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Cinema Latino

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Zaíra Cavalcanti - Série Autógrafos




quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Gina Lollobrigida - Série Autógrafos








quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Gina Lollobrigida (Filmografia)



Filmografia:

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Cinema Silencioso Ciclo do Recife

O cinema mudo produzido nos anos 1920 no Recife, que depois estudiosos nomearam de “Ciclo do Recife”, poderá ser revisto (ou conhecido) na Mostra de Cinema Silencioso, que ocorre no dia 29 de setembro e segue até o dia 2 de outubro, no Cinema São Luiz, com sessões gratuitas. Como forma de reproduzir a sensação do cinema do período mudo, em que a trilha sonora era feita ao vivo, o evento convidou compositores brasileiros para criar obras originais para acompanhar os filmes.

O projeto foi feito pelo músico e produtor cultural Alex Mono, que se inspirou na Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, que ocorre anualmente em São Paulo. Em 2007, Alex organizou este projeto no Cinema da Fundação. Desta vez, a mostra recebeu apoio de R$ 78 mil de leis de incentivo. Com isso, trouxe nomes importantes na música nacional, como Arrigo Barnabé, Lívio Tragtenberg, e o Maestro Ademir Araújo. Entre os filmes que serão exibidos, estão “Aitaré da Praia” (1926), “Carnaval” (1926), “Grandezas de Pernambuco” (1925) e “Veneza Americana” (1925).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marcos Plonka



(São Paulo, 26/09/1939 ****** São Paulo, 08/09/2011)

O ator, humorista e empresário Marcos Plonka nasceu em São Paulo, em 26 de setembro de 1939.
Nascido numa família judaica no bairro do Tatuapé, na capital paulista, os pais de Marcos Plonka nasceram na Polônia e vieram para o Brasil pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Foram ser comerciantes e passaram a ser chamados de “turcos da prestação”, nome genérico que na época se dava a todos os mascates, a todo vendedor de "porta a porta".
Marcos Plonka, mesmo no tempo da escola, só pensava em ser locutor de rádio, mas não conseguiu. O que conseguiu foi um papel no "Teatro da Juventude", de Tatiana Belinky e Júlio Gouveia.
Estreou no teatro em 1954 e começou a carreira na televisão, em 1960, na TV Tupi. Com ele estava, desde o começo, o amigo e "quase irmão" Elias Gleiser (suas famílias vieram juntas da Polônia). Do “Teatro da Juventude”, Marcos Plonka passou a participar de todos os teleteatros da casa. Participou de vários "TVs de Vanguarda", fazendo papéis sérios, mas se deu melhor nos "TVs de Comédia", de Geraldo Vietri. Com Vietri fez vários trabalhos, tanto na televisão quanto no cinema. Trabalhou, também, com a atriz Wanda Kosmo e colaborou na direção do “Grande Teatro Tupi”, sempre na TV Tupi.
Marcos Plonka também atuou em muitas novelas, dentre as quais “Nino, O Italianinho”. O humor, porém, estava em seu sangue e ele acabou cedendo e participando apenas de comédias.
Plonka foi trabalhar na Rede Globo quando já era um ator experiente. Nessa emissora, participou de programas de grande sucesso, como "Planeta dos Homens", "Balança, Mas não cai", "Os Trapalhões", "Chico Anysio Show", "Chico City" , "Escolinha do Professor Raimundo". Nesse último, consagrou o personagem judeu Samuel Blaustein, com alguns bordões conhecidos e repetidos por todo o Brasil, dentre eles “fazemos qualquer negócio”. O bordão fez tanto sucesso que Plonka montou um show com o mesmo nome que apresentou por todo o Brasil.
Marcos Plonka atuou, também em vários filmes, quase sempre ligado a Geraldo Vietri.
O ator sempre manteve atividades paralelas. Foi empresário em várias áreas, inclusive dono de um restaurante em São Paulo.
Casado com a atriz Olivia Camargo há muitos anos, teve dois filhos: Fátima e Sidney e dois netos.
Com o fim da "Escolinha do Professor Raimundo" na Rede Globo, Marcos Plonka passou a trabalhar na TV Record, no programa "Escolinha do Barulho" que também foi exibido pela CNT. Em um empreendimento cooperativo, quinze atores uniram-se e colocaram de volta no ar o programa.
Em 2005, Marcos Plonka passou a exercer a função de Assessor de Imprensa da APAMAGIS - Associação Paulista de Magistrados e viaja pelo Brasil apresentando seu show "Fazemos qualquer negócio".
Nos últimos anos de vida, apresentou-se nos programas de Tom Cavalcante e atuava na "Escolinha do Gugu" na ocasião de sua morte, ambos na Rede Record.
O ator faleceu no dia 08 de setembro de 2011, em São Paulo, vítima de um infarto fulminante enquanto jantava em sua casa.

Extraído do site: In Memorian

domingo, 25 de setembro de 2011

Marcos Plonka (Filmografia)


Juca de Oliveira, Marcos Plonka, Lima Duarte e Elias Gleiser


Participações em Novelas, Minisséries e Filmes:
1. "Alma de Pedra" (1998)
2. "Irmã Catarina" (1996)
3. "Sangue do Meu Sangue" (1995)
4. Mandrake (1983) (TV)
5. "Parabéns pra Você" (1983)
6. O Homem do Pau-Brasil (1982)
7. Um Casal de 3 (1982)
8. O Inseto do Amor (1980)
9. "Olhai os Lírios do Campo" (1980)
10. "João Brasileiro, o Bom Baiano" (1978)
11. Senhora (1976)
12. "O Machão" (1974) .... Fritz
13. "Vitória Bonelli" (1972)
14. "Na Idade do Lobo" (1972)
15. "A Fábrica" (1971) .... Joca
16. Diabólicos Herdeiros (1971)
17. "Simplesmente Maria" (1970)
18. "Nino, o Italianinho" (1969) .... Max
19. "O Doce Mundo de Guida" (1969)
20. "Antônio Maria" (1968) .... Onório
21. O Pequeno Mundo de Marcos (1968) .... Marcos
22. "Os Rebeldes" (1967)
23. "Os Irmãos Corsos" (1966)
24. "A Ré Misteriosa" (1966) .... Jonas
25. "A Inimiga" (1966) .... Débio
26. "Fatalidade" (1965)
27. "A Cor de Sua Pele" (1965) .... Maguerine
28. "Olhos que Amei" (1965)
29. "Mestiço, O" (1965) .... Dr.Romero
30. Quatro Brasileiros em Paris (1965)
31. "Direito de Nascer, O" (1964) .... Dr.Mariano
32. "O Sorriso de Helena" (1964) .... Dr.Moreira
33. "A Gata" (1964)
34. "Alma Cigana" (1964)
35. "Moulin Rouge, A Vida de Tolouse Lautrec" (1963)
36. "Terror nas Trevas" (1963)

sábado, 24 de setembro de 2011

III Festival do Filme Etnográfico do Recife


O III Festival do Filme Etnográfico do Recife, de 26 a 29 de setembro de 2011, tem por objetivo premiar produções cinematográficas/videográficas, produzidas a partir de 2009, que apresentem qualidade técnica reconhecida na área. Poderão ser inscritas produções nacionais e internacionais de documentários, que abordem questões socioculturais contemporâneas sobre pessoas, grupos sociais, processos históricos sob temáticas de interesse antropológico. Serão premiados o melhor filme etnográfico e o melhor documentário. Haverá também uma premiação especial do júri popular.
Este festival é uma promoção dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia e Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco.

Hora: segunda, 26 de setembro · 19:00 - 22:30
Localização: UFPE - Universidade Federal De Pernambuco


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Cordel Encantado" (Telenovela Brasileira), 2011

Carmo Dalla Vecchia como Rei Augusto
Quero incluir aqui uma telenovela ao Sala Latina. Recordando mais uma vez que novela é um gênero e cinema é outro. Esta novela conquistou definitivamente o horário das 18h00, com tudo o de bom que há nela: desde elenco, autoras, produção, fotografia, trilha sonora, abertura, figurino, locações, etc. Um primor! E um gosto danado de acompanhar capítulo por capítulo. No dia em que eu não assistia ficava triste, mas no dia seguinte lá estava eu no Youtube acompanhando as cenas perdidas.
Débora Bloch como a maligna Duquesa Úrsula de Seráfia
 É até meio injustiça dizer qual foi o maior destaque do folhetim que teve ares de cinema. Sim, não foi filmado em película, mas com lentes especiais que deram este efeito de filme. Foi muito legal rir das cenas engraçadas, principalmente das falas amalucadas do prefeito, de sua esposa dona Ternurinha, da Neusa, do delegado Batoré, etc. E claro, vibrar com as cenas de ação. Vou ficar com saudades do Padre chamando: "Eronildeeeeeeeeess".
O casal principal Jesuíno (Cauã Reymond) e Açucena (Bianca Bin)


 Para mim foi uma curiosa trama que misturou muito elementos da cultura popular, das histórias de cordel, dos contos de fada (A bela adormecida) e também de cinema (O homem da máscara de ferro). De uma maneira muito criativa, as autoras conseguiram criar uma história de ficção bastante criativa. A princesa Aurora/Açucena (Bianca Bin) dividia opiniões com suas "bestagens", ela sempre estava atrapalhando as ações de combate as maldades de Timotinho Cabral, O Terrível (Bruno Gagliasso). Aqui acolá o texto das personagens tinha uma escorregadinha com coisas que se diziam hoje em dia, mas nem por isso deixou de ser divertido.

