próprio, como é o Brasil (dentro desse raciocínio, Khouri é alçado como o mais fidedigno sucessor do projeto de cinema da antiga Vera Cruz, paradigma de estrangeirismo contra o qual também o Cinema Novo e o Teatro de Arena passam a combater na erupção de seus movimentos). Já em termos mais técnicos, ao mesmo tempo em que sobram elogios à fotografia, à composição de quadro e à direção de arte de suas películas, igualmente não faltam críticas à direção de atores, à escrita dos diálogos (soados "artificiais", segundo alguns) e à condução arrastada de seus enredos.
O principal filme Noite vazia, realizado em 1964, que aborda quatro personagens, dois homens e duas prostitutas em conflito com suas vidas, tendo como pano de fundo a ascendente metrópole paulistana dos anos 60, o consagrou e até hoje é considerado o melhor longa, apresentando uma edição de fotografia magnífica e grandes atrizes.

Principais prêmios:
    Ganhou prêmio de "Melhor Roteiro" do Festival Internacional de Mar del Plata em 1960, pelo filme Na Garganta do Diabo.
    Ganhou o Prêmio Saci dez vezes, nas categorias de argumentista, roteirista, diretor, produtor e montador, pelos filmes O Estranho Encontro, Na garganta do diabo, O gigante de pedra, A ilha, Noite vazia, Corpo ardente.
    Prêmio Instituto Nacional de Cinema e Coruja de Ouro, como melhor diretor nos anos 1966, 1967 e 1972, pelos filmes Corpo ardente, As amorosas e As deusas.
    Por doze vezes ganhou o Prêmio Governador do Estado de São Paulo, como argumentista, roteirista, diretor e produtor, pelos filmes O estranho encontro, Noite vazia, O corpo ardente, A ilha, Fronteiras do inferno, Paixão e sombras, O último êxtase, O palácio dos anjos e As amorosas.
    Prêmio Vittorio de Sica, no Festival de Sorrento, na Itália, em 1988, pelo conjunto da obra.
    Menção Especial no Festival de Santa Margherita Ligure, pelo filme Na garganta do diabo, em 1960.
    Prêmio dos jurados no Festival Internacional de Sitges, na Espanha, pelo filme O anjo da noite, em 1974.
    Por três vezes ganhou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte pelos filmes O anjo da noite (1973), O último êxtase(1974) e Eros (1981).
    Prêmio Fábio Prado de Literatura para roteiros pelo filme A ilha.
    Menção Honrosa na Semana Internacional de Cine en Color de Barcelona, pelo filme As deusas.
    Por nove vezes ganhou o Prêmio Cidade de São Paulo, da municipalidade paulista, em diversas categorias e filmes, de 1958 a 1968.
    Prêmio Governador do Estado de "Melhor Argumento" para o filme Amor voraz.
    Prêmio Samburá no Fest-Rio Fortaleza, em 1989, pelo conjunto da obra.
    Prêmio Oscarito da Fundação Cultural Banco do Brasil.
    Prêmio "Resgate do Cinema Brasileiro" do Ministério da Cultura - com roteiro de "Paixão Perdida" 1994
    Prêmio Riofilme - "Paixão Perdida" - 1995
    Premiação no Programa de Integração Cinema-TV/Co-Produção com a TV Cultura - "Paixão Perdida" - 1996

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Walter Hugo Khouri (Filmografia)


Filmografia:

    2001 - As Feras (filmado em 1998)
    1999 - Paixão Perdida
    1991 - Per sempre
    1987 - Mônica e a Sereia do Rio
    1986 - Eu
    1984 - Amor Voraz
    1982 - Amor Estranho Amor
    1981 - Eros, o Deus do Amor
    1980 - Convite ao Prazer
    1979 - O Prisioneiro do Sexo
    1978 - As Filhas do Fogo
    1977 - Paixão e Sombras
    1975 - O Desejo        

