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Cinema Latino

terça-feira, 7 de junho de 2011

"Bodas de papel", Brasil, 2008

Ficha Técnica:
Ttítulo original: Bodas de Papel
Gênero: Drama
duração: 1 hr 42 min
ano de lançamento: 2008
site oficial: http://www.bodasdepapel.com.br
estúdio: Providence Filmes / Alpha Filmes / Globo Filmes / Moviecenter / Estúdios Mega
distribuidora: Pandora Filmes
direção: André Sturm
roteiro: Adriana Lisboa, Flávio Carneiro e André Sturm
produção: André Sturm
música: Alexandre Guerra
fotografia: Fábio Cabral
direção de arte: Cristiano Amaral
edição: Cristina Amaral


 
Elenco:
Helena Ranaldi (Nina)
Dario Grandinetti (Miguel)
Walmor Chagas (Sr. Arnaldo)
Cleyde Yáconis (D. Cecília)
Sérgio Mamberti (Sr. Nonato)
Antônio Petrin (Sr. Humberto)
Ângela Dip (Ana Carolina)
Natália Lorda (Luisa Ortega)
Amanda Camolesi (Nina - jovem)
Marino Varesio (Luisinho)
Fábio Vila Visconde (Sr. Nélson)
Valéria Lauand (Maria)
Eduardo Cardobhess (Pablo)

Sinopse: Candeias é uma cidade que não deveria mais existir, visto que estava prevista para desaparecer sob as águas devido à construção de uma usina hidrelétrica. Nina (Helena Ranaldi) está de volta à cidade, após um bom tempo longe. Em um dia de forte temporal conhece Miguel, um arquiteto argentino que está pela primeira vez no local. Logo eles se apaixonam, sem imaginar o futuro que os aguarda.

Curiosidades:
Foi o ganhador do CINE PE - FESTIVAL DO AUDIOVISUAL 2008 de Melhor Fime (Júri Popular), Melhor Atriz Coadjuvante (Cleyde Yáconis) e melhor som.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

"Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro", Brasil, 2007

Documentário reconstrói a história do maior ícone da arquitetura moderna brasileira
Arquiteto conta como concebeu seus principais projetos


Sinopse: O filme de Fabiano Maciel, Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro, reconstrói a história do maior ícone da arquitetura moderna brasileira: Oscar Niemeyer. Sua história  está ligada às transformações do Brasil no último século.
No documentário, o arquiteto conta como concebeu seus principais projetos e mostra como revolucionou a arquitetura moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. Niemeyer também fala sobre sua vida, seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas como a insignificância do Homem diante do Universo.O filme é costurado por imagens de arquivo inéditas e raras e por depoimentos de personalidades como os escritores José Saramago, Eduardo Galeano e Carlos Heitor Cony; o poeta Ferreira Gullar; o historiador Eric Hobsbawn; o cineasta Nelson Pereira dos Santos; o ex-presidente de Portugal Mário Soares e o compositor Chico Buarque.

Ficha Técnica:
Gênero: Documentário.
Direção: Fabiano Maciel.
Ano: 2007.
Duração: 90min.
Música: João Donato, Berna Ceppas, Kamal Kassim, Felipe Poli.

domingo, 5 de junho de 2011

Leandra Leal em recente entrevista

Leandra Leal fala de seu melhor papel



Para viver a médica residente Carmem, protagonista de “Estamos Juntos”, novo filme de Toni Venturi, a atriz Leandra Leal passou algumas semanas no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. Lá, pôde conhecer a rotina e a vida de médicos e enfermeiros e garante que foi uma experiência marcante. “Foi incrível, deu humanidade à Carmem. No hospital, as pessoas têm uma rotina exaustiva e apaixonante, é uma realidade que suga e ao mesmo tempo alimenta muito”.
Na história, Leandra interpreta Carmem, uma médica residente que tem sua vida alterada ao descobrir que pode estar gravemente doente. 


Sua participação no longa foi tão intensa que o diretor a convidou para também atuar na produção, interferindo no roteiro com novas propostas e ideias.
“Foi um filme que me consumiu muito, pelo volume e pela responsabilidade. Quando eu voltava para casa, pensava o que ia fazer no dia seguinte”, disse a atriz, que por sua entrega foi premiada no recente festival Cine-PE. Confira o resto da entrevista. 


Você participou de vivências nos ambientes onde se passa a história. Fale um pouco dessa experiência.
Com o Movimento dos Sem-Teto do Centro (MSTC) eu não tive tanto contato, apenas na época das filmagens e foram bem intensas, porque a personagem era estranha àquilo tudo. Quando a equipe foi lá antes da filmagem, eu não quis ir junto porque seria legal aproveitar o impacto pessoal. No hospital foi incrível, apaixonante. Deu humanidade à Carmem, alguém que é autossuficiente, fechada e órfã. No hospital, as pessoas têm uma rotina exaustiva e apaixonante, e é difícil se relacionar com outras pessoas que não sejam daquele ambiente. É uma realidade que suga e ao mesmo tempo alimenta muito. 

Sua personagem passa por um momento muito dramático. Isso chega a afetar psicologicamente o intérprete?
Não tenho nada disso, afeta numa questão mais racional, mesmo, porque eu passo o tempo inteiro pensando sobre o trabalho. Esse filme me consumiu muito, ser protagonista de um filme te consome muito, pelo volume e pela responsabilidade. Quando eu voltava para casa, pensava o que ia fazer no dia seguinte, então desta forma esse estado fica em você numa relação objetiva, mas não de ser e viver o personagem. Psicologicamente pode até afetar, mas no sentido de entender outros aspectos do ser humano. A Carmem passa por uma sensação que nunca passei e espero nunca passar. A questão da Carmem não é só a doença, mas a descoberta de que a vida não é eterna, algo que a afeta profundamente. E que você não é o senhor de seu destino, por mais que você pense, a vida acontece. 



O que aprendeu com o filme?
O MSTC foi uma descoberta. Eu já conhecia o movimento, mas eu nunca tinha visto de perto. Qualquer movimento que esbarra na palavra propriedade será criminalizado e sofre com o pouco envolvimento da sociedade e da pouca cobertura da imprensa. Cara, eu vi no MSTC o quanto é fácil alguém vir para São Paulo e acabar morando na rua. A maioria dos casos é de pessoas que vieram do interior com o contato de um único amigo que já veio antes, então arranja um emprego, aluga um quarto e tem um salário que só dá para pagar o aluguel. Se ele ficar desempregado e se não arrumar outro em seguida, não paga o aluguel e é despejado. Sem o CEP, não arruma emprego e acabou, vai morar embaixo da ponte. Quando estávamos fazendo o filme, houve uma desapropriação em uma favela na Zona Sul de São Paulo e foram 2 mil famílias para a rua. Eu não consegui acreditar, eram quase 10 mil pessoas. E a cidade não fala nada, isso não é possível, é muita gente.

 

Leia também a entrevista com o diretor:

Fonte: Pipoca Moderna

sábado, 4 de junho de 2011

"Estamos juntos", Brasil, 2011.

Sinopse: A médica Carmem (Leandra Leal) enfrenta a descoberta de uma doença grave que instiga sua vontade de viver intensamente. Uma das primeiras mudanças é a relação simultânea com um homem misterioso (Lee Taylor) e o músico Juan (Nazareno Casero). Mas, o novo comportamento de Carmem conflita drásticamente com a vida que levava, o que pode resultar em destruição.



Ficha técnica:
Título original: Estamos juntos
Gênero: Drama
Diretor: Toni Venturi
Produção: Rui Pires, André Montenegro
Roteiro: Hilton Lacerda
Fotografia: Lula Carvalho
Trilha Sonora: BiD
Duração: 96 min.
Ano: 2010
País: Brasil, Argentina
Distribuidora: Imagem Filmes
Estúdio: Olhar Imaginário / Aurora Filmes / Americine
Classificação: 14 anos



Elenco:
Leandra Leal
Cauã Reymond
Dira Paes
Lee Taylor
Nazareno Casero
Débora Dubboc
Sidney Santiago

Prêmios: - Melhor Filme (Prêmio do Júri e da Crítica), Direção, Atriz, Roteiro, Montagem e Fotografia do Cine PE 2011.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Show de Alejandro Sanz nas telas de cinema



Show de Alejandro Sanz será exibido nos cinemas

Um show da premiada turnê “Paraíso”, do cantor Alejandro Sanz, será exibido nos cinemas. A apresentação, que passou pela América Latina, Espanha e Estados Unidos e teve mais de 150 pessoas envolvidas, a princípio, passará apenas nos cinemas da Argentina, mas a ideia é de que salas de outros países recebam o show, todo filmado em tecnologia 3D.

JBFM 99,7 – Música e Informação.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sobre "Qualquer gato vira-lata"



Cleo Pires e Malvino Salvador estrelam a comédia 'Qualquer Gato Vira-Lata'
02/06/2011 17h55 -  Carla Navarrete, da Redação Yahoo! Brasil
Com o cinema brasileiro produzindo de vento em popa, cada vez mais roteiros baseados em peças de teatro começam a ganhar a telona. O caso mais recente é a comédia “Qualquer Gato Vira-Lata”, que estreia nesta sexta-feira (3) nos cinemas de todo o país. Com direção de Tomás Portella, o filme é baseado na peça de sucesso de Juca de Oliveira, que ficou mais de uma década em cartaz e foi vista por mais de 1 milhão de pessoas.

Veja o trailer do filme

Em alta, Cleo Pires ficou com o papel que pertenceu a Rita Guedes no teatro, como a jovem Tati, uma típica mulher independente, bonita e bem-sucedida, mas que fica à beira de um ataque de nervos quando o assunto é o namorado Marcelo (Dudu Azevedo), um playboy boa vida que está mais interessado em pegar todo mundo.

Ao levar um fora do garotão, Tati vai parar em uma aula do tímido professor Conrado (Malvino Salvador), que defende uma tese que se não fosse baseada na teoria darwinista de evolução poderia soar para lá de machista. Segundo o biológo, os machos são mulherengos porque seu lado animal os impele a espalhar sua semente por aí. E para conquistar seu homem, a fêmea deve ser fazer de difícil.

Como se tal teoria nunca tivesse sido ouvida antes, Tati procura Conrado e se oferece para ser a cobaia que provará a veracidade da tese. Assim, o professor começa a ensinar táticas para que ela reconquiste Marcelo. Mas como em toda comédia romântica, bem se sabe que o casal que terminará junto no final será outro.

Cleo Pires até se sai bem fazendo comédia, e Dudu Azevedo não precisa de muito mais que sua beleza para encarnar Marcelo. Já Malvino Salvador convence pouco no papel de Conrado – também, com um rosto daqueles, é difícil passar por inseguro disfarçando apenas com óculos.

Após trabalhar com diretores experientes como Fernando Meirelles e Guel Arraes, Tomás Portella se aventura sozinho pela primeira vez, mas seu filme cai no mesmo problema que acomete muitas adaptações no Brasil. A transposição dos palcos para as telas não soa natural como poderia, e por vezes a história pula de uma cena para outra sem fazer muito sentido para o espectador. Pior, a peça que virou filme acaba ficando mais parecida com um programa de TV.

Além disso, a trama de “Qualquer Gato Vira-Lata” soa um pouco datada em 2011, afinal, o tema já foi explorado à exaustão em séries como “Sex and the City”. Tivesse se tornado um filme anos antes, teria feito mais sentido.

Veja também

‘Fazer comédia é divertido e difícil ao mesmo tempo’, diz Cleo Pires


Fonte: Yahoo Cinema

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"En Construcción", Espanha, 2001

Recomendo o Cine Ibermedia da TV Brasil. Há sempre preciosidades para quem gosta de um bom Cinema Latino. O documentário sobre a demolição e construção de um prédio no “Bairro Chino” de Barcelona foi exibido no dia 22 de maio às 23h00.

Sinopse: o documentário registra as transformações de  “El Chino”, um bairro histórico e popular de Barcelona. O local é ameaçado por um projeto de reforma, que vai alterar a paisagem urbana e a vida das pessoas que moram ali.
A criação de um moderno complexo residencial para a classe média torna-se uma ameaça para os moradores do antigo bairro. Mas, à medida que a construção avança, o passado reafirma-se incessantemente. Tanto na surpreendente descoberta de um antigo cemitério debaixo das fundações, como no registro de coisas vistas e ouvidas ao redor da construção.
No ano do seu lançamento, o filme foi premiado no Festival de San Sebastián e recebeu o Prêmio Goya de Melhor Documentário. 


Ficha técnica:
Título original: En construcción. 
País: Espanha, 2001. 
Género: Documentário.
Duração: 120 min.
Direção: José Luis Guerín, 

Elenco: Juana Rodríguez Molina, Iván Guzmán Jiménez, Juan López López, Juan Manuel López,Pedro Robles, Santiago Segade, Abdel Aziz El Mountassir, Abdelsalam Madris, Antonio Atar, Pere Luís Artigas, Jesús M Eiris, Francisco Gómez, Juan M Ortiz, Jordi Martínez, Tania Garduño.
 
Fonte: TV Brasil

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