As luxuosas cenas iniciais na França no Castelo de Chambord
 Estava assim escrito na wikipédia:
"Bianca Bin, Cauã Reymond, Nathália Dill, Carmo Dalla Vecchia, Bruno Gagliasso, Débora Bloch e Luiz Fernando Guimarães interpretam os personagens principais numa trama unanimanente considerada pela crítica especializada como inovadora, por ter como cenário o sertão brasileiro, com o romance dos protagonistas narrado como um conto de fadas, mas com a temática da literatura de cordel. A jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, chegaria a declarar que a produção seria "a mais impressionante produção das 18h já apresentada pela Globo".
Jayme Matarazzo (Píncipe Felipe)
 Sinopse: "A história se passa na cidade fictícia de Brogodó, localizada no Sertão Nordestino e aborda o triângulo amoroso entre Açucena, Jesuíno e Timóteo, que é obcecado por Açucena desde criança e tem uma inveja obscessiva de Jesuíno, querendo ser como ele. Jesuíno e Açucena são apaixonados desde criança, já que foram criados juntos. Eles enfrentarão toda maldade para poderem se casar e ficar juntos. O amor deles é mais forte que tudo".
A encalhada "Filó"que se deu bem no final da novela (Flavia Rubim)
 Gostei muito do final destinado a Filó, interpretada por Flavia Rubim: ela se une ao Duque Petrus de Seráfia (achei que ele se apaixonou rapidinho demais pela moça), mas final de novela é assim mesmo, tudo rapidinho as coisas se resolvem: a encalhada sai do caritó, as mulheres embucham e os filhos nascem e crescem rapidinho. Uma loucura!
As autoras Duca Rachid e Thelma Guedes
Elas, as autoras da trama merecem todos os louros. Tenho a impressão que esta novela ainda receberá alguns merecidos prêmios! Vai ficar na saudade.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Documentário de longa metragem marcará o centenário de Mazzaropi



O centenário de nascimento de Amácio Mazzaropi, a ser comemorado em 2012, será marcado por um documentário de longa metragem que abordará os diversos aspectos da vida e da obra deste que foi um dos nomes mais emblemáticos do cinema brasileiro.
Intitulado Mazza.doc e produzido pela Felistoque Filmes, o filme terá depoimentos de vários profissionais do cinema e da televisão que trabalharam com Mazzaropi, bem como de representantes da chamada “cultura caipira”, universo que serviu de base para a carreira do ator e cineasta.
Nomes como Renato Teixeira, Hebe Camargo, Galileu Garcia, Agnaldo Rayol, Ewerton de Castro, Pio Zamuner, Glauco Laurelli, David Cardoso e vários outros pioneiros do cinema e da TV já confirmaram suas disponibilidades em fazer parte do longa. Os direitos para utilização de imagens dos filmes de Mazzaropi também já foram assegurados pela Reza Brava, produtora associada de Mazza.doc.
“A proposta é registrar a trajetória de Mazzaropi como artista, empresário e também como pessoa”, afirma Celso Sabadin, roteirista e diretor de Mazza.doc. “E também investigar os motivos que o tornaram um dos nomes de maior sucesso comercial de toda a história do cinema brasileiro, além de levantar aspectos sociais da cultura caipira da qual ele sempre foi um dos grandes divulgadores”, conclui.
Edu Felistoque, produtor do longa, lembra que “apesar de ser um dos grandes nomes do nosso cinema, ironicamente Mazzaropi nunca foi devidamente documentado pelo próprio cinema.” E conclui: “De certa forma, estamos saldando uma dívida com a nossa memória”.
A previsão de lançamento de Mazza.doc nos cinemas é para 2012.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

“Tropa de Elite 2” disputa indicação ao Oscar 2012

publicado 21/09/2011 às 12:52 - Atualizado em 21/09/2011 às 13:02

“Tropa de Elite 2” disputa indicação ao Oscar 2012 thumbnail
Filme foi escolhido entre 15 para representar o Brasil como Melhor Filme Estrangeiro e disputa uma indicação oficial para premiação.
O filme Tropa de Elite 2, do diretor José Padilha, foi escolhido por uma comissão do Ministério da Cultura para ser o representante brasileiro na indicação de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar.
A comissão revelou sua decisão nesta terça-feira, dia 20. Tropa 2 desbancou 14 concorrentes, entre eles, Bruna Surfistinha, de Marcus Baldini, Assalto ao Banco Central, de Marcos Paulo, e As Mães de Chico Xavier, de Glauber Filho.
Sucesso nos cinemas brasileiros, o filme é a continuação de Tropa de Elite (2007) e conta a história de Roberto Nascimento. Ele trabalha para o Batalhão de Operações Policiais Especiais – Bope da Polícia Militar do Rio de Janeiro no primeiro filme. Na sequência deste ano, Nascimento já é coronel e ocupa um cargo na Secretaria de Segurança Pública do Estado. O roteiro mostra o novo casamento da ex-mulher de Nascimento, seu filho na adolescência e as milícias que dominam as comunidades do Rio de Janeiro.
A comissão escolheu o filme por sua qualidade técnica e artística, além de ter uma melhor fotografia e roteiro, segundo o cineasta Roberto Farias, que fez parte da comissão do Ministério da Cultura. O filme do capitão Nascimento foi escolhido por unanimidade. “Tropa de Elite 2 saltou à frente dos indicados”, completou a secretária do audiovisual, Ana Paula Santana. Segundo ela, o longa-metragem vai receber apoio logístico e financeiro do governo para ser promovido no exterior e ser candidato a vaga na disputa do Oscar 2012.

Conheça também o demais filmes estrangeiros que concorrerão ao Oscar, no site de Novo Haburgo

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