    1974 - O Anjo da Noite     
    1973 - O Último Êxtase
    1972 - As Deusas
    1970 - O Palácio dos Anjos
    1968 - As Amorosas
    1967 - Corpo Ardente
    1966 - As Cariocas
    1964 - Noite Vazia
    1962 - A Ilha
    1959 - Na Garganta do Diabo
    1959 - Fronteiras do Inferno
    1958 - Estranho Encontro
    1953 - O Gigante de Pedra

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Brandão Filho


Ator e comediante, criou o impagável personagem Primo Pobre, ao lado do Primo Rico, interpretado por Paulo Gracindo, no programa Balança Mas Não Cai, iniciado na Rádio Nacional na década de 50 e depois transportado para a televisão. Brandão participou dos principais programas humorísticos do rádio e TV, além de passagens pelo teatro e cinema.
Tímido, doce e de poucas palavras, Moacyr Augusto Soares Brandão, que completaria 70 anos de carreira em 1999, herdou a veia artística do pai Brandão - famoso comediante do Rio no começo do século. Seu pai era muito famoso e ao mesmo tempo muito mão aberta. Ao morrer, deixa a família passando necessidades. Para ajudar a família, Brandão Filho trabalha como condutor de ônibus, padeiro e até operário em uma fábrica. Sua mãe lhe arruma um vaga de ator no Circo Democrata, em 1929. Depois vai para o teatro e em seguida para a Rádio Nacional, onde permanece por 38 anos.
Brandão tinha 19 anos ao ingressar na carreira artística. Em 1942 foi convidado a integrar o cast da primeira radionovela brasileira, Em Busca da Felicidade, transmitida pela Rádio Nacional. Mais tarde, em 1950, veio seu papel de maior sucesso, o Primo Pobre, no Balança Mas Não Cai. O sucesso do rádio o levou para a televisão. Estreou na TV Tupi a convite de Max Nunes, em 1954. Contratado da Rede Globo, em 1968 conquistou grande popularidade com o seriado A Grande Família. Depois vieram as novelas Bravo, Saramandaia (1976), Nina, Te Contei? e Feijão Maravilha (1979).
Em 1988, Brandão fez um personagem dramático no filme Romance da Empregada, de Bruno Barreto. Essa atuação valeu-lhe o Prêmio Air France de Cinema Louis Lumière. O comediante trabalhou ainda na Escolinha do Professor Raimundo, ao lado de Chico Anysio, onde criou o famoso jargão "Mata o véio, mata". Ele foi casado por 40 anos com D. Maria, com quem teve dois filhos. Brandão Filho faleceu aos 88 anos, em 22 de março de 1998.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Notícia atrasadinha, mas mesmo assim quero publicar


Gael García Bernal se emociona com prêmio e comemora pelo Twitter

Ator recebeu o prêmio de Direitos Humanos de 2011 do Escritório de Washington sobre a América Latina

Por EFE

O ator mexicano Gael García Bernal usou sua conta no Twitter nesta quinta-feira para expressar sua emoção por ter recebido o prêmio de Direitos Humanos de 2011 do Escritório de Washington sobre a América Latina (WOLA, na sigla em inglês). O WOLA, um grupo independente de estudos sobre a região e suas relações com os Estados Unidos, afirmou que entregará as premiações no dia 13 de setembro em cerimônia na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington.

Além de Gael, serão homenageados também o ator Diego Luna, o produtor Pablo Cruz e a diretora-executiva Elena Fortes pela criação do festival de cinema itinerante Ambulante, informou o Escritório em nota oficial. "É a primeira vez que um prêmio me emociona tanto", disse o ator em resposta á felicitação de um amigo na rede social. Em seguida, Gael respondeu a mensagem do colunista do jornal mexicano "Milenio", León Krauze: "Obrigado, querido Leon! Você vem para Washington em 13 de setembro? Vai ser bom... Abraços".

O festival aproveita a oportunidade para exibir documentários atuais, históricos e clássicos, e é atualmente um dos eventos de maior visibilidade no México. Além disso, acrescentou WOLA, "o trabalho que García Bernal realizou sobre os problemas da imigração proporcionou ao público uma compreensão melhor" das complexidades que rodeiam este fenômeno. (JA)
Fonte: Revista Contigo

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin